23 de fevereiro de 2010

Somos Um!



Não há mais separação nos caminhos,
Todos eles se tornaram um.

Eu não passo de uma parte do todo,
pois sozinho não sou nada.

Junto com o uno, sou todas as coisas.

Permaneço impassível no lugar a min destinado
Sou parte da grande conexão e
simetria do universo.

Sou tão responsável pelo todo
quanto ele o é por min.

Somos irmãos, somos irmãs, somos um.

Se acaso eu cair, eles me levantarão,
Se algo se lançar contra eles,
eu serei o seu escudo.

Viajarei em direção à Luz e não temerei.

Na escuridão, serei confortado
E descansarei no santuário da Luz,
Dormirei nos braços do amor.

Sou eterno, sou a Vida.

Hanumâm Ramâ. (Alberto Junior)

21 de fevereiro de 2010

Perdoar leva à paz de Deus...


Perdoar leva à paz de Deus...

As lições a serem aprendidas são apenas duas. Cada um tem o seu resultado em um mundo diferente. E cada mundo decorre com toda segurança da sua fonte. O resultado certo da lição segundo a qual o Filho de Deus é culpado é o mundo que vês. É um mundo de terror e desespero. (UCEM – LT – págs. 696/697)

Lembre-se sempre de que seu estado mental e o objetivo resultante que você vai alcançar estão em suas mãos, porque existem apenas duas coisas que você pode fazer – julgar, como uma expressão do medo, ou perdoar, como uma expressão do amor. Uma percepção leva à paz de Deus, e a outra leva à guerra. Como o Curso ensina:

Vês a carne ou reconheces o espírito. Não é possível nenhuma transigência entre os dois. Se um é real, o outro tem que ser falso, porque o que é real nega o seu oposto. Não existe nenhuma escolha na visão, exceto essa. (UCEM – LT – pág. 712)

Fonte (ODU)

TERAPIA FLORAL
Lena Rodriguez

17 de fevereiro de 2010

Quem foi Morrnah Simeona?


Quem foi Morrnah Simeona?

Kahuna lapa’au (sacerdotisa) Morrnah Simeona nasceu no dia 19 de Maio, de 1913, em Honolulu, Havaí, filha de Kimokeo e Lilia Simeona, ambos havaianos nativos. Sua mãe Lilia, foi reconhecidamente uma das últimas kahuna la’au kahea ou “sacerdotisa que cura com as palavras”. Morrnah praticava a massagem Lomilomi e por 10 anos era dona de, e operava spas de saúde nos hotéis Kahala Hilton e Royal Hawaiian. Entre seus clientes no Hilton ela tratou celebridades como o Presidente Lyndon B. Johnson, Jackie Kennedy, e o golfista Arnold Palmer. Em 1983, ela foi reconhecida oficialmente como kahuna lapa’au (curadora) e agraciada com o título de “Tesouro Vivo do Havaí” pela Honpa Hongwanji Mission of Hawai'i.

Em 1976 Morrnah começou a modificar o processo tradicional havaiano de perdão e reconciliação conhecido como Ho’oponopono para a realidade de hoje. Ela, com seu discernimento e genialidade transformou um procedimento tradicionalmente interpessoal, em grupo moderado por um intermediador, em um processo intrapessoal.

Para divulgar seu Ho’oponopono da Identidade Própria ela viajou por mais de 14 países dando palestras e consultas, estabeleceu a fundação Foundation of I, que sob outra administração deixou de existir em 2009. Morrnah estava residindo na Alemanha quando faleceu em 11 de fevereiro de 1992.
Fonte

16 de fevereiro de 2010

A paixão pela unidade

 
A paixão pela unidade
A descoberta de um sentido religioso novo, que aciona alegria no coração, suscita uma dinâmica de liberdade na experiência religiosa, que se destaca do aspecto puramente exterior da religião, provocando a oposição dos segmentos mais oficiais, dos teólogos e dos juristas. Isto não significa que os místicos sufis deixassem de observar as fórmulas externas do culto, mas a intensidade de sua experiência exigia algo mais. Para eles, a observância ritual devia ser acompanhada de um correspondente “movimento do coração” – caso contrário, perderia o seu sentido mais profundo

Não é simples o itinerário que leva o sujeito ao encontro do Amado. Como mostra Rûmî, o Amado está sempre disponível e presente, ao alcance de uma acolhida. O amante jamais busca o Amado sem ser antes buscado por ele. O que ocorre, porém, é que nem sempre o sujeito encontra-se preparado e disponível para abraçá-lo. Há entre ele e o Amado o elo limitador do “eu”.


O meu lugar é sempre o não lugar,
não sou do corpo, da alma, sou do Amado
O mundo é apenas Um, venci o Dois.
Sigo a cantar e a buscar sempre o Um24. Rûmî


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Lena Rodriguez
TerapiaVibracional

10 de fevereiro de 2010

Sessão O Portal ESPECIAL - Banho de Cores

 

Sessão O Portal ESPECIAL  - Banho de Cores / Processo da Morrnah Simeona. Novidade! Domingo dia 14 de Fevereiro, 20:00 horas.  Na sala virtual com Al McAllister.

Na Vivência no Portal aplicamos esse processo que era utilizado pela kahuna Morrnah Simeona, a responsável pelo desenvolvimento do Ho'oponopono atualizado. O Banho de Cores é uma experiência indescritível e única que promove uma harmonização e integração de todos os aspectos que compõem o ser humano. Pela primeira vez em sessão virtual.
 

Acesse aqui:

Sessão O Portal ESPECIAL - COLIBRI

Sessão O Portal ESPECIAL - COLIBRI / Alinhando com o Fluxo Natural da Abundância. 

Inédito! 

Sábado dia 13 de Fevereiro, 20:00 horas. Na sala virtual com Al McAllister

 


O Workshop O Portal /Prosperidade, que pode ser visto clicando aqui nos proporcionou a ferramenta COLIBRI. Já realizamos sessões O Portal gratuitas utilizando-a, mas em função do propósito dessa sessão ESPECIAL COLIBRI, para motivar um dos preceitos básicos para desbloquear o que está impedindo ou dificultando o fluxo natural do dinheiro em sua vida, o seu investimento é de R$25,00, pague pelo PagSeguro clicando no botão abaixo.  

A sessão em si será de acesso ao Portal onde você entrará em alinhamento com o vórtice da origem do fluxo da abundância. Abundância de todas as coisas boas que são por direito suas mas que as memórias resistentes impedem de se manifestarem em sua plenitude. Aproveite essa oportunidade única.

Acesse aqui: 

6 de fevereiro de 2010

O Portal


O Portal

A iluminação é apenas o reconhecimento e não uma mudança em absoluto. Não é difícil olhar para dentro, pois é lá que começa toda a visão. É lá que começa a percepção e é lá chega ao fim, e não tem outra fonte senão essa.

Você pode viver o resto de sua vida reagindo e reencenando o que aconteceu antes, mas isso não vai adiantar nem levá-la a chegar a lugar nenhum. E todos que encontrar saberá, inconscientemente, (somos atraídos pelo que tememos) que você está respondendo ao seu passado. “Perdoar e esquecer”. Muitos dizem: Sim eu perdôo mas nunca esquecem (memórias). Cuidado, porque exatamente aí que nos tornamos escravos do sofrimento das repetições.

Esqueçam o que fizeram: lembre-se das lições que aprendeu com isso. Abandone a cruz. Abrace o céu.

Praticamente a cada hora de cada dia iremos nos encontrar em uma situação em que poderemos ser o que não éramos antes, porque sabemos hoje o que não sabíamos antes. E a partir dessa novidade e4m nosso ser, surgem novas oportunidades que nunca poderíamos ter imaginado.

Deus é especialista em novos começos.

O Portal – A Paz de Deus está brilhando em ti agora e do teu coração se estende ao mundo todo. Ela pára para acariciar e deixa uma benção que permanece para todo o sempre.


Aqueles que tiverem interesse em participar em um Workshop O Portal/Ho'oponopono em Brasília, estamos definindo a data; favor escrever para crescent@globo.com

3 de fevereiro de 2010

O Poder do Agora


“Todo sofrimento psicológico é fictício, porque ou está armazenado na memória do passado, ou na imaginação do futuro, porque ambos são apenas virtuais... O passado já passou e o futuro ainda não chegou!!! O único momento real é o presente, e nele reside a eternidade!” - (Filosofia Zen)

O Poder do Agora

"A maior parte da dor humana é desnecessária. Cria-se a si própria enquanto for a mente inobservada a dirigir a vida. A dor que tu criares agora será sempre uma certa forma de não aceitação, uma certa forma de resistência inconsciente àquilo que é. Ao nível emocional, é uma certa forma de negatividade. A intensidade da dor depende do grau de resistência ao momento presente, e esta por seu lado depende de quão fortemente estiveres identificado com a tua mente. A mente procura sempre recusar o Agora e escapar dele. Por outras palavras, quando mais identificado estiveres com a tua mente, mais sofrerás. Ou poderás colocar a questão deste modo: quando mais honrares e aceitares o Agora, mais livre estarás da dor, do sofrimento - e livre da mente egóica.

Porque é que a mente recusa ou resiste habitualmente ao Agora? Porque ela não consegue nem funcionar nem ficar no comando sem tempo, que é passado e futuro, e por conseguinte para ela o Agora representa uma ameaça. De fato, o tempo e a mente são inseparáveis. (...) A mente para garantir que continua no comando, procura constantemente a encobrir o momento presente com o passado e o futuro e, assim, ao mesmo tempo que a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, começam a ficar pelo tempo, também a tua verdadeira natureza começa a ficar encoberta pela mente.

Um fardo de tempo, cada vez mais pesado, tem vindo a acumular-se na mente humana. Todos os indivíduos sofrem sob esse fardo, mas também continuam a somar-lhe todos os momentos, sempre que ignoram ou recusam esse precioso Agora ou o reduzem a um meio para alcançarem um determinado momento futuro, o qual só existe na mente e nunca na atualidade. A acumulação de tempo na mente humana, coletiva e individual, contém igualmente uma enorme quantidade de dor residual que vem do passado."

Trecho do livro: O Poder do Agora de Eckhart Tolle 

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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional

31 de janeiro de 2010

Tudo se resume em escolher o perdão ...


O sol que era o Espírito Santo, que tinha sido obscurecido por tanto tempo pelas nuvens de culpa do ego, agora brilhava mais claramente para mim. Aquelas nuvens que permaneciam ainda lançavam sombras na forma de um mundo simbólico de corpos no nível consciente, e um mundo de medo e culpa no nível inconsciente...

“Qual verdade, qual luz irrompe através da janela da minha mente?
Ela é o leste, e o Espírito Santo é o sol.
Levanta-te, meu Amigo, dissolve a lua do ego
que já está doente e pálido de pesar
porque tu, a verdade, és muito maior do que ele.
Oh, Ele é a Criança Crística, sim, Ele é o meu Amor
e, se eu soubesse O Que eu sou, o brilho da minha mente
iria envergonhar as estrelas, assim como a luz do dia faz a uma lamparina.
Minha Mente no Céu iria, através das regiões não vistas, jorrar
de modo tão brilhante
que o mundo iria cantar e não conheceria a noite.” 
(Shakespeare)


... Agora, eu sabia com certeza que sombras não eram reais, e que a luz que elas pareciam esconder poderiam ser encobertas, mas nunca extintas... (A Caverna – Platão)

Prisioneiros amarrados a pesadas correntes por anos, famintos e abatidos, fracos e exaustos, e com os olhos baixos há tanto tempo na escuridão que não se lembram da luz, não pulam de alegria no instante em que são libertados. Leva tempo para que compreendam o que é a liberdade. 
(UCEM – LT – pág. 458)

Agora o meu trabalho era ensinar através do perdão e também compartilhar a mensagem do Curso de maneiras que fizessem com que meus irmãos pudessem se relacionar com ela.

Assim, precisas de intervalos a cada dia em que o aprendizado do mundo se torne uma fase transitória, uma prisão da qual sais para a luz do sol e esqueces a escuridão. Aqui tu compreendes o Verbo, o Nome que Deus te deu; a única Identidade Que todas as coisas compartilham; o único reconhecimento do que é verdadeiro. E, então, dá um passo para trás, para a escuridão, não porque penses que sela seja real, mas apenas para proclamares a sua irrealidade em termos que ainda têm significado para o mundo que a escuridão governa. (UCEM – LE – págs. 363/364)

Como eu poderia ser vigilante apenas por Deus e por Seu Reino enquanto estava vadiando por aí com idéias que tratavam da evolução, do poder do falso universo, e de outras questões feitas de sonho? A Resposta nunca estava no sonho, só fora dele, onde a verdade estava e onde eu realmente estava. Não havia nada mais; a verdade estava tomando posse de mim, e eu procurava constantemente a luz do Espírito Santo, que representava a Expiação – a única resposta para o meu único problema.

Tu não podes cancelar sozinho os teus erros passados. Eles não desaparecerão da tua mente sem a Expiação, um remédio que não foi feito por ti. (UCEM – LT – pág. 87)

Eu também sabia que tinha que fazer minha parte e escolher o perdão. Uma salvação de outras pessoas que fosse trazida magicamente a mim por uma força ou figura exterior não poderia funcionar. Ninguém mais poderia despertar do sonho por mim. Na verdade, não havia mais ninguém para despertar do sonho. É por isso que o curso diz “Minha salvação vem de mim”. Era minha responsabilidade mudar minha mente sobre o mundo e escolher o milagre.
Em um nível metafísico, eu estava começando a pensar em mim mesmo não como um corpo – ou até mesmo como um espírito da maneira que o mundo tradicionalmente pensava sobre ele – mas como mente. Sim, minha Fonte era espírito, e essa era a realidade para a qual eu iria voltar. Mas eu tinha que usar minha mente para redescobrir minha inocência...

O que te foi dado? O conhecimento de que és uma mente, na Mente e apenas uma mente, isento de pecado para sempre, totalmente sem medo, porque foste criado a partir do Amor. Tampouco deixaste a tua Fonte, permanecendo tal como foste criado. (UCEM – LE – pág. 314)

(Trechos de O Desaparecimento do Universo)

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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional

30 de janeiro de 2010

O reconhecimento de que a doença é da mente e não tem nada a ver com o corpo...

Você pensa que corpos fazem outros corpos, e que os cérebros pensam, mas nada além da mente pode pensar. O cérebro é apenas uma parte do corpo. É a mente que projeta cada corpo, incluindo o seu. Não estou falando sobre aquela minúscula mente com a qual você se identifica. Estou me referindo à mente completa que está além do tempo, do espaço e da forma. Essa é a mente com a qual Buda entrou em contato, embora as pessoas não percebam que ela ainda está a um passo importante de distância da união com Deus. Essa mente fez todo o universo, cada corpo, e cada forma que parece estar nele. A questão é, por que?

Nós vamos descobrir a razão, que no seu caso é inconsciente, pela qual seu corpo foi feito, mas nosso estado de consciência nos coloca em uma posição onde nós podemos deliberadamente fazer esses corpos com o único propósito de trazer a mensagem do Espírito Santo a você, de uma maneira que você possa aceitar e compreender. Por nós mesmos, sabemos que não temos outra identidade além da do Espírito Santo, então, somos manifestações Dele, e nossas palavras são as Dele. Quando J apareceu a nós em carne e osso depois da crucificação, ele simplesmente fez outro corpo para se comunicar conosco. Sua mente poderia fazer seu corpo aparecer ou desaparecer, como aconteceu no sepulcro. Nós não poderíamos realmente entender isso naquela época, então, cometemos o grave erro de dar um significado muito grande ao corpo de J, que realmente não era nada, ao invés de dar esse significado à mente, que é o que é importante. Entretanto, você não deveria julgar alguns de nós por termos excesso de zelo. Como você se sentiria se alguém que estivesse totalmente morto fizesse uma visita rápida para bater papo com você, e até deixasse que você o tocasse para que soubesse que ele era legítimo?

PURSAH: Você se lembra dele contando a você sobre um contemporâneo de Sigmund Freud chamado Groddeck?

NOTA: Embora eu não seja católico, concordei em ir com o amigo que eu deixara de processar a uma experiência espiritual de três dias chamada Cursilho, que aconteceu em uma igreja católica em Massachusetts. O evento enfatizou o riso, a música, o amor e o perdão, e se tornou uma grande surpresa para mim, porque eu não sabia que existiam pessoas católicas que eram felizes. Durante o fim-de-semana, encontrei um padre que também era psicólogo, chamado padre Raymond, que havia feito uma pesquisa sobre alguém chamado Groddeck. A pesquisa o tinha impressionado bastante, e ele me contou um pouco sobre ela.

GARY: Sim. Ele estava me dizendo coisas como essas que vocês me disseram. O padre Ray disse que Groddeck era respeitado por Freud, e era um verdadeiro revolucionário. Aparentemente, Groddeck chegou à conclusão de que os cérebros e os corpos são verdadeiramente feitos pela mente, ao invés da maneira comumente aceita, e que a mente – que foi descrita como uma força que Goddreck chamou de It (Id)– estava fazendo isso para seus próprios propósitos.

PURSAH: Bastante próximo disso, caro aluno. Você tem uma memória fantástica. O dr. Groddeck estava certo em suas conclusões, embora ele certamente não tivesse o quadro completo, como J teve. A propósito, ao contrário da maioria dos Apóstolos e dos primeiros fundadores do cristianismo, o dr. Groddeck não presumiu ou fingiu que sabia tudo. Ele apenas disse o que realmente sabia, mas ele ainda estava a anos-luz à frente dos seus sucessores, adoradores do cérebro. É quase desnecessário dizer que, por causa das visões de Groddeck, o mundo se manteve distante dele. Nós o mencionamos agora, e vamos fazê-lo depois, apenas para mostrarmos que sempre houve pessoas brilhantes, cujo nível de observação estava muito mais de acordo com a verdade do que o pensamento do mundo.

... Nós falamos rapidamente sobre Georg – que é escrito sem um ‘e’ no final – Groddeck. Ele entendeu o que acabei de lhe dizer. Na verdade ele costumava perguntar a alguns de seus pacientes qual eles achavam que era o propósito da sua doença! Por que ele faria a alguém que estava com dor uma pergunta tão irritante? É simples. Ele estava mudando imediatamente a mente deles do efeito para a causa. Ele sabia que o “It” (Id), como ele o chamava, que era aproximadamente o equivalente ao termo “ego” do Curso, tinha criado o corpo e o estava usando para seus próprios propósitos. O ato de questionar os pacientes estava destinado a levá-los a desistirem de suas idéias sobre serem vítimas e examinarem sua própria decisão – feita em um nível mais elevado, embora ele não lhes dissesse isso – de estarem doentes.

Algumas vezes, quando eles pensavam sobre sua dor como uma decisão da sua própria mente, ao invés de uma função corporal eles ficavam bem. É claro, nada funciona no nível da forma o tempo todo. Se fosse assim, o universo seria previsível. O ego é muito complexo e altamente individualizado. Eu lhe asseguro que o universo não poderia ser de outra forma. E ainda, os princípios da cura, como eram conhecidos em uma extensão limitada por Groddeck, e muito mais totalmente articulados no Curso, são confiáveis. A cura requer uma mudança na percepção, e como o Curso pergunta e responde para você:

Qual é o requisito único para essa mudança na percepção? Simplesmente isso: o reconhecimento de que a doença é da mente e não tem nada a ver com o corpo. O que “custa” esse reconhecimento? Custa todo o mundo que vês, pois nunca mais o mundo vai parecer reinar sobre a mente. (UCEM – MP – pág. 19)

GARY: Nós conversamos sobre a idéia de que a mente sem culpa não pode sofrer, mas parece que você está dizendo que até as pessoas que ainda têm alguma culpa em suas mentes podem controlar sua dor e, algumas vezes ficarem bem.

PURSAH: Sim. Uma mente completamente sem culpa nunca sofre dor, embora ela possa escolher quantas lições quer ensinar. É possível às pessoas que não são mestres aliviarem sua dor e fazerem inúmeras coisas admiráveis com suas mentes durante o caminho para se tornarem mestres. Como diz J na mesma seção do Manual sobre um paciente de um curador espiritual, ou a esse respeito qualquer tipo de paciente:

... Quem é o médico? Apenas a mente do próprio doente. O resultado é aquele que ele decidir. Aparentemente, agentes especiais trabalham nele, mas não fazem senão dar forma à sua própria escolha. Ele os escolhe de modo a dar forma tangível a seus desejos. (ibidem)

(Trechos do O Desaparecimento do Universo) 



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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional

28 de janeiro de 2010

Fundamentos da iluminação



“A iluminação é ver com clareza o Aqui e Agora – nada mais do que isso – sem todas as falsas aparências ou sem todos os filtros que acompanham habitualmente os nossos processos mentais. É algo tão simples que leva a que a maioria das pessoas, no início da sua prática, alimentem a esperança inconsciente que seja algo mais. Mas milhares de anos de vida indicam que o que há de mais profundo ou fundamental é termos a experiência do universo, agora mesmo, tal qual ele realmente é, em vez de sermos levados pelo que o nosso pensamento, ávido e discriminativo, espera ou teme que seja o universo.

A iluminação nada tem a ver com obter algo, mas em renunciar ao apego aos nossos diálogos e “grilhões” interiores, às nossas conceitualizações, vícios mentais, amores, ódios, à idéia do nosso 'eu' separado da totalidade da existência. A iluminação não implica que não aconteçam coisas ruins. Mesmo que se alcance a iluminação e o corpo e a mente acabem por se fundir, há ainda que continuar a deixar fora o lixo e a lavar a louça. “

Fonte: “Fundamentos da meditação Zen”

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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional
www.cuidebemdevoce.com

27 de janeiro de 2010

Escolhe outra vez...



"Cada problema que vemos em outra pessoa que queremos excluir das nossas vidas é realmente o desejo secreto de excluirmos uma parte da nossa culpa de nós mesmos de modo a não termos que soltá-la.

Essa é a atração que o ego tem pela culpa. A melhor forma de conservarmos a culpa é agredindo um outro.

Sempre que formos tentados a fazer isso, o Curso nos diz que há Alguém conosco que nos baterá levemente no ombro, lembrando-nos: "Meu irmão, escolhe outra vez". E a escolha é sempre entre perdoarmos ou não perdoarmos. A escolha que fazemos ao perdoar outra pessoa é a mesma escolha que fazemos para perdoar a nós mesmos.

Não há nenhuma diferença entre o que está fora ou o que está dentro; tudo é uma projeção do que sentimos dentro de nós.


Se sentimos culpa dentro de nós, nesse caso é isso que vamos projetar lá fora. 

Se sentimos o Amor de Deus dentro de nós, então é isso que estenderemos ao que está fora.

Todas as pessoas e todas as circunstâncias nas nossas vidas nos oferecem a oportunidade de ver o que está dentro do projetor das nossas mentes: elas nos oferecem a oportunidade de fazer outra escolha".

Kenneth Wapnick - "Uma introdução ao Um Curso em Milagres"

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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional
www.cuidebemdevoce.com

A Canção da Oração



A oração verdadeira

"A oração é o caminho que nos é oferecido pelo Espírito Santo para chegarmos a Deus. Não é meramente uma pergunta ou um súplica. Não pode ter sucesso até que compreendas que ela nada pede. De que outra forma poderia servir ao seu propósito? É impossível orar por ídolos e esperar chegar a Deus. A verdadeira oração tem que evitar a armadilha de pedir para suplicar favores. Pede, em vez disso, para receber o que já foi dado, para aceitar o que já está presente.

O segredo da oração verdadeira é esquecer das coisas que pensas que precisas.... Na oração passas por cima das tuas necessidades específicas tal como a vês e entrega-as nas Mãos de Deus. Lá elas passam a ser a tuas dádivas a Ele, pois Lhe dizem que não queres ter outros deuses diante Dele, nenhum Amor a não ser o d'Ele. O que poderia ser a Sua resposta exceto que te lembres d'Ele? Isso pode ser negociado a favor de um conselho sem mportância sobre um problema que tem a duração de um instante? Deus só responde a favor da eternidade. Mas, ainda assim, todas as pequenas respostas estão contidas nisso.

Orar é dar um passo ao lado, soltar as coisas e passar um tempo em quietude no qual se ouve e se ama. Não deve ser confundida com qualquer tipo de súplica porque é um meio de lembrar-te da tua santidade. Porque deveria a santidade suplicar se tem direito pleno a tudo o que o amor tem a oferecer? E é para o Amor que vais na oração. A oração é uma oferta, um abandono de ti mesmo para seres um com o Amor. Não há nada a ser pedido, pois não há nada mais que se possa querer. Esse nada vem a ser o altar de Deus. Ele desaparece n'Ele".


A Canção da Oração - UCEM

26 de janeiro de 2010

Um Novo Mundo, Aqui e Agora


Um novo mundo, de Eckhart Tolle, é o que se pode chamar de um livro certo no momento certo. Muitas pessoas estão sentindo uma sensação de urgência, como se algo tivesse que acontecer – como se algo precisasse mudar antes que seja tarde demais. Mas o que, e como? É para esses leitores que Tolle escreve. Seu livro é não apenas um manual prático para produzir tal mudança; ele oferece inspiração filosófica. Dá esperança ao leitor porque nele a doença e a cura são claramente analisadas – só falta agir.

A doença – Tolle a chama de “insanidade” – de que a humanidade sofre é a de uma autoimagem absolutamente louca. Nós, seres humanos, nos esquecemos de nossa essência – a pura consciência – e, ao contrário, nos identificamos com coisas que não somos nós: nossos pensamentos, nossos conceitos mentais sobre nós mesmos. Tolle, um alemão que hoje vive em Vancouver, e cujo bestseller O poder do agora foi traduzido para mais de 30 idiomas, desenreda a loucura, à qual chama simplesmente de “ego”, com a precisão de um microcirurgião. Ele define o ego como “uma identificação com a forma, significando, principalmente, formas de pensamento”. Um exemplo disso pode ser Eu sou “um homem”, “um cristão”, “um jornalista”, “uma vítima”, “uma pessoa sem valor”, e assim por diante.

Tolle acredita que a maioria das pessoas não vive na realidade, mas numa imagem conceitualizada dela. Olham para a realidade a partir de uma percepção limitada de si mesmas e do outro. Olham para o mundo a partir de suas crenças. A identificação do ego com imagens mentais e coisas exteriores, como trabalho, carro, bens ou relacionamentos, leva o ser humano a se apegar e se tornar dependente das coisas exteriores a si mesmo. “Eu tenho, portanto eu sou” – este poderia ser o moto do ego. “Querer ter” torna-se uma obsessão continuamente estimulada pela sociedade de consumo.

A emoção subjacente que controla as atividades do ego é o medo – medo de não ser ninguém, de não existir, de morrer. Segundo Tolle, o medo no qual a maioria das pessoas habita é fácil de explicar: “No fundo, todo ser humano sabe que nenhuma forma é duradoura, que todas as formas passam. Por isso o ego sempre conhece um sentimento de insegurança. Portanto, muitas pessoas vivem em um permanente estado de desconforto, desassossego, tédio, medo e insatisfação.”

Para sobreviver, o ego precisa de uma grande quantidade de atenção. Ele é viciado em poder, reconhecimento e conflito e se ocupa de comparar a si mesmo com outros egos. Ele se vê separado dos outros e do mundo. Pensa em termos de “melhor que”, “menos que” e “maior que” e vive pela graça do ataque e defesa. Tolle diz: “Os egos diferem apenas no exterior. No fundo, são todos iguais. Vivem na identificação e separação. Todo ego luta continuamente para sobreviver, tentando se proteger e se expandir. Como quer que o ego se manifeste, a força motriz oculta por trás dele é sempre a mesma: a necessidade de se diferenciar, de ser especial, de ser o patrão; a necessidade de poder, de atenção, de mais. E, é claro, a necessidade de uma sensação de separação, isto é, de oposição, de inimigos.”

Quanto mais você determina sua identidade a partir de seus pensamentos e crenças, mais se afasta de si mesmo, do outro e do mundo à sua volta. Até (ou especialmente) as assim chamadas pessoas religiosas estão estancadas nesse nível. Elas igualam a “verdade” a seus pensamentos sobre a realidade. E porque se identificam totalmente com seus pensamentos, afirmam, numa tentativa inconsciente de protegerem suas identidades, que são as únicas a conhecer a verdade.

As emoções que resultam do viver a partir do ego fazem surgir “corpos de dor”, que carregamos sempre conosco. Esses corpos podem ser ativados por pessoas ou situações (quando alguém nos provoca). Nesses momentos, a pessoa é completamente oprimida pela emoção. Tolle escreve: “O corpo de dor é uma forma de energia semi-autônoma que vive dentro da maioria dos seres humanos, uma entidade constituída de emoção. […] Assim como todas as formas de vida, o corpo de dor precisa se alimentar com regularidade, e o alimento de que ele necessita consiste numa energia que é compatível com sua natureza, isto é, que vibra numa frequência semelhante à sua”. Para o corpo de dor, toda experiência dolorosa pode ser usada como alimento. É por isso que ele se desenvolve tão bem em um pensamento negativo e no drama dos relacionamentos. O corpo de dor é um vício na infelicidade.

Tolle, que quase foi dominado, anos atrás, pela dor e estresse criados por seu ego, conhece a saída desse labirinto. “Somente por meio da consciência – e não pelo pensar – pode-se perceber a diferença entre fato e opinião (crença). Se você não cobrir o mundo com rótulos e palavras, sua vida recuperará a sensação do miraculoso que se perdeu tanto tempo atrás, quando a humanidade deixou de usar a razão e foi possuída por ela.” Segundo Tolle, o reconhecimento da própria insanidade marca o início da cura espiritual. Quando você consegue olhar para seu ego – quando você está consciente – você se livra dele. Consciência e ego não podem coexistir. Sempre que o ego é reconhecido, ele fica mais fraco.

Se mais pessoas reconhecerem seus egos e escolherem a consciência – que significa estar presente no aqui e agora sem ser varrido pelas imagens mentais e emoções do ego –, a transformação para um novo mundo poderá acontecer mais depressa. Tolle escreve: “Pessoas sem egos personificam a consciência desperta que muda todo aspecto da vida em nosso planeta, incluindo a natureza, porque a vida na terra é inseparável da consciência humana que percebe e interage com ela”.

Tolle encerra com uma advertência àqueles cujos egos estão ávidos por uma nova “verdade”: “Você não pode fazer da libertação do seu ego um objetivo a ser alcançado no futuro. Somente a Presença, o ser Agora, pode libertá-lo do ego; nem ontem nem amanhã”. Em outras palavras: O novo mundo já está aqui, agora, se você o quiser.

Autor: Tijn Touber


22 de janeiro de 2010

Que se aquietem todas as vozes em mim, exceto a de Deus...



Que se aquietem todas as vozes em mim, exceto a de Deus.

Pai, hoje só quero ouvir a Tua Voz.
No mais profundo silencio, quero vir à Ti para ouvir a Tua Voz e receber o Teu Verbo.
Não tenho outra prece, senão essa: venho a Ti para pedir-Te a verdade.
E a verdade é a Tua Vontade, que hoje quero compartilhar Contigo.
Hoje, não deixamos nenhum pensamento do ego dirigir as nossas palavras ou ações.
Quando tais pensamentos ocorrem, nós recuamos em quietude, 
olhamos para eles e, em seguida, os deixamos ir.
Não queremos o que trariam consigo.
E por isso não escolhemos guardá-los.
Estão em silêncio agora.
E, na quietude abençoada pelo Seu Amor, Deus Se dirige a nós e nos fala
da nossa vontade, pois escolhemos nos lembrar Dele.

(Lição 254-UCEM)

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