29 de outubro de 2009

O silêncio da alma



O silêncio  da alma 




Lembre-se:  os silêncios mantêm  os segredos, portanto,  o som mais doce  é o som do silêncio.
Essa  é a canção da  alma. Alguns escutam  o silêncio na oração,  outros cantam a canção  em seu trabalho, alguns  procuram os segredos  na contemplação tranqüila.
Quando  se alcança a maestria,  os sons do mundo  se apagam, as distrações  se aquietam.
Toda  a vida se transforma  em meditação.
Tudo  na vida é uma  meditação na qual  se pode contemplar o  Divino e vivendo dessa  forma, aprendemos que  tudo na vida é  bênção.
Já  não há luta, nem  dor, nem preocupação.  Só há experiência.
Respira  em cada flor, voa  com cada pássaro, encontra  beleza e sabedoria em  tudo, já que a  sabedoria está em  todos os lugares onde  se forma a beleza.
E  a beleza se forma  em todas as partes,  não há que procurá-la,  porque ela virá a  ti.
Quando  ages nesse estado, transformas  tudo o que fazes  numa meditação e assim,  num dom, num oferecimento  de ti para tua  alma e de tua alma  para o Todo.
Ao  lavar os pratos desfruta  do calor da água  que acaricia tuas mãos.  Ao preparar a ceia  sinta o amor do  universo que te trouxe  esse alimento e, como  um presente teu ao  preparar essa comida,  derrama nela todo o  amor de teu ser.

Ao   respirar, respira longa  e profundamente, respira  lenta e suavemente,  respira a suave e  doce simplicidade da  vida, tão plena de  energia, tão plena  de amor.
É amor de Deus o que estás respirando.
…Respira profundamente e poderás senti-lo.
Respira  muito, muito profundamente  e o amor te fará  chorar.......... de alegria. 
Porque  conheceste teu Deus  e teu Deus te presenteou  com tua alma.
Faz  da tua vida e de  todos os acontecimentos  uma meditação.
Caminha  na vigília, não adormecido.
Move- te  com a perfeição, não  sem ela e não  te detenhas na dúvida  nem no temor, tampouco  na culpa ou na  auto- recriminação. Vive  no esplendor permanente,  com a certeza de  que és muito amado.
Sempre  és Um com Deus,  Sempre és bem-vindo  à casa
Porque  teu lar é Meu  coração e o Meu  é o teu.
Somos  tudo o que é,  tudo o que foi  e tudo o que será.

Neale Donald Walsh






27 de outubro de 2009

PANTA REI



PANTA REI  
É um trabalho impressionante dos monges budistas que fazem as mandalas de sal colorido.
Feitas com o maior cuidado e com a maior dedicação, elas são desmanchadas logo depois de prontas para demonstrar a transitoriedade das coisas na vida, mesmo que elas exijam o maior esforço.
Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia.  E sempre prontos para começar tudo de novo, se preciso for.


Perca o referencial de vez em quando.
Saia de sua região de conforto.
Dê oportunidade ao imprevisível.
Nada é mais certo do que a incerteza.
As coisas têm o valor que nós damos a elas.
 
Panta Rei” é uma expressão do pensador Heráclito, que significa TUDO MUDA (tudo flui, nada persiste).
Ele usava como metáfora filosófica pisar num rio, que um milésimo de segundo depois de pisado, já não era mais feito da mesma água.
*********

Lena Rodriguez


10 de outubro de 2009

SOMOS TODOS INSTRUMENTOS SONOROS OU RESSONÂNCIAS CÓSMICAS






"A cada vez que uma alma desce ao oceano do reino manifesto, ela emite uma vibração que é comunicada a todo o oceano cósmico, que são os reinos criados, terrenos e celestiais, físicos e superfísicos. Cada uma dessas vibrações faz ressoar uma legião de tons consoantes por todo o Universo, e seus entreteceres inimagináveis produzem globalmente a sinfonia das esferas, como descrita por Pitágoras" . (Pir Vilayat Khan, em Towards the One). 


No Hekaloth, livro esotérico dos hebreus, lê-se que a alma nova, ao encarnar, emite uma vibração que ressoa por todo o cosmos, terra e céus, e que enquanto houver vida encarnada esta alma continuará ressonando. A literatura hindu descreve experiências de iogues e swamis que ao morrer apenas deixam seus corpos entoando o "Aum" por alguns minutos. Alice Bailey, ao descrever o processo da morte, menciona o canto de sons específicos como uma forma de coordenar as correntes de energia para romper o fio da vida. 



Todos os seres se manifestam no mundo por meio de uma freqüência vibratória, geram freqüência enquanto estão vivos, e deixam o Universo através de uma outra freqüência. Todo ser vivo tem uma vibração própria e diferenciada, que é a sua forma de existir em ressonância com o cosmos. 




Podemos dizer que existe uma freqüência fundamental, ou fonte vibratória de energia, que não pode ser percebida por nossos sentidos grosseiros - seja por sua altíssima vibração, seja por sua transcendência muito além da nossa densa realidade física - Antes de nos tornarmos manifestos, todos nós - seres ressonantes - estaríamos em sintonia absoluta com esta vibração. O nascimento seria a separação (ou diferenciação) desta alta freqüência vibratória, para assumirmos uma freqüência distinta, mais baixa, mais particular, que seria nossa identidade. E viver seria nada mais que soarmos cada um num tom especial, único, mas sempre em simpatia ressonante com aquela vibração primordial. 



Desta mesma forma podemos entender os diferentes reinos de vida existentes, como diferentes faixas de freqüência vibratória, considerando que quanto maior a vibração, mais sutil o ser ou seu campo energético. Assim, obedecendo a uma escala vibratória descendente a densidade das moléculas determinaria a existência, dos reinos do espírito, da alma, e do pensamento, (onde se insere o inconsciente coletivo de C. G. Jung, ou a "mitosfera global" de Alexander Elliot), seguidos dos reinos da emoção e da fisicalidade. 


Agora consideremos a possibilidade de que cada uma destas faixas de freqüência estaria envolvida e misturada com muitas outras faixas, freqüências e ritmos vibratórios, numa eterna dança de equilíbrio delicado e interativo. Daí chegamos ao princípio da ressonância, que é a interação de dois ou mais corpos vibrando em freqüências que, por serem muito semelhantes, vão se aproximando mais e mais até se identificarem, e eventualmente se unificarem. A mudança de freqüência resulta em mudança de energia, que vai resultar em mudança de freqüência, e por aí vamos, infinitamente. 


Quanto maior a densidade mais baixa a freqüência vibratória, e maior a suscetibilidade às vibrações externas. O corpo físico, por sua densidade vibratória, seria assim o mais exposto às influências circundantes, e o mais permeável, então, às interferências. Fica fácil, daí, perceber que o som, como energia vibratória, pode interagir com a energia vibratória de outras estruturas, e ainda mais eficazmente com a estrutura corporal. 


O som afeta a matéria, como demonstrou o Professor Chladni, físico alemão, estudando os efeitos das ondas sonoras sobre a matéria física - ao tocar notas longas no violino ele conseguia criar círculos geométricos na areia. Estava inaugurada a Cimática. Depois dele, o suíço Hans Jenny, pesquisando os tons senos puros (que não contém harmônicos, ou notas ressonantes), descobriu que certos sons - como o "o" - reproduziam na areia a mesma forma da vogal, e que o mesmo acontecia com as formas e sons sânscritos ou hebraicos, que se repetiam na areia. 


Jenny chegou à concepção dos ritmos biológicos e dos padrões harmônicos pré-existentes na natureza orgânica, percebendo que o som cria a estrutura: cada célula vibratória gera sua própria freqüência, e se junta a outras para formar uma nova freqüência, produzindo um órgão, que por sua vez faz o mesmo processo para produzir um corpo, dentro de uma nova freqüência que estaria sempre harmônica com a anterior. Assim, as partes do todo podem manter sua compatibilidade. 


Foi estudando a laringe e o ouvido como as duas estruturas humanas reprodutoras do som, que o Dr. Jenny chegou ao mistério da criação: os harmônicos, ou sons infinitamente ressonantes, essência divina e onipresente na vida que ressoa e se harmoniza pela vibração de cada um de nós. Aquilo mesmo que Pitágoras já intuía ao identificar a harmonia entre estrelas e planetas, entre corpo e alma, como princípio da saúde humana. 


Como se pode ouvir no canto difônico do camponês da Mongólia, que reproduz a amplidão dos ventos na imensidão das planícies. Como ensinam os monges tibetanos em prática de meditação diária - o Overtone Chanting. São as sinfonias celestiais, que se multiplicam em progressão geométrica infinita na verticalidade sonora da série harmônica natural - e que podem ser executadas por qualquer um de nós, seres comuns, maestros da existência, desde que iniciados e unificados pelos mistérios esotéricos do som. 





"(…) todo corpo sóllido cria com sua passagem um certo som (…) também as estrelas fazem o éter vibrar, embora nossos ouvidos sejam incompletos para estes sons…" (A. Quintilionus, discípulo de Pitágoras).

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Lena Rodriguez


6 de outubro de 2009

America Medita - Porque a Paz é contagiante



No próximo dia 12 de outubro, às 18h teremos um evento histórico: América Medita.

Será a primeira vez em que teremos uma meditação simultânea em todo o continente americano.

Dentre as cidades que irão meditar juntas estão: Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, New York, Montreal, Montevidéo, Cidade do México, La Paz, Santiago de Chile, Salvador, Lima, Assunção, Quito, Caracas, Bogotá, Paramaribo, Georgetown, Santo Domingo, San Juan de Puerto Rico, San José de Costa Rica e Panamá.

Existem pesquisam que comprovam que a prática de Meditações em Grupo, não só beneficiam seus praticantes, mas também toda a área em sua volta. Há estudos que comprovam que a prática de meditação coletiva pode ajudar a reduzir em até 25% a violência naquela região, sem qualquer alteração na conjuntura econômica ou política.

Por que isso? Porque toda essa vibração de paz e serenidade que criamos dentro de nós não ficam só conosco, mas são irradiadas para todo o ambiente.

Aqui no Rio, a meditação será em um dos pontos mais lindos da cidade, diante de um pôr-do-sol deslumbrante: A PEDRA DO ARPOADOR. (Você poderá meditar, porém, sem sair de casa...) Veja as fotos em anexo e imagine centenas de pessoas meditando lá ao pôr-do-sol.

Quanto mais pessoas participarem mais forte será e maiores os benefícios, tanto para nós quanto para a toda a cidade, todo o país e todo o continente!  Por isso MESMO divulgue, chamando seus amigos, encaminhando esse e-mail para toda sua lista de e-mails, colando cartazes pela cidade

Vamos todos contagiar e ser contagiados por essa atmosfera de Paz!
Obs: Baixe, imprima e cole o cartaz em todos os lugares que você conhece:
http://anjosdoseva-rj.googlegroups.com/web/cartazA4_america-medita.jpg

Compartilhando da meditação, porque compartilhar pela Paz é sempre bom, porém sabedora que a paz começa em mim... e, a Paz está AQUI e AGORA!
A Paz do Eu
A Paz esteja convosco,
Toda a Minha Paz.
A Paz que é Eu,
A Paz que é Eu Sou.
A Paz para todo o sempre, agora e aternamente.
Minha Paz Eu lhe dou,
Minha Paz Eu deixo contigo,
Não a Paz do mundo, mas somente Minha Paz.
A Paz do Eu.
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.
Lena Rodriguez

5 de outubro de 2009

Quando toquei o meu ser pela primeira vez, utilizando o processo Ho'oponopono.



Lindo e comovente relato do Gustavo... Esse tipo de depoimento tem que se propagar em nosso mundo... Sou grata, sou grata, sou grata. Lena

Quando toquei o meu ser pela primeira vez, utilizando o processo Ho'oponopono.

Goiânia, 28 de setembro de 2009.


Fui um garoto rebelde. Guiado pela raiva e consequente tortura pessoal diante a tristeza e miséria do mundo.

Deixei toda essa miséria e tristeza me invadir, como se fossem as únicas coisas que realmente importassem.

Não entendia porque nem como.

Sentia que algo deveria ser curado neste mundo.

Senti que havia algo muito doente. E assim sendo, passei a ser doente. Viciado em drogas, especialmente álcool e cigarro que são drogas de fácil acesso, passei a enfrentar uma série de dificuldades que resultaram em um diagnóstico precoce de Esquizofrenia.

Diante da doença me senti impotente. Mas por outro lado abraçado por alguma graça divina que se expressou mais fortemente no meu tratamento psiquiátrico e posteriormente psicoterapeutico.

Este último veio a se desenvolver mais tarde com o nascimento de minha filha.

Usei no "combate" à doença: acunpuntura e shiatsu; core energetics; constelação famililar; yoga e mais recentemente o processo conhecido como Ho'oponopono.

Francamente divulgado na internet pelo site: www.hooponopono.com.br o processo consiste em abraçar suas dores e os reflexos delas no mundo externo. Trasmutando seu ser, você "alivia" essas dores no mundo externo, tanto físico como espiritual.

O poder do processo é desconhecido como um todo. Mas sua linguagem é atrativa e leva a estados de êxtase em relação a si e ao Universo externo.

Ainda sou novo na prática. Mas gostaria de registrar e futuramente compartilhar esta experiência única.

O garoto rebelde de que falei é um espelho do amor ao próximo e da dificuldade de se trabalhar esse amor.

Assim como o amor liberta, ele pode prender.

Sim. Essa assertiva é bem conhecida.

No caso, o amor imaturo do jovem pelo mundo representa a fuga de si mesmo. O jovem aponta nas mazelas alheias sua insatisfação consigo mesmo.

Na medida que enxerga sua impotência adoece.

Se a doença pode matar, ela pode transformar um ser pela cura.

No caso a cura passa pela adoção de si mesmo.

Durante a prática do Ho'oponopono adotei a visão de tratamento deste "jovem" interno.

E lhe disse: "EU TE AMO".

Em seguida a imagem dele se acalmou e o abracei.

E lhe disse: "SINTO MUITO".

E chorei com ele...

E lhe disse: "EU TE PERDOÔ".

Libertando nossas almas de qualquer rancor recíproco.

Por fim: "SOU GRATO!"

Porque aprendi muito com este garoto e espero que o aprendizado seja recíproco. Ele, o garoto, comigo.

Visitem o site e entenderão melhor!

Graças a todos!

Amor infinto!



Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com


4 de outubro de 2009

A Paz do Eu, agora e sempre e eternamente...




Maravilhoso Cartaz  do Artista Plástico Al McAllister


Esta prece de São Francisco de Assis (Chiquinho como sempre o chamei,rss) , ele se inspirou ao fazer um julgamento, sempre gostei dela... vejo como uma linda forma de falar com minhas memórias e pedir a Divindade que limpe em mim toda memória de julgamento e que seja transmutada em pura luz.



Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa Paz 
(a Paz do Eu, a Paz que Eu Sou),


Onde houver ódio, que eu leve o amor 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.); 

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.); 

Onde houver discórdia, que eu leve a união 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.); 

Onde houver dúvida, que eu leve a fé 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.);


Onde houver erro, que eu leve a verdade 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.); 

Onde houver desespero, que eu leve a esperança 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.); 

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.);


Onde houver trevas, que eu leve a luz. 
(Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.);


Ó Mestre, fazei que eu procure mais, 
(Lembrar-me de pedir pela limpeza de minhas memórias sempre que olhar o “lá fora”),

Consolar, que ser consolado; 
(Pedindo a limpeza que compartilho com todos),

Compreender, que ser compreendido; 
(Lembrar que ninguém é culpado e que sou 100% responsável por tudo que vejo),

Amar, que ser amado. 
(Ao pedir pela limpeza de minhas memórias sou levada ao AMOR que Eu Sou),

Pois é dando que se recebe, 
(Pedindo pela limpeza dou a mim mesma e ao outro),

É perdoando que se é perdoado, 
(Perdoando-me, simultaneamente perdôo o outro, somos UM),

E é morrendo que se vive para a vida eterna"... 
(Mantendo-me em incessante limpeza, o ego morre e vivo em Paz, na Paz do Eu, no Eterno AGORA!)



Sou grata, sou grata, sou grata pela oportunidade que estou tendo de libertar minhas memórias e a mim!
Sou grata. Sou grata. Sou grata.


Lena Rodriguez

14 de setembro de 2009

ABRINDO MÃO do CONTROLE

ABRINDO MÃO do CONTROLE

Uma das maiores fontes de ansiedade para o ser humano é o desejo de controlar a realidade.
Geralmente tendemos a querer que as coisas se manifestem exatamente da maneira que desejamos ou consideramos ideal.
Ocorre que, muitas vezes, aquilo que desejamos, não é o melhor para nós, ou não oferece oportunidades de crescimento e evolução espiritual.
Mesmo assim, tentamos forçar os acontecimentos ou entramos num estado de ansiedade e medo, temendo que eles não se concretizem.
Esta postura interior só faz retardar a manifestação de nossos desejos.
O controle, aliás, é um dos aspectos do medo, pois queremos manipular as variáveis de uma situação por recearmos que ela se desenvolva da maneira que gostaríamos.
Este comportamento, geralmente, se deve ao fato de que somos ensinados, desde pequenos, a "fazer coisas acontecerem".
O mundo nos cobra uma ação permanente, afirmando que somente os que correm atrás é que conseguem sair vencedores.
Este ensinamento carrega em si a ilusão da onipotência, pois considera que a vida é tecida somente por nossos desejos.
É importante, sim, lutarmos para alcançar nossos objetivos e nossa força de vontade tem um papel importante em nossas conquistas.
Mas não podemos nos esquecer de que, no Universo, tudo tem um tempo certo para desabrochar, amadurecer, frutificar.
Portanto, a ansiedade e a pressa podem, muitas vezes, gerar uns efeitos inversos, fazendo com que o afastemos com a negatividade de nossa mente, o alcance de nossos objetivos.
Muitas vezes, quando as coisas se recusam a acontecer da maneira que esperamos, o melhor é seguirmos uma outra direção, abandonando temporariamente aquela meta.
Geralmente, esta atitude acaba levando-nos exatamente a alcançar o que queríamos, mas por atalhos diferentes, que nossa mente, direcionada pelo ego, não conseguiu perceber.
É preciso confiar na vida e deixar que ela aponte soluções aparentemente sem saída. Quando nos apegamos obsessivamente a coisas, pessoas ou situações, eliminamos qualquer possibilidade de que o novo, o inesperado e muitas vezes, o melhor, se manifeste.
O Universo sabe exatamente do que necessitamos, portanto, devemos dar a ele chance de nos prover.
Para isto, temos que abandonar a tendência ao imediatismo e desenvolver a confiança e a capacidade de entrega à magia da vida.
É preciso lutar, a cada dia, pela certeza de que alcançaremos tudo de que precisamos uma vez que alimentemos em nós a fé e a confiança.
"Numa situação confusa, de perturbação, o que fazer?".
Por favor, não faça nada.
Você criou uma confusão por causa do seu fazer excessivo.
Você é um tamanho fazedor, você confundiu tudo à sua volta – não somente para si mesmo, mas para os outros também.
Seja um não-fazedor;
isso será compaixão para consigo mesmo.
Seja compassivo.
Não faça nada, porque com a mente falsa, com uma mente confusa, todas as coisas se tornam mais confusas.
Com uma mente confusa, é melhor esperar e não fazer nada de forma que a confusão desapareça.
Ela desaparecerá;
nada é permanente neste mundo.
Você precisa uma profunda paciência.
Não seja apressado.
Vou lhe contar uma história.
Buda estava viajando através de uma floresta.
O dia estava quente.
Era exatamente meio-dia e ele sentiu sede;
assim, disse para seu discípulo Ananda:
"Volte. No caminho nós atravessamos um pequeno riacho. Volte lá e traga um pouco de água para mim".
Ananda voltou, mas o riacho era muito pequeno e algumas carroças estavam atravessando-o.
A água estava agitada e tinha ficado suja.
Toda a sujeira que estava assentada nele tinha vindo para cima e água não era potável agora.
Assim, Ananda pensou:
"Eu tenho que voltar".
Ele voltou e disse: "Aquela água se tornou absolutamente suja e não está boa para beber.
Permita-me ir a frente.
Eu sei que existe um rio a apenas alguns quilômetros de distancia daqui.
Eu irei buscar água para você".
Buda disse:
"Não! Volte ao mesmo riacho".
Como Buda tinha dito isto, Ananda tinha que seguir a ordem.
Mas ele a seguiu sem entusiasmo, pois sabia que aquela água não podia ser trazida.
E tempo estava sendo desnecessariamente perdido
E ele estava com sede, mas como Buda disse para ir, ele tinha que ir. Novamente ele retornou e disse:
"Porque insiste?
A água não está potável".
Buda disse:
"Vá novamente".
E como Buda havia dito para voltar, Ananda teve que ir.
A terceira vez que ele chegou no riacho, a água estava tão clara quanto ela sempre esteve.
A sujeira tinha ido embora, as folhas mortas tinham ido embora e a água estava pura novamente.
Então Ananda riu.
Ele trouxe a água e veio dançando.
Ele caiu aos pés de Buda e disse:
"Seus meios de ensinar são miraculosos.
Você me ensinou uma grande lição –
que apenas a paciência é necessária e que nada é permanente".
E este é o ensinamento básico de Buda:
nada é permanente, tudo é transitório – assim por que ser tão preocupado?
Volte ao mesmo riacho.
Então, tudo deve ter mudado.
Nada permanece o mesmo.
Apenas seja paciente:
vá novamente e novamente.
Apenas alguns momentos e as folhas terão ido embora e a sujeira terá se assentado novamente e a água estará pura novamente.
Ananda também perguntou a Buda, quando ele estava voltando pela segunda vez:
"Você insiste que eu vá, mas eu não posso fazer alguma
coisa para tornar aquela água pura?".
Buda disse:
"Por favor, não faça nada;
do contrário você a tornará mais impura.
E não entre no riacho.
Apenas fique de fora, esperando, na margem.
Sua entrada no riacho criará uma confusão.
O riacho flui por si mesmo, assim deixe-o fluir".
Nada é permanente; a vida é um fluxo.
Heráclito disse que você não pode pisar duas vezes no mesmo rio.
É impossível pisar duas vezes no mesmo rio porque o rio fluiu;
tudo mudou.
E não somente o rio fluiu, você também fluiu.
Você também é diferente, você também é um rio fluindo.
Veja a impermanência de todas as coisas.
Não tenha pressa; não tente fazer nada.
Apenas espere!
Espere em um total não-fazer.
E se você pode esperar, a transformação estará presente.
Este próprio esperar é transformação"
Por: Elisabeth Cavalcante
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/d.asp?i=160


SINTO MUITO. ME PERDOE. TE AMO. SOU GRATA.

Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com

7 de setembro de 2009

O Segredo por Trás da Matéria




O Segredo por Trás da Matéria


O Segredo por Trás da Matéria explica nossos condicionamentos mentais,
e questiona nossa "liberdade".


Não existe nada "lá fora"! Tudo, absolutamente tudo está dentro de nós!

Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com

A flor


A Flor

No chão que é assoalho de nossa Casa Grande
Brota a flor de beleza ímpar
Teu perfume é dádiva de gratidão
Pelo carinho do beija-flor
No coração do homem novo
Germina o milagre de beleza par
Teu pulsar é o ritmo que nos conduz
Ao lugar comum de dar e receber
Na nova terra que co-criamos
Não há mais egoísmo e nem altruísmo
Há sim, apenas Deuses se manifestando
Como flores de jardim
Dando e recebendo, recebendo e dando
Simples assim

19.11.08
Dênis Cunha
Salvador-Bahia

3 de setembro de 2009

Nosso edifício inteiro


"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta o nosso edifício inteiro"

Clarisse Linspector.


Quando os defeitos sustentam o edifício do ente humano, dá pra ver o porque de tanta insensatez, tanta insanidade. A estrutura montada é viciada. É necessário construir um edifício novo. Demolir o velho prédio.


Esses pensamentos passam por um divisor de águas chamado UCEM. Demolidor, não deixa pedra sobre pedra, mas ao mesmo tempo é amor, é concisão.....é união. É demolidor para o prédio antigo. É amor para o novo edifício. Interessante.....a gente não precisa fazer muita coisa (só aceitar sem resistir), o Espírito Santo faz pra gente. Ele desfaz e faz. Entreguemos nosso fardo nas mãos do E.S. Sejamos diligentes. Quanto mais houver resistência, mais protelaremos o instante que é necessário, imprescindível e aguarda todos nós.


"Todo milagre não é senão o fim de uma ilusão"

UCEM liv texto pág 434.


"A morte é o fim de uma ilusão"

J Krishnamurti


Bênção a todos.

Laércio.


Sou grata Laércio por essa esclarecedora colocação, pois enquanto resistirmos, deixar que o ego comande, mais protelaremos o sagrado momento de sentirmos o “Reino dos Céus”, a Paz que transcende toda compreensão!

Paz do Eu!

Lena


Fonte: Grupo Milagres


2 de setembro de 2009

Livre-se da culpa, troque-a por responsabilidade

Livre-se da culpa, troque-a por responsabilidade

O título e alguns parênteses e negritos são meus, desconheço a autoria do texto, mas já o vi antes. Como é algo que está baseado nos princípios do processo havaiano Ho’oponopono que amo tanto e de Um Curso em Milagres, que não amo menos, senti vontade de colocá-lo aqui... Sou grata pela oportunidade a que venho tendo, cada vez mais de me ver refletida em minhas divinas partes, as pessoas que tenho tido contato e me rodeiam e sou grata pela oportunidade de poder libertar as memórias que compartilhamos e a nós! Sou grata. Sou grata. Sou grata. Lena



Todos nós ao nascer ganhamos um espelho. Este espelho é, então, colado no nosso peito. E assim vivemos toda a nossa vida, refletindo o outro e vendo no (espelho do) outro o nosso reflexo. Hermann Hesse disse: “Se você odeia uma pessoa, odeia algo nela que faz parte de você. O que não faz parte de nós não nos incomoda." Viver considerando isto vai desenvolvendo nossa compaixão, nossa tolerância, nossa empatia e nossa solidariedade para com as nossas fraquezas e dificuldades e as dos outros.

2. Cem por cento do que somos e vivemos (inclusive o que supomos ser acidentes) é fruto de nossas escolhas e opções. Conscientes ou inconscientes. Viver consciente disto desenvolve nosso discernimento e nossa responsabilidade para com a vida, com as pessoas e com nossas atitudes.

3. Livre-se da culpa. A única função da culpa é manter sua auto-estima baixa (por isso algumas religiões fomentam a idéia da culpa para assim manter poder). Transmute a culpa por responsabilidade.

Ninguém é culpado de absolutamente nada, mas todos são completamente responsáveis por tudo. Viver assim te torna mais atento e cuidadoso para com toda a existência.. Desenvolva a aceitação (Aceitação não é resignação). Sempre que entramos em contato com alguma dificuldade ou fraqueza nossa, através de alguém ou de alguma circunstância, normalmente o primeiro impulso da mente/ ego é: ou nos defendemos, negando e resistindo a entrar em contato (muitas vezes entrando na irritação e na revolta, geralmente imputando a culpa a alguém ou a alguma coisa), ou entramos na condição de vítimas, mergulhando na baixa auto-estima. Aceite sua natureza humana como ela é e aceite também a sua sombra (aceitar aquilo que vemos em nós ou através de nossos espelhos e decidir pela responsabilidade de pedirmos a Divindade pela limpeza dessas memórias). Entenda que você está aqui na Terra para aprender e expandir sua existência. Um Mestre hindu falou: "Errar, ter defeitos, falhas, fraquezas, é seu direito. Trabalhar para transmutar isso tudo é seu dever".

Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com

21 de agosto de 2009

O Despertar da Entrega


O Despertar da Entrega



No ensolarado jardim de meus sonhos de lembranças mil,

Iluminado pelas cores do arco íris adquiridas passo a passo,

Através das vivências sentidas nas lembranças de milênios idos,

Sentíamos o fragor da brisa suave anunciando a almejada fé;

Surpreendetemente o tempo juntou-se ao espaço surgindo Po,

Marcando a indivisível linha entre as ilusões e a realidade.

O despertar do poder desse sentir anunciava a desejada permissão

De eliminar das trilhas de nossas viagens as dúvidas vindas do medo,

O grande príncipe regente causador de nossos sofrimentos e crescimentos.

A doce tranqüilidade tudo unia, eliminando limites que impedia a paz,

Propiciando momentos de uma verdadeira, necessária e integradora crença

Que trazia em seu seio a possibilidade de se sentir a fé sem dúvidas,

Responsável pela satisfação de qualquer desejo quando assim focalizado.

Dispusemo-nos à grande entrega.


Por Sebastião de Melo

http://www.huna.org.br/poesias_despertar.htm


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