12 de fevereiro de 2009

O Sagrado egoísmo...

O Sagrado egoísmo...


Sabemos que a palavra egoísmo, tem origem em ego=eu e está relacionado a amor próprio excessivo, levando o indivíduo a olhar unicamente para os seus interesses em detrimento dos alheios... Aí que entra o Sagrado e muda todo o contexto. Assim como, é o ego que se manifesta através de nossas memórias subconscientes, também é ele, parte integrante de nossa personalidade e a única consciência que temos que pode estar mais ou menos “desperta” e que nos possibilita escolher o Sagrado em Nós!

Empenhada na firme decisão e escolha, em sair cada vez mais dos frágeis poderes manipulativos de memórias equivocadas, surge em meu caminho as Essências Musicais, como cita Kayser, um “banho de acordes” curativo... Aliás, como sempre aconteceu, sempre que me encontro em um degrau a mais em minha escala de busca pelos reais valores do Eu... Afinal de contas, é um profundo segredo tornar-se integral! “Exige” empenho, Gurdjieff diria esforço... Sim, esforço no sentido de nos mantermos “acordados”, ele chamava também de “lembrança de si” eu há alguns anos, após ter ouvido de alguém em uma conversa sobre prioridades, ouço o termo - egoísmo Sagrado! Eu o achei perfeito e o adotei, embora muitos de meus conceitos tenham mudado a partir de Ho’oponopono, entre outros, conservo este...

É mais forte do que eu, sempre que algo que sinto ser bom para mim e se atravessa em meu caminho, quero logo estender a todos... Tempos atrás eu iria usar de maneira calorosa e tentar convencer as pessoas de forma missionária bem à maneira emocional leonina, minha lua astrológica... Felizmente antes de Ho’oponopono eu já tinha abrandado muito esse aspecto de minha personalidade e depois do processo, consegui sepulta-lo, rsrss... Mas, ainda não consigo deixar de mostrar os maravilhosos suportes, apoios, ferramentas, técnicas, processos, medicamentos de pura energia que estão à nossa disposição!

Creio que a maioria das pessoas já conhecem o trabalho de Masaru Emoto, cientista japonês, que demonstrou como o efeito de determinados sons, palavras, pensamentos, sentimentos que alteram a estrutura molecular da água, tendo por finalidade as Essências-Musicais: após sua ingestão, a alma “contempla e absorve” internamente esta “obra de audição” em toda a sua fluidez arquetípica. Uma grande celebração musical envolve cada átomo físico e sutil que compõe o nosso ser, impregnando-os com os elementos vibracionais da mais elevada esfera espiritual.


Fiz uma pergunta em um velho oráculo sobre as Essências-Musicais e seu benefício ao utilizarmos:

Momento simbolizado pelo vôo da águia. Um vôo altaneiro, livre de peias, erguendo-se muito alto, acima do interminável fluxo e refluxo da vida ordinária, a fim de ser alcançada uma visão mais ampla.
Nada externo importa aqui, exceto para mostrar a você a própria reflexão interior.
Está relacionado com o estrato mais profundo do Ser, com o leito rochoso em que está fundado o seu destino.
Para alguns poderá significar uma morte psíquica.
Se necessário desfaça-se de tudo, sem exceções, sem exclusões.
Em jogo está, nada menos, que a renovação do Espírito.

Um de meus pedidos como "nova condição" no Portal foi a visão correta, creio que a resposta chegou!

*********

Consulta por Radiestesia Clínica a Essência-Musical pessoal, através de seu nome completo e data de nascimento (testemunho usado).


Leia aqui sobre as Essências-Musicais: http://soubem.forumais.com/assuntos-f1/essencias-musicais-de-bach-t113.htm#267
Lena Rodriguez
CONTATO
> liberdadedeser@gmail.com







9 de fevereiro de 2009

A Proposta > Fé: Confiar Sem Evidências

E-Book > A Proposta baixe gratuitamente aqui:
http://www.4shared.com/file/85427973/7538635a/Ebook_A_Proposta.html

A PROPOSTA– amanhã dia 10 de Fevereiro de 2009 as 21:00 h...
Envie um e-mail para:
atendimento.soubem@gmail.com , assunto PROPOSTA. Participe você também!

Fé: Confiar Sem Evidências

Aja como se as coisas escritas aqui e solicitadas de você sejam assim mesmo como descritas. Aguarde e veja o desdobramento.

Reiterando:
“A Proposta” não é para manifestar objetos ou experiências específicas, mas sim “corrigir” os fundamentos básicos da sua maneira de se ver, se expressar e se colocar no mundo. Mudando essas premissas básicas pessoais, naturalmente passamos a manifestar a Prosperidade, paz, alegria, saúde e amor! Acrescento: Garantido!

O processo não é como remodelar sua casa com paliativos ou maquiagem. É de demolição mesmo e restauração da sua real condição. Não vamos abordar nem considerar intelectualismos, crenças e conceitos sobre evolução espiritual, ascensão, ativação de DNA, contatos imediatos de primeiro grau com planos superiores, ‘mestres’ ascencionados, e constelações variadas. Se você quiser a confirmação de crenças pessoais através desse processo já lhe digo que é perder tempo, não dá para conciliar as coisas. Com certeza, o que está escrito aqui e o que é apresentado na sala virtual não é novidade para muitos, afinal tudo se transforma, se torna mais compreensível, acessível e apurado com a prática. Mas a meta é a simplificação, por isso abra mão do que seu ego lhe diz ser importante validar. Se no momento está tudo ruim em sua vida, não tens nada a perder em fazer “A Proposta”. Sinceramente, o que pode piorar?

O que é a escassez?

A escassez existe, para todos, de uma forma ou outra, mas quais são os fatos que demonstram que ela é real?

Você pode imediatamente dizer; “olhe as coisas que estão me faltando em minha vida.” Mas pense bem, elas estão lhe faltando porque não estão disponíveis ou porque você aprendeu a acreditar que elas não estão ali para você?

O que tem sido o tema dos módulos “O Portal”* é que não existe o “lá fora”, que tudo que se apresenta no exterior, que se manifesta para nós em nossas vidas como problemas, eventos, até as pessoas e sucessos, é uma projeção das crenças que temos em nossa mente subconsciente. Nossa formação, os traumas e condicionamentos que sofremos, nos dizem que a vida nos acontece como imposições externas, de estruturas e eventos da sociedade, cultura, família e afins. Com isso perdemos a noção da realidade do poder que temos ao nosso dispor. Acabamos acreditando a vida toda que não temos o poder para mudar nada. Mas o fato é que criamos inconscientemente todas essas manifestações de escassez, conforme os padrões que nos foram impostos, com esse poder maravilhoso! Somos tão poderosos que nos convencemos que não temos o poder, nem consideramos a possibilidade de que criamos as condições de escassez, seja ela de dinheiro, saúde, amor, etc. sem saber.

Qualquer pesquisa bem feita na internet (ou mesmo na biblioteca) vai lhe mostrar claramente que vivemos em um mundo de aparentes dualidades, consequência das crenças vigentes reforçadas pela mídia e educação. A realidade é que o nosso mundo é um mundo de infindável abundância, de prosperidade, de tudo de bom e do melhor em infinita expansão conforme o que pensamos. Mas fomos obrigados a acreditar que existe escassez repentina, que períodos de abundância devem ser seguidos por longos períodos de escassez e dificuldades, que isso é o ciclo “natural” da vida. Isso gera competição entre as pessoas, devido ao “fato” que não há o suficiente de tudo para todos, o que propicia conflitos pela posse de bens, de terras férteis, gerando guerras absurdas, miséria e sofrimento.

8 de fevereiro de 2009

A PAREDE SECRETA

A Parede


A mais escura das pedras angulares ocultas em ti mantém a tua crença na culpa fora da tua consciência. Pois nesse local escuro e secreto está o reconhecimento de que traíste o Filho de Deus por condená-lo à morte... Pois uma mente escura não pode viver na luz e tem que buscar um lugar de trevas onde possa acreditar que está onde não está... escondida em cada lugar escuro, envolta em culpa e na escura negação da inocência (T-13.II.3:1-4; T-13.III.11:5-7; T-14.VIII.1:2-4).

Essa parede preserva o ser egóico separado que percebemos como vulnerável e ameaçado. Quase todos nós carregamos memórias da infância, até dos nossos primeiros anos, de situações dolorosamente angustiantes onde fomos abusados, humilhados, rejeitados e – o pior de tudo – não amados e não cuidados. Dessas memórias, é só um pulinho para chegarmos à redutiva conclusão de que nossos sentimentos adultos de ansiedade e medo podem ser retraçados até àqueles primeiros dias de vida. Dentro dos estreitos parâmetros da nossa experiência humana, esse certamente parece ser o caso. Entretanto, ainda que pareçamos ser membros dos homo sapiens, nós realmente somos pensamentos em uma mente dividida não-temporal, não-especial, de pecado ou inocência, culpa ou amor.
O ser inocente não tem paredes que bloqueiam a livre extensão do amor, mas essas paredes são uma parte inerente do ser cercado por pensamentos de pecado e culpa, nascido de um auto-conceito de inferioridade e mal. Esse é o ser que fez seu lar no mundo, sobrevivendo através de paredes de defesa que mantêm o ser da mente cheia de ódio oculto da consciência, e os seres projetados do mundo, cercados.

Por trás da parede está a única segurança desse ser, pois corpos foram feitos para serem vulneráveis. Vivendo em um mundo hostil, ameaçador, de outros corpos. Portanto, nós esculpimos e guardamos um lugar secreto que ninguém pode tocar. Na verdade, foi assim que alcançamos nosso objetivo de qualquer jeito na infância, adolescência ou vida adulta, pois, de outra maneira, não poderíamos proteger a nós mesmos do mau tratamento recebido das figuras mais poderosas e das forças no mundo. Nossa única esperança de sobrevivência tem sido nos isolarmos dessas incursões à nossa segurança, pois nada pode ferir nossas mentes. Portanto, você pode ser tão abusivo e prejudicial quanto quiser, mas, dentro das minhas paredes secretas, onde eu reino sozinho, nunca preciso perdoá-lo. Você pode fazer com que meu corpo se submeta à tortura e dominação, pode me fazer dizer o que você determinar, mas não pode afetar meus pensamentos dentro do meu reino. Esse forte é inexpugnável e impenetrável, e meu especialismo sacrossanto, não permitindo que ninguém, especialmente figuras de amor, ameace meus bastiões de ódio. Na verdade, mãos gentis e amorosas não são permitidas, pois o ódio iria se dissolver sob seu toque e meu pequeno ser seria exposto ao abuso, rejeição e aniquilação.

Portanto, nós juramos nunca liberar o forte, o qual protegemos por nossos julgamentos. Ao crescermos, nos tornamos cada vez mais engenhosos nesses ataques, inventando justificativas para permanecermos dentro do nosso forte de especialismo.

O medo de perdermos nossa identidade pessoal é o medo de perdermos as paredes que nos mantêm a salvo e seguros. Nossos pensamentos de ataque – a nós mesmos (culpa) e aos outros (julgamento) – mantêm essa parede intacta. Nós ficamos aterrorizados com a possibilidade do perdão afrouxar até mesmo alguns poucos tijolos, pois então todos iriam desmoronar, deixando-nos vulneráveis e desamparados, “à mercê de coisas além [nós], forças que [nós] não podemos controlar” (T-19.IV-D.7:4).

Nós mantemos nossos seres culpados ocultos por trás dos relacionamentos especiais, e, enquanto existir uma pessoa a quem negamos o perdão, estaremos a salvo, pois só é preciso uma para assegurar nosso ser separado. Nosso único meio de sobrevivência, portanto, é cavarmos um pequeno nicho que pertença somente a nós, no qual ninguém jamais pode entrar, para que não sejamos feridos outra vez. Não existe pessoa caminhando sobre a terra que não tenha construído uma parede assim, dizendo tanto para seus amigos quanto para seus inimigos, e finalmente para Deus: “Tu não vais entrar”.

Jesus nos diz que “Aprender esse curso requer disponibilidade para questionar todos os valores que tu manténs. Nenhum pode ser mantido oculto e obscuro sem pôr em risco o teu aprendizado” (T-24.in.2:1-3). Nosso valor fundamental é estarmos a salvo dentro da parede secreta que protege nossa existência separada. Todos os outros valores – políticos, educacionais, religiosos, sociais, pessoais – derivam desse mundo por trás do forte, o qual defendemos tão ferozmente que não apenas ninguém pode entrar, mas nós também não podemos sair. Portanto, nós existimos trancados em nossa prisão, indefesos diante de nossas defesas, consumidos pelo ódio quanto mais odiamos. A mentira, que nunca questionamos, é que, de alguma forma, estamos a salvo por trás da parede, não afetados pelo ódio percebido do lado de fora dessa barreira. O ego nos ilude para acreditarmos que nossos corpos nos mantêm a salvo, uma vez que eles são os objetos da malignidade e destrutividade do mundo, mas essa insanidade camufla a identidade central do ser vulnerável, fustigado pela culpa em relação ao seu pecado.

Para recapitular, nós começamos temendo o amor interno e construímos uma parede de proteção. Projetando nosso medo, nós olhamos para os erros das pessoas, chamando-os de pecados, o que justifica erigirmos uma parede de julgamento entre nós mesmos e elas. Por trás dessa parede, nós nos escondemos em medo, aterrorizados demais para nos aventurarmos além de seus estreitos confins. Como, então, poderemos jamais nos movermos para além da parede para o lugar de amor, oculto além do lugar de ódio na mente, o qual, em si mesmo, está protegido pela parede dos corpos especiais?
Parte do texto A Parede Secreta (Volume 15, número 2, junho 2004) - Kenneth Wapnick, Ph.D. - Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

7 de fevereiro de 2009

Conversando com Deus...

Conversando com Deus

Texto apresentado aqui foi extraído do terceiro capítulo do terceiro volume do livro Conversando com Deus, do escritor americano Neale D Walsh.... Fala da morte, e trás importantes conhecimentos sobre a Lei da Atração, nossos pensamentos e a importância de uma maior consciência acerca de nosso diálogo interno.

Aqueles que não viram poderão ver o filme aqui no Blog de meu amigo Nildo Tenório:
http://pensamentoevolutivocla.blogspot.com/2009/01/conversando-com-deus.html

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Podemos falar um momento sobre este tema da morte? Disse que este terceiro livro ia tratar verdades supremas, as verdades universais. Nas conversações que tivemos não falamos muito a respeito da morte e sobre o que acontece depois desta. Façamo-lo agora, falemos sobre isso.

Bem. Que desejas saber?

O que acontece quando morremos?

O que escolhem que aconteça?

Quer dizer que o que acontece é o que escolhemos que acontecesse?

Pensa que só porque morrem deixam de criar?

Não sei. Por isso Lhe pergunto isso.

É bastante justificável. Quando morrem, não deixam de criar. Isso é definitivo para ti?

Sim.

Bem.

O motivo pelo que não deixam de criar quando morrem é que nem sequer morrem. Não podem, posto que são a vida em si e à vida não pode morrer portanto, vocês não podem morrer.
No momento de sua morte, o que acontece é... que continuam vivendo.
Por este motivo, muitas pessoas que morreram" não acreditam, por que não têm a experiência de estar mortas. Pelo contrário, sentem-se cheias de vida. portanto, há confusão.
O Eu pode ver o corpo que jaz ali, desabado, sem movimento; entretanto, o Eu se move de repente por todo o lugar. Freqüentemente, tem a experiência de voar literalmente por toda a habitação; logo, de estar em todas partes no espaço, tudo ao mesmo tempo. Quando deseja ver algo em particular, de repente descobre que o está experimentando.
Se a alma pergunta-se, "por que não se move meu corpo?”encontrar-se-á justamente ali, voando sobre o corpo, observando com curiosidade a quietude.
Se alguém entrar na habitação e a alma pensa, "Quem é essa pessoa?" imediatamente a alma se encontra frente ou perto dessa pessoa.
Assim, em muito pouco tempo, a alma aprende que pode ir a qualquer parte, com a velocidade de seu pensamento. Uma sensação de liberdade e ligeireza incríveis se apodera da alma e, em geral, transcorre muito pouco tempo antes de que a entidade "se acostume" a ir a qualquer parte, com cada pensamento.
Se a pessoa tinha filhos e deve pensar nesses meninos, imediatamente a alma está na presença desses meninos, em qualquer local que estejam. Assim a alma aprende que não só pode estar em qualquer local que deseje com a velocidade do pensamento, mas também pode estar em dois locais de uma vez ou em três ou em cinco.
Pode existir, observar e desempenhar atividades simultaneamente nestes lugares, sem dificuldade nem confusão. Pode "reunir-se novamente" consigo mesma e retornar de novo a um local, simplesmente reenfocandolo.
Na outra vida, a alma recorda o que era bom recordar nesta vida: que todo efeito é criado pelo pensamento e que a manifestação é um resultado da intuição.

O que enfoco como minha intenção se converte em minha realidade.

Exatamente. A única diferença é a velocidade com que experimenta o resultado. Na vida física, poderia haver um lapso entre o pensamento e a experiência. No reino do espírito, não há lapso e os resultados são instantâneos.
Desta maneira, as almas recém partidas aprendem a controlar com muita precaução seus pensamentos, porque experimentam o que pensam.
Aqui utilizo a palavra "aprender" de uma forma muito vaga. mais como uma forma de falar que como uma descrição real. O termo "recordar" seria mais preciso.
Se as almas fisicalizadas aprendessem a controlar seus pensamentos com a mesma rapidez e eficiência que as almas espiritualizadas, todas suas vidas trocariam.
Na criação da realidade individual, o controle do pensamento ou o que alguns chamam oração. É o tudo.

Oração?

O controle do pensamento é a forma mais elevada de oração. portanto, pensa só nas coisas boas, nas corretas. Não aprofunde na negatividade e na escuridão. Inclusive em momentos quando a situação parece sombria, especialmente nesses momentos, vê só a perfeição, expressa unicamente gratidão e imagina só a manifestação de perfeição que escolha.
Nesta fórmula se encontra a tranqüilidade. Neste processo se encontra a paz. Neste acontecimento se encontra a alegria.

Isso é extraordinário. É uma informação excelente. Obrigado por dá-la através de mim.

Obrigado por permitir recebê-la. Em algumas ocasiões está mais "Limpo" que em outras. Em alguns momentos está mais aberto, como um coador que acabam de enxaguar e que está mais "aberto"; há mais buracos abertos.

É uma boa forma de expressá-lo.

Faço-o o melhor possível.
Para resumir:
as almas separadas do corpo recordam com rapidez e passam examinar e controlar com muito cuidado seus pensamentos, porque algo que pensem, isso é o que criam e experimentam.
Repito-o, é a mesma para as almas que ainda residem em um corpo, exceto resultados pelo geral não são tão imediatos. É o lapso de "tempo" entre o pensamento e a criação o que cria a ilusão de que estão acontecendo coisas a ti, não devido a ti. Esta é uma ilusão que te faz esquecer que você tem o domínio neste assunto.
Como o descrevi já várias vezes, este esquecer-se é "construir no sistema". É parte do processo, posto que não pode criar Quem É, até ter esquecido Quem É. portanto, a ilusão que ocasiona esquecimento é um efeito criado a propósito.
Quando abandona o corpo, será uma grande surpresa ver o vínculo instantâneo e óbvio entre seus pensamentos e suas criações. Será uma surpresa lhe impactem ao princípio e, mais adiante, uma surpresa muito prazenteira, quando começar a recordar que tem o domínio na criação de sua experiência. não no efeito desta.

Por que há esse atraso entre o pensamento e a criação antes de morrer e não o há depois de que morremos?

Porque estão trabalhando dentro da ilusão do tempo. Não há atraso entre o pensamento e a criação longe do corpo, porque também estão separados do parâmetro do tempo.

Em outras palavras, como o é dito com muita freqüência, o tempo não existe.

Não como vocês o compreendem. O fenômeno do "tempo" é em realidade uma função de perspectiva.

Por que existe enquanto nos encontramos no corpo?

Vocês o criaram ao trocar para sua perspectiva atual e assumi-la. Utilizam esta perspectiva como uma ferramenta com a qual podem explorar e examinar suas experiências mais plenamente, as separando em peças individuais, em lugar de um só feito.
A vida é um só feito, um evento no cosmos, que está acontecendo neste momento. Tudo está acontecendo; em todas partes.
Não existe o "tempo", a não ser o agora. Não há "lugar", a não ser aqui.
Aqui e agora é Tudo, O Que Há.
Não obstante, escolhem experimentar a magnificência do aqui e o agora com todos seus detalhes e experimentar seu Eu Divino como o criador atual dessa realidade. Houve só duas maneiras, dois campos de experiência, nos que puderam fazer isso. O tempo e o espaço.

Este pensamento foi tão magnífico, que literalmente explodiram de alegria!
Nessa explosão de alegria se criou espaço entre as partes de vocês e o tempo necessário para mover-se de uma parte de vocês a outras.
Desta maneira, literalmente separaram em partes seu Eu para observar os pedaços. Poderiam dizer que estavam tão felizes, que "se romperam em pedaços".
Após estiveram recolhendo os pedaços.

Isso é toda minha vida! Estou unindo as partes, tratando de ver se tem algum sentido.

É através do mecanismo que chamam tempo que conseguiram separar as partes, dividir o indivisível, pára desta maneira vê-lo e experimentá-lo mais plenamente, como o estão criando.
Assim como olham um objeto sólido através de um microscópio e vêem que não é sólido, mas sim em realidade é um conglomerado de um milhão de efeitos diferentes que acontecem todos ao mesmo tempo e criam assim o efeito maior, da mesma maneira utilizam o tempo como o microscópio de sua alma.
Lembre: A Parábola da Rocha.
Havia uma vez uma Rocha que continha inumeráveis átomos, prótons, nêutrons, e partículas subatômicas de matéria. Estas partículas se moviam ao redor de maneira contínua, em um padrão, cada partícula indo daqui" para "lá" e tomando "tempo" para fazê-lo; entretanto, moviam-se com tanta rapidez, que a Rocha não parecia mover-se, só estava ali. Jazia ali, bebendo o sol, empapando-se com a chuva e sem mover-se.
- O que é isto que se move em meu interior? - perguntou a Rocha.
- É Você - respondeu uma Voz longínqua.
- Eu? - respondeu a Rocha -. Isso é impossível. Não estou me movendo. Qualquer um pode ver isso.
- Sim, de certa distância -. Está de acordo disse a Voz -. daqui parece que é sólida, que está quieta, que não te move. Entretanto, se me aproximar mais e vejo desde muito perto o que nesta realidade acontecendo, vejo que tudo o que compõe O Que Você é, está se movendo. move-se a uma velocidade incrível através do tempo e do espaço, com um padrão particular que cria a Ti como a coisa chamada "Rocha". portanto. é como a magia! Move-te e não te move ao mesmo tempo.
- Então, qual é a ilusão? - perguntou a Rocha.
A unidade, a quietude da Rocha ou a separação e o movimento de suas partes?

- Qual é a ilusão então? - respondeu a Voz; A unidade a quietude de Deus? Ou a separação e o movimento de suas partes?

Direi-lhes isto: sobre esta Rocha edificarei Minha igreja; porque esta é a Rocha do Tempo. Esta é a verdade eterna que não deixa pedra sem mover. Os expliquei há todos vocês aqui, nesta pequena história. Esta é a Cosmologia.
A vida é uma série de minutos, de movimentos incrivelmente rápidos. Estes movimentos não afetam de maneira nenhuma a imobilidade e o Ser de Tudo O Que É.
Não obstante, ao igual aos átomos da rocha, é o movimento o que cria a quietude, justamente ante seus olhos.
De longe, não há separação. Não pode havê-la, porque Tudo O Que É é Tudo O Que Há e não há nada mais. Eu sou o Movedor Imóvel.
Da perspectiva limitada com a que podem ver Tudo O Que É, vêem-se como separados e apartados, não como um ser imóvel, mas sim como muitos, muitos seres que estão em movimento constante.
Ambas as observações são precisas. Ambas as realidades são "reais".

Quando "môrra" não morrerei, mas sim simplesmente trocarei para o conhecimento do macro cosmos, onde não existe o "tempo" nem o "espaço", agora e então, antes e depois.

Precisamente. Compreendeste.

Permite que comprove, se posso repetir isso, Permite que veja se posso descrevê-lo.

Adiante.

De uma perspectiva macro, não há separação e de "lá", todas as partículas de tudo simplesmente parecem a Unidade.
Ao olhar a rocha a seus pés, vê a rocha, então e ali, como uma unidade, completa e perfeita. Entretanto, inclusive na fração de um momento em que sustenta essa rocha em sua consciencia, acontecem muitas coisas no interior da dita rocha, há um movimento incrível, a uma velocidade também incrível, das partículas dessa rocha. O que fazem essas partículas? Estão fazendo que a rocha seja o que é.
Ao olhar esta rocha, não nota este processo. Inclusive se estiver conceitualmente consciente disto, para ti tudo está acontecendo "agora". A rocha não está se convertendo em uma rocha; é uma rocha, aqui e agora.
Não obstante , se fosse a consciência de uma das partículas submoleculares no interior dessa rocha, experimentaria-te te movendo a uma velocidade incrível, primeiro "aqui" e logo "lá". Se uma voz fora da rocha te dissesse, "Tudo está acontecendo ao mesmo tempo", chamá-la-ia mentirosa ou charlatona.
Não obstante, da perspectiva de uma distância da rocha, a idéia de que qualquer parte da rocha está separada de qualquer outra parte e mais ainda, que se move a uma velocidade incrível, pareceria ser a mentira, posto que desde essa distância poderia notá-lo que não poderia ver-se de perto: que tudo é Um, e que todo o movimento não moveu nada.


Compreendeste-o, Captaste-o, O que está dizendo, e está correto, é que a vida é só uma questão de perspectiva. Se continua compreendendo esta verdade, começará a entender a realidade macro de Deus. Terá descoberto o segredo de todo o universo:

Tudo é a mesma coisa.

O universo é uma molécula no corpo de Deus!

Em realidade, isso não está muito longe da verdade.
Quando fazemos isso que se chama "morrer", retornamos conscientemente à realidade macro?

Sim, mas inclusive a realidade macro a que retornam é só uma realidade micro de uma realidade macro incluso maior, que é uma parte mais pequena de uma realidade ainda maior. Assim continuará e continuará, por sempre e sempre e inclusive por sempre jamais, mundo sem final.
Somos Deus, o "Isso que É", constantemente no ato de nos criar a Nós mesmos, constantemente no ato de ser o que somos agora... até que já não sejamos isso e nos convertamos em algo mais.
Inclusive a rocha não será uma rocha eternamente, a não ser só o que "parece eternamente". antes de ser uma rocha, era outra coisa. fossilizou-se e formou essa rocha, através de um processo que demorou centenas de milhares de anos. Alguma vez foi outra coisa e voltará a ser outra coisa.
O mesmo é verdade com vocês. Não sempre foram o "vocês" que são agora. Foram algo mais e na atualidade, ao estar ali com sua grande magnificência, realmente são... "algo mais de novo".

Isso é surpreendente. É absolutamente surpreendente! Nunca tinha ouvido algo assim. Tomou toda a cosmologia da vida e a expressou em termos que eu pudesse captar em minha mente. Isto é surpreendente.

Obrigado. por sua avaliação. Faço o máximo que me é possível.

Está fazendo um trabalho excelente.

É provável que essa não seja a frase que precisaria ser dita.

Siga!

Só brinco. Alivio as coisas e me divirto um pouco. Na realidade, não posso "me ofender".

Entretanto, seus congêneres humanos freqüentemente se permitem sentir-se ofendidos em Meu nome.

Isso notei. Entretanto, voltando para o anterior, acredito que acabo de compreender algo.

Que coisa?

Toda esta explicação surgiu quando formulei uma só pergunta: "Como pode existir o "tempo" quando estamos no corpo e não quando a alma se libera?"
Parece que o que Você está dizendo é que o "tempo" é em realidade perspectiva; isto é, que não "existe" nem "deixa de existir", mas sim quando a alma altera sua perspectiva, experimentamos a realidade final em diferentes maneiras.

Isso é com exatidão o que estou dizendo! Compreendeste-o! esclareceste que no macrocosmos, a alma está consciente da relação direta entre o pensamento e a criação; entre as próprias idéias e a própria experiência.

Sim, no nível macro, é como ver a rocha e ver o movimento no interior desta. Não há "tempo" entre o movimento dos átomos e a aparição da rocha que criam. A rocha "está", inclusive quando ocorre o movimento. Em realidade, devido a isso que há movimentos. Esta causa e efeito são instantâneos. O movimento ocorre e a rocha está "sendo", tudo ao "mesmo tempo".
Isto é o que compreende a alma no momento que vocês chamam "morte".
É simplesmente uma mudança de perspectiva. Vêem mais e compreendem mais. depois da morte, já não estão limitados em sua compreensão. Vêem a rocha e vêem o interior desta. Verão o que agora parecem ser os aspectos mais complexos da vida e dirão, "É óbvio". Tudo será muito claro para vocês.
Então haverá novos mistérios para vocês. Ao mover-se ao redor da Roda Cósmica haverá realidades cada vez mais grandes e verdades também cada vez mais grandes.
Entretanto, se podem recordar esta verdade, sua perspectiva cria seus pensamentos e seus pensamentos criam tudo e se podem recordá-lo antes de abandonar o corpo, não depois, toda sua vida mudará.

A forma de controlar os pensamentos é trocando a perspectiva.

Precisamente. Se assumir uma perspectiva diferente, terá um pensamento diferente com respeito a tudo. Desta maneira, terá aprendido a controlar seu pensamento e na criação de sua experiência, o pensamento controlado o é tudo.
Algumas pessoas chamam a isto oração constante.

Já o disse com antecedência, mas não acredito ter considerado a oração desta maneira.

Por que não vê o que acontece, se o vice? Se imaginasse que controlar e dirigir seus pensamentos é a forma suprema de oração, só pensaria em coisas boas e corretas. Não aprofundaria na negatividade e na escuridão, embora possa estar submerso nestas. Nos momentos em que as coisas parecem sombrías, só veria perfeição.

Já mencionou isso, mencionou outra vez.

Estou-te dando ferramentas. Com estas ferramentas pode trocar sua vida. Estou repetindo as mais importantes; repito-as uma e outra vez, porque a repetição produzirá reconhecimento, "saber de novo", quando mais o necessita.
Tudo o que ocorre, tudo o que ocorreu, está ocorrendo e ocorrerá, é a manifestação física externa de seus pensamentos mais profundos, de suas eleições, suas idéias e suas determinações relacionadas com Quem É e Quem Escolhe Ser. portanto, não condene esses aspectos da vida com os que não está de acordo. Em troca, trata de trocá-los e também as condições que os fizeram possíveis.
Contemplem a escuridão, mais não, a amaldiçoem. Em troca, sejam uma luz na escuridão e desta maneira, transformem-na. Permitam que sua luz brilhe ante os homens, que aqueles que se encontram na escuridão sejam iluminados pela luz de seu ser e todos vocês verão Os quais por fim São Realmente.
Sejam quem leva a Luz. Sua luz pode fazer algo mais que iluminar seu próprio caminho. Sua luz pode ser a luz que na verdade ilumine o mundo.
Brilhem, iluminados" Brilhem! Que o movimento de sua maior escuridão possa converter-se em seu dom, maior. Inclusive quando estiverem dotados, dotarão a outros, lhes dando o tesouro indescritível. Eles mesmos.
Permitam que esta seja sua tarefa, permitam que esta seja sua maior alegria : permitir que as pessoas se recuperem a si mesmos. Inclusive em sua hora mais escura, especialmente nessa hora.
O mundo os espera. Sanem-o, agora, no local onde estão. Há muito que podem fazer.
Minhas ovelhas estão perdidas e devem ser encontradas agora. portanto, sejam como bons pastores e as conduzam novamente para Mim.

*********

"Divindade limpe em mim, em todos aqueles que aqui estiveram lendo esse trecho, as memórias que compartilhamos e que se repetem em infindáveis programas de "artefatos históricos" que nos limitam nossa visão e leve-as ao Zero e assim, podendo todos nós manifestarmos nossa Identidade Própria!" Assim está feito!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

EU SOU o EU

EU venho do vazio a luz,

EU SOU o sopro que nutre a vida,

EU SOU aquele vazio, o ôco além de

todas as conciências.

O EU, o id, o TODO.

EU reteso meu arco dos arco-íris

atravessando as águas.

O continuum de mentes com matéria

EU SOU a inspiração e a expiração do sôpro.

A invisível, intocável brisa.

O indefinível átomo da criação.

EU SOU o EU.


4 de fevereiro de 2009

FORASTEIROS EM UM MUNDO ESTRANHO

FORASTEIROS EM UM MUNDO ESTRANHO
A Busca pelo Significado e Esperança

O título desse artigo chama nossa atenção para uma das idéias mais importantes que Um Curso em Milagres ensina: Esse mundo não é o nosso lar, e, portanto, em algum lugar das nossas mentes que obviamente é desconhecido para nós, não nos sentimos como se pertencêssemos a esse lugar. Bem profundamente dentro de nós, realmente sentimos como se fôssemos forasteiros em um mundo estranho:

Esse mundo, em que pareces viver, não é a tua casa. E, em algum lugar da tua mente, tens o conhecimento de que isso é verdadeiro. A memória de casa continua te perseguindo, como se houvesse um lugar que te chamasse de volta, embora não reconheças a voz e nem o que essa voz te lembra. Mesmo assim, continuas te sentindo como um estranho aqui, vindo de algum lugar completamente desconhecido. Nada tão definido que possas dizer, com certeza, que és um exilado aqui. Apenas um sentimento persistente, em alguns momentos pouco mais do que uma diminuta pulsação, em outros vagamente relembrado, ativamente descartado, mas algo que com certeza vai voltar de novo à tua mente (LE-pI.182.1).

Muitas pessoas dão testemunho do fato de que efetuam uma busca por significado em suas vidas. De fato, de uma forma ou de outra, todos nós buscamos encontrar quem ou o que realmente somos, de onde verdadeiramente viemos, e de onde brota essa inquietude de alienação. Portanto, nós esquadrinhamos nossos sentimentos, lemos livros, cultivamos hobbies, viajamos para lugares diferentes, estudamos variados sistemas econômicos, religiosos, políticos e sociais, e nos comunicamos com pessoas diversas para conseguirmos alguma pista sobre nossa existência, e para descobrirmos a origem e a presença contínua desse sentimento inquietante de sermos um alienígena em um mundo que não nos lembramos de termos escolhido:

Ninguém que venha aqui deixa de ter ainda esperança, alguma ilusão remanescente, ou algum sonho de que haja alguma coisa fora dele próprio que lhe trará felicidade e paz... E assim ele vaga, sem objetivos, em busca de alguma coisa que não pode achar, acreditando que ele é o que não é. A ilusão remanescente o impelirá a buscar milhares de ídolos e outros milhares além desses (T-29.VII.2:1-3,9-11; 3:1-2).

No entanto, essa busca nunca resulta em nossa descoberta sobre de onde esse sentimento abstrato de alienação está realmente emanando: a crença de que nos separamos de Deus, nosso Criador e Fonte. E, então, nós passamos uma parte significativa de nossas vidas ou na busca para detectar a natureza exata desse desconforto, ou desistindo da busca logo no início, tentando nos moldar para nos adequarmos a esse mundo alienígena, adaptando-nos a seus numerosos caminhos. Nesse artigo, gostaríamos de discutir as duas formas nas quais gastamos nosso tempo – o tempo que chamamos de “Nossa vida” -, do ponto de vista do mundo (o ego), e do ponto de vista do Curso (o Espírito Santo).

Um Curso em Milagres nos ajuda a entender que, na verdade, não existe busca real aqui, apenas um ajuste e a adoção de metas e papéis que são direcionados a tornar nossa existência individual no mundo mais bem sucedida, mais prazerosa, e menos dolorosa. Além disso, o mundo olha com aprovação para indivíduos que se adaptam à sua cultura, classe, comunidade e país. Lutar por conta própria e desconsiderar as regras não-escritas não é geralmente aprovado com sorrisos, e a pessoa é passível de ser descartada como excêntrica ou até sociopata. A busca pelo significado existencial não é considerada uma forma séria ou apropriada de passar a própria vida, a menos que alguém seja um filósofo. Portanto, essa é a mensagem que vai atingir cada geração da mesma forma, na qual o sinal de maturidade é se tornar um bom cidadão, produtivo, pagador de taxas de algum país. Entretanto, se nos rebelamos, por “marcharmos seguindo uma batida diferente”, todas as nossas energias são direcionadas para a rebelião e para estabelecermos um estilo de vida alternativo, provando que o que a sociedade e nossa família esperavam de nós estava errado, para início de conversa. Dessa forma, terminando provando que estávamos certos o tempo todo sobre nossa separação e estado alienado de existência.

Mas a busca pelo significado ainda continua, um desconforto interno ainda é nossa experiência mais forte. É para escapar dessa dor que somos impelidos a nos distrair com o estilo de vida que escolhemos, para que esse sentimento doloroso seja empurrado para fora da nossa consciência, e cortado com um raio laser da nossa existência. E aqui, o mundo nos oferece todas as distrações com as quais já possamos ter sonhado. Nós podemos nos colocar em qualquer um dos muitos papéis que ele nos oferece, do eremita à pessoa de família, do asceta a um libertino que se entrega aos sentidos, do pecador ao santo, do indolente ao trabalhador fanático, de “ninguém” a “alguém”, de covarde a um bravo guerreiro, de um estúpido ignorante a um estudioso, e de uma orientação de egoísmo para uma de serviço abnegado, e qualquer outro papel possível, e, quando finalmente cumprimos todas as metas e papéis que estabelecemos para nós mesmos, tanto de forma tradicional quanto não-tradicional, a dor interna e o vazio se tornam ainda mais pronunciados. A busca pelo significado agora assume um ímpeto novo e desesperado.

O que devemos fazer agora? O que pode ser feito agora?

Nesse ponto, o ego nos aconselha, podemos começar uma nova busca, ou reacendermos uma previamente descartada, esperando – contra todas as expectativas – que a resposta ainda vá ser encontrada ao longo de um dos muitos caminhos secundários que o mundo contém. Novos interesses, novos hobbies, novas carreiras, novos lugares para se viver ou visitar, novos relacionamentos amorosos, novos amigos, e novos e exóticos caminhos espirituais – tudo é procurado para extinguir aquela ânsia interna, ajudando-nos a abandonar a busca pelo verdadeiro significado. Mas, mais uma vez, aquele senso de futilidade retorna, junto com a dor e anseio profundos que continuamente nos assombram, como uma sombra que nunca nos deixa. No entanto, parece que somos direcionados a perseguir um caminho que exaure todas as possibilidades e probabilidades que o mundo oferece:

Talvez preferisses tentar todas até aprenderes que realmente são apenas uma só. As estradas que esse mundo pode oferecer parecem ser muitas em número, mas tem que vir o tempo em que todas as pessoas começarão a ver como são semelhantes umas às outras (T-31.IV.3:2-6).
E portanto, estamos finalmente prontos para aceitar o pensamento de que “tem que existir um caminho melhor” (T-2.III.3:10).

Quando olhamos para essa situação quase universal da perspectiva do Um Curso em Milagres, podemos começar a discernir com clareza que estivemos muito enganados. Buscamos nos lugares errados, sob a orientação do professor errado, acreditando que podíamos substituir uma ilusão pela outra, e encontrar a alegria silenciando aquele desconforto interno com os novos brinquedos de especialismo do ego.

No Curso, somos ensinados por Jesus que esse mundo não é nosso lar, porque ele não foi criado por Deus, nossa Fonte, mas ao invés disso, ele foi feito por um pensamento de ataque; i.e., “O mundo foi feito como um ataque a Deus” (LE-pII.3.2:1). Além disso, a teologia do Um Curso em Milagres é muito clara: nós somos espírito, um Pensamento perfeito de amor em uma Mente perfeita, em unidade com nossa Fonte. Essa é nossa única Herança como Deus nos criou: em lugar algum nossa Fonte termina e nós começamos como algo separado Dela (LE-pI.132.12:4); Criador e criado são um, perfeitamente unidos em uma totalidade de abstração sem limites, além de todos os sonhos de separação, diferenças, individualidade e forma de qualquer tipo. E, então, lentamente surge em nós a compreensão de que nos adaptarmos ao que parece ser oposto ao Céu – i.e., esse mundo de especificidades concretas – só pode ser conseguido em um estado alucinatório, no qual o que é real é negado, e o que é ilusório é visto como real:

Quando fizeste com que fosse visível o que não é verdadeiro, o que é verdadeiro veio a ser invisível para ti (T-12.VIII.3:1-2).

No entanto, como forasteiros em um mundo estranho, como poderíamos acreditar em alguma outra coisa? Claramente então, buscar a felicidade, paz ou completude aqui precisa resultar em desilusão, pois como ela não viria da perseguição a ilusões? É preciso muita coragem para olharmos para essa insanidade, uma vez que colocamos tanto tempo e esforço em tornarmos esse mundo real. É preciso muita determinação e fé para examinarmos todas as crenças e esperanças que investimos nesse mundo, e percebermos que elas eram apenas defesas contra a verdade do Amor de Deus que o Espírito Santo sustenta para nós em nossas mentes certas. E é preciso a disponibilidade para admitirmos que estávamos errados em escolher o sistema de pensamento de separação do ego e as “dádivas” que ele enganosamente manteve para nós em suas falsas promessas de encontrarmos esperança e significado nesse mundo.

Nesse estado de humildade, nós finalmente pedimos ajuda, admitindo que todos os nossos caminhos não funcionaram, e que a busca por significado da nossa vida não produziu quaisquer resultados significativos. É nesse ponto que estamos prontos para uma mensagem de luz que possa trazer o alvorecer do pensamento de que não existe esperança de significado em um mundo de sonho de ilusões. Esse pensamento nos permite direcionar nossa busca para longe do mundo finalmente, e se torna o convite para o Espírito Santo, Cuja Presença em nossas mentes certas traz a memória do nosso verdadeiro Lar, nos lembrando de que “estamos em casa em Deus, sonhando com o exílio” (T-10.I.2:1). Essa Presença de Amor nos lembra de que estamos sonhando um sonho – um pesadelo -, cujo conteúdo não é verdadeiro (T-28.II.7:1). Além disso, somos informados de que existe um pensamento de Correção em nossas mentes certas para cada pensamento errôneo que o ego nos convenceu a aceitar. De fato, nos é dito que não somos nossos egos e, portanto, podemos tirar nossa aliança desse falso ser, em qualquer instante e lugar, em nossas mentes certas. Nesse processo, nós nos tornamos conscientes de que existe uma parte de nossas mentes que escolhe livremente escutar as mentiras do ego ou a verdade do Espírito Santo. Nós chamamos essa parte das nossas mentes de tomadora de decisões.

Muitos insights vão ocorrer em nós conforme prosseguirmos em nossa jornada para o despertar: por exemplo, nós podemos entender que a morte não é um fim, mas uma continuação não-linear de um tema em um sonho contínuo, que afirma que existe um oposto ao que Deus criou. Nós agora podemos sorrir diante das idéias que os teólogos ensinaram e guardaram como relíquias por séculos: de que Deus criou a morte como o fim da vida, em cujo ponto Ele leva as pessoas de volta a Ele, ou as manda para o purgatório, ou talvez até mesmo as condena ao inferno. Nós podemos começar a nos questionar como poderíamos jamais ter acreditado em um Deus assim. Tendo aceitado o perdão para muitas das mágoas que carregamos em nossas mentes, também começamos a perceber que a ira e punição de Deus é um conceito no qual não podemos mais acreditar. Ele é insustentável para uma mente que o perdão agora está curando:

Aqui não é possível nenhuma transigência. Ou existe um deus do medo, ou um Deus do Amor. O mundo tenta fazer mil transigências e tentará fazer outras mil. Nenhuma pode ser aceitável para os professores de Deus, pois nenhuma seria aceitável para Deus. Ele não fez a morte porque Ele não fez o medo. Ambos são igualmente sem significado para Ele (MP-27.4:5-10).

Sempre atentos para pedirmos a ajuda de Jesus ou do Espírito Santo, nós finalmente encontramos um novo significado e esperança em nossas vidas: nos tornarmos iluminados para a verdade. O foco em nossas vidas se torna pedir ajuda para mudarmos nossas atitudes e questionarmos nossos valores, e para aceitarmos o perdão como nossa função e propósito. Pois é essa mudança das nossas mentes erradas para nossas mentes certas que remove as barreiras à nossa consciência e reconhecimento da verdade. Como o Curso afirma: “A iluminação é só um reconhecimento, não é uma mudança em absoluto” (LE-pI.188.1:4).

Portanto, ao invés de ficarmos perturbados por descobrirmos que esse mundo e esse corpo não são nosso lar, nós nos tornamos “aprendizes felizes”. Em um alegre reconhecimento do nosso novo Professor, nós percebemos que o significado das nossas vidas é aceitarmos os sonhos felizes do Espírito Santo como um substituto para os pesadelos que o ego nos ofereceu. Como Jesus nos conforta, em palavras que descrevem o ato de cruzarmos a ponte para o mundo real: “E vais pensar, em feliz espanto, que por tudo, de nada desististe!” (T-16.VI.11:4). Nós, portanto, estamos felizes em aprender que todos os nossos esforços agora podem ser alinhados com o propósito de aceitarmos a Expiação para nós mesmos. Somos ensinados por Jesus que esse é um processo de desfazer, no qual todos os pensamentos que pensamos pensar à parte de Deus serão gentilmente desfeitos pelo perdão que o Espírito Santo mantém para nós, Que só pede que o aceitemos de Suas mãos amorosas. E, dia a dia, hora a hora, conforme todos os nossos pensamentos inconscientes da mente errada sobem à superfície em nossa consciência, nós agora temos um método no qual podemos permitir que sejam removidos para nós. Portanto, nossas vidas vêm a refletir o único significado e esperança verdadeiros que poderíamos atingir: aceitar nosso Ser como Deus nos criou, e termos a imagem esfarrapada que fizemos sendo desfeita e substituída pela resplandecência de Cristo. Portanto, nós despertamos para o fato de que o mundo real é o nosso lar longe do Lar, a partir do qual Deus dá o “último passo”, abaixando-Se e nos elevando até Ele (T-11.VIII.15:5).


(Volume 8, número 3, setembro 1997) - Gloria Wapnick - Kenneth Wapnick, Ph.D.
Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

Minha gratidão Eliane por tão preciosa tradução! Te amo. Sou grata. Lena



"A PROPOSTA" 10 de Fevereiro de 2009



Do Studio do Al McAllister

Caros amigos e amigas, aqui é o Al McAllister; ontem (03/02/2009) na sessão Ho’oponopono apresentei “A Proposta” para todos na sala virtual. Em que implica essa proposta?

A partir do dia 10 de Fevereiro você pode iniciar um processo de 6 semanas para se livrar totalmente da sua programação de escassez. Escassez de dinheiro, escassez de saúde, escassez de oportunidades, de merecimento, de amor, de relacionamentos, de auto-estima, enfim escassez da abundância de coisas boas em sua vida!

É possível que você já tenha participado nos “Os Módulos - O Portal”, eles tratam de assuntos específicos, por outro lado “A Proposta” não é para manifestar objetos ou experiências específicas mas sim “corrigir” os fundamentos básicos da sua maneira de se ver, se expressar e se colocar no mundo.
Mudando-se essas premissas básicas pessoais, naturalmente passamos a manifestar a prosperidade, paz, alegria, saúde e amor!

A proposta é bastante radical, e é para todos. A garantia é a seguinte: se você fizer o procedimento durante as 6 semanas conforme vou orientar na sala virtual às terças-feiras, sua vida passará por uma transformação inédita. Não estou falando isso para gerar expectativa, mas para lhe mostrar o tamanho do nosso compromisso. Se você sentir essa mudança plenamente, e tiver a convicção de que valeu a pena; pague à Soubem/Crescent um valor que você mesmo vai estipular. É o seu “dízimo” como reconhecimento do bem de esclarecimento e limpeza espiritual que lhe foi proporcionado. Se não sentiu nada, se não houve transformação após 6 semanas, você não paga nada. Só perdeu seu tempo de 6 semanas aplicando o processo.

Para aprender a usar essa nova ferramenta que vou lhe passar na terça-feira dia 10 de Fevereiro, é necessário você se inscrever no
atendimento.soubem@gmail.com , coloque em “assunto” a palavra “Proposta”.

Dê este salto junto conosco para o além das limitações dos seus programas, se liberte e encontre o seu Poder. Grato! Na Paz.

Al McAllister
www.soubem.com www.hooponopono.forumativo.com

1 de fevereiro de 2009

Ho’oponopono: limpeza de memórias compartilhadas...

Ho’oponopono: limpeza de memórias compartilhadas...

Minha gratidão ao Al McAllister pela condução sempre tão inspirada de nossas sessões de limpezas semanais, pela disposição de seu tempo, sua paciência em intermináveis repetições para que possamos enxergar que não somos isto que vemos!

Iniciamos o processo Ho’oponopono de limpeza de memórias compartilhadas...
Pedimos à Divindade que recolha as memórias de energias negativas, todo sofrimentos, todos os sentimentos ruins, tudo o que foi escrito nos pedidos de limpeza que recebemos esta semana, as coisas que serão colocadas aqui no chat, conversadas, enfim, tudo, tudo o que está se repetindo em nós, pedimos a Divindade para transmutar isto a mais pura luz, assim no Zero recebemos a inspiração recuperando a nossa Identidade Própria, maior dádiva de Deus!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.
Amo vocês minhas memórias e sou grato pela oportunidade de libertar vocês e a mim!


Observe seus pensamentos, os sentimentos que vão se apresentando e vão limpando em cima desses sentimentos... É importante limpar em cima desses sentimentos porque, os sentimentos que estão interferindo na sua sensação de bem estar, de equilíbrio e harmonia, esses sentimento, são eles que estão fazendo perdurar a situação atual indesejável, são esses sentimentos... Eles alimentam esse cenário, eles sustentam esses cenários, seja de insuficiência financeira, que é algo que fica sendo muito repetidos aqui, problemas de saúde, de relacionamentos, tudo isso são sentimentos dentro de você sendo projetados lá fora e as coisas se apresentando desse jeito... Inclusive as pessoas, que pela sua ressonância elas vibram aquilo que você está emitindo lá pra fora, então o processo Ho’oponopono é justamente de cancelar esses sentimentos, as memórias que geram esses sentimentos... assim passamos a vibrar te amo, te amo, te amo, muda-se para um sentimento bom, de satisfação, de realização, de potencialidade...

Agora, é importante Ho’oponopono incessante justamente para manter esse sentimento positivo... A programação ela é profundamente enraizada, a programação negativa, ela vem de muitos e muitos anos por isso a importância da limpeza e aqui em conjunto nós encontramos certa facilidade de observar esses sentimentos ruins e pedir a Divindade para recolher essas memórias e transmutá-las... É muito simples!

É por isso que pedido de limpeza é importante no sentido de você colocar no papel a sua situação atual, identificá-la, o sentimento relacionado a ela, isto é o ‘se situar’... Você se situando, os sentimentos expostos, a limpeza já se inicia. você sabe o que você não quer em sua vida... Não é necessário fazer mais nada, além disto, você já tem um vislumbre do que você quer de melhor, agora, os detalhes de como você chega lá, deixe isto com a Divindade!

Não precisa de intermediário, não precisa de técnicas mirabolantes, essas coisas são coisas do ego, entretenimento, buscando se definir, se ocupar, achando que está chegando há algum lugar... O lugar é o presente, é o agora... Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

O que sente, o que sente todas essas coisas ruins não é você, acorde para isto, não é você!

Você na sua essência, a sua Identidade Própria é perfeita, o que não é perfeito são as manifestações criadas por esses condicionamentos, crenças, memórias se repetindo em sua mente subconsciente, rejeição, frustração, dúvida, tudo isso é ego, memórias se repetindo...definindo você como uma pessoa incapaz, perdedora, limitada, você não é nada disso, isso são memórias, acorde para isso, a realidade é essa!
Todos nós somos muito mais do que memórias é só a gente pedir que a limpeza seja feita e esse lixo seja removido!
Eu sei que é uma curtição ficar nessa de ah! Eu não posso, eu não tenho condição... As pessoas nos dão atenção por sermos vítimas... Abram mão disso, está na hora! Dói, dói muito, é sofrimento sim, é real! Mas a partir do momento que você escolhe a limpeza, há uma reviravolta total em sua vida, usem, usem todos os recursos, essas frases...

A chave está no sentimento, sentimentos de rejeição, de incapacidade, de escassez, tudo isto são memórias gerando esses sentimentos e criando esses cenários diversos!
Está na hora de parar com isto, isto é um vício é um vício de pensamento!
Não é fácil abrir mão desse vício, mas está na hora!
Para que perder essa oportunidade, muitos perdem a vida em função disto, desperdiçam anos e anos...

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.


Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos
a sua família, parentes e ancestrais, em pensamentos, palavras atos e ações,
desde o início de nossa criação até o presente.
Nós pedimos o seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios,
energias e vibrações negativas e transmute essas energias indesejáveis
a mais pura luz. Assim está feito!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.


O Pensamento Cria...
Baixem o download em MP3 da Sessão completa aqui: http://www.4shared.com/account/file/83573750/3b9783d0/OPensamentoCria01022009manha.html

Texto abertura transcrito da Sessão de Limpeza Ho’oponopono do dia 01/02/2009, por Al McAllister: www.hooponopono.com.br

"A Chave do O Segredo" :
http://www.soubem.com/curso.htm



30 de janeiro de 2009

A Iluminação e a Tradição Cristã

A Iluminação e a Tradição Cristã


A busca global de autotranscendência tem levado muitos ocidentais a viajarem para o Oriente, renunciando às suas raízes religiosas nesta cultura em troca de outras, que reconhecem explicitamente o potencial humano de evoluir para divindade. Mas, se a iluminação é a verdade principal de todas as tradições sagradas, como diz Aldous Huxley, então ela deve estar presente no judeo-cristianismo ainda que não seja claramente reconhecido pelos defensores dessa tradição. E assim é, o judeu-cristianismo oferece uma oportunidade para iluminação, levando ocidentais a "voltar para casa", sem virar as costas à sua herança religiosa.

Neste artigo, mostro que o ensinamento de Jesus baseava-se efetivamente na experiência da iluminação. Esta, e apenas esta, é a chave para o Reino dos Céus. Ao longo dos séculos, infelizmente, a mensagem foi velada pelo dogma e pela superstição, que a ocultaram do conhecimento público. Ademais, as praticas que pretendiam possibilitar aos seguidores do Caminho de Cristo experimentar a iluminação têm sido tão distorcidas, mal interpretadas ou esquecidas que as formas oficiais do cristianismo concentram a sua atenção nos rituais, sem nenhuma percepção de sua razão de ser.

Espero que este esclarecimento do ensino do Cristo, que se pode resumir na palavra grega correspondente a iluminação, metanoia, ajude os cristãos a perceber a unidade transcendente de todas as tradições sagradas e da sabedoria perene que repousa no coração de sua forma particular de prática sacramental.

O advento de uma humanidade superior é um tema eterno nas questões do mundo. As imagens extraídas desse tema variam em forma e pureza, estendendo-se das visões inspiradas de místicos como Sri Aurobindo às fantasias insanas de loucos como Adolf Hitler. O Ubermensch de Niietzche, ou Super-homem, foi distorcido pelas doutrinas de supremacia racial do terceiro Reich, tornou-se também a base para história em quadrinhos do herói Super-homem. O filósofo jesuíta francês Pierre Teillhard de Chardin escreveu sobre este advento em termos quase científico, o iogue-cientista-filósofo indiano Gopi Krisna tratou mais rigorosamente do tema em sua análise do próximo desenvolvimento evolutivo do homem através da kundalini. Tradições secretas como a Teosofia e a Antroposofia também oferecem a noção de evolução da humanidade para estados superiores. Uma das declarações mais notáveis foi feita por Richard M. Burke na ultima página de seu clássico Consciência Cósmica.

Para a maioria dos ocidentais, contudo, o termo mais familiar para essa experiência foi dado há dois milênios por Jesus de Nazaré.

Quando Jesus falou de si mesmo, por que usou principalmente o termo "Filho do Homem" ? Outros chamaram-no de Filho de Deus, mas em geral Jesus se referia a si mesmo como Filho do Homem, produto da humanidade. Além disso, ele disse às pessoas que o cercavam que elas seriam mais elevadas que os anjos e que as coisas que ele fazia, elas também as fariam, e melhor.

A razão disso é que Jesus não se via a si mesmo como um espécie perfeito da nova humanidade que está por vir, a nova humanidade que herdará a Terra, estabelecerá o reino dos Céus e anunciará a Nova Era. Sua missão e seu ensinamento encerram no âmago o desenvolvimento de um estado de consciência novo e superior que abrangerá toda a espécie, em vez de aparecer esporadicamente, como se viu antes na história, quando surgia um adepto ou avatar ocasional como Buda ou Krishna. Seu lugar único na história decorre de sua percepção sem precedentes da inteligência superior, da divindade, da Essência do Ser nele encarnado, essência que é a fonte de todo Vir-a-ser.

Jesus foi uma pessoa histórica, um vir-a-ser humano, mas Cristo, o Cristos, é um ser eterno e transpessoal ao qual todos chegaremos um dia. Jesus não dizia que esse estado superior de consciência nele realizado seria apenas e eternamente seu, nem tampouco nos conclamou a adorá-lo. Ao contrário, exortou-nos a seguí-lo, a seguir-lhe os passos, a aprender com ele e com seu exemplo. Exortou-nos a compartilhar o novo estado de ser, a ingressar num mundo novo, a ser uno com a consciência supramental do Cristo, que por si pode afastar as trevas das nossas mentes e renovar as nossas vidas. Ele não nos chamou para ser cristãos, exortou-nos a ser cristianizados.

Em suma, Jesus pretendia se duplicar promovendo o desenvolvimento de muitos Jesus. Ele pretendia, como diz o Novo testamento, fazer-nos unos em Cristo, que é o Segundo Adão, fundador de uma nova raça.

O Reino dos Céus está dentro de nós. A divindade é nosso direito inato, nossa herança, e está mais próxima de nós do que as mãos e os pés, mas os olhos não vêm e os ouvidos não ouvem. Jesus conclamou as pessoas a despertar, a mudar, a arrepender-se. Mas atente para está palavra: arrependimento. Ao longo dos séculos ela tem sido mal compreendida e mal traduzida, de modo que hoje as pessoas acham que ela significa simplesmente lastimar os próprios pecados.

Eis uma lamentável adulteração do ensinamento de Jesus. A palavra aramaica que Jesus usava é tob, que significa "retornar", "voltar para Deus". O sentido desse conceito, creio eu, se expressa melhor na palavra grega inicialmente utilizada para traduzi-lo. Essa palavra é metanoia, que, assim como tob, significa algo muito maior do que simplesmente lastimar a má conduta. Assim, o significado original de metanóis é, literalmente, "ir além ou mais alto do que o estado mental ordinário".

Essa é a essência da vida e dos ensinamentos de Jesus, conquanto esteja hoje bastante ausente das igrejas cristãs institucionais. Metanóis indica uma mudança de mente e de comportamento, baseada numa percepção radical da causa e do efeito dos nossos atos anteriores, percepção que ocorre a partir da entrada em um estado que transcende a esfera do tempo, do espaço e da causalidade. Assim, metanóis, em seu melhor sentido, significa uma experiência de conversão radical, uma transformação do eu baseada num novo estado de percepção, num novo estado de consciência.

Significa arrependimento em sua dimensão mais fundamental, "uma reviravolta na sede mais profunda da consciência", como diz Lama Govinda. Essa reviravolta serve ao propósito do nosso reatamento, da nossa religação com a fonte divina do nosso ser, fonte da qual perdemos a consciência. Isso é religião. Re ligare: reatar, tornar a ligar. Tal é o verdadeiro arrependimento, quando estabelecemos a religação, no sentido de tomar consciência dos nossos laços inevitáveis com Deus, o criador, o preservador e redentor do cosmos.

Quando nos religamos a Deus, o verdadeiro significado do pecado torna-se evidente. Pecado significa literalmente "errar o alvo". Pecado não é simplesmente má conduta. É a transgressão da lei divina ou principio cósmico. É a incapacidade de centrar-se em Deus, é estar "fora do alvo". Assim, a religião, no sentido mais exato, é um instrumento destinado a despertar-nos para o processo evolutivo de crescimento rumo à divindade, meta de todo vir-a-ser cósmico.

Quando nos sentimos culpados de pecado, estamos basicamente errando o alvo, perdemos a consciência de Deus e de tudo o que está significa para o nosso comportamento e pensamento.

Assim, o mundo está de fato em pecado, mas não há remédio para isso, salvo modificar a consciência. Porque na verdade Deus não nos condena pelo nossos pecados, ao contrário, nós nos condenamos pelos nossos pecados. Assim, não é necessário o perdão de Deus, ele está sempre presente, na forma de amor incondicional, no momento em que voltamos nosso coração para Deus.

Como se diz em "Um Curso Em Milagres", o perdão precisa ser oferecido de nós mesmos para o mundo, por todas as ofensas, reais ou imaginárias,
acumuladas em nossos corações com rancor, amargura e sede de vingança. Este é o ponto crucial, é então que tem início a verdadeira transcendência do ego e a glória de Deus começa a ser revelada. Compreender a todos é perdoar a todos, o amor é a maior "vingança".

Nunca haverá um mundo melhor enquanto não houver nele pessoas melhores, e os meios para alcançar isso estão democraticamente à disposição de todos por meio da graça e do amor incondicional de Deus. Se essa graça e esse amor fossem retirados por um instante que fosse, todo o cosmo seria aniquilado. Tomar consciência desse fato não é tarefa fácil. Mas não existe substituto para evolução rumo à consciência superior. Foi isso que Jesus ensinou e demonstrou, a consciência cósmica, a consciência crística, a paz que está além da compreensão, a experiência direta da divindade que existe em nós e em todas as coisas, agora e sempre, criando-nos, vivendo-nos, preservando-nos, concitando-nos a buscar estados de ser cada vez mais abrangentes.

As igrejas cristãs institucionais dizem-nos que Jesus era o único Filho de Deus, que encarnou como ser humano para morrer na cruz como punição por nossos pecados e, assim, salvar o mundo. Porém está é uma caricatura lamentável, um pálido reflexo da verdadeira história. Jesus não "salvou" as pessoas, ele as libertou, do cativeiro do ego.

A encarnação e a ressurreição não significam que Jesus era um ser humano como nós, mas sim que "nós somos deuses como ele", ou pelo menos temos o potencial para sê-lo. Tal é o segredo de todas as eras e de todas as tradições espirituais. Tal é o mistério maior. "Não está escrito na vossa lei: "Eu disse: sois deuses"

Jesus mostrou-nos o caminho. Ele demonstrou em sua vida e explicou em seus ensinamentos que todos nós temos o potencial, direito concedido por Deus, para entrar no Reino dos Céus, ser curados da nossa consciência e separação e alienação, tornar-nos completos e sagrados.

Todos nós temos esse potencial, que é dado não por meu Pai mas, como diz o Pai Nosso, por nosso Pai. Jesus exemplificou com sua vida, sua morte e sua ressurreição que somos eternos seres celestiais, cujo lar é o universo. Mostrou que o céu é uma realidade presente, e não uma recompensa futura. Mostrou que a morte do corpo não é a destruição de nossa consciência, que a consciência do Cristo, personificada pelo homem Jesus, transcende os fatos conhecidos da física e da biologia e na verdade controla a física e a biologia consoante elas são convencionalmente entendidas.

Mostrou que a consciência do Cristo esteve, está sempre estará presente entre nós, exortando-nos firmemente à re-união, um mundo sem fim, pois é a origem de toda a criação.

O significado de Jesus não é pois, o verdadeiro, o de veículo da salvação, mas de modelo de perfeição. Por isso a atitude apropriada em relação a ele é de reverência, e não de adoração. Jesus mostrou-nos o caminho para um estado de ser superior e concitou-nos a realiza-lo, a torná-lo real, concreto.

Tal é o verdadeiro significado de renascer, morrer para o passado e para a velha consciência do eu, mediante uma mudança de consciência.
Para entrar no Reino dos Céus, precisamos morrer e renascer, precisamos tornarmos uma criancinha. Segundo a perspectiva da metanóis, o significado da exortação de Jesus é claro. Para reentrar no estado de inocência exibido pelas crianças, não apenas regressamos a um nível infantil, abandonando nossas faculdades da idade adulta.

Ao contrário, avançamos através da transcendência da ilusão do ego e de todos seus falsos valores, atitudes e hábitos. Entramos num estado mental infantil sem abandonar as melhores qualidades do adulto. Otimizamos, em vez de maximizar, a infância.

Os valores superficiais e as volubilidade são superados, servimos então a um propósito transcendente, oferecendo a Deus a obra de nossa vida, em vez de buscar a autoglorificação e alguma recompensa distante e consoladora neste mundo ou no outro.

Jesus mostrou-nos o caminho para o Reino dos Céus, mas não levaremos, na verdade não poderemos, levar magicamente quem quer que seja até lá. Isso depende do nosso próprio esforço. E, ainda assim, o momento propício é desconhecido. A graça de Deus ainda é o fator final na travessia dos planos da consciência. No entanto, o esforço deve e precisa ser feito assim como o alpinista escalou o monte Everest simplesmente porque ele estava lá, cedo ou tarde todo ser humano ouvirá o chamado do cosmo exortando-nos a ascender até divindade.Tal é o nosso caso de amor com o divino. E como disse Jesus se você pedir pão, não receberá pedras. Bata, e a porta lhe será aberta.

Enquanto as pessoas acreditarem num abismo intransponível entre elas mesmas e aquilo que Jesus demonstrou, o cristianismo não terá cumprido a sua missão.

Enquanto o foco da atenção permanecer numa imagem ingênua e romântica da pessoa histórica, Jesus, em vez de centrar-se em sua demonstração crística transpessoal de como transpor o abismo entre Deus e a humanidade, o cristianismo não terá realizado o desígnio de seu criador. "Construir pontes", tal há de ser o maior incentivo do cristianismo.

Curiosamente, esse propósito é explicitamente reconhecido pela tradição católica romana, pois sua autoridade suprema, o papa, é tecnicamente chamado de Pontifex Maximus, expressão latina cujo significado é "supremo construtor de pontes".

No momento, o cristianismo tende a exigir fé cega, palavras e comportamento repetidos mecanicamente. Isso deixa as pessoas vazias e irrealizadas. Mas o chamado cósmico que nos chama a nós, seres humanos, não será denegado para sempre, apesar da ignorância das instituições religiosas. O Espírito Santo, a força vital, simplesmente buscará novas formas, deixando os fósseis para trás.

Mas se é possível compreender que o potencial humano exemplificado por Jesus está dentro de nós, se a capacidade de alcançar a estatura divina for vivenciada diretamente por toda a cristandade como a Chave do Reino dos Céus, então o cristianismo realizará o seu propósito, qual seja, encorajar as pessoas a evoluir, a transformar-se e ascender a um estado superior. Pois não somos apenas seres humanos. Somos também vires-a-ser humanos, situados entre dois mundos, duas épocas. O maravilhoso em nós, enquanto natureza-tomando-consciência-de-si-mesma- como-Deus, é que todos temos a capacidade latente de assumir o controle consciente de nossa própria evolução, de construir nossa própria ponte e, assim, tornar-nos membros da nova era, da nova humanidade.

Ao longo dessa mudança, existem estádios que podem ser apresentados numa formulação simples: da ortonóia, através da paranóia até a metanóia. Só evoluímos da ortonóia, isto é, do estado usual e prosaico da mente centrada no ego, para a metanóia passando pela paranóia, estado no qual a mente está perturbada (isto é separada) e é reorganizada através da disciplina espiritual para que possa ser experimentada uma clara percepção da realidade. As psicologias ocidentais convencionais consideram a paranóia um colapso patológico. Evidentemente, com freqüência ela o é, mas, vista desta perspectiva, não é necessariamente assim. Ao contrário, ela pode ser um ruptura, não a ruptura final, mas um estádio necessário de desenvolvimento no caminho da percepção do Reino dos Céus.

A paranóia é uma condição bem compreendida pelas tradições místicas e sagradas. As disciplinas espirituais praticadas sob orientação de um guru ou mestre destinam-se a facilitar a acelerar a passagem pela paranóia, para que o aspirante não se perca no labirinto do espaço interior e se torne sua vítima.
Como a metanóia, de um modo em geral, não foi experimentada pelos criadores da psicologia e psicoterapia ocidentais, a paranóia não foi amplamente compreendida em nossa cultura. Ela vista como um beco sem saída anômalo, e não como um pré-requisito necessário à consciência superior. Não se compreende que a confusão, o incômodo e o sofrimento vivenciados na paranóia se devam inteiramente à destruição de uma ilusão, o ego. Quanto menos nos apegamos a essa ilusão, menos sofremos.

Todavia, os grandes sistemas espirituais do mundo, compreendem muito bem a psicologia dessa situação e desenvolvem métodos para curá-la, para aliviar as pessoas de sua auto-imagem falsa, de sua falsa identidade. Não é por um acaso que os modelos da sociedade relativos ao ser humano realizado em Deus, a pessoa auto-realizada, incluem muitos santos e seres sagrados que têm sido venerados por variados motivos : sua compaixão, sua devoção e serenidade, suas palavras de inspirada sabedoria, o serviço que prestam ao mundo.

Qual é a sua motivação ? Cada um deles, à sua maneira, descobriu o segredo dos séculos, a verdade máxima.

"Renuncia e recebe A Deus".

Quando a consciência do ego é relaxada, quando uma consciência do infinito e do eterno substitui o nosso egocentrismo estreito e vulgar, com todas as suas fantasias transitórias e insatisfatória, deixa de haver uma base mental para o medo, o ódio, a ansiedade, o apego, e o desejo. Ao contrário, o funcionamento perfeitamente harmonioso do cosmo atua através de nós, e o cosmo está sempre em equilíbrio, sempre em paz consigo mesmo.

A mensagem cristã é essencialmente uma convocação a sermos universais, um chamado para nos tornarmos cósmicamente conscientes. É um chamado para colarmos Deus no centro de nós mesmos, não por uma fé cega, mas pela percepção consciente, não por uma adesão rígida ao ritual e ao dogma, mas pela expressão virtuosa dos princípios cósmicos. É um chamado para que "... sejamos um com Deus ".

Assim, Jesus podia falar do que é chamado "a Segunda Vinda" como o fim dos tempos, o fim da história, o fim do mundo. Despertar da ilusão do ego, do sonho da vida mundana, e passar à realidade consciente de Deus., é assim que termina o mundo.

O mundo termina, não com a destruição global, mas como transcendência do tempo, do espaço e da causalidade. Porque na realidade não existe uma Segunda vinda.

Como mostra o estudioso do aramaico Dr. Rocco Errico, a Bíblia não fala de duas vindas. A verdadeira frase bíblica diz: "a vinda de Cristo ". O que confirma a passagem de Mateus que afirma que Cristo nunca deixou este mundo: "E eis que estou convosco, todos os dias, até o fim do mundo".

O termo "Cristo" em aramaico M'shekha, do qual tiramos "messias", significa perfeito ou iluminado. Assim, a aparição final, ou vinda do Cristo, será uma aparição espiritual, livre de todas as limitações físicas. Escreve Errico: "Nesse momento, a consciência da humanidade terá ascendido a um nível espiritual, de modo que todos os olhos verão apenas o bem. O homem alcançará a vida e o reino espirituais e, com a chegado do Cristo, o mundo inteiro o reconhecerá . Seu reino será estabelecido e o mundo estará pronto para recêbe-lo."

O mundo atual está perigosamente perto do holocausto global. Mas o problema não pode ser solucionado no nível que o gerou. A resposta para a emergência é a emergência. Isto é, a solução para o problema da história não será encontrada na história, no estado de consciência que gera o tempo, isto é, no estado de consciência que gera o tempo, a tentação e a atribulação. A única saída da história para o Reino de Deus, a única saída da nossa precária situação mundial para uma nova era e uma nova humanidade é a mudança da consciência, uma transcendência da falsa consciência do eu, de onde provém todo o comportamento humano destrutivo. Só a metanóia, a emergência do Cristo em nós, pode oferecer os meios pelos quais a realidade é vista claramente e uma cultura iluminada torna-se possível. E foi exatamente isso que o Filho do Homem nos mostrou.

fonte: http://www.umcursoemmilagres.com/mensagens.html



Eu não sei como, mas a ação, visão, audição, comunicação Divinas se faz PRESENTE em mim AGORA, eu não sei como isto se manifesta, eu só sei que é assim agora e eu me sinto abençoada! É assim sou grata!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

19 de janeiro de 2009

Como se procede a Sessão de Limpeza Virtual Ho’oponopono?

Como se procede a Sessão de Limpeza Virtual Ho’oponopono?

Os Pedidos de Limpeza recebidos no alimpeza@gmail.com são reunidos em uma pasta e durante a sessão são aplicados os processos Ho'oponopono para limpeza dos assuntos nestes Pedidos. Após a sessão são descartados, os e-mails deletados.
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Reunimo-nos na sessão, na sala virtual, para receber a Divina Inspiração, soluções Divinas para nossos problemas pessoais e orientação Divina enquanto limpamos as memórias que compartilhamos. É importante resistir à vontade de se dar conselho, querer resolver problemas ou participar da estória do próximo – isso é o trabalho da Divindade.
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Enquanto conversamos ou estamos em silêncio na sessão, a limpeza se procede. Quando alguém fala preste a atenção no que vêm à tona na sua mente, os sentimentos, e limpe em cima disso. São as memórias que compartilhamos sendo reveladas.
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A Divindade decide o que é limpo, algo sempre é limpo mesmo que estejamos conscientes ou não disso.
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Lembrem-se, um problema é uma memória repetindo uma experiência do passado. O Ho’oponopono é um apelo a Divindade para cancelar as memórias que estão se repetindo como problemas. O Dr. Len mantém essa frase em mente sempre; “A paz começa comigo”, é o que ele procura praticar sempre, embora reconheça que não seja fácil.
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Com o Ho’oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias que compartilhamos com as outras pessoas. Pesquisas mostram que à todo momento existem 11 milhões de “bits” de informação em nossa volta, mas só percebemos 15 “bits”, e são em cima desses “bits” que julgamos as coisas! Portanto, não sabemos o que realmente está acontecendo. Então dizemos para a Divindade; “Se existe algo acontecendo em mim que me faça vivenciar as pessoas de determinada maneira, eu gostaria de liberar isso.” Largando de mão essa vontade de consertar as coisas, de mudar as pessoas, deixando Deus fazer, nós mudamos nosso mundo interior o que causa uma mudança também no mundo externo.
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Ser 100% responsável é um caminho de pedras, por ser o intelecto tão insistente. Quando nos ocorre um problema o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Insistimos em procurar fora de nós a origem dos nossos problemas.
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A Morrnah Simeona, professora do Dr. Len, ensinava que; ”Estamos aqui somente para trazer Paz para nossa própria vida, e se trazemos a Paz para nossa vida tudo em nossa volta descobre seu próprio lugar, seu ritmo e Paz.”. Esta é a essência do processo Ho’oponopono.
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No Fórum Ho’oponopono você já deve ter reparado na força que circula neste lugar virtual, o fórum é uma ferramenta de limpeza cada vez que você lê as mensagens e participa. Você está sendo limpo enquanto acessando o fórum! Estamos trazendo esta sintonia para a sessão, cada vez mais multiplicando o efeito da limpeza pela nossa união e concentração ao mesmo tempo. Podem conferir nos dias após a sessão como seu corpo reage, e a calma que permeia seu ser.
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A Divindade sabe que nos reunimos aqui para limpar nossas memórias compartilhadas. Isso libera nossa Mente Consciente de decidir o que exatamente precisa ser limpo.
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Os momentos mais sagrados da sessão são quando começam os comentários sobre sentimentos esfuziantes de gratidão, de amor, de uma sensação de felicidade indescritível. Humildemente reconhecemos a Presença. A Divindade penetra na consciência dos participantes e somos deslocados para o espaço do Ser, Inspiração, a Identidade Própria.
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Mais para o final se houver tempo, fazemos uma subida ao Portal.
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"Somos seres divinos, mas a mente só pode servir a um mestre de cada vez. Pode servir às memórias se repetindo, ou a Divindade, que são as Inspirações." Dr. Len
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Texto de Al McAllister com referências a textos de Jude O’Hare, e Saul Maraney com o Dr. Ihaleakala Hew Len
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Reconheça o seu Bem quando ele aparece.
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Sessões são realizadas nas Terças-feiras 21:00 h, e Domingos às 11:00 h e às 20:00 horas. Recomendamos que baixem o PDF "Manual da Sessão" aqui neste link:
http://hopurl.com/41973
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O acesso à sala virtual é pelo
http://tinyurl.com/99a7hk escolha a opção "Ho'oponopono Limpeza Virtual", a senha é: "teamo"
Nas Quintas-feiras realizamos uma reunião na mesma sala para perguntas e respostas às 21:30 hs.
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O Atendimento
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atendimento.hopo@gmail.com
Visite:
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9 de janeiro de 2009

Deus à procura de casa

Deus à procura de casa

Na Terra. Dentro de nós. Representado pela Inspiração. A casa em questão está quase sempre ocupada pelas Memórias, muitas delas repetitivas. Mas a Inspiração, entrando, tomando conta, mesmo que por breves instantes, muda nossa casa interior. E a exterior também. Para melhor.

Proposta do Ho’oponopono. Visa nosso subconsciente, atribulado, por via de regra. Cheio de recordações. Preocupações atuais. Projetos mil. Quase sempre um tsunami mental. Até quando? Mente se agitando, vida se indo...

Onde Huna menciona unihipili, uhane e Aumakua como partes da mente, o Dr. Hew Len, psicólogo havaiano, distingue quatro: a Mente Subconsciente e a Consciente compondo a Alma, esta última ligada à Mente Supra-Consciente e à Inteligência Divina.

No Subconsciente, está o alicerce da mente: o Vazio, ou Zero. O Dr. Len o chama o alicerce da Identidade Própria. O Vazio é um estado precursor; ele recebe as Inspirações da Inteligência Divina – recebe, sim, quando este Vazio não está ocupado – como de praxe – pelas Memórias repetitivas..
Quem costuma comandar o espetáculo são as Memórias. Deslocam do lugar o Vazio da Identidade Própria e impedem a entrada das Inspirações.

Só uma ou outra – Inspiração ou Memórias – podem ‘estar no comando’ da Mente Subconsciente. A saída: limpeza das Memórias por transmutação da Inteligência Divina, a pedido da Mente Consciente. Resultado: solução dos problemas humanos.

Inovador: a Mente Consciente sabe que é 100% responsável por essas Memórias, e que tem de pedir para elas serem transmutadas. Pedido atendido: a energia transmutadora neutraliza as Memórias na Mente Subconsciente. As energias, neutralizadas, deixam um vazio.

Este processo não lembra o desenho da clave do sol na escrita musical?

O Dr Len vai além: ‘Todas as experiências da vida são expressões de memórias se repetindo e Inspirações. Depressão, pensamento, culpa, pobreza, ódio, ressentimento e aflição são... ‘frentes de lamentações’, como o bardo Shakespeare dizia em um dos seus sonetos’.

E mais: ‘A mente Consciente tem escolha: iniciar uma incessante limpeza ou permitir às memórias repetir problemas incessantemente’.

Isso não lembra ao ‘orai sem cessar’ de Jesus? Não é a visão do homem como um ser divino por natureza, um sujeito artífice de sua salvação? Tendo a chance do toque redentor da Divindade? Do Senhor ocupando um espaço no interior do homem? É, sim, Deus à procura de casa – dentro de nós.

Consertador divino. Se olharmos para o que a médium Varda Hasselmann vem a dizer sobre os Arquétipos da Alma, Ihaleakala Hew Len é uma das pouquíssimas almas antigas (só 4 % da população mundial): ‘Para a alma antiga, religião significa essencialmente uma negação das velhas formas de crença e dogma. A fé é substituída pela consciência’.

‘Ela (a alma antiga) procura pelo fator de união, pelo fator que abrange tudo, Ela sente o principio divino em si mesma’.Ela busca por ligações com o todo e acha as pontes para obter as forças a que se entrega confiante’.

Isso torna compreensível a imagem de Deus do Dr. Len de um exímio ‘consertador divino’ dos problemas humanos, sempre pronto a atender pedidos terrestres: transmutar memórias repetitivas e, em troca, infundir inspiração.

A constatação de Varda levanta outra questão: se apenas 4 % da humanidade atual (as almas antigas) tendem a esse tipo de crença, cá dê os restantes 96 %? E das crenças noutras épocas, em noutras regiões? E as instituídas por outros messias? Artigos de fé assaz tão divergentes, que um Ralph Waldo Emerson chegou a sentenciar: 'A religião de uma era é o entretenimento literário da seguinte’.

Decerto, não convêm dar ouvidos a críticos, tipo Richard Dawkins, quando se deleita no exagero: ‘O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho, controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue e perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento e megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo’.

Nem parece estar falando de um deus! Claro, imagens de Deus são também produto da cultura reinante. Até pode se aventar que houve tantas humanidades quanto religiões que as moldaram. Por isso, trazer à tona hoje, como diz Gore Vidal, ‘um texto bárbaro da Idade do Bronze conhecido como Antigo Testamento’, mostra um Dawkins erudito porem sectário – e intelectualmente desonesto.

Bem mais sadias e abrangentes são as revelações da médium americana Jane Roberts, no capitulo religioso de Seth Speaks (1972): ‘Em nenhum momento, uma determinada igreja será capaz de expressar as experiências interiores de todos os indivíduos’.

E mais adiante: ‘O Islamismo foi justamente tão violento porque o Cristianismo foi tão manso em sua natureza. Não é que o Cristianismo carecesse de acréscimos de violência, nem que o Islamismo dispensasse todo amor’.

Ao canalizar as revelações de Seth, Jane Roberts aborda outro ponto: ‘Naturalmente, os deuses atingem realidade física. Portanto, eu não quero negar-lhes uma realidade, senão apenas definir até certo grau a natureza dessa realidade. Com ressalvas, está certo dizer: Sedes cuidadosos com a escolha de vossos deuses, já que há influências mútuas’.

‘Ora, uma aliança desse tipo cria campos magnéticos. Um homem que se liga a um dos deuses, se liga forçosamente em primeiro lugar a sua própria projeção. Algumas são em vosso sentido criativas e outras destrutivas, se bem que raramente as últimas se reconhecem como tais’.

Então, quais memórias limpar? No e-book Ho’oponopono de Al McAllister, o Dr. Len esclarece: ‘Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Pode melhorar sua vida curando sua vida. Se deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo’.

‘Ao fazer o Ho’oponopono, pede a Deus, a Divindade, limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Assim neutraliza a energia que associa a determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo, esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade’.

‘No momento que nota dentro de si algum incômodo em relação a outra pessoa, lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus: ‘Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema’.

‘Limpar visando um resultado não funciona, afirma o Dr. Len. Mas quando limpa por limpar, pode ser agradavelmente surpreendido pelo que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a Mente Consciente de ter de decidir o que deve ser limpo ou não’.

‘Como não estamos cientes de quais memórias limpar, é preciso pedir a Divindade – que está ciente. Só ela pode cancelá-las. É a Divindade que está orquestrando os eventos – nosso trabalho é estar em paz’.

‘Ho’oponopono é o processo de se pedir e permitir à Divindade – que criou tudo e sabe tudo – cancelar as memórias que vivenciamos como problemas e substituí-las pela Inspiração’.

Deus vir a ocupar nossa casa interior é o ato de amor ao homem.

por Jens Federico Weskott - jweskott@uol.com.br

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