29 de maio de 2009

JORNALZEN - Ho'oponopono - Entrevista com Al McAllister

Al McAllister


VIBRANDO POSITIVO


Entrevista com Al McAllister


Ihaleakala Hew Len é um terapeuta havaiano cujos relatos indicam ter curado um pavilhão completo de pacientes criminais mentalmente doentes sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para reconhecer esse aspecto. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava. A técnica usada por Len é chamada de Ho’oponopono, processo de auto-cura criado por uma tribo havaiana, a dos kahunas, baseado na conexão com a Energia Divina por meio da simples repetição de uma sequência de quatro frases – “Sinto muito”, “Perdoe-me”, “Te amo”, “Sou grato”. A premissa é de que problemas causadores de desequilíbrio e enfermidades são recordações de memórias negativas que se repetem no subconsciente. Referência no assunto, Dr. Len encantou no mundo inteiro pessoas como o artista plástico Alexandre McAllister, um gaúcho de 55 anos que se tornou um dos principais divulgadores do Ho’oponopono no Brasil. Ele é responsável por duas páginas na internet nas quais divulga os processos da técnica havaiana conforme ensinados pelo Dr. Len e administra um fórum virtual com mais de 600 inscritos. Nesta entrevista exclusiva ao JORNALZEN, McAllister conta como conheceu o Ho’oponopono e por que resolveu se dedicar a difundi-lo.

JORNALZEN – O sr. é artista plástico. Como foi sua trajetória em relação ao método Ho’oponopono?
Alexander McAllister – Conheci o processo do Ho’oponopono através de duas entrevistas com o Dr. Ihaleakala Hew Len em um programa de rádio na internet e com entrevistas do Dr. Joe Vitale, nas quais ele começou a abordar de seu aprendizado e experiências com o Dr. Len. Em julho de 2007 ele lançou o livro Zero Limits [ainda sem versão em português]*, escrito com o Dr. Len, que me arrebatou com a simplicidade e eficácia da técnica. Com a prática e as mudanças que estava presenciando em mim, e que mudavam tudo em minha volta, quis fazer algo para compartilhar, apresentar o Ho’oponopono para mais pessoas aqui no Brasil. Preparei um cartaz, com as frases do Ho’oponopono sobrepostas ą imagem de uma pintura de um belo girassol, e passei a vender pela internet. A partir daí, não parei mais. Veio o fórum, as sessões, e estou engajado cada vez mais. O interessante é que, por não ter viajado aos Estados Unidos nestes dois anos de Ho’oponopono, ainda não conheci o Dr. Len pessoalmente, embora me comunique com ele constantemente. Sou muito grato por sua orientação, principalmente no início, o que me facilitou compreender as sutilezas do processo de “limpeza de memórias”.

JORNALZEN – Fale-nos sobre a essência da filosofia dessa prática.
Al McAllister – Ho’oponopono significa “endireitar o caminho” ou colocar no prumo. Por isso, não considero uma filosofia, pois transcende o intelecto. Não há padrões comparativos de uma infra-estrutura de “escola de conhecimento”. É mais o assumir a responsabilidade pela vida e aprender a vive-la como Revelação. Por ser algo muito pessoal, foge da regimentação e limitações de grupos, conceitos e crenças.

JORNALZEN – Como a prática do ho’oponopono pode ajudar as pessoas no seu dia-à dia?
Al McAllister – Justamente por poder libertar as pessoas de seus padrões limitantes, mostrando que há uma escolha sendo feita a todo o momento. Com o Ho’oponopono, aprende-se a fazer essa escolha conscientemente. A escolha é pelo que se chama de “limpeza de memórias”, as crenças, condicionamentos e “programas” assimilados desde a infância – incluem-se até as crenças e condicionamentos culturais, da formação familiar, das memórias ancestrais de povo, país e religião. Neutralizando-se esses “programas”, a pessoa passa a expressar sua verdadeira essência, seu eu verdadeiro, com menos interferência dos “filtros” limitantes.

JORNALZEN – As quatro frases usadas no processo de limpeza encerram em si um profundo significado de amor incondicional. Gostaria que comentasse a respeito.
Al McAllister – “Te amo” abrange tudo no Ho’oponopono. Primeiro, a pessoa aprende a se perdoar, pelos julgamentos de si e do próximo. Com isso, ela começa a se amar, se reconcilia com o aspecto mais profundo e íntimo do seu ser, o que lhe proporciona o acesso ao lugar onde a paz reina e orienta: o amor incondicional. Tudo através dessas pequenas e singelas frases. Não há como o intelecto/ego entender isso. É a verdadeira transcendência.

JORNALZEN – O que o sr. poderia nos dizer a respeito do que temos visto em noticiários, sobre tanta violência doméstica, contra crianças, redes de pedofilia? Valores sociais invertidos e quase se tornando corriqueiros.
Al McAllister – Esses cenários são expressões desses “programas”. O sofrimento, a dor é real, mas isso é conseqüência da nossa falta de atenção em permitir que esses padrões de pensamento fiquem se repetindo em nós. Pedindo a limpeza dos sentimentos que temos ao saber desses eventos, procede-se a cura em nós – o que pode refletir no mundo “lá fora”. Portanto, não lido com opiniões sobre isso ou aquilo. É o ego que precisa de validação de opiniões, que sente a necessidade de “tomar partido” ou de “fazer alguma coisa”. Não, eu limpo em mim o que está me fazendo presenciar, sentir o mundo dessa maneira.

JORNALZEN – Como o sr. analisa a proposta de nosso jornal, que, diferentemente da maioria, não mostra os fatos citados acima?
Al McAllister – Justamente, o JORNALZEN oferece ao leitor essa opção, de notícia positiva e informação que acrescenta algo de valor ą vida da pessoa. Para que se entulhar de notícia de desgraça e desesperança, o que alimenta e amplia o foco nos padrões de sofrimento, insuficiência e negatividade?

JORNALZEN – Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores?
Al McAllister – Sou grato pela oportunidade de poder relatar um pouco da minha experiência com o Ho’oponopono. É importante essa divulgação, principalmente através de um jornal tão bem procurado pelas pessoas que querem um mundo melhor para todos. Aos leitores que quiserem se aprofundar mais a respeito do Ho’oponopono, temos muitos materiais e recursos gratuitos nos sites www.hooponopono.forumativo.com e www.hooponopono.com.br.

Campinas – São Paulo: http://www.jornalzen.com.br/
Maio de 2009

*O Livro Zero Limits acabou de ser lançado pela Editora Roca (Lena).

27 de maio de 2009

Navegar seguros no grande mar – Radiestesia

ESPECIAL STUM:
Navegar seguros no grande mar – Radiestesia



Desde sempre, o ser humano olha para cima, com vistas a entender os mistérios da Criação, do Cosmos, da grande Mente Universal que a tudo criou. Nesta busca, aprendeu a usar com muita proficiência o lado racional, prático, lógico, que podia ser visto, tocado, contado e pesado. Esqueceu-se, porém, quase por completo, de seu lado intuitivo, instintivo, criativo, inconsciente, que representa provavelmente mais de 90% de sua capacidade mental e tem seu correspondente no corpo físico no lado direito de nosso cérebro.

Quando finalmente procuramos a compreensão dos eventos que nos tocam de perto, quer nos deliciem, quer nos machuquem, precisamos buscar e vivenciar a verdadeira e imortal sabedoria...
A primeira e mais importante lei espiritual nos diz que O TODO é MENTE; o Universo é Mental. E nossa mente, de acordo com o segundo princípio (O que está em cima está em baixo) é um dos preciosos tijolos que formam a base, a parte integrante do Todo (Tudo que existe) e como tal navega suave e permanentemente no grande mar da vida, (somos a gota de chuva que caiu no oceano, mas também somos o oceano) sendo nós naturalmente capazes de acessar os registros inconscientes de toda atividade criada e de toda realidade/informação disponível no Universo. Sentir esta realidade, guardar esta sagrada verdade dentro do peito, nos permite viver uma existência plena que começa finalmente a fazer sentido, que nos permite evoluir a cada passo dado, a cada experiência, positiva ou negativa, que enfrentamos em nossa caminhada. Sim, somos o capitão, o comandante do nosso barco (a existência), com a tarefa de levá-lo ao porto seguro, passando pelas calmarias e as tempestades, escolhendo a rota, a velocidade, penalizados pelo lastro (o carma) e transportando a carga preciosa (o dharma, nossa missão de vida) que deve ser levada incólume ao seu destino...

Uma vez incorporada definitivamente em nós esta realidade, somente resta agora aprender como navegar com nosso precioso barco (Nossa Alma)... utilizando, para tanto, o tipo de bússola que mais se afina com nossa personalidade única e valiosíssima.
Por se tratar de algo que utilizamos mesmo antes de ter criado o STUM, desejamos agora introduzir, para quem ainda não a conheça, uma das formas mais interessantes e práticas que o Universo colocou em nossas mãos para fazer contato com Ele e que responde ao nome de Radiestesia (em sentido literal: sensibilidade às radiações). Tal como outras artes divinatórias, é, muitas vezes, relegada pela ciência oficial ao rol de secundária, pouco confiável ou utilizada por pessoas com algum parafuso a menos.
Na verdade, trata-se de válida técnica milenar que pode nos ajudar de inúmeras formas em nossa jornada pela vida, trazendo informação correta e confiável sempre que a utilizamos com a necessária habilidade e de acordo com as leis de ouro do amor incondicional e as leis espirituais.

Os campos de atuação desta técnica são praticamente infinitos:
- Na cura do corpo e da Alma, avaliando os chacras -os nossos principais centros de energia-, detectando a origem, muitas vezes emocional, de uma doença.
- Avaliando e escolhendo técnicas de cura e remédios mais indicados.
- Na prospecção de água do subsolo, detectando sua qualidade, vazão e profundidade de perfuração de poços artesianos.
- Encontrando as áreas nocivas nos ambientes domésticos e de trabalho, onde passamos boa parte de nosso tempo.
- Aprendendo a realizar as escolhas mais corretas em cada situação de nossa atividade pessoal e profissional... evitando, assim, perdas e prejuízos variados ao embarcar em projetos sem futuro, em carreiras não condizentes.
- Encontrando objetos perdidos, pessoas desaparecidas, e muito mais...

Para começar é suficiente um pêndulo... uma pequena massa de metal, de madeira, até de papel, presa a uma linha.
Agora, quem deseja operar esta poderosa ferramenta precisa estar capacitado. Deve conhecer profundamente a si próprio, confiar em sua força, em sua intuição e ter o coração puro, leve, aberto para ajudar o próximo sem invadir sua privacidade, seu livre-arbítrio, conseguindo, pela sensibilidade adquirida, captar as vibrações emitidas pelos objetos ou pelas energias envolvidas, entrando em sutil ressonância com elas, transformando-as em movimentos que serão interpretados, pelo nosso sistema neuromuscular, como respostas positivas ou negativas à pergunta colocada.

Um dos aspectos mais valiosos e interessantes que a Radiestesia nos proporciona é representado, sem dúvida, pela possibilidade de nos oferecer um profundo e consistente diálogo interior quando nos encontramos em dificuldade para descobrir uma saída a determinados problemas que enfrentamos.
A pesquisa radiestésica nos coloca em sintonia com a Fonte e nos leva, invariavelmente e a cada passo dado, a refinar, a calibrar sutilmente nossas opções de busca, pois, a cada "não" percebido pelo movimento do pêndulo, somos estimulados a sair de nossas opções habituais, sendo desafiados, confrontados a buscar alternativas criativas que, finalmente, vibram em ressonância perfeita com o ambiente à nossa volta. E finalmente, ao exalar uma respiração profunda (obrigado Li) percebemos que chegamos sãos e salvos no porto... e isso não tem preço.

É esta a própria história do STUM, onde tudo que é realmente importante passa pelo crivo do pêndulo (e por uma montanha de "não")... que se tornou nosso gerente geral, nosso mentor que se comunica com a gente simplesmente movendo-se para frente e para trás para dar um SIM e balança da direita à esquerda e vice-versa quando a pergunta nos leva a mais um NÃO. Claro que o ambiente em volta é leve, vibra sempre positivamente e isso é um requisito muito importante... também sabemos permanecer neutros e aceitar de bom grado o resultado da pesquisa. Tem dado muito certo na escolha do que deve ser escrito nos boletins quinzenais, do que vai pra Homepage, ou que interativos precisamos desenvolver para nossos queridos e fiéis usuários.

Lembro que o STUM divulgou este importante método, esta fabulosa bússola, desde sua criação, em 2000, sempre com a pontual colaboração de Isabel Carapinha, que, após um longo período de ausência de nossas páginas devido à sua atividade profissional de engenheira eletrônica, retornou recentemente com força total, escrevendo, proferindo palestras e ministrando cursos, inclusive on-line, sobre o tema. A ela devemos todo nosso reconhecimento por ter trazido elementos, experiências e estudos de casos de sucesso que somente reforçam os conceitos teóricos empregados e as práticas repassadas periodicamente aos nossos prezados leitores.
Navegue à vontade pelas matérias sugeridas ao final do boletim. Confie em Você e em sua percepção e descubra a beleza de ter ao seu lado nada menos que todo o Universo...

Seja feliz!
Somos Um só... eu sou o outro Você
Sergio - STUM

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/boletim/radiestesia.asp

23 de maio de 2009

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.


Sinto muito. "Seja gentil com você ontem"... Por alguma razão esquecemos que somos luz, esquecemos que temos acesso a fonte, esquecemos que somos a fonte com infinitas possibilidades.

"O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído"... E esse esquecimento faz com que eu ande completamente distraída; penso que penso, penso que escolho, penso que amo... Mas, na realidade estou distraída em um mundo de ilusões... Em um mundo de memórias que se repetem sem a minha consciência, sem o meu controle, sem a minha lembrança e percepção, simplesmente ando distraída...
Como uma criança que pede para repetir a historinha inúmeras vezes até acreditar dentro de si que faz parte daquela historinha... E quantas historinhas eu continuei desejando que se repetissem sem a minha consciência! Mas tudo bem, sinto muito... Sou apenas uma criança!

Me perdoe. Nas incontáveis historinhas que ouvi, aprendi ou criei, eu tinha que pedir perdão a alguém, sempre o outro. Por algum "pecado" que eu havia cometido. E um enorme sentimento de culpa foi se cristalizando com o tempo, e a minha criança cada vez mais distante da fonte onde não existe culpa, onde não existe pecado... A minha criança sempre soube que não existia nada disso e que o outro andava tão distraído tanto quanto eu andava...
Meus pais sempre andaram distraídos, afinal são crianças como nós e nós os aceitamos sem nenhuma culpa porque a criança deles sabe que eles deram o melhor dentro da distração no mundo das memórias...
Dentro de nós existe uma criança que quer e outra que não quer. A criança divina que sabe que tudo pode, e a criança heróica, limitada pelas memórias das historinhas.
A quem devo perdoar? A mim em primeiro lugar, a minha criança, pois eu não sabia que era tão distraída assim e dessa forma eu perdôo todas as crianças com quem me relaciono, essa é a minha responsabilidade, respeitar e perdoar a mim e o outro.
O outro faz parte das historinhas que eu criei, o outro com tudo que me traz de bom e ruim, faz parte das minhas memórias afinal o outro é só um reflexo da minha criação inconsciente, de tudo que eu criei durante a vida, ou vidas vá saber...

Te amo. Sempre aprendi a amar o outro, o próximo, tanto que acreditei durante muito tempo na minha capacidade de amar a tudo e a todos, achava até que ninguém amava mais do que eu e que ninguém tinha tanta capacidade para perdoar quanto eu.
E o príncipe encantado no cavalo branco? Nossa esse então... só quem me conhece sabe o quanto sonhei com ele nas minhas historinhas, afinal a minha capacidade de amar era tamanha que nada mais justo do que um belo príncipe como recompensa.
Bom, isso significa que durante toda uma vida busquei o meu amor no outro, sempre o outro, o outro era responsável pela minha felicidade e eu acreditava que era merecedora e quando não acontecia achava que era uma injustiça enorme comigo, que Deus não olhava pra mim. Quanto mais eu projetava esse amor fora de mim, mais eu atraia grandes mestres para me mostrar o contrario.
Essa compulsão era tão forte que eu me contentava com migalhas de atenção e tempo a mim despendidos. Vivia num excesso de compreensão absurda e me acomodava na situação, sempre me adaptando ao outro, as vontades do outro, as escolhas do outro, ao tempo do outro, a escassez de carinho do outro, porque dentro da minha historinha eu acreditava que aquilo que eu estava vivendo era amor no duro e me sujeitava a situações contra a minha vontade simplesmente por medo de perder o vínculo.

A quem devo amar? A mim mesma em primeiro lugar, isso as histórinhas não haviam me ensinado. O amor que eu tanto busquei estava o tempo todo a minha disposição. Dentro de mim, na minha criança divina. Eu só precisava que essas duas crianças se reconciliassem dentro de mim, a egóica e a divina, o masculino e o feminino, a emoção e a razão e como testemunha a Divindade. E assim É!

Sou grata. Agradecer a que? A quem? A mim mesma em primeiro lugar... A gratidão é um sentimento sublime e ao mesmo tempo se eu estiver distraída posso ficar presa nesse sentimento de gratidão ao outro como uma dívida sem fim e o que é pior posso também confundir com amor.
O sentimento de gratidão pelo que Eu Sou! Pelo meu jeito distraído de ser, sem culpa, gratidão por me aceitar plenamente. Sentimento este que gera alegria e a alegria é Deus se manifestando através do meu ego. A alegria que se transforma em esperança e fé. A concretização do Amor verdadeiro em mim.
Assim É!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Texto de minha amiga Silvana Nunes


15 de maio de 2009

Do Amor...


Do Amor

Quando o amor vos chamar, segui-o, mesmo que os seus caminhos sejam íngremes e penosos.

E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos a ele, ainda que a espada dissimulada nas suas penas vos possa ferir.
E quando ele vos falar, crede nele, embora a sua voz possa estilhaçar os vossos sonhos como o vento do norte devasta o jardim.

Pois assim como o amor vos coroa, também vos crucifica. E, tal como serve para o vosso crescimento, também serve para a vossa decadência.

E como ele se ergue até às vossas copas e acaricia os vossos mais tenros ramos que esvoaçam ao sol, também às vossas raízes ele desce e as sacudirá no seu apego à terra.
Quais feixes de trigo, ele vos reúne em si.
Vos amanha para vos pôr a nu.
Vos ciranda para vos libertar do vosso farelo.
Vos moi até à alvura.
Vos amassa até vos tornardes macios.
E, depois, vos entrega ao seu fogo sagrado, para vos tornardes pão sagrado para o festim sagrado de Deus.

O amor fará todas essas coisas de vós, para que possais conhecer os segredos do vosso coração e vos tornardes, através desse mesmo conhecimento, um fragmento do coração da vida.

Mas se, no vosso temor, procurardes no amor apenas paz e prazer, faríeis melhor se ocultásseis a vossa nudez e saísseis do amor, para o mundo sem razão, onde rireis, mas não com todo o vosso riso, e chorareis, mas não com todas as vossas lágrimas.

O amor dá-se apenas a si mesmo e nada recebe se não de si próprio.
O amor não possui nem quer ser possuído.
Porque o amor se basta do amor.
Quando amardes, não deveis dizer que está no meu coração, mas antes, no coração de Deus.
E não penseis que sois vós quem orienta o rumo do amor, pois, se vos achar dignos, será o amor que conduzirá o vosso caminho.
O amor não tem outro desejo que não realizar-se a si mesmo.
Mas se amardes e sentirdes desejos, que sejam estes os vossos desejos: Dissolver-se e ser-se como um regato que desliza e canta à noite a sua melodia.

De tanta ternura conhecer a dor, ser ferido pela vossa própria concepção do amor e sangrar de boa vontade e com júbilo.
Acordar para o amor com um coração alado e dar graças por um outro dia de amor;
e fazer uma pausa à hora do meio dia e meditar sobre o êxtase do amor; regressar à noite ao lar com gratidão; e adormecer com uma oração no coração pelo amado, e nos lábios um hino de louvor.

por Kahlil Gibran, em o Profeta"

10 de maio de 2009

Ho’oponopono: Mãe “tornando certo”...


Ho’oponopono: Mãe “tornando certo”...

Sou mãe e neste dia, designado pela mídia, ponho-me a refletir...
Talvez seja o amor, que muitas vezes esteja mais próximo do AMOR de nossa Divina Natureza, mas me faz parar para pensar no grau de responsabilidade que tenho também, ao dar a luz a um novo ser!

Transmito minhas memórias genéticas ancestrais ao meu filho, isto é inevitável... Não tenho CULPA alguma por isto, mas quanto tenho que ser responsável e pedir à Divindade a limpeza dessas memórias, ao invés de lutar para que meu filho seja aquilo que, em meu ego=memórias, queira que ele seja!

Mãe, também tem uma Criança Interna que há muito se encontra abandonada e aí pergunto: o que posso dar ao meu filho (a partir dessa criança interior em mim)? Sei que ninguém pode dar o que não têm para si mesmo! Sei também, que quando exijo de meu filho algo, estou exigindo de minha própria criança...
Assim, como meu filho não pode corresponder às expectativas de meu ego=memórias=controle, minha criança interna também não pode e nos momentos em que faço esse tipo de exigência ao meu filho, a menininha lá dentro de mim se sente automaticamente cobrada e o círculo vicioso continua, em eterna repetição de memórias...

A única forma que vejo de homenagear o dia de hoje e estender incessantemente a todos os dias de minha vida é a petição ao Criador... Que limpe em mim as memórias que se repetem e que compartilho com meu filho e que as transmute a mais pura luz!
Sinto muito > Embora eu não me lembre disto, lamento por ter criado todas essas memórias equivocadas.
Me perdoe > Eu me perdôo por tudo o que “um dia” criei.
Te amo > Eu amo vocês minhas memórias, pois tenho plena consciência que somente o AMOR pode desfazer qualquer equívoco.
Sou grata > Minha gratidão, por poder estar tendo a oportunidade de poder libertar vocês e a mim!

E assim permaneço na Paz do Eu:


A Paz esteja convosco.
Toda a minha Paz.
A Paz que é Eu,
a Paz que é Eu Sou.
A Paz para todo o tempo,
agora e para sempre
e eternamente.
Minha Paz Eu lhe dou.
Minha Paz Eu deixo contigo.
Não a Paz do mundo,
mas somente minha Paz.
A Paz do Eu!


A Paz que transcende toda compreensão! E na Paz desejo a todas as mães, também aos pais/mães a Paz do Eu, que permeie não somente este dia, mas todos os dias de nossas vidas!

6 de maio de 2009

Tradições Ancestrais

Tradições Ancestrais


"Quando o tempo do búfalo estiver para chegar, a terceira geração das crianças de olhos brancos deixará crescer os cabelos, e começara a falar no amor que trará a cura para todos os filhos da terra. Estas crianças buscarão novas maneiras de compreender a si próprias e aos outros. Usarão penas, colares de contas, e pintarão os rostos. Buscarão os anciões da nossa raça vermelha para beber da fonte de sua sabedoria. Estas crianças de olhos brancos servirão como um sinal de que os nossos ancestrais estão retornando em corpos brancos por fora, mas vermelhos por dentro. Elas aprenderão a caminhar novamente em equilíbrio na superfície da Mãe Terra, e saberão levar novas idéias aos chefes brancos.“ (Profecia da roda do arco-íris)


Somos como uma colcha de retalhos multimilenar, uma espécie de patchwork, onde cada pedaço de tecido representa nossas experiências boas ou ruins, libertadoras ou limitantes. Acreditem ou não, nós somos tecelões da nossa própria experiência/existência e já caminhamos por todas as culturas e raças.

Fomos creados (quem cria é o homem, Deus é creador) em espírito e verdade a imagem e semelhança de DEUS/PAI/MÃE, não em formas corporais(raças) mas em espírito e verdade...

Sob esta ótica todos nós, Vermelhos, Negros, Amarelos e brancos como também todas as raças que surgiram através da miscigenação, todas sem exceção no nível do Eu Superior (aumakua) estão ligadas, são irmãs.

Que possamos honrar, Pai e Mãe, Avôs e avós, Bisavôs e Bisavós e todos aqueles que vieram antes deles, pois o sangue que corre em nossas veias
e artérias é o sangue de nossos ancestrais, e se perde na Origem dos tempos,
Na origem de tudo o que há...

Que possamos honrar Nossos irmãos em evolução:
O Povo de pedra,
O Povo em Pé,
O Povo planta(auxiliar)
Os quatro Patas,
O povo que voa,
O Povo que rasteja,
O povo inseto,
O Povo pequenino(elementais),
O povo das águas,
Os Nossos animais domésticos...
Pois,
A alma dorme na pedra...
Sonha no vegetal...
Agita-se no animal...
Toma consciência no homem.
Saibamos então, que não estamos separados,
tudo está interligado...
Gratidão, Gratidão, Gratidão...

Vamos honrar Nosso Pai céu e nossa sagrada Mãe Terra
Com atitudes/Palavras/Pensamentos Verdadeiros...
E que sejamos inteiros...

: " Ensinai aos vossos filhos, aquilo que ensinamos aos nossos : que a terra é nossa mãe. Dizei a eles que a respeitem, pois tudo que acontecer aterra acontecerá aos filhos da terra, se os homens cospem no chão, eles cospem sobre eles mesmos. Ao menos sabemos isto: a terra não é do homem, o homem pertence a terra. Todas as coisas são dependentes. Não foi o homem quem teceu a teia da vida , ele não passa de um fio dessa teia. Tudo o que fizer para essa teia, estará fazendo a si mesmo". Chefe Seattle

Fonte: texto e formatação Atmo Parivesh(Alexandre Ledur)

30 de abril de 2009

O poder do "EU TE AMO"



O poder do "EU TE AMO"

Minha amiga Verinha, uma de minhas lindas partes Divinas, fez esse texto simples e maravilhoso, fica impossível deixar de repassar. Só posso dizer à ela “Eu Te Amo”!!! (Lena)

***

Você já falou "EU TE AMO" hoje?

Pense bem quantas vezes você falou "Eu te amo" ultimamente...
Algumas pessoas têm dificuldade e certos bloqueios em falar "Eu te amo"!...
Procure fazer um teste a partir de hoje e coloque essa frase em sua vida.
Se você tem problemas em falar "Eu te amo", apenas mentalize "Eu te amo" antes e depois de tudo, absolutamente tudo em sua vida e perceberá uma grande mudança!

Comece pela sua casa, sempre antes de sair e ao chegar em casa pense "Eu te amo", lembre-se o seu lar é o seu "templo" e você precisa amá-lo para que boas energias circulem..

Pense/mentalize "Eu te amo":

Antes de regar as plantas e verá como elas crescerão mais fortes,
Antes de regar as flores e verá como elas durarão muito mais,
Antes de comer ou preparar cada alimento e verá como dificilmente eles cairão mal (salvo excessos, rsrsrs)
Antes de tomar ou ministrar um remédio para alguém, e verá como virá a cura ou a dor diminuirá mais rápido...
Ao pagar contas, fazer cheques, assinar cartões de crédito, tudo que envolve o dinheiro, e verá como o dinheiro fluirá melhor em sua vida.
Ao entrar e sair do seu carro, do seu trabalho, de reuniões comerciais, familiares e pessoais, etc.
Já pensou falar/mentalizar "Eu te amo", em cemitérios?
Além de ossos e restos mortais o cemitério é a morada de muitas almas que ficarão gratas por sua atitude tão amorosa..

Procure mentalizar "Eu te amo" quando você for encontrar ou pensar em pessoas queridas e as não tão queridas também, pois se elas estão na sua vida, de alguma forma vocês aprenderam alguma coisa com elas... Seja grato (a) e as ame pelo menos por isso...

Procure mentalizar/falar "Eu te amo" ao pensar na sua casa, no seu trabalho, no seu bairro, cidade, país, planeta, pois assim você ajudará a trazer paz e harmonia para sua vida e para aqueles que vivem no mesmo lugar que você!

E se você tiver algum animal de estimação, faça esse teste, fale ou mentalize "Eu te amo"! E veja nos olhos dele a reação maravilhosa que isso vai provocar, eu pessoalmente faço isso diariamente com meus gatos e garanto a reação deles a essa frase é arrepiante!!

Amo todos vocês por fazerem parte da minha vida de alguma forma,
beijos,
Verinha.

22 de abril de 2009

E-Book - Seminário O Portal – Ho’oponopono

Rio de Janeiro - dia 16 de Maio
Belo Horizonte – 20 e 21 de Junho, 2009


Baixe aqui o e-book: http://www.4shared.com/file/101075161/c0886ee2/Seminarios_O_Portal.html

É uma alegria e satisfação anunciar os seminários dos dias 16 de Maio no Rio de Janeiro (inscrições pelo lbaumfeld@gmail.com), e 20 e 21 de Junho em Belo Horizonte, MG (inscrições pelo luizavirginia@hotmail.com) .

Ho’oponopono é uma cura Havaiana que tem por finalidade nos libertar de memórias indesejáveis (crenças limitantes, programas neuronais negativos) as quais nos fazem repetir padrões comportamentais limitantes em diversas áreas de nossas vidas.

O que impede nossa realização, o vivermos nossos sonhos e desejos e não nossos medos são os “programas” limitantes rodando na mente subconsciente e que determinam nossa realidade. A dificuldade está no fato que mesmo sabendo disso não conseguimos, ou pouco conseguimos mudar esses padrões repetitivos de insuficiência, sofrimento, mediocricidade e infelicidade!

Ao fazer o Ho’oponopono você limpa, purifica a origem destes problemas, neutralizando a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No Ho’oponopono não há culpado, não é necessário reviver o sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, nem a sua origem.

Sem os filtros da programação de família, antepassados, crenças, cultura, e mídia a pessoa aos poucos descobre que ela é completa em si mesma! Você começa a realizar seus sonhos e não seus medos. Amor, felicidade, prosperidade, a abundância de coisas boas na sua vida não são recompensas que você precisa lutar para conseguir – isso tudo é o estado natural do seu ser.

A premissa do seminário é de revelar que existe em você tudo que é necessário para mudar sua vida para melhor.

Você quer, mas não sabe como:

* Neutralizar e cancelar todos esses programas limitadores de sua Realização Pessoal de maneira rápida e eficaz?
* Aprender a libertar seu Eu do seu “eu”?
* Parar de buscar validação “lá fora” em pessoas e coisas?
* Eliminar a participação do seu ego, e se abrir para escolher e receber uma nova condição de vida logo de cara?
* Aprender a viver seus sonhos e não seus medos?
* Eliminar as ansiedades que bloqueiam seu Desenvolvimento Pessoal?
* Estabelecer uma nova condição de vida, conforme a sua necessidade do momento?
* Aprender a se abrir para receber as Inspirações?
* Ser FELIZ?
* Ter um RELACIONAMENTO AMOROSO ideal?


NÓS SABEMOS!

Com certeza o seminário Vivência O Portal – Ho’oponopono transcende tudo que você já aprendeu antes por ele lhe dar acesso ao aspecto mais sublime do seu Ser.

Inspiração: seu presente no presente pela Presença. Esse é o diferencial da moderação do Al McAllister.

www.hooponopono.com.br

CONTATO: Lena Rodriguez - Terapeuta
TERAPIA VIBRACIONAL http://e-therapy.no.comunidades.net
E-mail: liberdadedeser@gmail.com
Floral Âncora http://tinyurl.com/c69ooo




20 de abril de 2009

Declaro-me vivo!

¡ Declaro-me vivo!

Chamalú Indio Quechua



Saboreio cada momento.

Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então

fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.

Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me

difamava.
¡Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um

cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.


A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.

Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.

Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,

que tem embutida a inocência.


É possível que tenhamos que ser apenas humanos.

Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.

Por esta razão é muito importante que apenas o Amor
inspire as nossas ações.


Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.

A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.

A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.


Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que
nós, o nosso desequilíbrio está garantido.



É possível que sejemos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.


Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.

Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade
que prolifera, infectando almas
e atrofiando corações.

As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.

As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea
as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.

A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.




Peço-lhes perdão, mas….
¡ DECLARO-ME VIVO!

Chamalú.
Indio Quechua


Que lindo!!! Sinto muito. Me perdoe. Te amo.

Sou grata. Sou grata. Sou grata.







15 de abril de 2009

A Voz do Silêncio

A Voz do Silêncio
(Sua intuição quer falar com você)

Este Sergio é um dos seres mais lindos que “conheço”, leiam como escreve o CORAÇÃO dele... Fico muito feliz por essa divina parte de mim que é ele, fazer parte de mim!
Te amo. Sou grata, Sergio!
Lena

É sempre assim... Já não dá para chamar de conspiração, pois virou roteiro.Primeiro foi o amigo Zé que, ao entrar em minha casa, me pediu para gentilmente desligar o inofensivo rádio, que espalha por aqui música ambiente em volume muito, muito baixo. Depois veio a Deborah, que me enviou por e-mail um vídeo do youtube sobre o tema "silêncio". Hoje foi a Sandra, que me contou um fato raro: na fila do Correio encontrou depois de anos uma conhecida, pessoa surda e muda, com a qual se comunicou sem palavras, pela leitura labial... algo que ainda não tinha feito antes... e que eu visualizei como se estivesse estado lá com ela, abrindo um profundo sorriso nos lábios, que me pegou novamente agora ao digitar.

A cereja em cima do bolo veio enquanto me barbeava, quando veio forte em minha mente a frase em italiano que dizia claramente: La voce del silenzio...
Sou cabeça dura, mas ficou logo evidente, em frente ao espelho, o tema do especial. Espero não cansar o leitor com estas observações que normalmente coloco no começo do texto, mas acho relevante transmitir como as sincronicidades se sucedem quando estamos receptivos e observamos o que acontece, vindo sempre de forma simples e suave à nossa volta. É precioso verificar que nunca estamos isolados, sendo que todos fazemos parte da poderosa teia de energia que amorosamente nos envolve e nos coloca no lugar certo, na hora certa, para, de alguma forma, passar à frente uma mensagem legal, que alimente mais e mais nossa alma.

Bom, rápida busca no google e veio em menos de um segundo este vídeo... pela voz de Andrea Bocelli com a lindíssima região da Toscana ao fundo. A música me arrepiou o corpo todo, mesmo que, de início, tivesse julgado tratar-se de mais uma singela canção de amor, falando de saudade ou de perda. Mas senti com clareza que não era isso que ela me passava. Sempre, desde que o mundo é mundo, os poetas e os músicos em sintonia com as esferas superiores conseguiram tocar as pessoas mais sensíveis e despertas driblando as censuras e as normas obscurantistas dos poderosos, dos patrulhadores de plantão... e a Itália ainda sofre amplas influências nocivas neste sentido, vindo pontualmente de Roma!
Foi muito simples: bastou trocar a palavra "amor" por "minh´Alma" e tudo passou a fazer mais e mais sentido. E -em silêncio sagrado-, agradeci profundamente.

E de repente
reparo que o silêncio
tem o rosto das coisas
que perdeste,
e eu te sinto amor
te sinto em meu coração,
estás retomando o lugar que
tu não havias perdido nunca

É desta forma, como nas palavras tão íntima e profundamente cantadas pelo Andrea Bocelli, que se processa, finalmente, o fim da busca no mundo exterior, o reencontro com a essência imortal que em nós habita, após uma longa e estéril caminhada no mundo da ilusão, com suas luzes de brilho tão intenso que chegam a nos queimar por fora, com seus ruídos perturbadores que atordoam, hipnotizam e entorpecem nosso centro, que desde sempre pede paciente e ardorosamente para sair da sombra, ser reconhecido e ouvido, lá onde o estridente som da rua, das buzinas, dos sinos não consegue mais chegar... no encontro definitivo com a Fonte, o que alguns sábios chamam de vazio criador que a tudo contém.

Como é maravilhoso ter o dom de comunicar as grandes verdades da vida pela voz tão melodiosa e pela música -a linguagem universal-, a vibração que atinge o mais fechado dos corações... a cada nota suave transmitindo a mensagem do amor... gota após gota por fim perfurando a mais endurecida couraça.
O Universo trabalha assim, com infinita paciência, relevando nossos erros, nossas omissões, nossa apatia e o medo para enfrentar os desafios da caminhada...
Dá para perceber, olhando para trás, os passos dados até aqui, o quanto já nos equivocamos, deixamos a desejar, sem por isso incorrer em qualquer punição ou reprimenda.

Tivemos nossas aulas de experimentação e incontáveis provas para transpor, mas quem nos colocou na contenda nos entregou as ferramentas e os instrumentos para passar de fase... aprendemos que é indispensável sair da sombra ou do falso brilho exterior e olhar para dentro, pra abraçar novamente nossa Alma, que "não havíamos perdido nunca".

Vamos refazer juntos a descoberta que a letra da música nos sugere e colocar entusiasmo e movimentos de amor em nossa vida... voltar a sentir sem precisar ver ou ouvir, simplesmente captando a mensagem que vem de dentro, das nossas entranhas; mensagem esta que liberta, conforta, ampara e protege.
Vamos buscar em nosso centro o mapa original de nossa missão, as informações gravadas profundamente em nosso banco de dados, que nos conduzem, a todos, pois todos estamos aqui com um propósito único e bem claro, a concretizar, enfim, a obra da Unidade, da Paz interior que nos irmana definitivamente, que nos tira da incerteza, da mesmice e da ignorância.

Vamos buscar a realização suave e verdadeira, que se sobrepõe ao desmando, à injustiça, à corrupção que vemos lá fora, mas que faz parte do mundo de maya.
É ilusão, é parte do processo de depuração do joio e do trigo; jogo -mas não jugo-, visto que somente participam desta balada inconsequente os que não entenderam a mensagem da canção e que -poderá demorar, mas chegarão lá também-, não conseguiram mergulhar no "mar do silêncio", que ainda não sabem o quanto sua alma está perdida e faminta. Apesar da ilusão na qual estão imersos, são unos com tudo e saberão no momento apropriado, retornar ao convívio com a Luz, com o amor incondicional que a tudo conserta e cura, o bálsamo definitivo, absoluto.

Somos um só e a cada dia nos dedicamos mais e mais ao serviço da compaixão, sempre disponíveis e amorosamente guiados e amparados.
A vida é um jogo deslumbrante, justo e perfeito. Há somente uma regra e esta é simples: precisa apenas colocar o amor em tudo.
Não há vencedores ou vencidos, pois não se trata de mais uma férrea competição desta dimensão terrena, e o que importa é atingir uma vibração que liberta, fascina, encanta e congrega.
O tempo, aqui nesta arena, não conta, é supérfluo.
O que vale é a transformação de nossa Alma, nos fazendo mergulhar novamente no mar de Luz que carregamos desde sempre em nosso peito...
Vamos, juntos, respirar o silêncio, entrar de vez na onda melodiosa que o amor proporciona? Vamos fazer nossa parte, dando nosso exemplo, sendo mensageiros da esperança e da Paz?
Escreve a Izabel Telles: "A intenção remove montanhas, as portas estão abertas e a oportunidade bate à nossa Casa convidando a todos para o grande salto de fé".

Sinto muito - Eu te amo - Muito obrigado.
Somos Todos Um só!
Sergio - STUM

ESPECIAL STUM: A Voz do Silêncio


6 de abril de 2009

Ho'oponopono: o ladrão se arrependeu...

Cartaz do Artista Plástico Al McAllister www.soubem.com

Ho'oponopono: o ladrão se arrependeu...

Diante de tudo que já vivenciei nesses meus 16 meses de limpeza incessante com Ho’oponopono, realmente nada está me surpreeendendo, independente disto, sou plena de gratidão a cada relato de nossos companheiros de grupo na prática do processo e sendo assim, pedi autorização a nossa querida Lucimar para postar seu depoimento e com mais detalhes que ela me passou sobre o caso! Sou gratíssima querida, por compartilhar com todos nós! Lena


******

Quero compartilhar com meus irmãos do fórum a situação que vivi hoje:

Dia 15.03.2009, meu cunhado pai da Renata e Claudia, que participam de A Proposta e agora de A Escolha, foi roubado seu carro dentro da residência, com todos dentro da casa. Dois dias depois a mãe delas (minha irmã) sofreu um seqüestro relâmpago (de 2 horas), dentro do Poupatempo e levada ao Banco onde sacaram todo dinheiro dela. Logo depois seu cachorro, um boxer, veio a falecer, o outro cachorro, do nada se enforca com a coleira na praça. Só que deu para socorrer e a cachorra se salvou, após sedação e serrada a coleira de metal, com ganchos.

Bom, numa sessão virtual, escrevi ao AL, numa mensagem privada e ele como sempre gentilmente, iniciou uma limpeza especial, que eu mesma, nunca tinha visto, ele não disse nada e imediatamente fez a limpeza.

Hoje por volta das 9:00 h da manhã, um homem, bateu à casa de minha irmã e a campainha não estava funcionando, este homem ficou em sua porta até as 12:00 h, quando a Renata saiu, e o homem disse a ela, "moça meu irmão roubou a caminhonete de vocês, e eu queria devolvê-la", a Renata começou a chorar e abraçou o homem e agradecia e chorava e ele disse à ela, "só que tem uma condição; eu não quero que vocês façam nada com meu irmão ou minha mãe, porque ele está em casa dormindo e vocês, tem que tirar o carro de lá, levar na rua e depois, vocês chamam a policia".

A Renata concordou na hora e chamou seu irmão que foi junto, com outra pessoa, policial aposentado, tiraram a caminhonete da casa e chamaram a policia.

Detalhes: O policial aposentado, foi com meu sobrinho até a residência, tiraram o carro para fora da casa, colocaram na rua, e o rapaz ficou junto, de acordo com o combinado, chamando depois a policia. O rapaz não parava de passar no local, nervoso achando que não cumpriríamos o acordo, ai ele tocou a campainha de uma casa em frente e passou por mim e a Renata e disse, esta casa é do meu patrão. e foi embora, neste momento saiu um homem da casa e veio em nossa direção e perguntamos; o Sr. é patrão daquele moço de camisa amarela e o homem respondeu que não e que nem o conhecia e foi atrás do rapaz, ai meu irmão ficou muito nervoso comigo e a Renata, porque chamamos a atenção para o fato. Só que o Homem era promotor publico, neste ínterim chegou a policia e meu sobrinho disse que o carro era do pai dele e que havia sido roubado, ai o promotor foi e disse que esse carro esteve a semana toda parado nesta rua e o que lhe chamou a atenção foi a rede da frente branca, por não ser original do carro. Disse também ao policial o fato do rapaz, tocar a campainha dele e falar que trabalhava para ele, ai quase deu problema... mas, eu e a Renata voltamos para casa e deixamos eles lá, e não fomos a delegacia. Feito toda a burocracia, levaram o carro para uma oficina, ficou tudo bem.

Quero em primeiro lugar agradecer a Divindade, te amo, te amo, sou grata, sou grata e ao AL, pela sua presteza, dedicação, gentileza.

A Limpeza naquele domingo foi muito forte, e (sou grata) à todos vocês amigos do fórum, que ajudaram. O Pai da Renata é um senhor, já com bastante idade, que não faz mal a ninguém, e já era a segunda caminhonete que roubavam dele, e desta vez ele ficou muito deprimido. foi um milagre.

Tenho um irmão que trabalha na polícia e ele me disse hoje, "Lucimar trabalho há 28 anos na Policia e nunca ouvi ou vi uma história desta", e eu disse, "é porque você não faz HO'OPONOPONO". E ele, "o que? ....".

Divindade, sou grata, sou grata, te amo, te amo, Vitória.

Amigos do fórum, sou grata, sou grata, te amo, te amo,

Lucimar

http://hooponopono.forumativo.com/forum-ho-oponopono-ao-entrar-no-forum-use-os-botoes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/o-ladrao-se-arrependeu-t638.htm#3802

4 de abril de 2009

TAI CHI CHUAN

TAI CHI CHUAN


Meu querido Mestre de Tai Chi Chuan, Mario Nascimento, aluno de Mestre Chan,, o primeiro no chão à esquerda... Parte de nossa turma de Tai Chi na praça, Praia das Pitangueiras, que fica em nossa ilha > Guarujá -SP... Eu sou aquela no chão também, a segunda à direita, ao meu lado, em seguida está a Iza, minha querida mestra de Tai Chi também, um ser lindo, lindo, só conhecendo... Mestre Mario me presenteou com esse magnífico e poético texto sobre a prática de Tai Chi... Não resisti e quis compartilhar com todos os meus amigos de Blog! Sou grata queridos Mestres por todo aprendizado e carinho!
Lena


Introdução


Veio da China e nasceu da observação da luta de um falcão e de uma serpente. Chan San Feng, um monge taoista, viu que toda vez que o falcão atacava, a serpente se esquivava de seu raio de ação, tornando a força agressora inútil. Dessa descoberta nasceu o Tai Chi Chuan, no século XII. É um conjunto de exercícios e movimentos que tem como base a não reação violenta e o perfeito equilíbrio para dançar diante do agressor. Como a serpente fez com o falcão; como as plantas fazem com o vento.

Para a prática do Tai Chi Chuan os músculos deves estas soltos, relaxados, para facilitar os movimentos. Todos os gestos nascem do baixo ventre (Tan Tien), propagam-se pelos braços e pernas. Sempre com suavidade e muito equilíbrio, leveza, quase uma dança. Há possibilidade de 108 movimentos. Mas nem todos os Mestres trabalham com todos eles. Uns trabalham com 80, outros apenas 24 movimentos básicos. Os exercícios têm uma sequência e podem ser feitos ao ar livre ou em salas espaçosas, e de forma fixa (sem passos) ou móvel (com passos) e livre (com os dois tipos).

Apesar da leveza e suavidade dos movimentos, o Tai Chi mexe com todos os músculos do corpo – cada ligamento, cada articulação é trabalhada. A naturalidade dos movimentos depende de uma perfeita e consciente integração de cada parte do corpo.

O Tai Chi é muito mais que um aprendizado de defesa pessoal.

É uma filosofia realista de colocação do indivíduo no mundo, como parte do mundo. Estamos no mesmo barco. Todos, homens, animais, plantas, terra, água, vento. E não nos percebemos como parceiros, mas como inimigos. Mais ainda, brigamos até com nossa própria canoa – nosso corpo, esse desconhecido, coitado, não assumido, que sofre todo tipo de pressão, e reage tencionando tudo.

Sem mágica nem truque. Com movimentos suaves, lentos, macios, o Tai Chi propõe um equilíbrio de corpo e cabeça para funcionar como uma força pacifista. Tipo: eu não luto, mas danço com perfeito equilíbrio diante da luta. Eu me esquivo. Quem ataca despende muita energia negativa. O próprio impulso de agressão desestabiliza. Quem percebe isso leva uma vantagem. É como se alguém estivesse fazendo força para abrir uma porta e de repente essa porta fosse aberta pelo lado de dentro. Quem forçava vai cair. Se o agressor não encontra o alvo perde a estabilidade. É exatamente isso que o Tai Chi propõe: sair do raio de ação do agressor.

Como defesa pessoal, por exemplo, o Tai Chi seria um jogo de “você não me pega, só gasta sua energia, tentando me alcançar. Apresento meu equilíbrio e minha paciência contra sua força. Não sou de guerra. Estou em paz.”

O Tai Chi usa a suavidade contra a dureza. Usa o movimento como defesa. Por isso é tão leve e suave. Propõe o auto conhecimento e a extrema atenção no eu e no outro como a maior possibilidade de relação. A gente só pode respeitar o outro quando conhece profundamente nossa própria força e vontade, quando se respeita. Aliás, qualquer relação só tem sentido quando é de troca. Ninguém pode só dar. Nem só receber. Nós somos parte do mundo. E é essa a nossa força. Somos únicos. Somos grupo. Singular e plural ao mesmo tempo. O Tai Chi propõe essa percepção. Não é uma luta, não é uma dança, nem um tido especial de ginástica. É uma filosofia e um trabalho de corpo e espírito que resulta em mais saúde física e mental. Resulta num equilíbrio interno e externo. Melhor ainda, não tem contra-indicação. Pode ser praticado por pessoas de qualquer idade – de 5 a 100 anos – com resultados diferentes, mas sempre positivos. Não exige preparo físico. Serve a fracos e fortes. Ajuda a curar doenças, como obesidade, pressão alta, insônia, coluna. Melhora a circulação espanta o reumatismo e ainda por cima aumenta a capacidade respiratória, a concentração e retarda o envelhecimento. Sem usar força, sem sofrer. Completamente relaxado e em paz, pode-se trabalhar o corpo e o espírito no pique dos sábios orientais – com paciência e doçura. Isso é o Tai Chi Chuan. Uma pílula de paz nesse mundo de guerra.


AS DEZ REGRAS BÁSICAS


Relaxe todos os músculos, inclusive do rosto, então assumirá uma expressão serena.

Expulse os pensamentos. Fique somente consciente dos movimentos do corpo.

Execute os movimentos num ritmo tão lento quanto possível.

Conserve o mesmo ritmo lento, mesmo sentindo vontade de executar alguns movimentos numa velocidade maior.

Respire com calma pelo nariz.

Cada movimento deve ser fácil de executar. Se não for, é porque algo está errado.

Nunca continue até o fim, conservando sempre uma pequena reserva para o momento seguinte; pensa em yin-yang, onde no plano branco á se vê um ponto preto, e no plano preto, um ponto branco.

Execute cada movimento com cuidado e atenção. Cada detalhe é importante. Faça tudo como se fosse a primeira vez.

Não faça força. Cada gesto é leve e macio.


Tai Chi Chuan é contínuo do início ao fim. O movimento nunca para completamente e em nenhum momento há imobilidade.

Além dessas regras básicas, existem observações feitas por mestres, tentando resumir em sentenças curtas a experiência de muitos anos.

Alguns exemplos: “Assim como existe o alto, existe o baixo”; “o adiante e o atrás”; “à direita e à esquerda”; “vou devagar, porque tenho pressa”.

Querendo fazer um movimento para cima, já pense antes em voltar seguindo uma linha para baixo. Se você elimina uma resistência, a causa da resistência se desfaz sozinha e o progresso será veloz.

“Os movimentos seguem as mudanças do corpo”.

“Pense bem: se uma parte do corpo mexer, todas as outras partes também se mexem; se uma parte está parada, todas as outras estão paradas”.

“Esteja na tranqüilidade como a montanha, no movimento do rio”.

Com a experiência, essas regras e observações vão adquirindo cada vez mais um sentido profundo.-


3 de abril de 2009

HISTÓRIA DE UMA RÃ

"Nunca duvide de que um pequeno grupo de pessoas comprometidas pode mudar o mundo -na verdade, é a única coisa que alguma vez já o mudou."

Margaret Mead


Ler, meditar e encaminhar: é cruelmente verdade.


Da alegoria da Caverna de Platão a Matrix, passando pelas fábulas de La Fontaine, a linguagem simbólica é um meio privilegiado para induzir à reflexão e transmitir algumas idéias.

Olivier Clerc, escritor e filósofo, nesta sua breve história, através da metáfora, põe em evidência as funestas conseqüências da não consciência da mudança que infeta nossa saúde, nossas relações, a evolução social e o ambiente.


Um resumo de vida e sabedoria que cada um poderá plantar no próprio jardim, para desfrutar de seus frutos.

A rã que não sabia que estava sendo cozida.


Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã.


Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.

(Fiquem vendo: se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se apercebe de nada!)


Pouco a pouco, a água fica morna, e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar...


A temperatura da água continua subindo...


Agora, a água está quente mais do que a rã pode apreciar; ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta.


Agora, a água está realmente quente, e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada; então, suporta e não faz nada.


A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta.


Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela.


Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento, escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou, alguma revolta.


Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade desde há algumas décadas, podemos ver que nós estamos sofrendo uma lenta mudança no modo de viver, para a qual nós estamos nos acostumando.


Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e, hoje, apenas incomodam ou deixam completamente indiferente a maior parte das pessoas.


Em nome do progresso, da ciência e do lucro, são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver; efetuados lentamente, mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, desavisadas e, agora, incapazes de se defenderem.


As previsões para nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas.


O martelar contínuo de informações, pela mídia, satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas...


Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um amanhã.


Agora, é para hoje!!!


Consciência, ou cozido, precisa escolher!


Então, se você não está, como a rã, já meio cozido, dê um saudável golpe de pernas, antes que seja tarde demais.


NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS?

OU NÃO?


*********


Divindade limpe em mim as memórias que se repetem e que compartilho com todos e tudo ao meu redor e as transmute em pura luz!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.




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