27 de junho de 2010

A doença é uma defesa contra a verdade


Ninguém pode curar a menos que compreenda a que propósito a doença parece servir. Pois só então compreende também que o seu propósito não tem significado. Não tendo causa ou qualquer intenção significativa, a doença não pode existir de forma alguma. Uma vez que isso é visto, a cura é automática. Ela dissipa essa ilusão sem significado pelo mesmo enfoque com que leva todas as ilusões à verdade e simplesmente as deixa lá para que desapareçam.


A doença não é um acidente. Como todas as defesas, é um instrumento insano para o auto-engano. E como todas as demais, o seu propósito é esconder a realidade, atacá-la, modificá-la, torná-la inepta, deturpá-la, distorcê-la ou reduzi-la a uma pequena pilha de partes desagrupadas. O objetivo de todas as defesas é o de impedir que a verdades seja íntegra. As partes são vistas como se cada uma fosse integra dentro de si mesma.


As defesas não são involuntárias, nem são feitas sem consciência. São varas de condão mágicas e secretas que manipulas quando a verdade parece ameaçar aquilo em que queres acreditar. Só parecem ser inconscientes por causa da rapidez com que escolhes usá-las. Naquele segundo, ou até menos, em que a escolha é feita, reconheces exatamente o que queres tentar fazer e passa, então, a pensar que já está feito.

Quem mais, senão tu mesmo, avalia a ameaça, decide que é necessário escapar e estabelece uma serie de defesas para reduzir a ameaça que foi julgada real? Tudo isso não pode ser feito inconscientemente. Mas depois, o teu plano requer que esqueças que foste tu que o fizeste, de modo que ele pareça estar fora da tua própria intenção, um acontecimento além do teu estado mental, um resultado com efeitos reais sobre ti, ao invés de efetuado por ti mesmo.


É esse rápido esquecimento do papel que desempenhas em fazer a tua “realidade” que faz com que as defesas pareçam estar além do teu próprio controle. Mas o que tens esquecido pode ser lembrado, se estiveres disposto a reconsiderar a decisão duplamente oculta pelo esquecimento. Não lembrar-te disso é apenas um sinal de que essa decisão ainda está em vigor no que concerne aos teus desejos. Não te equivoques a esse respeito, tomando isso por fato. As defesas não podem deixar de fazer com que os fatos sejam irreconhecíveis. É o seu objetivo ao fazer isso e é o que fazem.


Toda defesa toma os fragmentos do todo, reúne-os sem considerar todos os seus relacionamentos verdadeiros e assim constrói ilusões de um todo que não existe. É esse processo que constitui a ameaça e não qualquer resultado que possa vir em decorrência. Quando as partes são arrancadas do todo, vistas como separadas e integras em si mesmas, vêm a ser símbolos que representam o ataque ao todo; seu efeito é bem-sucedido e elas jamais serão vistas como um todo novamente. E, no entanto, tu esqueceste que representam apenas a tua própria decisão do que deveria ser real para tomar o lugar do que é real.


A doença é uma decisão. Não é uma coisa que te acontece, que absolutamente não buscaste, que faz com que fiques fraco e te traz sofrimento. É uma escolha que fazes, um plano que traças quando por um instante a verdade surge na tua mente iludida e todo o teu mundo parece vacilar e se preparar para cair. Agora estás doente, para que a verdade possa ir embora e parar de ameaçar aquilo que estabeleceste.


Como pensas que a doença pode ter sucesso em proteger-te da verdade? Porque ela prova que o corpo não é separado de ti e assim tens que estar separado da verdade. Sofres dor porque o corpo sofre e nessa dor te fazes um com ele. Assim, a tua “verdadeira” identidade é preservada e o estranho pensamento que te persegue de que possas ser algo além desse pequeno monte de pó é silenciado e pára. Pois veja, esse pó pode fazer-te sofrer, torcer os teus membros e parar o teu coração, ordenando-te que morras e deixe de ser.


Assim, o corpo é mais forte do que a verdade que te pede que vivas, mas que não pode superar a tua escolha de morrer. E, desse modo, o corpo é mais poderoso do que a vida eterna, o Céu mais frágil do que o inferno e ao desígnio de Deus para a salvação do Seu Filho se opõe uma decisão mais forte do que a Sua Vontade. O Filho de Deus é pó, o Pai incompleto e o caos senta-se em triunfo no trono de Deus.

Tal é o teu plano para a tua própria defesa. E acreditas que o Céu recua diante de ataques loucos como esses, que Deus se torna cego pelas tuas ilusões, que a verdade é transformada em mentiras e que todo o universo é feito escravo de leis que as tuas defesas querem lhe impor. Mas quem acredita em ilusões, senão aquele que as inventou? Quem mais pode vê-las e reagir a elas como se fossem a verdade?


Deus desconhece os teus planos para mudar a Sua Vontade. O universo continua a não ver as leis com as quais pensavas governá-lo. E o Céu não se curvou ao inferno, nem a vida à morte. Tu só podes escolher pensar que morres, sofres doença ou deturpa a verdade de qualquer forma que seja. O que foi criado está à parte de tudo isso. Defesas são planos para derrotar o que não pode ser atacado. O que é inalterável não pode mudar. E o que é totalmente impecável não pode pecar.


Tal é a simples verdade. Ela não faz apelos para o poder ou para o triunfo. Não ordena a obediência, nem busca provar quão deploráveis e fúteis são as tuas tentativas de planejar defesas que querem alterá-la. A verdade quer apenas te dar felicidade, pois tal é o seu propósito. Talvez ela suspire um pouco quando jogas fora as suas dádivas, mas sabe, com perfeita certeza, que aquilo que é a Vontade de Deus para ti tem que ser recebido.


É esse o fato que demonstra que o tempo é uma ilusão. Pois o tempo permite que penses que o que Deus tem te dado não é a verdade agora, como tem que ser. Os Pensamentos de Deus estão bem à parte do tempo. Pois o tempo não passa de mais uma defesa sem sentido que fizeste contra a verdade. No entanto, o que é a Sua Vontade está aqui e tu permaneces tal como Ele te criou.

A verdade tem um poder que vai muito além das defesas, pois nenhuma ilusão pode permanecer onde foi permitido à verdade entrar. E ela vem a cada mente que queira abaixar as armas e parar de brincar com a loucura. Ela pode ser encontrada em qualquer momento hoje, se escolheres praticar dar boas-vindas à verdade.


Esse é o nosso objetivo hoje. E daremos duas vezes quinze minutos para pedir à verdade que venha a nós e nos liberte. E a verdade virá, pois nunca esteve à parte de nós. Ela espera apenas esse convite que lhe fazemos hoje. Nós a introduzimos através de uma prece de cura, para que nos ajude a erguermo-nos acima da defensividade e a deixarmos a verdade ser como sempre foi:


A doença é uma defesa contra a verdade. Aceitarei a verdade

do que sou, e hoje deixarei minha mente ser totalmente curada.


A cura brilhará através da tua mente aberta, à medida que a paz e a verdade surgirem para tomar o lugar da guerra e das imaginações vãs. Não haverão cantos escuro que a doença possa ocultar e manter defendidos da luz da verdade. Não haverão mais figuras vagas procedentes dos teus sonhos, nem tampouco as perseguições obscuras e sem significado com seus propósitos duplos que são buscados de forma insana; nada disso permanecerá na tua mente. a tua mente será curada de todos os desejos doentios que tentou autorizar o corpo a obedecer.


Agora o corpo está curado, porque a fonte da doença foi aberta para o alívio. E reconhecerás que praticaste bem por isso: o corpo não deve sentir nada. Se tiveres tido êxito, não haverá nenhuma sensação de mal ou bem-estar, de dor ou de prazer. Não há absolutamente nenhuma resposta na mente para o que o corpo faz. Só a sua utilidade permanece e nada mais.


Talvez não reconheças que isso remove os limites que havias imposto ao corpo através dos propósitos que lhe deste. Ao deixares esses propósitos de lado, a força que o corpo tem será sempre suficiente para servir a todos os propósitos verdadeiramente úteis. A saúde do corpo está inteiramente garantida, pois não é limitada pelo tempo, pelo clima, ou pelo cansaço; pela comida ou pela bebida ou por qualquer lei que o tenhas feito obedecer anteriormente. Agora não precisas fazer nada para deixá-lo bem, pois a doença veio a ser impossível.


Mas essa proteção necessita ser preservada por uma vigilância cuidadosa. Se deixares a tua mente nutrir pensamento de ataque, ceder ao julgamento ou fazer planos contra as incertezas porvir, mais uma vez terás posto a ti mesmo no lugar errado e feito uma identidade corporal que atacará o corpo, pois a mente está doente.


Dá-lhe remédio imediato se isso ocorrer, não deixando que a tua defensividade te fira mais, não confundas o que tem que ser curado, mas dize a ti mesmo:


Esqueci-me do que realmente sou, pois confundi o meu corpo

comigo mesmo. A doença é uma defesa contra a verdade.

Mas eu não sou um corpo. E a minha mente não pode

atacar. Portanto, não posso estar doente.


LIÇÃO 136 – UCEM

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Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com



19 de junho de 2010

Nosso medo mais profundo


"Nosso medo mais profundo
não é o de sermos inadequados.


Nosso medo mais profundo
é que somos poderosos além de qualquer medida.


É a nossa luz, não as nossas trevas,
o que mais nos apavora.


Nós nos perguntamos:

Quem sou eu para ser Brilhante,
Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?

Você é filho do Universo.

Se fazer pequeno não ajuda o mundo.


Não há iluminação em se encolher,
para que os outros não se sintam inseguros
quando estão perto de você.


Nascemos para manifestar
a glória do Universo que está dentro de nós.


Não está apenas em um de nós: está em todos nós.


E conforme deixamos nossa própria luz brilhar,
inconscientemente damos às outras pessoas
permissão para fazer o mesmo.


E conforme nos libertamos do nosso medo,
nossa presença, automaticamente, libera os outros."


Marianne Williamson

11 de junho de 2010

A CRIANÇA INTERIOR



"Em todo adulto espreita uma criança - uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita cuidado, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa". (JUNG)

A Criança Interior, em termos psicológicos é um SIMBOLO - ou seja, um meio para entender um fato psíquico, um fato que ocorre dentro de nossa alma. Um símbolo que constela as nossas memórias da infância sejam elas boas ou más.

Todos fomos crianças um dia. A infância de cada um é uma história única, recheada de sonhos, emoções, traumas, frustrações. Grande parte, se não a totalidade desse material psíquico, jaz adormecido em alguma parte secreta do nosso ser.

A criança que fomos um dia ainda sobrevive dentro de nós, precisando de atenção e cuidados. Ela vive como parte da nossa alma, atuando muitas vezes como uma sub-personalidade. Influenciando a nossa vida adulta de forma positiva ou negativa.

Na jornada da nossa alma, em busca do autoconhecimento que é a nossa cura real, precisamos encontrar essa criança e acolhê-la em seu aspecto dual (luz e sombra).

“Vinde a mim as criancinhas” dizia o doce Rabi...” . "Se não te tornares como uma criança, não herdareis o Reino dos Céus”.

A busca pela nossa totalidade (Self), “o reino de Deus em nós” – passa necessariamente pela integração de todas as “partes” que nos habitam. Resgatar a criança interior é parte desse processo.

Contudo, não podemos deixar de lembrar que a infância tem duas dimensões: a ignorância e a inocência. Precisamos compreender a diferença entre SER como uma criança e TER atitudes infantis.

SER COMO UMA CRIANÇA nos transporta novamente ao estado de pureza e inocência. Nos faz olhar a vida e as experiências que ela traz com os olhos do encantamento, do descobrir e do redescobrir a grande magia que é “brincar de viver”, tão bem expressos pelos versos de Fernando Pessoa:

“O meu olhar é nítido como um girassol,
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto.
E eu sei dar por isso muito bem..
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...

Mas a criança interior tem o seu lado sombrio. Quando uma pessoa diz à outra: “Não seja infantil!” – está se referindo a um comportamento que não tem a ver com a inocência da infância, e sim com padrões de comportamento norteados pelo aspecto “ferido” da nossa criança interior.

O aspecto que ignora (desconhece) a realidade, e que vê o mundo ainda, pelos olhos “daquela criança” que o adulto foi um dia. Que adoeceu emocionalmente pela falta de amor ou de limites. Pela falta de espaço para demonstrar seus sentimentos reais (tristeza, raiva, frustração), pela necessidade de aprovação, culpa, vergonha, críticas, cobranças e comparações humilhantes...

A criança que fomos um dia, internaliza tudo isso, registrando como rejeição e abandono... Os aspectos inocentes, lúdicos, criativos, espontâneos desaparecem nas sombras do inconsciente... E vamos perdendo o contato com esses aspectos à medida que vamos “adultescendo”.

E o “lado criança” que acaba por prevalecer no adulto é o lado sombrio e frustrado, responsável por tantas dores emocionais que se carrega pela vida à fora...

É o lado sombrio da criança interna que nos leva agir de maneira infantil. Que nos torna magoados, inseguros ou descontrolados diante de situações que nos causam sofrimento psíquico. Que chora desconsoladamente quando nos sentimos abandonados, sozinhos, angustiados, precisando de “pai” e “mãe” que dê colo.

Trabalhar o lado sombrio da criança é parte importante do nosso processo de amadurecimento. Do contrário continuaremos a nos relacionar conosco e com o mundo de maneira infantil, buscando formas inadequadas de preenchimento emocional, gerando muitas vezes relacionamentos disfuncionais, neuróticos, baseados mais na dependência do que na troca.

O resultado acaba sendo mais mágoas, mais frustrações, mais sentimentos de inadequação...

Somente entrando em contato com essa criança interna ferida é que poderemos curá-la. Precisamos acolhê-la, ouvir o que ela tem a nós dizer,
dar a ela o colo, o apoio e a compreensão necessária. Nós mesmos precisaremos ser os “pais” e “mães” amorosos dessa criança.

Não podemos seguir pela vida culpando os nossos pais. Com certeza eles fizeram o que puderam fazer. Ofereceram emocionalmente aquilo que tinham condições de oferecer. O fato de um ser humano se tornar pai ou mãe, não dá a ele superpoderes. Eles são apenas adultos que tiveram filhos, e com certeza também traziam uma criança ferida dentro de si.

Compreender isso. Resgatar a história da nossa infância, fazendo uma releitura das experiências vivenciadas, não apenas com o olhar infantil da criança magoada, mas e principalmente, com o olhar de gratidão pelas oportunidades de evolução que a nossa alma teve. Este pode ser o inicio da nossa cura emocional. Por que como disse Jean Paul Sartre:

"Não importa o que nos fizeram, o que importa é aquilo que fazemos com o que fizeram de nós"
E é através da cura dessa parte doente da nossa alma que a verdadeira criança poderá emergir. 

A Criança Sagrada! Que voltará para assumir o seu lugar no santuário de nossa alma. Transbordante de criatividade, amor e inocência. 

E integrados a ela poderemos então celebrar a vida...Repletos de gratidão, de PAZ e de LUZ!

Namastê!
(A Criança Divina que habita o meu coração saúda a Criança Divina que habita o seu coração)

9 de junho de 2010

COMO É ESTAR VERDADEIRAMENTE PRESENTE?


Estar presente é despertar para esta dimensão do seu ser e da vida que transcende a mente pensante. Vocês estão em silêncio e totalmente presentes com o que está realmente aqui agora. Se estiverem plenamente presentes, não há nenhum momento a não ser este momento. Isto é o que significa estar desperto na verdade da vida. Vocês estão tão plenamente presentes que existem neste momento, e somente neste momento. Vocês estão despertos no eterno agora. Ao nível muito mais profundo da Presença Desperta, o passado e o futuro desapareceram e somente o momento presente lhes está disponível. Vocês não podem funcionar dentro do mundo do tempo, pela simples razão de que não há tempo. Não há nenhuma percepção do seu ser fora deste momento.

Isto não significa que aquele que despertou esteja sempre funcionando ao nível mais profundo da Presença. É possível funcionar a um nível mais superficial da Presença, de modo que o mundo do tempo se torne disponível. Até quando vocês participam do mundo do tempo, estão ainda intensamente ancorados na Presença e o momento presente é sempre reconhecido como a verdade da vida.

Se estiverem fundamentalmente despertos na Presença, vocês vivem sem o julgamento, o medo e o desejo. Vocês vivem em um estado de aceitação. Vocês vivem como Amor no mundo. A ilusão da separação se dissolveu. Vocês vivem com um forte sentimento de Unidade de todas as coisas e uma contínua consciência da dimensão impessoal ou eterna da existência. Vocês vêem os outros como iguais e iluminados, ainda que eles estejam inconscientes disto. Isto se estende aos animais e ao mundo da natureza. É impossível prejudicarem intencionalmente ao outro. Vocês são compassivos e sempre agem com integridade. Não podem ser desonestos. Há algo em seu interior que simplesmente não lhes permite isto. Quando estão fundamentalmente despertos na verdade da vida, estão substancialmente livres das motivações e reações do ego.

Isto não quer dizer que aquele que esteja desperto seja de algum modo perfeito. Às vezes, vocês podem reagir como qualquer outra pessoa, e experienciar o medo e a incerteza, ou sentimentos como a mágoa e a raiva. A diferença é que agora vocês sabem que estão presos temporariamente na ilusão da separação. Vocês não acreditam na história que se lhes está apresentando. Sabem que o passado está de algum modo se projetando no presente. Não se identificam com a experiência ou quaisquer reações emocionais decorrentes da experiência. E ainda, assumem total responsabilidade por tudo o que estiverem vivenciando. A experiência é reconhecida e aceita, mas não percebida como se fosse a verdade. No meio da constante mudança, vocês se conhecem como Aquele que nunca muda.

* Leonard Jacobson *
* fonte original: www.leonardjacobson.com.
© Leonard Jacobson – Direitos Reservados

* tradução: Regina Drumond (e-mail: reginamadrumond@yahoo.com.br)

5 de junho de 2010

A Constância na Prática


Estou mudando a maneira de conduzir as sessões virtuais porque se faz necessário um maior comprometimento das pessoas com o que estamos propondo de Trabalho do Ser - no presencial dos Workshops. O Portal é importante nisso, pois sua utilização rompe barreiras, resistências, e teimosias, e as expõe a uma limpeza eficaz e reveladora - se a pessoa aceita assumir a responsabilidade por isso.
É o autoconhecimento, e não entretenimento ou passa-tempo se fingindo "estar no caminho". É compromisso de assumir a responsabilidade pelo o que se vive no agora; o que Marcia escreveu no nosso descanso de tela deste mês (baixe aqui): "Quando temos consciência, temos escolha."
O Workshop, e Vivência no Portal, são oportunidades de nos conhecermos em vários aspectos. E nossa presença faz com que tudo fique bem "pé no chão", bem acompanhado, sem as possíveis projeções que ocorrem em sessões virtuais onde não temos como reparar determinadas coisas. Por isso, essa nossa disposição de viajar trazendo isso para vocês, ao vivo e a cores, com simplicidade e objetividade.

Muitas das sessões repetem temas e perguntas, isso é natural. Então, quando acontecer uma sessão mais marcante, de ensino mesmo, como foi essa do dia 25 de Maio, vamos prepará-la editando-a para ser guardada como referência. E isso não é algo que planejamos. Podemos até escolher um tema específico, mas o que se apresenta e quando na sessão, só a Divindade decide e nos proporciona.
Agora, como manter a constância na prática do Portal e do Ho’oponopono, no dia a dia? A motivação para a prática muitas vezes está partindo de lugares menos favoráveis no ego e com expectativas. Mas isso é normal, faz parte do aprendizado.
Nós oscilamos entre vários pontos de vista que compõem o ego, e decisões são tomadas, e ações iniciadas a partir desses diferentes pontos de vista durante o dia - por isso a aparente "queda de rendimento" e a perda do fio da meada. Esses pontos de vista e de partida sempre têm expectativas como ponto de chegada.
Vejam, a pessoa analisando, calculando meios, como exemplo; "Devo me isolar e tentar me concentrar e depois voltar à rotina normal? Ou relaxo e deixo as coisas acontecerem naturalmente...". Tudo isso são especulações mentais visando um resultado: "evolução espiritual". Enquanto contemplam-se os meios, perde-se a oportunidade de se receber o Todo.
Pois estamos aqui para fazer uma coisa apenas, nossa tarefa é escolher limpar. O resto, Deus acresce. Para que ficar se preocupando com resultados, acreditando que é de nossa responsabilidade escolher o que nos será acrescido? Isso é o intelecto identificado com e as memórias e vivenciando-as, o conhecimento acumulado, gerando aflições e problemas.
Não fique aflito com a falta de constância, de firmeza do pensamento. Segure-se numa frase apenas até passar a turbulência: "Te amo." A lembrança do pensamento nas frases pode fugir porque vêm à tona memórias para serem limpas. É assim mesmo.
O que acontece quando afloram essas memórias? Elas vêm carregadas de vários graus e tipos de emoção, e outras recordações. Então, é natural um pensamento se acoplar a outro e assim por diante. Ao se dar conta disso, volte a dar a sua atenção às frases ou frase, à limpeza contínua.
A escolha é esta: deixar as memórias ditarem o que a Mente Consciente pensa e nós vivemos, ou viver da Inspiração, pela limpeza. No Portal, esse discernimento é mais fácil.
Sessões todas as terças-feiras, às 21:00 horas, acesse aqui.
A Proposta começa dia 9 de Junho. Informações aqui.

Lena Rodriguez

30 de maio de 2010

“É preciso.” Reflexões, dois dias depois...


“É preciso.” Reflexões, dois dias depois...
“... eu queria a ação correta, e era por esta razão que eu entregava e confiava que a Divindade estava comandando tudo.”
A frase acima foi o que escrevi há dois dias atrás no tópico anterior... Isto foi o que eu supunha que eu fazia, porém me pego refletindo esta manhã... Sem apego ao acontecimento, sem carga emocional... Na realidade em estado de paz por saber ter feito o que era o melhor a fazer, o que era preciso... Porém, tão somente por perceber, mais uma vez, o quanto o ego pode ser ardiloso...  

Sim, eu queria a ação correta, ação esta comandada pelo EU e não pelo ego, por/memórias... O controle em nós é disfarçado em palavras e entrega, tantas vezes vãs... Só não percebi a ação correta porque ela se tornou motivo de racionalização, através de dúvidas quanto a ação= controle.
Ainda refletindo, recordo-me da sintonização do Breno em relação à composição da Essência Musical e uma das frases se fez clara agora, neste momento -  “evolução que precede a uma resolução”... O que é uma evolução senão o desenvolvimento ou transformação gradual e progressiva, que antecederia o que me cabia resolver = única coisa a fazer?
Padrões

Do momento do meu nascimento
Ao instante da minha morte
Tem padrões que eu devo seguir
Assim como eu devo respirar cada respiração.

Como um rato num labirinto
O caminho diante de mim se estabelece
E o padrão nunca se altera
Até o rato morrer.

E o padrão ainda permanece
Na parede onde a escuridão caiu
E se ajusta como deveria
Porque na escuridão eu deveria ficar.

Como a cor da minha pele
Ou o dia em que eu cresci
Minha vida é feita de padrões
Que dificilmente podem ser controlados.
Paul Simon, Poeta
Sim, como o poeta disse aqui, tais padrões dificilmente podem ser controlados, por isto a necessidade de fazermos uma escolha entre duas, deixar sermos levados pelas repetições de memórias ou exercitarmos incessantemente a entrega... Para mim, nada tem sido melhor do que pedir a todo momento a limpeza desses padrões/memórias, ao meu EU Superior,  que tem outros nomes também, como Espírito Santo, Jesus, etc... não importa o nome, pois somos UM somente!
Seja gentil consigo mesmo, perdoe-se, envie amor à cada deslize do ego/memórias  e seja grata(o) sempre, aceitando o momento, confiando e entregando! Não encontrei caminho melhor...
Está tudo certo... Está tudo na mais Divina Ordem, como costumo tanto repetir... O momento de tudo realmente está no PRESENTE. A escolha feita por mim em querer a Tua Vontade está irrevogavelmente feita. Assim está feito, assim É!


Te amo. Te amo. Te amo. Sou grata.

Lena Rodriguez
30/05/2010

28 de maio de 2010

Assim se manifestou o EU, através da Consciência chamada Beethoven...



Brian meu querido, parecia um brinquedo de pelúcia gigante. Um autêntico jupteriano que inundou de alegria por 18 anos dos meus dias...

 É preciso? É preciso.
"Muss es sein? Es muss sein.”)

Há dez dias, estava eu fazendo uma avaliação por radiestesia de Essência Musical para uma das pessoas que atendo de e me veio à mente checar uma para o meu momento. A composição que saiu foi: "Muss es sein? Es muss sein.”. Fiz o pedido da Essência e assim que chegou comecei a tomá-la.

As Essências Musicais são consideradas Homeopatia Espiritual e a Terapia Musical é eminentemente pedagógica e religiosa (não confundir religiosidade com religião), como o  Breno cita *2 ... No que concordo plenamente:

"... elas não só educam a mente por crenças equivocadas como nos religa = religião;  religare, com nosso EU SUPERIOR!

Discorrendo um pouco mais sobre a essência, o Breno quando da criação da essência, cita uma série de palavras-chave segundo sua sintonização ao ouvir a música e logo de início ele cita: “drama interior que brota da raiz de uma dúvida fundamental: É preciso? É necessário? Tem de ser?; evolução que precede a uma resolução; decisão difícil de ser tomada; dúvidas cruciais sobre um caminho a escolher... e por aí vai... Era mais do que o suficiente... 

Venho passando há exatamente um ano e meio processos complicados em minha vida particular em relação ao meu meu idoso cão Brian (18 anos), pois meu tempo tem sido praticamente para cuidados diuturnamente com ele, que por conta de uma úlcera no dorso da pata, tinha necessidade que eu o levantasse sempre que fosse necessário e não tinha ninguém para cuidar dele a  não ser eu... Nos últimos cinco meses ele deixou de andar e tudo se complicou mais ainda... Não faltou cuidados e tudo o que conheço e não conhecia utilizei nele... Enfim, eu já tinha ouvido de amigos e familiares o que achavam que eu devia fazer...  Chamei nossa  veterinária aqui em casa e pedi que ela decidisse o que era melhor... Ela como maravilhosa profissional que é, nada decidiu... A decisão não dependia dela, penas me falou que era como se fosse uma pessoa de mais de cem anos, que comia, bebia e dormia bem, apenas algumas funções pela idade já não funcionavam tão bem...

“Muss es sein? Es muss sein.” (É preciso? É preciso.)

Eu pedia incessantemente pela limpeza de memórias que eu compartilhava com meu querido Brian e aceitava, confiava, entregava e era grata por estar fazendo o que eu tinha que fazer naquele momento... Houve momentos penosos para mim, cansaço, noites em que levantava várias vezes, não direi que foi fácil... Mas, seguidamente eu me tornava presente e continuava... As vezes eu pensava no que me aconselhavam em relação à mim e à ele, porém eu muitas vezes me peguei com dúvidas, eu queria a ação correta, e era por esta razão que eu entregava e confiava.

Porém, o quadro foi ficando pior, especialmente internamente para ele... Quando eu tirava seus florais via o sofrimento pela impotência que ele sentia... O último dessa semana foi para quem está precisando de um lugar ao Sol... Definitivamente, ele estava sofrendo com sua condição...

Há duas noites atrás tudo foi mais penoso e subitamente na manhã seguinte a resposta veio  e ressoou em mim as palavras de Beethoven: É preciso? É preciso... Tudo ficou muito claro, as dúvidas se desfizeram e eu empreendi a ação correta... Dolorosamente correta, mas é o que eu tinha que fazer, o que eu tinha que decidir... Mas, como disse a querida Vera veterinária: “...as vezes essa decisão por mais difícil que seja é a mais acertada...a misericórdia é um sentimento que temos que ter com os animais que estão em estado vegetativo ou em sofrimento constante...”.

Compreendi que a decisão só cabia à mim... Além da clareza que tive, foi a gratidão de como nosso EU pode se manifestar... ELE já havia me dado a resposta dez dias antes através de minha Essência Musical...

Acabou Brian, sei que está liberto assim como eu estou, foi muito boa e feliz essa nossa jornada juntos! Gratidão por todo o seu Amor!
Eu te amo minhas memórias, sou grata por poder libertá-las, a mim e ao meu querido Brian!

Gratidão aos amigos queridos que estiveram comigo nessa hora; Nice, Vera, Elias e ao Leonardo, Al e Andréa, que mesmo distantes sei que pediram pela limpeza de memórias que compartilhamos com todos os acontecimentos.

Lena Rodriguez
28/05/2010
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Um pequeno resumo sobre minha útima Essência Musical, que discorre sobre o último ‘Quarteto em Fá Maior Opus 135’ (1826) de Beethoven:

“... O último movimento do quarteto começa com uma interrogação estridente, dissonante, seguida dos mesmos sons em ordem inversa, como uma resposta. Beethoven escreveu em cima desse início, em língua alemã: “Muss es sein? Es muss sein.” (É preciso? É preciso). Muito se tem especulado sobre essas palavras... só não pensaram na morte; porque a continuação é uma marcha alegre. Mas assim foi Beethoven ao encontro do último mistério... *1

*1 – O Livro de Ouro da História da Música, 1999 – Otto Maria Carpeaux
*2 – As Essências Musicais de Bach – Manual de Afinação e Harmonia da Alma para Admissão nas Orquestras e Coros Celestiais – Homeopatia Espiritual: diluições infinitas e sucussões por vibrações de músicas clássicas – Breno Marques da Silva

Ludwig van Beethoven
 “Divino Ser. Vós enxergai no âmago da minha alma.
Vós sabeis que ali habita o amor pelos homens e o desejo de fazer o bem...Ó Deus, dai-me forças para sobrepujar a mim mesmo.
Nada deverá me prender à vida.” Beethoven

23 de maio de 2010

Saber Cuidar


Conclusão – IV – L. Boff

O cuidado e o futuro dos espoliados e da Terra

A categoria cuidado mostrou-se a chave decifradora da essência humana. O ser humano possui transcendência e por isso viola todos os tabus, ultrapassa todas as barreiras e contenta-se apenas com o infinito. Ele possui algo de Júpiter dentro de si; não sem razão, pois dele recebeu o espírito.

O ser humano possui imanência e por isso se encontra situado num planeta, enraizado num local e plasmado dentro das possibilidades do espaço-tempo. Ele tem algo da Tellus/Terra dentro de si; é feito de húmus, donde deriva a palavra “homem”.

O ser humano encontra-se sob a regência do tempo. Este não significa um puro correr, vazio de conteúdos. O tempo é histórico, feito pela saga do universo, pela prática humana, especialmente pela luta dos oprimidos, em busca da sua vida e libertação. Constrói-se passo a passo; por isso, é sempre concreto, concretíssimo. Mas, simultaneamente, o tempo implica um horizonte utópico, promessa de uma plenitude futura para o ser humano, para os excluídos e para o cosmos. Somente buscando o impossível se consegue realizar o possível. Em razão dessa dinâmica, o ser humano possui algo de Saturno, senhor do tempo e da utopia.

Mas não basta suster tais determinações. Elas, na verdade, dilaceram o ser humano. Colocam-no distendido e crucificado entre o céu e a terra, entre o presente e o futuro, entre a injustiça e a luta pela liberdade.

Que alquimia forjará o elo entre Júpiter, Tellus/Terra e Saturno? Que energia articulará a transcendência e a imanência, a história e a utopia, a luta pela justiça e a paz, para que construam o humano plenamente?

É o cuidado que enlaça todas as coisas; é o cuidado que traz o céu para dentro da terra e coloca a terra dentro do céu; é o cuidado que fornece o elo de passagem da transcendência para a imanência, da imanência para a transcendência e da história para a utopia. É o cuidado que confere força para buscar a paz no meio dos conflitos de toda a ordem. Sem o cuidado que resgata a dignidade da humanidade condenada à exclusão, não se inaugurará um novo paradigma de convivência.

O cuidado é anterior ao espírito (Júpiter) e ao corpo (Tellus). O espírito humaniza-se e o corpo vivifica-se quando são moldados pelo cuidado . Caso contrário, o espírito perde-se nas abstrações e o corpo confunde-se com a matéria informe. O cuidado faz com que o espírito dê forma a um corpo concreto, dentro do tempo, aberto à história e dimensionado para a utopia (Saturno). É o cuidado que permite a revolução da ternura, ao tornar prioritário o social sobre o individual e ao orientar o desenvolvimento para a melhoria da qualidade de vida dos humanos e de outros organismos vivos. O cuidado faz surgir o ser humano complexo, sensível, solidário, cordial, conectado com tudo e com todos no universo.

O cuidado imprimiu a sua marca registrada em cada porção, em cada dimensão e em cada dobra escondida do ser humano. Sem o cuidado o humano far-se-ia inumano.

Tudo o que vive precisa de ser alimentado. Assim, o cuidado, a essência da vida humana, precisa também de ser continuamente alimentado. As ressonâncias do cuidado são a sua manifestação concreta nos vários aspectos da existência e, ao mesmo tempo, o seu alimento indispensável. O cuidado vive do amor primordial, da ternura, da carícia, da compaixão, da convivialidade, da medida justa em todas as coisas. Sem cuidado , o ser humano, como um tamagochi, definha e morre.

Hoje, na crise do projeto humano, sentimos a falta clamorosa de cuidado em toda a parte. As suas ressonâncias negativas evidenciam-se pela má qualidade da vida, pela penalização da maioria empobrecida da humanidade, pela degradação ecológica e pela exaltação exacerbada da violência.

Não busquemos o caminho da cura fora do ser humano. O ethos está no próprio ser humano, entendido na sua plenitude que inclui o infinito. Ele precisa de se voltar para si mesmo e de redescobrir a sua essência, que se encontra no cuidado. Que o cuidado aflore em todos os âmbitos, que penetre na atmosfera humana e que prevaleça em todas as relações! O cuidado salvará a vida, fará justiça ao empobrecido e resgatará a Terra como pátria e mátria de todos nós.

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*Ethos do grego: valores, ética, hábitos e harmonia 
Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com

Despertar Consciências


O Centésimo Macaco


Os macacos japoneses do tipo "Fuscata" vinham sendo observados há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia.

Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.

Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente.

No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces.

Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática.

Então aconteceu!

Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!

Mas veja só:

Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: o hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar!

Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.


O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos!

Você pode ser o "centésimo macaco"!

Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia.

Grupos pensando e agindo numa mesma frequência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal.

O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na freqüência do crime noticiado que gera comoção geral. Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares. Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?

Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão. *Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da frequência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias.

São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.(vc se lembra de alguem assim na tv?)

Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência. É preciso que mais gente se sintonize na freqüência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos em outras partes do Planeta.

Se cada um de nós dedicarmos alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a frequência do Amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência.

Seja você também um “centésimo macaco” – para o bem!

Frei Jorge Vasconcelos dos Santos - OFM
Rua Gov Fernando Correa, 96 - Ribeirão da Ponte
CEP 78.040-580 - Cuiabá - MT

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Negritos e * meus Lena Rodriguez

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