Julho 10, 2009

Como Melhorar a Condição Financeira Parte II


Dentro do turbilhão de emoções, da aflição que é a escassez financeira, como sair disso?

Primeiro lembremos que quanto mais ficarmos nesta vibração de pensamentos de escassez, mais reforçamos o cenário, mais o sustentamos chamando para nossas vidas tudo que mantém aquela realidade se manifestando; eventos, contas amontoando, cobranças, pessoas falando, mídia confirmando o assunto (é a economia, é o país, é o emprego, ou falta do mesmo), afirmando e alimentando a condição ruim.

Entender a mágica está em perceber que essa condição de sofrimento está sendo criada e manifestada por você, pelas suas crenças (memórias), inconscientemente! Olhe o poder que tens em mãos e se conscientize do fato que este mesmo poder pode criar uma condição totalmente oposta; de abundância, de prosperidade, de felicidade irrestritas.

A didática:

É uma situação de emergência agora, pensamentos, imagens, gerando sentimentos cada vez mais ansiosos: então, para desbloquear a falta de dinheiro pegue qualquer valor, R$ 1,00, alguns centavos, o que seja e passe adiante para alguém. Você está fazendo a energia (dinheiro) voltar a circular. Repare que há pensamentos se apresentando de "vai me faltar, mesmo sendo um valor pequeno", limpe esses sentimentos, o Ho'oponopono é isso, a oportunidade de limpeza para sair fora da situação. O que você dá o Universo lhe retorna multiplicado no mínimo 10 vezes... garantido. Pense "Vitória!", aplique essa ferramenta, a falta de dinheiro é auto-punição, consequência de raiva, de sentimento de culpa, de mágoas profundas e entranhadas, de família e ancestrais. Não importa saber a origem, só peça a limpeza.

Cito a postagem da Lena Rodriguez (http://tinyurl.com/mfu347) www.cuidebemdevoce.com

"Quando o intelecto se vicia em ficar emperrado, ele fica ainda mais emperrado. Os havaianos denominam – prisão de ventre intelectual." (Dr. Len no livro Limite Zero)


1. Compre um caderno escolar, daquele espiral, pautado. Se você já tem mandado para a Marcia seu Pedido de Limpeza (alimpeza@gmail.com) antes das sessões, tens claramente a visão e sentimento do cenário indesejável que não queres mais em sua vida. Se ainda não fez isso, faça. Usufrua desse recurso e da energia de limpeza em conjunto que a sessão pode lhe dar. O assunto descrito é preponderante em sua vida, concentre-se nele e escreva no caderno tudo que você almeja, sente como sendo a condição ideal para sua vida agora. Escreva essa lista como se fosse no presente, e preste a atenção nas dúvidas que se apresentam, nos"não", "isso é irreal, fantasioso", "eu não mereço", "é difícil acontecer", etc. Tudo memórias se manifestando, aproveite e limpe esses sentimentos. Volte e leia a sua lista no caderno. Compreenda que se você está escrevendo todas essas coisas boas, é porque Deus criou em você todo esse potencial. Passe a ver o buraco onde você está neste momento como uma mina de ouro!

Por Al McAllister

(Continuamos na próxima postagem)

Fonte: http://hooponopono.forumativo.com/frum-ho-oponopono-ao-entrar-no-frum-use-os-botes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/como-melhorar-a-condio-financeira-t141-30.htm#4729

Julho 08, 2009

Como Melhorar a Condição Financeira

Aqui estão duas postagem de nosso Fórum de Ho’oponopono postados pela integrante Suely e pelo nosso administrador Al... Vemos a questão insuficiência financeira carregada de sofrimentos, angústias, ansiedade e muita apreensão... O que não percebemos, são nossas crenças de memórias repetitivas que alimentam com nossas atitudes e falta de clareza quanto a questão, uma questão que vai além de nossa compreensão, condicionada por memórias de estarmos separados da Fonte Supridora, Abundante e Amorosa!
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.
Lena

********

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Desde que foi aberto este tópico (abril de 2008) muita coisa mudou em mim, consequentemente em minha vida.
O próprio assunto "circulação de dinheiro" me causava mal estar. Os sentimentos que afloravam não eram nada bons. Convivi com este tema muitos anos da minha vida e nunca o aceitei, pois a maneira que era justificada para que se fizesse esta dita doação não condizia com o Deus que eu acreditava, pois nunca acreditei que Deus precisasse que "devolvêssemos" a Ele uma parte do que Ele havia nos dado, sob o risco de sofrermos prejuízos, como doenças perdas...enfim, ser castigado.

Compreendo hoje a "circulação do dinheiro" tecnicamente igual, a diferença, e que pra mim faz toda a diferença é o sentido , o "espírito da coisa" rsrs

A explicação sobre doar a quem quer que seja e onde quer que seja, simplesmente como reconhecimento de que aquele lugar ou aquela pessoa me proprocionam uma compreensao maravilhosa de algo que eu estava precisando de algo edificador para mim foi a chave que me abriu as portas da aceitação sem obrigação, sem medo de ser punida.

Hoje quando alguém me aborda e me pede dinheiro, o meu sentimento é totalmente diferente do que eu tinha antes. Hoje eu vejo que aquela pessoa, aquela situação entrou em minha vida, simplesmente com o objetivo de fazer o meu dinheiro circular, e dôo com alegria com gratidão.

Onde eu encontro há quase dois anos este apoio, onde eu aprendi e aprendo a cada dia, onde nem tenho palavras para descrever a minha gratidão é aqui no forumativo, onde tantas vezes postei sofrimentos e alegrias, e nas reuniões virtuais que vou evitar de tecer qualquer comentário pois as palavras não traduziriam jamais o meu sentimento.

O que constatei ontem na reunião e que me deixou muito feliz, foi o fato do tema não me incomodar...não mexeu comigo, nao, me senti incomodada. Muito pelo contrário, fiquei feliz e vi como uma oportunidade, uma lembrança de fazer o dinheiro circular.

Sou grata, sou grata, sou grata.

*********
Grato Suely, e grato à todos, pelos depoimentos e pelo apoio. Ouçam novamente a sessão de ontem, o MP3 está disponibilizado no portal do fórum e aqui: (http://tinyurl.com/nl72cx)

Inclui um JPG da tabela mostrada na sessão.

Para aqueles que porventura não conseguirem baixar a pasta no link acima aqui estão os links individuais:

MP3 http://www.4shared.com/file/116720825/476e259a/Prosperidade_07-_07-2009.html e o JPG http://www.4shared.com/file/116720790/dfac4fe3/Ensino__07-07-2009.html


Sim Suely, você não sente mais nada em relação ao ato de doar porque estas memórias já estão sem a sua carga manipulativa, de emoção, geradora de cenários de limitações, consequência de sua limpeza - estás portanto livre!

Quando apresentei A Proposta foi para justamente expor à limpeza a nossa identificação com essas memórias que criam os cenários de escassez, seja ela de dinheiro, de felicidade, relacionamentos de amor verdadeiro, saúde, etc. Sabemos agora o quanto isso mexeu com as pessoas durante as seis semanas ( e continua mexendo), a intensidade do processo de limpeza.

Existem detalhes que evitei abordar por possivelmente provocarem a sensação de "overwhelm", de soterramento, opressão, peso sobre a pessoa. Mas chegou a hora, e foi isso que tratamos de limpar na sessão de ontem.

A questão da circulação de dinheiro: no PDF de A Proposta havia um observação relativo ao reconhecimento do bem proporcionado, e que se o processo lhe trouxesse uma luz o participante poderia contribuir algo apoiando a empreitada nossa. Fiz um agradecimento aos que entenderam o que estava de lição ali, mas a maior parte não teve a "caída de ficha". Vi pelos Pedidos de Limpeza que a Marcia recebe (alimpeza@gmail.com) a repetição, a insistência em pedir a limpeza de memórias de escassez financeira. A solução para isso é simples e efetiva: faça circular seu dinheiro, passe adiante um Real que seja, 50 centavos, qualquer coisa, para qualquer lugar, pessoa; essa ação desbloqueia tudo de imediato. E não fale, nem pense mais na situação colocada no Pedido de Limpeza.

Como expliquei ontem, não é uma questão de a gente estar pedindo dinheiro, não estamos, é simplesmente da pessoa compreender que quando ela recebe (de onde quer que seja, da TV, de um amigo ou amiga, de uma música, etc.) algo que acrescenta clareza e força à sua limpeza , libertando-a de padrões limitantes, que é importantíssimo reconhecer o valor daquilo como uma dádiva divina!

Sinto que ficou claro ontem toda essa questão ao qual muitos de nós temos a resistência, da doação. Repito a analogia relativa aos 10% do que ganhamos ser sempre colocado de volta em circulação:

Um agricultor planta milho em solo fértil, o milho brota, cresce e manifesta uma abundância maravilhosa de espigas. O que faz o agricultor então?
Colhe e vende tudo para ter o maior lucro possível? Não, ele separa um percentual, das melhores e mais viçosas espigas de milho para utilizá-las como sementes para a próxima semeadura. Assim ocorre o reconhecimento de que o que foi semeado é de Deus, e Ele nos provém a prosperidade sempre que respeitarmos essa lei, com isso gera-se a multiplicação e a manutenção da condição de abundância.

Fonte: http://hooponopono.forumativo.com/frum-ho-oponopono-ao-entrar-no-frum-use-os-botes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/como-melhorar-a-condio-financeira-t141-30.htm



Julho 05, 2009

Do Medo para o Amor


Perdemos tanto tempo com coisas sem importância – coisas sem significado fundamental – e, ainda assim, por razões que ninguém parece compreender totalmente, essas coisas dispensáveis permanecem no centro de nossa existência terrena. Elas não têm conexão com nossas almas de maneira alguma, e, mesmo assim, elas se agarraram ao nosso funcionamento material. Como parasitas espirituais, elas podem devorar nossa força vital e negar nossa alegria. A única maneira de nos livrarmos dos seus efeitos perniciosos é sair de perto... não das coisas que precisam ser feitas, mas dos pensamentos que precisam morrer.

Atravessar a ponte para um mundo melhor começa com atravessar a ponte dentro de nossas mentes, dos padrões mentais viciados de medo e separação, para as percepções iluminadas de unidade e amor. Temos o hábito de pensar de maneira amedrontada, e é preciso disciplina espiritual para mudar isso em um mundo onde o amor é mais suspeito do que o medo.


Para alcançar uma experiência milagrosa de vida, precisamos abraçar uma persp
ectiva mais espiritual. De outra forma, vamos morrer algum dia sem nunca termos conhecido a verdadeira alegria de viver. Essa alegria emerge da experiência de nosso verdadeiro ser – quando nos libertamos das projeções das outras pessoas sobre nós, quando nos permitimos sonhar nosso mais elevado sonho, quando queremos perdoar a nós mesmos e aos outros, quando queremos lembrar que nascemos com um propósito: amar e ser amados.


Qualquer um que olhe para o estado do mundo de hoje está consciente de que algo radicalmente novo está sendo requerido – em quem somos como espécie e em nosso relacionamento uns com os outros e com a própria Terra. Ainda assim, os fundamentos psicológicos que mantêm esse mundo disfuncional no lugar são como vacas sagradas: temos medo de tocá-los, por temermos que algo ruim vá acontecer conosco se o fizermos. Na verdade, algo ruim vai acontecer conosco se não o fizermos. Chegou a hora da mudança. Chegou a hora de fazer o que sabemos em nossos corações que nascemos para fazer.


Estamos aqui para participar de uma subversão gloriosa das formas-pensamento dominantes do mundo, baseadas no medo.


Existem apenas duas emoções principais: o amor e o medo. E o amor é para o medo o que a luz é para a escuridão: na presença de um, o outro desaparece. Conforme mudamos nossas percepções do medo para o amor – algumas vezes em casos onde isso não é tão difícil, e principalmente em casos onde é preciso mestria espiritual para fazê-lo – nos tornamos os trabalhadores de milagres no sentido mais real. Pois quando nossas mentes se rendem ao amor, eles se rendem ao poder superior. E, à partir disso, todos os milagres se seguem.

“O Dom da Mudança”, Marianne Williamson

Divindade limpe em mim as memórias de medo em forma de desamor que se repetem e que compartilho com todos, transmute-as a mais pura luz.
Assim está feito!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.
Sou grata pela oportunidade de libertar vocês e a mim!



Junho 23, 2009

Princípios fundamentais do Limite Zero


HO'OPONOPONO

Princípios fundamentais do Limite Zero

A Paz para sempre, agora, eternamente e infinitamente.

Kali Maluhia no na wa a pau, no ke’ia wa a mau a mau loa aku.



1. Você não tem a menor idéia do que está acontecendo.

É impossível ter consciência de tudo que está acontecendo dentro e ao redor de nós, consciente ou inconscientemente. O seu corpo e a sua mente estão se regulando neste exato momento, sem que você tenha consciência disso. E o ar está repleto de sinais invisíveis, desde ondas de rádio a formas-pensamento, dos quais você não tem nenhuma sensação consciente. Você está na verdade ajudando a criar a sua realidade neste exato momento, mas isto está acontecendo inconscientemente, sem o seu conhecimento ou controle consciente, É por esse motivo que você pode ter todos os pensamentos positivos que quiser e ainda assim estar duro. A mente consciente não é a criadora.

2. Você não tem o controle sobre todas as coisas.

Obviamente, se você não sabe tudo o que está acontecendo, você não pode controlar tudo. Achar que você pode obrigar o mundo a fazer o que você quer é uma viagem do ego. Como o seu ego não consegue ver grande parte do que está acontecendo no mundo neste momento, deixar que ele decida o que é melhor para você não é muito sábio. Você tem escolhas, mas não tem controle. Você pode usar a mente consciente para começar a escolher a experiência que preferiria ter, mas precisa parar de pensar se ela vai se manifestar ou não, de que maneira, ou quando. O segredo é a entrega.

3. Você pode curar qualquer coisa que surja no seu caminho.

Qualquer coisa que surja na sua vida, independentemente de como apareceu, está disponível para a cura simplesmente porque está agora no seu radar. A suposição neste caso é que, se você pode sentir alguma coisa, você pode curá-la. Se você a vir em outra pessoa e ela o incomodar, é passível de ser curada. Ou então, segundo ouvi dizer, como Oprah afirmou certa vez: “ você consegue avistá-la, você a tem.” Você talvez não tenha a menor idéia do motivo pelo qual esta coisa está na sua vida, ou como ela apareceu, mas você não pode abandoná-la porque agora tem consciência dela. Quanto mais você remedia o que surge, mais livre você está para manifestar o que você prefere, porque você estará libertando uma energia aprisionada para usar em outros assuntos.

4. Você é completamente responsável por toda a sua experiência.


O que acontece na sua vida não é culpa sua, mas é sua responsabilidade. O conceito da responsabilidade pessoal vai além do que você diz e pensa. Ele abarca as coisas que os outros dizem e pensam e que aprecem na sua vida. Se você assumir a total responsabilidade por tudo que aparece na sua vida, quando alguém surge com um problema, este também passa a ser seu problema. Isso está associado ao terceiro pricípio, que afirma que você pode curar qualquer coisa que surja no seu caminho. Em resumo, você não pode culpar nada ou ninguém pela sua realidade atual. Tudo o que você pode fazer é assumir a responsabilidade por ela, o que significa aceitá-la, admiti-la e amá-la. Quanto mais você remediar o que aparece, mais você ficará em sintonia com a origem.

5. O seu bilhete para o limite zero tem impresso nele a frase “Eu te amo.”

O passe que lhe consegue paz além de todo o entendimento da cura à manifestação, é a simples frase “Eu te amo”. Dizê-la para o universo purifica tudo que existe em você, de modo que você pode vivenciar o milagre deste momento: o limite zero. A idéia é amar todas as coisas. Amar a gordura excessiva, o vício, a criança, o vizinho ou o cônjuge problemático; amar tudo, enfim. Dizer “Eu te amo” é o abre-te sésamo para experimentar o Divino.

6. A inspiração é mais importante do que a intenção.

A intenção é um brinquedo da mente; a inspiração é uma diretiva do Divino. Em algum momento você se entregará e começará a prestar atenção, em vez de implorar e esperar. A intenção está tentando controlar a vida baseada na visão limitada do ego; a inspiração está recebendo uma mensagem do Divino e em seguida agindo em função dela. A intenção atua e produz resultados; a inspiração atua e produz milagres. Qual das duas você prefere?

-Joe Vitale e Dr. Len
Princípios do livro Limite Zero

Junho 01, 2009

Música Ho'oponopono Brasil por Maurício Duboc



Lançamento da 1ª música brasileira com letra e música inspiradas
após o
Seminário de Ho'oponopono realizado no Rio de Janeiro,
por Maurício Duboc.


Música Ho'oponopono Brasil


Se acolho o que meu ego vê
Ou se vejo algum mal em você

Sinto muito... me perdoe
Te amo... Sou grato...

Se endosso o que não é real
Se acredito que existe o mal

Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...

Se esqueço que sou Infinito
Se dou crédito a qualquer delito

Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...


Se a mente que mente é do ego
Se o medo ainda me deixa cego

Sinto muito... me perdoe
Te amo... sou grato...

Se esqueço de que somos Um
Não percebo o que nos é comum

Sinto muito... me perdoe,
Te amo, sou grato...

Se em seus olhos não consigo me ver
Se ainda creio que preciso sofrer

Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...Te amo...

Maurício Duboc


Maio 29, 2009

JORNALZEN - Ho'oponopono - Entrevista com Al McAllister

Al McAllister


VIBRANDO POSITIVO


Entrevista com Al McAllister


Ihaleakala Hew Len é um terapeuta havaiano cujos relatos indicam ter curado um pavilhão completo de pacientes criminais mentalmente doentes sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para reconhecer esse aspecto. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava. A técnica usada por Len é chamada de Ho’oponopono, processo de auto-cura criado por uma tribo havaiana, a dos kahunas, baseado na conexão com a Energia Divina por meio da simples repetição de uma sequência de quatro frases – “Sinto muito”, “Perdoe-me”, “Te amo”, “Sou grato”. A premissa é de que problemas causadores de desequilíbrio e enfermidades são recordações de memórias negativas que se repetem no subconsciente. Referência no assunto, Dr. Len encantou no mundo inteiro pessoas como o artista plástico Alexandre McAllister, um gaúcho de 55 anos que se tornou um dos principais divulgadores do Ho’oponopono no Brasil. Ele é responsável por duas páginas na internet nas quais divulga os processos da técnica havaiana conforme ensinados pelo Dr. Len e administra um fórum virtual com mais de 600 inscritos. Nesta entrevista exclusiva ao JORNALZEN, McAllister conta como conheceu o Ho’oponopono e por que resolveu se dedicar a difundi-lo.

JORNALZEN – O sr. é artista plástico. Como foi sua trajetória em relação ao método Ho’oponopono?
Alexander McAllister – Conheci o processo do Ho’oponopono através de duas entrevistas com o Dr. Ihaleakala Hew Len em um programa de rádio na internet e com entrevistas do Dr. Joe Vitale, nas quais ele começou a abordar de seu aprendizado e experiências com o Dr. Len. Em julho de 2007 ele lançou o livro Zero Limits [ainda sem versão em português]*, escrito com o Dr. Len, que me arrebatou com a simplicidade e eficácia da técnica. Com a prática e as mudanças que estava presenciando em mim, e que mudavam tudo em minha volta, quis fazer algo para compartilhar, apresentar o Ho’oponopono para mais pessoas aqui no Brasil. Preparei um cartaz, com as frases do Ho’oponopono sobrepostas ą imagem de uma pintura de um belo girassol, e passei a vender pela internet. A partir daí, não parei mais. Veio o fórum, as sessões, e estou engajado cada vez mais. O interessante é que, por não ter viajado aos Estados Unidos nestes dois anos de Ho’oponopono, ainda não conheci o Dr. Len pessoalmente, embora me comunique com ele constantemente. Sou muito grato por sua orientação, principalmente no início, o que me facilitou compreender as sutilezas do processo de “limpeza de memórias”.

JORNALZEN – Fale-nos sobre a essência da filosofia dessa prática.
Al McAllister – Ho’oponopono significa “endireitar o caminho” ou colocar no prumo. Por isso, não considero uma filosofia, pois transcende o intelecto. Não há padrões comparativos de uma infra-estrutura de “escola de conhecimento”. É mais o assumir a responsabilidade pela vida e aprender a vive-la como Revelação. Por ser algo muito pessoal, foge da regimentação e limitações de grupos, conceitos e crenças.

JORNALZEN – Como a prática do ho’oponopono pode ajudar as pessoas no seu dia-à dia?
Al McAllister – Justamente por poder libertar as pessoas de seus padrões limitantes, mostrando que há uma escolha sendo feita a todo o momento. Com o Ho’oponopono, aprende-se a fazer essa escolha conscientemente. A escolha é pelo que se chama de “limpeza de memórias”, as crenças, condicionamentos e “programas” assimilados desde a infância – incluem-se até as crenças e condicionamentos culturais, da formação familiar, das memórias ancestrais de povo, país e religião. Neutralizando-se esses “programas”, a pessoa passa a expressar sua verdadeira essência, seu eu verdadeiro, com menos interferência dos “filtros” limitantes.

JORNALZEN – As quatro frases usadas no processo de limpeza encerram em si um profundo significado de amor incondicional. Gostaria que comentasse a respeito.
Al McAllister – “Te amo” abrange tudo no Ho’oponopono. Primeiro, a pessoa aprende a se perdoar, pelos julgamentos de si e do próximo. Com isso, ela começa a se amar, se reconcilia com o aspecto mais profundo e íntimo do seu ser, o que lhe proporciona o acesso ao lugar onde a paz reina e orienta: o amor incondicional. Tudo através dessas pequenas e singelas frases. Não há como o intelecto/ego entender isso. É a verdadeira transcendência.

JORNALZEN – O que o sr. poderia nos dizer a respeito do que temos visto em noticiários, sobre tanta violência doméstica, contra crianças, redes de pedofilia? Valores sociais invertidos e quase se tornando corriqueiros.
Al McAllister – Esses cenários são expressões desses “programas”. O sofrimento, a dor é real, mas isso é conseqüência da nossa falta de atenção em permitir que esses padrões de pensamento fiquem se repetindo em nós. Pedindo a limpeza dos sentimentos que temos ao saber desses eventos, procede-se a cura em nós – o que pode refletir no mundo “lá fora”. Portanto, não lido com opiniões sobre isso ou aquilo. É o ego que precisa de validação de opiniões, que sente a necessidade de “tomar partido” ou de “fazer alguma coisa”. Não, eu limpo em mim o que está me fazendo presenciar, sentir o mundo dessa maneira.

JORNALZEN – Como o sr. analisa a proposta de nosso jornal, que, diferentemente da maioria, não mostra os fatos citados acima?
Al McAllister – Justamente, o JORNALZEN oferece ao leitor essa opção, de notícia positiva e informação que acrescenta algo de valor ą vida da pessoa. Para que se entulhar de notícia de desgraça e desesperança, o que alimenta e amplia o foco nos padrões de sofrimento, insuficiência e negatividade?

JORNALZEN – Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores?
Al McAllister – Sou grato pela oportunidade de poder relatar um pouco da minha experiência com o Ho’oponopono. É importante essa divulgação, principalmente através de um jornal tão bem procurado pelas pessoas que querem um mundo melhor para todos. Aos leitores que quiserem se aprofundar mais a respeito do Ho’oponopono, temos muitos materiais e recursos gratuitos nos sites www.hooponopono.forumativo.com e www.hooponopono.com.br.

Campinas – São Paulo: http://www.jornalzen.com.br/
Maio de 2009

*O Livro Zero Limits acabou de ser lançado pela Editora Roca (Lena).

Maio 27, 2009

Navegar seguros no grande mar – Radiestesia

ESPECIAL STUM:
Navegar seguros no grande mar – Radiestesia



Desde sempre, o ser humano olha para cima, com vistas a entender os mistérios da Criação, do Cosmos, da grande Mente Universal que a tudo criou. Nesta busca, aprendeu a usar com muita proficiência o lado racional, prático, lógico, que podia ser visto, tocado, contado e pesado. Esqueceu-se, porém, quase por completo, de seu lado intuitivo, instintivo, criativo, inconsciente, que representa provavelmente mais de 90% de sua capacidade mental e tem seu correspondente no corpo físico no lado direito de nosso cérebro.

Quando finalmente procuramos a compreensão dos eventos que nos tocam de perto, quer nos deliciem, quer nos machuquem, precisamos buscar e vivenciar a verdadeira e imortal sabedoria...
A primeira e mais importante lei espiritual nos diz que O TODO é MENTE; o Universo é Mental. E nossa mente, de acordo com o segundo princípio (O que está em cima está em baixo) é um dos preciosos tijolos que formam a base, a parte integrante do Todo (Tudo que existe) e como tal navega suave e permanentemente no grande mar da vida, (somos a gota de chuva que caiu no oceano, mas também somos o oceano) sendo nós naturalmente capazes de acessar os registros inconscientes de toda atividade criada e de toda realidade/informação disponível no Universo. Sentir esta realidade, guardar esta sagrada verdade dentro do peito, nos permite viver uma existência plena que começa finalmente a fazer sentido, que nos permite evoluir a cada passo dado, a cada experiência, positiva ou negativa, que enfrentamos em nossa caminhada. Sim, somos o capitão, o comandante do nosso barco (a existência), com a tarefa de levá-lo ao porto seguro, passando pelas calmarias e as tempestades, escolhendo a rota, a velocidade, penalizados pelo lastro (o carma) e transportando a carga preciosa (o dharma, nossa missão de vida) que deve ser levada incólume ao seu destino...

Uma vez incorporada definitivamente em nós esta realidade, somente resta agora aprender como navegar com nosso precioso barco (Nossa Alma)... utilizando, para tanto, o tipo de bússola que mais se afina com nossa personalidade única e valiosíssima.
Por se tratar de algo que utilizamos mesmo antes de ter criado o STUM, desejamos agora introduzir, para quem ainda não a conheça, uma das formas mais interessantes e práticas que o Universo colocou em nossas mãos para fazer contato com Ele e que responde ao nome de Radiestesia (em sentido literal: sensibilidade às radiações). Tal como outras artes divinatórias, é, muitas vezes, relegada pela ciência oficial ao rol de secundária, pouco confiável ou utilizada por pessoas com algum parafuso a menos.
Na verdade, trata-se de válida técnica milenar que pode nos ajudar de inúmeras formas em nossa jornada pela vida, trazendo informação correta e confiável sempre que a utilizamos com a necessária habilidade e de acordo com as leis de ouro do amor incondicional e as leis espirituais.

Os campos de atuação desta técnica são praticamente infinitos:
- Na cura do corpo e da Alma, avaliando os chacras -os nossos principais centros de energia-, detectando a origem, muitas vezes emocional, de uma doença.
- Avaliando e escolhendo técnicas de cura e remédios mais indicados.
- Na prospecção de água do subsolo, detectando sua qualidade, vazão e profundidade de perfuração de poços artesianos.
- Encontrando as áreas nocivas nos ambientes domésticos e de trabalho, onde passamos boa parte de nosso tempo.
- Aprendendo a realizar as escolhas mais corretas em cada situação de nossa atividade pessoal e profissional... evitando, assim, perdas e prejuízos variados ao embarcar em projetos sem futuro, em carreiras não condizentes.
- Encontrando objetos perdidos, pessoas desaparecidas, e muito mais...

Para começar é suficiente um pêndulo... uma pequena massa de metal, de madeira, até de papel, presa a uma linha.
Agora, quem deseja operar esta poderosa ferramenta precisa estar capacitado. Deve conhecer profundamente a si próprio, confiar em sua força, em sua intuição e ter o coração puro, leve, aberto para ajudar o próximo sem invadir sua privacidade, seu livre-arbítrio, conseguindo, pela sensibilidade adquirida, captar as vibrações emitidas pelos objetos ou pelas energias envolvidas, entrando em sutil ressonância com elas, transformando-as em movimentos que serão interpretados, pelo nosso sistema neuromuscular, como respostas positivas ou negativas à pergunta colocada.

Um dos aspectos mais valiosos e interessantes que a Radiestesia nos proporciona é representado, sem dúvida, pela possibilidade de nos oferecer um profundo e consistente diálogo interior quando nos encontramos em dificuldade para descobrir uma saída a determinados problemas que enfrentamos.
A pesquisa radiestésica nos coloca em sintonia com a Fonte e nos leva, invariavelmente e a cada passo dado, a refinar, a calibrar sutilmente nossas opções de busca, pois, a cada "não" percebido pelo movimento do pêndulo, somos estimulados a sair de nossas opções habituais, sendo desafiados, confrontados a buscar alternativas criativas que, finalmente, vibram em ressonância perfeita com o ambiente à nossa volta. E finalmente, ao exalar uma respiração profunda (obrigado Li) percebemos que chegamos sãos e salvos no porto... e isso não tem preço.

É esta a própria história do STUM, onde tudo que é realmente importante passa pelo crivo do pêndulo (e por uma montanha de "não")... que se tornou nosso gerente geral, nosso mentor que se comunica com a gente simplesmente movendo-se para frente e para trás para dar um SIM e balança da direita à esquerda e vice-versa quando a pergunta nos leva a mais um NÃO. Claro que o ambiente em volta é leve, vibra sempre positivamente e isso é um requisito muito importante... também sabemos permanecer neutros e aceitar de bom grado o resultado da pesquisa. Tem dado muito certo na escolha do que deve ser escrito nos boletins quinzenais, do que vai pra Homepage, ou que interativos precisamos desenvolver para nossos queridos e fiéis usuários.

Lembro que o STUM divulgou este importante método, esta fabulosa bússola, desde sua criação, em 2000, sempre com a pontual colaboração de Isabel Carapinha, que, após um longo período de ausência de nossas páginas devido à sua atividade profissional de engenheira eletrônica, retornou recentemente com força total, escrevendo, proferindo palestras e ministrando cursos, inclusive on-line, sobre o tema. A ela devemos todo nosso reconhecimento por ter trazido elementos, experiências e estudos de casos de sucesso que somente reforçam os conceitos teóricos empregados e as práticas repassadas periodicamente aos nossos prezados leitores.
Navegue à vontade pelas matérias sugeridas ao final do boletim. Confie em Você e em sua percepção e descubra a beleza de ter ao seu lado nada menos que todo o Universo...

Seja feliz!
Somos Um só... eu sou o outro Você
Sergio - STUM

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/boletim/radiestesia.asp

Maio 23, 2009

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.


Sinto muito. "Seja gentil com você ontem"... Por alguma razão esquecemos que somos luz, esquecemos que temos acesso a fonte, esquecemos que somos a fonte com infinitas possibilidades.

"O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído"... E esse esquecimento faz com que eu ande completamente distraída; penso que penso, penso que escolho, penso que amo... Mas, na realidade estou distraída em um mundo de ilusões... Em um mundo de memórias que se repetem sem a minha consciência, sem o meu controle, sem a minha lembrança e percepção, simplesmente ando distraída...
Como uma criança que pede para repetir a historinha inúmeras vezes até acreditar dentro de si que faz parte daquela historinha... E quantas historinhas eu continuei desejando que se repetissem sem a minha consciência! Mas tudo bem, sinto muito... Sou apenas uma criança!

Me perdoe. Nas incontáveis historinhas que ouvi, aprendi ou criei, eu tinha que pedir perdão a alguém, sempre o outro. Por algum "pecado" que eu havia cometido. E um enorme sentimento de culpa foi se cristalizando com o tempo, e a minha criança cada vez mais distante da fonte onde não existe culpa, onde não existe pecado... A minha criança sempre soube que não existia nada disso e que o outro andava tão distraído tanto quanto eu andava...
Meus pais sempre andaram distraídos, afinal são crianças como nós e nós os aceitamos sem nenhuma culpa porque a criança deles sabe que eles deram o melhor dentro da distração no mundo das memórias...
Dentro de nós existe uma criança que quer e outra que não quer. A criança divina que sabe que tudo pode, e a criança heróica, limitada pelas memórias das historinhas.
A quem devo perdoar? A mim em primeiro lugar, a minha criança, pois eu não sabia que era tão distraída assim e dessa forma eu perdôo todas as crianças com quem me relaciono, essa é a minha responsabilidade, respeitar e perdoar a mim e o outro.
O outro faz parte das historinhas que eu criei, o outro com tudo que me traz de bom e ruim, faz parte das minhas memórias afinal o outro é só um reflexo da minha criação inconsciente, de tudo que eu criei durante a vida, ou vidas vá saber...

Te amo. Sempre aprendi a amar o outro, o próximo, tanto que acreditei durante muito tempo na minha capacidade de amar a tudo e a todos, achava até que ninguém amava mais do que eu e que ninguém tinha tanta capacidade para perdoar quanto eu.
E o príncipe encantado no cavalo branco? Nossa esse então... só quem me conhece sabe o quanto sonhei com ele nas minhas historinhas, afinal a minha capacidade de amar era tamanha que nada mais justo do que um belo príncipe como recompensa.
Bom, isso significa que durante toda uma vida busquei o meu amor no outro, sempre o outro, o outro era responsável pela minha felicidade e eu acreditava que era merecedora e quando não acontecia achava que era uma injustiça enorme comigo, que Deus não olhava pra mim. Quanto mais eu projetava esse amor fora de mim, mais eu atraia grandes mestres para me mostrar o contrario.
Essa compulsão era tão forte que eu me contentava com migalhas de atenção e tempo a mim despendidos. Vivia num excesso de compreensão absurda e me acomodava na situação, sempre me adaptando ao outro, as vontades do outro, as escolhas do outro, ao tempo do outro, a escassez de carinho do outro, porque dentro da minha historinha eu acreditava que aquilo que eu estava vivendo era amor no duro e me sujeitava a situações contra a minha vontade simplesmente por medo de perder o vínculo.

A quem devo amar? A mim mesma em primeiro lugar, isso as histórinhas não haviam me ensinado. O amor que eu tanto busquei estava o tempo todo a minha disposição. Dentro de mim, na minha criança divina. Eu só precisava que essas duas crianças se reconciliassem dentro de mim, a egóica e a divina, o masculino e o feminino, a emoção e a razão e como testemunha a Divindade. E assim É!

Sou grata. Agradecer a que? A quem? A mim mesma em primeiro lugar... A gratidão é um sentimento sublime e ao mesmo tempo se eu estiver distraída posso ficar presa nesse sentimento de gratidão ao outro como uma dívida sem fim e o que é pior posso também confundir com amor.
O sentimento de gratidão pelo que Eu Sou! Pelo meu jeito distraído de ser, sem culpa, gratidão por me aceitar plenamente. Sentimento este que gera alegria e a alegria é Deus se manifestando através do meu ego. A alegria que se transforma em esperança e fé. A concretização do Amor verdadeiro em mim.
Assim É!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Texto de minha amiga Silvana Nunes


Maio 15, 2009

Do Amor...


Do Amor

Quando o amor vos chamar, segui-o, mesmo que os seus caminhos sejam íngremes e penosos.

E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos a ele, ainda que a espada dissimulada nas suas penas vos possa ferir.
E quando ele vos falar, crede nele, embora a sua voz possa estilhaçar os vossos sonhos como o vento do norte devasta o jardim.

Pois assim como o amor vos coroa, também vos crucifica. E, tal como serve para o vosso crescimento, também serve para a vossa decadência.

E como ele se ergue até às vossas copas e acaricia os vossos mais tenros ramos que esvoaçam ao sol, também às vossas raízes ele desce e as sacudirá no seu apego à terra.
Quais feixes de trigo, ele vos reúne em si.
Vos amanha para vos pôr a nu.
Vos ciranda para vos libertar do vosso farelo.
Vos moi até à alvura.
Vos amassa até vos tornardes macios.
E, depois, vos entrega ao seu fogo sagrado, para vos tornardes pão sagrado para o festim sagrado de Deus.

O amor fará todas essas coisas de vós, para que possais conhecer os segredos do vosso coração e vos tornardes, através desse mesmo conhecimento, um fragmento do coração da vida.

Mas se, no vosso temor, procurardes no amor apenas paz e prazer, faríeis melhor se ocultásseis a vossa nudez e saísseis do amor, para o mundo sem razão, onde rireis, mas não com todo o vosso riso, e chorareis, mas não com todas as vossas lágrimas.

O amor dá-se apenas a si mesmo e nada recebe se não de si próprio.
O amor não possui nem quer ser possuído.
Porque o amor se basta do amor.
Quando amardes, não deveis dizer que está no meu coração, mas antes, no coração de Deus.
E não penseis que sois vós quem orienta o rumo do amor, pois, se vos achar dignos, será o amor que conduzirá o vosso caminho.
O amor não tem outro desejo que não realizar-se a si mesmo.
Mas se amardes e sentirdes desejos, que sejam estes os vossos desejos: Dissolver-se e ser-se como um regato que desliza e canta à noite a sua melodia.

De tanta ternura conhecer a dor, ser ferido pela vossa própria concepção do amor e sangrar de boa vontade e com júbilo.
Acordar para o amor com um coração alado e dar graças por um outro dia de amor;
e fazer uma pausa à hora do meio dia e meditar sobre o êxtase do amor; regressar à noite ao lar com gratidão; e adormecer com uma oração no coração pelo amado, e nos lábios um hino de louvor.

por Kahlil Gibran, em o Profeta"

Maio 10, 2009

Ho’oponopono: Mãe “tornando certo”...


Ho’oponopono: Mãe “tornando certo”...

Sou mãe e neste dia, designado pela mídia, ponho-me a refletir...
Talvez seja o amor, que muitas vezes esteja mais próximo do AMOR de nossa Divina Natureza, mas me faz parar para pensar no grau de responsabilidade que tenho também, ao dar a luz a um novo ser!

Transmito minhas memórias genéticas ancestrais ao meu filho, isto é inevitável... Não tenho CULPA alguma por isto, mas quanto tenho que ser responsável e pedir à Divindade a limpeza dessas memórias, ao invés de lutar para que meu filho seja aquilo que, em meu ego=memórias, queira que ele seja!

Mãe, também tem uma Criança Interna que há muito se encontra abandonada e aí pergunto: o que posso dar ao meu filho (a partir dessa criança interior em mim)? Sei que ninguém pode dar o que não têm para si mesmo! Sei também, que quando exijo de meu filho algo, estou exigindo de minha própria criança...
Assim, como meu filho não pode corresponder às expectativas de meu ego=memórias=controle, minha criança interna também não pode e nos momentos em que faço esse tipo de exigência ao meu filho, a menininha lá dentro de mim se sente automaticamente cobrada e o círculo vicioso continua, em eterna repetição de memórias...

A única forma que vejo de homenagear o dia de hoje e estender incessantemente a todos os dias de minha vida é a petição ao Criador... Que limpe em mim as memórias que se repetem e que compartilho com meu filho e que as transmute a mais pura luz!
Sinto muito > Embora eu não me lembre disto, lamento por ter criado todas essas memórias equivocadas.
Me perdoe > Eu me perdôo por tudo o que “um dia” criei.
Te amo > Eu amo vocês minhas memórias, pois tenho plena consciência que somente o AMOR pode desfazer qualquer equívoco.
Sou grata > Minha gratidão, por poder estar tendo a oportunidade de poder libertar vocês e a mim!

E assim permaneço na Paz do Eu:


A Paz esteja convosco.
Toda a minha Paz.
A Paz que é Eu,
a Paz que é Eu Sou.
A Paz para todo o tempo,
agora e para sempre
e eternamente.
Minha Paz Eu lhe dou.
Minha Paz Eu deixo contigo.
Não a Paz do mundo,
mas somente minha Paz.
A Paz do Eu!


A Paz que transcende toda compreensão! E na Paz desejo a todas as mães, também aos pais/mães a Paz do Eu, que permeie não somente este dia, mas todos os dias de nossas vidas!

Maio 06, 2009

Tradições Ancestrais

Tradições Ancestrais


"Quando o tempo do búfalo estiver para chegar, a terceira geração das crianças de olhos brancos deixará crescer os cabelos, e começara a falar no amor que trará a cura para todos os filhos da terra. Estas crianças buscarão novas maneiras de compreender a si próprias e aos outros. Usarão penas, colares de contas, e pintarão os rostos. Buscarão os anciões da nossa raça vermelha para beber da fonte de sua sabedoria. Estas crianças de olhos brancos servirão como um sinal de que os nossos ancestrais estão retornando em corpos brancos por fora, mas vermelhos por dentro. Elas aprenderão a caminhar novamente em equilíbrio na superfície da Mãe Terra, e saberão levar novas idéias aos chefes brancos.“ (Profecia da roda do arco-íris)


Somos como uma colcha de retalhos multimilenar, uma espécie de patchwork, onde cada pedaço de tecido representa nossas experiências boas ou ruins, libertadoras ou limitantes. Acreditem ou não, nós somos tecelões da nossa própria experiência/existência e já caminhamos por todas as culturas e raças.

Fomos creados (quem cria é o homem, Deus é creador) em espírito e verdade a imagem e semelhança de DEUS/PAI/MÃE, não em formas corporais(raças) mas em espírito e verdade...

Sob esta ótica todos nós, Vermelhos, Negros, Amarelos e brancos como também todas as raças que surgiram através da miscigenação, todas sem exceção no nível do Eu Superior (aumakua) estão ligadas, são irmãs.

Que possamos honrar, Pai e Mãe, Avôs e avós, Bisavôs e Bisavós e todos aqueles que vieram antes deles, pois o sangue que corre em nossas veias
e artérias é o sangue de nossos ancestrais, e se perde na Origem dos tempos,
Na origem de tudo o que há...

Que possamos honrar Nossos irmãos em evolução:
O Povo de pedra,
O Povo em Pé,
O Povo planta(auxiliar)
Os quatro Patas,
O povo que voa,
O Povo que rasteja,
O povo inseto,
O Povo pequenino(elementais),
O povo das águas,
Os Nossos animais domésticos...
Pois,
A alma dorme na pedra...
Sonha no vegetal...
Agita-se no animal...
Toma consciência no homem.
Saibamos então, que não estamos separados,
tudo está interligado...
Gratidão, Gratidão, Gratidão...

Vamos honrar Nosso Pai céu e nossa sagrada Mãe Terra
Com atitudes/Palavras/Pensamentos Verdadeiros...
E que sejamos inteiros...

: " Ensinai aos vossos filhos, aquilo que ensinamos aos nossos : que a terra é nossa mãe. Dizei a eles que a respeitem, pois tudo que acontecer aterra acontecerá aos filhos da terra, se os homens cospem no chão, eles cospem sobre eles mesmos. Ao menos sabemos isto: a terra não é do homem, o homem pertence a terra. Todas as coisas são dependentes. Não foi o homem quem teceu a teia da vida , ele não passa de um fio dessa teia. Tudo o que fizer para essa teia, estará fazendo a si mesmo". Chefe Seattle

Fonte: texto e formatação Atmo Parivesh(Alexandre Ledur)

Abril 30, 2009

O poder do "EU TE AMO"


O poder do "EU TE AMO"

Minha amiga Verinha, uma de minhas lindas partes Divinas, fez esse texto simples e maravilhoso, fica impossível deixar de repassar. Só posso dizer à ela “Eu Te Amo”!!! (Lena)

***

Você já falou "EU TE AMO" hoje?

Pense bem quantas vezes você falou "Eu te amo" ultimamente...
Algumas pessoas têm dificuldade e certos bloqueios em falar "Eu te amo"!...
Procure fazer um teste a partir de hoje e coloque essa frase em sua vida.
Se você tem problemas em falar "Eu te amo", apenas mentalize "Eu te amo" antes e depois de tudo, absolutamente tudo em sua vida e perceberá uma grande mudança!

Comece pela sua casa, sempre antes de sair e ao chegar em casa pense "Eu te amo", lembre-se o seu lar é o seu "templo" e você precisa amá-lo para que boas energias circulem..

Pense/mentalize "Eu te amo":

Antes de regar as plantas e verá como elas crescerão mais fortes,
Antes de regar as flores e verá como elas durarão muito mais,
Antes de comer ou preparar cada alimento e verá como dificilmente eles cairão mal (salvo excessos, rsrsrs)
Antes de tomar ou ministrar um remédio para alguém, e verá como virá a cura ou a dor diminuirá mais rápido...
Ao pagar contas, fazer cheques, assinar cartões de crédito, tudo que envolve o dinheiro, e verá como o dinheiro fluirá melhor em sua vida.
Ao entrar e sair do seu carro, do seu trabalho, de reuniões comerciais, familiares e pessoais, etc.
Já pensou falar/mentalizar "Eu te amo", em cemitérios?
Além de ossos e restos mortais o cemitério é a morada de muitas almas que ficarão gratas por sua atitude tão amorosa..

Procure mentalizar "Eu te amo" quando você for encontrar ou pensar em pessoas queridas e as não tão queridas também, pois se elas estão na sua vida, de alguma forma vocês aprenderam alguma coisa com elas... Seja grato (a) e as ame pelo menos por isso...

Procure mentalizar/falar "Eu te amo" ao pensar na sua casa, no seu trabalho, no seu bairro, cidade, país, planeta, pois assim você ajudará a trazer paz e harmonia para sua vida e para aqueles que vivem no mesmo lugar que você!

E se você tiver algum animal de estimação, faça esse teste, fale ou mentalize "Eu te amo"! E veja nos olhos dele a reação maravilhosa que isso vai provocar, eu pessoalmente faço isso diariamente com meus gatos e garanto a reação deles a essa frase é arrepiante!!

Amo todos vocês por fazerem parte da minha vida de alguma forma,
beijos,
Verinha.

Abril 22, 2009

E-Book - Seminário O Portal – Ho’oponopono

Rio de Janeiro - dia 16 de Maio
Belo Horizonte – 20 e 21 de Junho, 2009


Baixe aqui o e-book: http://www.4shared.com/file/101075161/c0886ee2/Seminarios_O_Portal.html

É uma alegria e satisfação anunciar os seminários dos dias 16 de Maio no Rio de Janeiro (inscrições pelo lbaumfeld@gmail.com), e 20 e 21 de Junho em Belo Horizonte, MG (inscrições pelo luizavirginia@hotmail.com) .

Ho’oponopono é uma cura Havaiana que tem por finalidade nos libertar de memórias indesejáveis (crenças limitantes, programas neuronais negativos) as quais nos fazem repetir padrões comportamentais limitantes em diversas áreas de nossas vidas.

O que impede nossa realização, o vivermos nossos sonhos e desejos e não nossos medos são os “programas” limitantes rodando na mente subconsciente e que determinam nossa realidade. A dificuldade está no fato que mesmo sabendo disso não conseguimos, ou pouco conseguimos mudar esses padrões repetitivos de insuficiência, sofrimento, mediocricidade e infelicidade!

Ao fazer o Ho’oponopono você limpa, purifica a origem destes problemas, neutralizando a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No Ho’oponopono não há culpado, não é necessário reviver o sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, nem a sua origem.

Sem os filtros da programação de família, antepassados, crenças, cultura, e mídia a pessoa aos poucos descobre que ela é completa em si mesma! Você começa a realizar seus sonhos e não seus medos. Amor, felicidade, prosperidade, a abundância de coisas boas na sua vida não são recompensas que você precisa lutar para conseguir – isso tudo é o estado natural do seu ser.

A premissa do seminário é de revelar que existe em você tudo que é necessário para mudar sua vida para melhor.

Você quer, mas não sabe como:

* Neutralizar e cancelar todos esses programas limitadores de sua Realização Pessoal de maneira rápida e eficaz?
* Aprender a libertar seu Eu do seu “eu”?
* Parar de buscar validação “lá fora” em pessoas e coisas?
* Eliminar a participação do seu ego, e se abrir para escolher e receber uma nova condição de vida logo de cara?
* Aprender a viver seus sonhos e não seus medos?
* Eliminar as ansiedades que bloqueiam seu Desenvolvimento Pessoal?
* Estabelecer uma nova condição de vida, conforme a sua necessidade do momento?
* Aprender a se abrir para receber as Inspirações?
* Ser FELIZ?
* Ter um RELACIONAMENTO AMOROSO ideal?


NÓS SABEMOS!

Com certeza o seminário Vivência O Portal – Ho’oponopono transcende tudo que você já aprendeu antes por ele lhe dar acesso ao aspecto mais sublime do seu Ser.

Inspiração: seu presente no presente pela Presença. Esse é o diferencial da moderação do Al McAllister.

www.hooponopono.com.br

CONTATO: Lena Rodriguez - Terapeuta
TERAPIA VIBRACIONAL http://e-therapy.no.comunidades.net
E-mail: liberdadedeser@gmail.com
Floral Âncora http://tinyurl.com/c69ooo




Abril 20, 2009

Declaro-me vivo!

¡ Declaro-me vivo!

Chamalú Indio Quechua



Saboreio cada momento.

Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então

fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.

Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me

difamava.
¡Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um

cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.


A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.

Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.

Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,

que tem embutida a inocência.


É possível que tenhamos que ser apenas humanos.

Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.

Por esta razão é muito importante que apenas o Amor
inspire as nossas ações.


Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.

A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.

A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.


Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que
nós, o nosso desequilíbrio está garantido.



É possível que sejemos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.


Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.

Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade
que prolifera, infectando almas
e atrofiando corações.

As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.

As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea
as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.

A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.




Peço-lhes perdão, mas….
¡ DECLARO-ME VIVO!

Chamalú.
Indio Quechua


Que lindo!!! Sinto muito. Me perdoe. Te amo.

Sou grata. Sou grata. Sou grata.







Abril 15, 2009

A Voz do Silêncio

A Voz do Silêncio
(Sua intuição quer falar com você)

Este Sergio é um dos seres mais lindos que “conheço”, leiam como escreve o CORAÇÃO dele... Fico muito feliz por essa divina parte de mim que é ele, fazer parte de mim!
Te amo. Sou grata, Sergio!
Lena

É sempre assim... Já não dá para chamar de conspiração, pois virou roteiro.Primeiro foi o amigo Zé que, ao entrar em minha casa, me pediu para gentilmente desligar o inofensivo rádio, que espalha por aqui música ambiente em volume muito, muito baixo. Depois veio a Deborah, que me enviou por e-mail um vídeo do youtube sobre o tema "silêncio". Hoje foi a Sandra, que me contou um fato raro: na fila do Correio encontrou depois de anos uma conhecida, pessoa surda e muda, com a qual se comunicou sem palavras, pela leitura labial... algo que ainda não tinha feito antes... e que eu visualizei como se estivesse estado lá com ela, abrindo um profundo sorriso nos lábios, que me pegou novamente agora ao digitar.

A cereja em cima do bolo veio enquanto me barbeava, quando veio forte em minha mente a frase em italiano que dizia claramente: La voce del silenzio...
Sou cabeça dura, mas ficou logo evidente, em frente ao espelho, o tema do especial. Espero não cansar o leitor com estas observações que normalmente coloco no começo do texto, mas acho relevante transmitir como as sincronicidades se sucedem quando estamos receptivos e observamos o que acontece, vindo sempre de forma simples e suave à nossa volta. É precioso verificar que nunca estamos isolados, sendo que todos fazemos parte da poderosa teia de energia que amorosamente nos envolve e nos coloca no lugar certo, na hora certa, para, de alguma forma, passar à frente uma mensagem legal, que alimente mais e mais nossa alma.

Bom, rápida busca no google e veio em menos de um segundo este vídeo... pela voz de Andrea Bocelli com a lindíssima região da Toscana ao fundo. A música me arrepiou o corpo todo, mesmo que, de início, tivesse julgado tratar-se de mais uma singela canção de amor, falando de saudade ou de perda. Mas senti com clareza que não era isso que ela me passava. Sempre, desde que o mundo é mundo, os poetas e os músicos em sintonia com as esferas superiores conseguiram tocar as pessoas mais sensíveis e despertas driblando as censuras e as normas obscurantistas dos poderosos, dos patrulhadores de plantão... e a Itália ainda sofre amplas influências nocivas neste sentido, vindo pontualmente de Roma!
Foi muito simples: bastou trocar a palavra "amor" por "minh´Alma" e tudo passou a fazer mais e mais sentido. E -em silêncio sagrado-, agradeci profundamente.

E de repente
reparo que o silêncio
tem o rosto das coisas
que perdeste,
e eu te sinto amor
te sinto em meu coração,
estás retomando o lugar que
tu não havias perdido nunca

É desta forma, como nas palavras tão íntima e profundamente cantadas pelo Andrea Bocelli, que se processa, finalmente, o fim da busca no mundo exterior, o reencontro com a essência imortal que em nós habita, após uma longa e estéril caminhada no mundo da ilusão, com suas luzes de brilho tão intenso que chegam a nos queimar por fora, com seus ruídos perturbadores que atordoam, hipnotizam e entorpecem nosso centro, que desde sempre pede paciente e ardorosamente para sair da sombra, ser reconhecido e ouvido, lá onde o estridente som da rua, das buzinas, dos sinos não consegue mais chegar... no encontro definitivo com a Fonte, o que alguns sábios chamam de vazio criador que a tudo contém.

Como é maravilhoso ter o dom de comunicar as grandes verdades da vida pela voz tão melodiosa e pela música -a linguagem universal-, a vibração que atinge o mais fechado dos corações... a cada nota suave transmitindo a mensagem do amor... gota após gota por fim perfurando a mais endurecida couraça.
O Universo trabalha assim, com infinita paciência, relevando nossos erros, nossas omissões, nossa apatia e o medo para enfrentar os desafios da caminhada...
Dá para perceber, olhando para trás, os passos dados até aqui, o quanto já nos equivocamos, deixamos a desejar, sem por isso incorrer em qualquer punição ou reprimenda.

Tivemos nossas aulas de experimentação e incontáveis provas para transpor, mas quem nos colocou na contenda nos entregou as ferramentas e os instrumentos para passar de fase... aprendemos que é indispensável sair da sombra ou do falso brilho exterior e olhar para dentro, pra abraçar novamente nossa Alma, que "não havíamos perdido nunca".

Vamos refazer juntos a descoberta que a letra da música nos sugere e colocar entusiasmo e movimentos de amor em nossa vida... voltar a sentir sem precisar ver ou ouvir, simplesmente captando a mensagem que vem de dentro, das nossas entranhas; mensagem esta que liberta, conforta, ampara e protege.
Vamos buscar em nosso centro o mapa original de nossa missão, as informações gravadas profundamente em nosso banco de dados, que nos conduzem, a todos, pois todos estamos aqui com um propósito único e bem claro, a concretizar, enfim, a obra da Unidade, da Paz interior que nos irmana definitivamente, que nos tira da incerteza, da mesmice e da ignorância.

Vamos buscar a realização suave e verdadeira, que se sobrepõe ao desmando, à injustiça, à corrupção que vemos lá fora, mas que faz parte do mundo de maya.
É ilusão, é parte do processo de depuração do joio e do trigo; jogo -mas não jugo-, visto que somente participam desta balada inconsequente os que não entenderam a mensagem da canção e que -poderá demorar, mas chegarão lá também-, não conseguiram mergulhar no "mar do silêncio", que ainda não sabem o quanto sua alma está perdida e faminta. Apesar da ilusão na qual estão imersos, são unos com tudo e saberão no momento apropriado, retornar ao convívio com a Luz, com o amor incondicional que a tudo conserta e cura, o bálsamo definitivo, absoluto.

Somos um só e a cada dia nos dedicamos mais e mais ao serviço da compaixão, sempre disponíveis e amorosamente guiados e amparados.
A vida é um jogo deslumbrante, justo e perfeito. Há somente uma regra e esta é simples: precisa apenas colocar o amor em tudo.
Não há vencedores ou vencidos, pois não se trata de mais uma férrea competição desta dimensão terrena, e o que importa é atingir uma vibração que liberta, fascina, encanta e congrega.
O tempo, aqui nesta arena, não conta, é supérfluo.
O que vale é a transformação de nossa Alma, nos fazendo mergulhar novamente no mar de Luz que carregamos desde sempre em nosso peito...
Vamos, juntos, respirar o silêncio, entrar de vez na onda melodiosa que o amor proporciona? Vamos fazer nossa parte, dando nosso exemplo, sendo mensageiros da esperança e da Paz?
Escreve a Izabel Telles: "A intenção remove montanhas, as portas estão abertas e a oportunidade bate à nossa Casa convidando a todos para o grande salto de fé".

Sinto muito - Eu te amo - Muito obrigado.
Somos Todos Um só!
Sergio - STUM

ESPECIAL STUM: A Voz do Silêncio


Abril 06, 2009

Ho'oponopono: o ladrão se arrependeu...

Cartaz do Artista Plástico Al McAllister www.soubem.com

Ho'oponopono: o ladrão se arrependeu...

Diante de tudo que já vivenciei nesses meus 16 meses de limpeza incessante com Ho’oponopono, realmente nada está me surpreeendendo, independente disto, sou plena de gratidão a cada relato de nossos companheiros de grupo na prática do processo e sendo assim, pedi autorização a nossa querida Lucimar para postar seu depoimento e com mais detalhes que ela me passou sobre o caso! Sou gratíssima querida, por compartilhar com todos nós! Lena


******

Quero compartilhar com meus irmãos do fórum a situação que vivi hoje:

Dia 15.03.2009, meu cunhado pai da Renata e Claudia, que participam de A Proposta e agora de A Escolha, foi roubado seu carro dentro da residência, com todos dentro da casa. Dois dias depois a mãe delas (minha irmã) sofreu um seqüestro relâmpago (de 2 horas), dentro do Poupatempo e levada ao Banco onde sacaram todo dinheiro dela. Logo depois seu cachorro, um boxer, veio a falecer, o outro cachorro, do nada se enforca com a coleira na praça. Só que deu para socorrer e a cachorra se salvou, após sedação e serrada a coleira de metal, com ganchos.

Bom, numa sessão virtual, escrevi ao AL, numa mensagem privada e ele como sempre gentilmente, iniciou uma limpeza especial, que eu mesma, nunca tinha visto, ele não disse nada e imediatamente fez a limpeza.

Hoje por volta das 9:00 h da manhã, um homem, bateu à casa de minha irmã e a campainha não estava funcionando, este homem ficou em sua porta até as 12:00 h, quando a Renata saiu, e o homem disse a ela, "moça meu irmão roubou a caminhonete de vocês, e eu queria devolvê-la", a Renata começou a chorar e abraçou o homem e agradecia e chorava e ele disse à ela, "só que tem uma condição; eu não quero que vocês façam nada com meu irmão ou minha mãe, porque ele está em casa dormindo e vocês, tem que tirar o carro de lá, levar na rua e depois, vocês chamam a policia".

A Renata concordou na hora e chamou seu irmão que foi junto, com outra pessoa, policial aposentado, tiraram a caminhonete da casa e chamaram a policia.

Detalhes: O policial aposentado, foi com meu sobrinho até a residência, tiraram o carro para fora da casa, colocaram na rua, e o rapaz ficou junto, de acordo com o combinado, chamando depois a policia. O rapaz não parava de passar no local, nervoso achando que não cumpriríamos o acordo, ai ele tocou a campainha de uma casa em frente e passou por mim e a Renata e disse, esta casa é do meu patrão. e foi embora, neste momento saiu um homem da casa e veio em nossa direção e perguntamos; o Sr. é patrão daquele moço de camisa amarela e o homem respondeu que não e que nem o conhecia e foi atrás do rapaz, ai meu irmão ficou muito nervoso comigo e a Renata, porque chamamos a atenção para o fato. Só que o Homem era promotor publico, neste ínterim chegou a policia e meu sobrinho disse que o carro era do pai dele e que havia sido roubado, ai o promotor foi e disse que esse carro esteve a semana toda parado nesta rua e o que lhe chamou a atenção foi a rede da frente branca, por não ser original do carro. Disse também ao policial o fato do rapaz, tocar a campainha dele e falar que trabalhava para ele, ai quase deu problema... mas, eu e a Renata voltamos para casa e deixamos eles lá, e não fomos a delegacia. Feito toda a burocracia, levaram o carro para uma oficina, ficou tudo bem.

Quero em primeiro lugar agradecer a Divindade, te amo, te amo, sou grata, sou grata e ao AL, pela sua presteza, dedicação, gentileza.

A Limpeza naquele domingo foi muito forte, e (sou grata) à todos vocês amigos do fórum, que ajudaram. O Pai da Renata é um senhor, já com bastante idade, que não faz mal a ninguém, e já era a segunda caminhonete que roubavam dele, e desta vez ele ficou muito deprimido. foi um milagre.

Tenho um irmão que trabalha na polícia e ele me disse hoje, "Lucimar trabalho há 28 anos na Policia e nunca ouvi ou vi uma história desta", e eu disse, "é porque você não faz HO'OPONOPONO". E ele, "o que? ....".

Divindade, sou grata, sou grata, te amo, te amo, Vitória.

Amigos do fórum, sou grata, sou grata, te amo, te amo,

Lucimar

http://hooponopono.forumativo.com/forum-ho-oponopono-ao-entrar-no-forum-use-os-botoes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/o-ladrao-se-arrependeu-t638.htm#3802

Abril 04, 2009

TAI CHI CHUAN

TAI CHI CHUAN


Meu querido Mestre de Tai Chi Chuan, Mario Nascimento, aluno de Mestre Chan,, o primeiro no chão à esquerda... Parte de nossa turma de Tai Chi na praça, Praia das Pitangueiras, que fica em nossa ilha > Guarujá -SP... Eu sou aquela no chão também, a segunda à direita, ao meu lado, em seguida está a Iza, minha querida mestra de Tai Chi também, um ser lindo, lindo, só conhecendo... Mestre Mario me presenteou com esse magnífico e poético texto sobre a prática de Tai Chi... Não resisti e quis compartilhar com todos os meus amigos de Blog! Sou grata queridos Mestres por todo aprendizado e carinho!
Lena


Introdução


Veio da China e nasceu da observação da luta de um falcão e de uma serpente. Chan San Feng, um monge taoista, viu que toda vez que o falcão atacava, a serpente se esquivava de seu raio de ação, tornando a força agressora inútil. Dessa descoberta nasceu o Tai Chi Chuan, no século XII. É um conjunto de exercícios e movimentos que tem como base a não reação violenta e o perfeito equilíbrio para dançar diante do agressor. Como a serpente fez com o falcão; como as plantas fazem com o vento.

Para a prática do Tai Chi Chuan os músculos deves estas soltos, relaxados, para facilitar os movimentos. Todos os gestos nascem do baixo ventre (Tan Tien), propagam-se pelos braços e pernas. Sempre com suavidade e muito equilíbrio, leveza, quase uma dança. Há possibilidade de 108 movimentos. Mas nem todos os Mestres trabalham com todos eles. Uns trabalham com 80, outros apenas 24 movimentos básicos. Os exercícios têm uma sequência e podem ser feitos ao ar livre ou em salas espaçosas, e de forma fixa (sem passos) ou móvel (com passos) e livre (com os dois tipos).

Apesar da leveza e suavidade dos movimentos, o Tai Chi mexe com todos os músculos do corpo – cada ligamento, cada articulação é trabalhada. A naturalidade dos movimentos depende de uma perfeita e consciente integração de cada parte do corpo.

O Tai Chi é muito mais que um aprendizado de defesa pessoal.

É uma filosofia realista de colocação do indivíduo no mundo, como parte do mundo. Estamos no mesmo barco. Todos, homens, animais, plantas, terra, água, vento. E não nos percebemos como parceiros, mas como inimigos. Mais ainda, brigamos até com nossa própria canoa – nosso corpo, esse desconhecido, coitado, não assumido, que sofre todo tipo de pressão, e reage tencionando tudo.

Sem mágica nem truque. Com movimentos suaves, lentos, macios, o Tai Chi propõe um equilíbrio de corpo e cabeça para funcionar como uma força pacifista. Tipo: eu não luto, mas danço com perfeito equilíbrio diante da luta. Eu me esquivo. Quem ataca despende muita energia negativa. O próprio impulso de agressão desestabiliza. Quem percebe isso leva uma vantagem. É como se alguém estivesse fazendo força para abrir uma porta e de repente essa porta fosse aberta pelo lado de dentro. Quem forçava vai cair. Se o agressor não encontra o alvo perde a estabilidade. É exatamente isso que o Tai Chi propõe: sair do raio de ação do agressor.

Como defesa pessoal, por exemplo, o Tai Chi seria um jogo de “você não me pega, só gasta sua energia, tentando me alcançar. Apresento meu equilíbrio e minha paciência contra sua força. Não sou de guerra. Estou em paz.”

O Tai Chi usa a suavidade contra a dureza. Usa o movimento como defesa. Por isso é tão leve e suave. Propõe o auto conhecimento e a extrema atenção no eu e no outro como a maior possibilidade de relação. A gente só pode respeitar o outro quando conhece profundamente nossa própria força e vontade, quando se respeita. Aliás, qualquer relação só tem sentido quando é de troca. Ninguém pode só dar. Nem só receber. Nós somos parte do mundo. E é essa a nossa força. Somos únicos. Somos grupo. Singular e plural ao mesmo tempo. O Tai Chi propõe essa percepção. Não é uma luta, não é uma dança, nem um tido especial de ginástica. É uma filosofia e um trabalho de corpo e espírito que resulta em mais saúde física e mental. Resulta num equilíbrio interno e externo. Melhor ainda, não tem contra-indicação. Pode ser praticado por pessoas de qualquer idade – de 5 a 100 anos – com resultados diferentes, mas sempre positivos. Não exige preparo físico. Serve a fracos e fortes. Ajuda a curar doenças, como obesidade, pressão alta, insônia, coluna. Melhora a circulação espanta o reumatismo e ainda por cima aumenta a capacidade respiratória, a concentração e retarda o envelhecimento. Sem usar força, sem sofrer. Completamente relaxado e em paz, pode-se trabalhar o corpo e o espírito no pique dos sábios orientais – com paciência e doçura. Isso é o Tai Chi Chuan. Uma pílula de paz nesse mundo de guerra.


AS DEZ REGRAS BÁSICAS


Relaxe todos os músculos, inclusive do rosto, então assumirá uma expressão serena.

Expulse os pensamentos. Fique somente consciente dos movimentos do corpo.

Execute os movimentos num ritmo tão lento quanto possível.

Conserve o mesmo ritmo lento, mesmo sentindo vontade de executar alguns movimentos numa velocidade maior.

Respire com calma pelo nariz.

Cada movimento deve ser fácil de executar. Se não for, é porque algo está errado.

Nunca continue até o fim, conservando sempre uma pequena reserva para o momento seguinte; pensa em yin-yang, onde no plano branco á se vê um ponto preto, e no plano preto, um ponto branco.

Execute cada movimento com cuidado e atenção. Cada detalhe é importante. Faça tudo como se fosse a primeira vez.

Não faça força. Cada gesto é leve e macio.


Tai Chi Chuan é contínuo do início ao fim. O movimento nunca para completamente e em nenhum momento há imobilidade.

Além dessas regras básicas, existem observações feitas por mestres, tentando resumir em sentenças curtas a experiência de muitos anos.

Alguns exemplos: “Assim como existe o alto, existe o baixo”; “o adiante e o atrás”; “à direita e à esquerda”; “vou devagar, porque tenho pressa”.

Querendo fazer um movimento para cima, já pense antes em voltar seguindo uma linha para baixo. Se você elimina uma resistência, a causa da resistência se desfaz sozinha e o progresso será veloz.

“Os movimentos seguem as mudanças do corpo”.

“Pense bem: se uma parte do corpo mexer, todas as outras partes também se mexem; se uma parte está parada, todas as outras estão paradas”.

“Esteja na tranqüilidade como a montanha, no movimento do rio”.

Com a experiência, essas regras e observações vão adquirindo cada vez mais um sentido profundo.-


Abril 03, 2009

HISTÓRIA DE UMA RÃ

"Nunca duvide de que um pequeno grupo de pessoas comprometidas pode mudar o mundo -na verdade, é a única coisa que alguma vez já o mudou."

Margaret Mead


Ler, meditar e encaminhar: é cruelmente verdade.


Da alegoria da Caverna de Platão a Matrix, passando pelas fábulas de La Fontaine, a linguagem simbólica é um meio privilegiado para induzir à reflexão e transmitir algumas idéias.

Olivier Clerc, escritor e filósofo, nesta sua breve história, através da metáfora, põe em evidência as funestas conseqüências da não consciência da mudança que infeta nossa saúde, nossas relações, a evolução social e o ambiente.


Um resumo de vida e sabedoria que cada um poderá plantar no próprio jardim, para desfrutar de seus frutos.

A rã que não sabia que estava sendo cozida.


Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã.


Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.

(Fiquem vendo: se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se apercebe de nada!)


Pouco a pouco, a água fica morna, e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar...


A temperatura da água continua subindo...


Agora, a água está quente mais do que a rã pode apreciar; ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta.


Agora, a água está realmente quente, e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada; então, suporta e não faz nada.


A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta.


Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela.


Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento, escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou, alguma revolta.


Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade desde há algumas décadas, podemos ver que nós estamos sofrendo uma lenta mudança no modo de viver, para a qual nós estamos nos acostumando.


Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e, hoje, apenas incomodam ou deixam completamente indiferente a maior parte das pessoas.


Em nome do progresso, da ciência e do lucro, são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver; efetuados lentamente, mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, desavisadas e, agora, incapazes de se defenderem.


As previsões para nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas.


O martelar contínuo de informações, pela mídia, satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas...


Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um amanhã.


Agora, é para hoje!!!


Consciência, ou cozido, precisa escolher!


Então, se você não está, como a rã, já meio cozido, dê um saudável golpe de pernas, antes que seja tarde demais.


NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS?

OU NÃO?


*********


Divindade limpe em mim as memórias que se repetem e que compartilho com todos e tudo ao meu redor e as transmute em pura luz!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.




Março 29, 2009

Querido John... Sempre atual!

Imagine


Isto aqui eu coloquei para vocês meus amores, Luciola e Leonardo e também à todos os jovens, adolescentes até 80 anos??? (está bem assim? rss)... Aqui se trata de palavras, reflexões de John Lenon (que não é da época de vocês), que provavelmente teve que aprender apanhando como a maioria de nós... Porém, o assunto é sempre atual e quando mais cedo aprendermos melhor, aliás, melhor mesmo seria limpar todos esses conceitos, crenças, condiconamentos que trazemos através de nossa ancestralidade... A última frase da música é de suma importância... Eu até mudaria o nome da música para: Memories... rss Portanto, neste momento, AGORA, peço pela limpeza dessas memórias:
" Divindade limpe em mim, na Luciola e Leonardo, em todos nós as memórias de dependência emocional que compartilhamos e transmute-as a mais pura luz! Sinto muito Me perdoe. Te amo. Sou grata. "
Lena

***

Fizeram a gente acreditar que, amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.

AMAR ... Não contaram para nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar, que cada um de nós é a metade de uma laranja. E que a vida só ganha sentido, quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros. Que ninguém em nossa vida, merece carregar nas costas, a responsabilidade de completar o que nos falta. A gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem um nome: Anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria, é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório, e que desejos fora de hora, devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados. Que os que transam pouco são caretas, e que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que um pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela, estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes e que poderemos tentar outras alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar tudo isso pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho.

E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai ser muito feliz e se apaixonar por alguém.”

John Lennon
Imagine - Beatles

Março 28, 2009

Ho’oponopono: "... me perdoe pelo julgamento feito de mim mesmo.”


Ho’oponopono:
"... me perdoe pelo julgamento feito de mim mesmo.”


Após uma redundante e acalorada polêmica, memórias sempre querendo viver por cada um de nós, Al McAllister, fecha a discussão com estas claras e inequívocas palavras... Só posso ser grata meu amigo pela luz trazida, mais uma vez, a essa questão!
Lena

De nada adianta palavras e emotividade, de "limpeza incessante", da empolgação de pensamentos bonitos de “estou fazendo e acontecendo" com o Ho'oponopono, se não enxergamos que isso está projetando e sustentando cenários contrários ao almejado. É uma "limpeza incessante" inócua, semeando em pedra.

Por quê? Por que as dificuldades? Por que piorou?

Porque a criança se sente não considerada, contrariada, recebe a sua intenção de limpar como uma imposição contrária ao sistema de crenças (memórias) que ela tem como fundamental para sua (e dela) existência. Para ela é um sistema que lhes garantiu a sobrevivência até agora, é conhecido e confortável, deu para agüentar o sofrimento que volta e meia se apresenta; para que mudar?!?

Sim, é a Divindade que faz a limpeza, mas é preciso pedir, o Ho'oponopono funciona mesmo não se acreditando, mas isso no início, se não houver uma comunicação com sua criança a tendência é de auto-sabotagem e mais resistência, memórias em turbilhão. Isso porque é a criança que leva o pedido de limpeza a Mente Supraconsciente (que é quem conduz o pedido de limpeza a Divindade).

Para a criança concordar em fazer isso é necessário que haja comunicação sua (da Mente Consciente) com ela. A chave está na reconciliação, no pedido de perdão a ela por todos os julgamentos feitos, pela crítica feita com pensamentos como; "a vida está complicada, porque sofro tanto, porque a falta de dinheiro, de melhores condições? Porque não sou amado, amada? Eu não mereço, sou um zero à esquerda, porque tanta coisa de ruim acontece comigo? Deus, cadê você?!" Estas súplicas partem do intelecto buscando o controle, o que barra qualquer comunicação com a criança e impedem o seu acesso á Mente Supra consciente para realmente se ter a resolução dos problemas.

Então queridos, como estou propondo na A Proposta - A Escolha http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=82700029 para aqueles que compreendem a questão de não se ter expectativas em relação à resultados, mas não estão conseguindo ver marcantes mudanças para melhor em suas vidas, o momento agora é de reconciliação com a criança interior. A verdadeira transformação de todos os padrões negativos começa por ela, nosso Unihipili. Faz parte da A Escolha.


Na Paz do Eu.
Al McAllister

Fonte: http://hooponopono.forumativo.com/forum-ho-oponopono-ao-entrar-no-forum-use-os-botoes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/como-nao-precisamos-perdoar-pedir-perdao-ao-outro-t615-15.htm#3681

Março 19, 2009

Ho’oponopono: A Proposta e as árvores que se descortinam...

Ho’oponopono: A Proposta e as árvores que se descortinam...


“Erga o eu através do Eu
E não deixe o eu esmorecer,
Porque o Eu é o único amigo do eu
E o eu é o único adversário do Eu.”
(Bhagavad Gità)


Experiências marcantes durante as 5 semanas na prática da A Proposta, processo este, que expõe as crenças que nos limitam, onde nossas mentes subconscientes sustentavam e sustentam ainda, filtros e véus que nos impediam e ainda nos impedem de vivermos sem os padrões de escassez.

Minhas sensações, em especial esta última 5ª semana, foram de um profundo cansaço e até vontade de desistir, entre outras coisas mais, embora eu continuasse firme na limpeza de memórias do processo Ho'oponopono... A meditação as vezes, tornava-se algo tremendamente difícil de se levar a cabo, um grau de ansiedade acabava se apoderando porém, tive uma percepção ontem e a partir disto tanto a meditação da noite quanto a de hoje pela manhã mudou completamente, eu até acabei ficando mais tempo do que costumo, porque era bom permanecer lá...

Descobri ontem, que a tensão e ansiedade que eu vinha sentindo, tem a ver com memórias de um profundo negativismo, pessoa negativa mesmo... se não fosse todo o auto conhecimento que fui buscar para mim eu não teria acreditado nisto, porque ajo completamente ao contrário... Porém, as sensações internas eram de absoluto negativismo!!!

Quando fiz a subida ao Portal ano passado na questão vício e passei por todo aquele processo que acabei fazendo o artigo: Desvendando o núcleo da questão, postado em duas partes aqui neste site, não imaginava quanta coisa ainda estava por vir... Ainda o padrão floral=memórias Willow...

Lá, o que pegou era o aspecto “sentimento de vítima” ou o popularmente “coitadinha de mim”, aliás que me “chocou”, entre aspas, porque no artigo explico o choque e ao mesmo tempo o saber que aquilo que tanto nos incomoda também está em nós... Mas, como as memórias tratam-se realmente de uma “floresta”, haviam outras árvores ligadas a questão... Agora, pensando melhor, eu diria que aquilo que vi como “núcleo de uma questão”, não passou de um “aspecto de uma questão” e não sei se eu poderia dizer que encontrei o núcleo agora mas, certamente encontrei outro aspecto e disso não tenho a menor dúvida!

Não prescindo de nada que possa beneficiar e auxiliar como suporte em meu processo de “acordar”, portanto, imediatamente prepararei a essência e em bases um tanto fora do convencional, porque intuitivas, o meu “floral de fundo”, que é como chamo... Com bases em algo que em minha caminhada aprendi dentro da sabedoria dos sufis, em relação a minha personalidade, como fixação do ego... Sempre memórias claro, porém, dentro de nossa individualidade há um fundo=fixação=memórias... Embora eu não esteja mais atada a conhecimentos, não pude deixar de perceber o que aprendi e o que estou percebendo...
O quadro todo, simplesmente se reverteu e estou me sentindo outra pessoa e com muito mais gana de continuar a mais sagrada das atitudes para mim, a limpeza de memórias... Pois, sem dúvida alguma, os ‘eus’=memórias, ou como é dito no capítulo 6, versículo 5 do Bhagavad Gità > o eu é o único adversário do Eu!


Sou grata. Sou grata. Sou grata.

“Um Mundo de Abundância Para Todos os Seres Humanos!”

Março 08, 2009

JUNG

Cartaz de Carl Gustav Jung do Artista Plástico
Al McAllister http://www.soubem.com/

"A personalidade quer desenvolver-se a partir
de suas condições inconscientes, e sentir-se
viver enquanto totalidade, mas há, profundamente
enraizada no homem, uma resistência a tudo o que lhe permitiria
saber mais sobre si próprio..." Jung


Do mal, muita coisa boa resultou.

Mantendo-me calmo, nada reprimindo, permanecendo atento e aceitando a realidade.

Vendo as coisas como elas são e não como eu queria que elas fossem.

Ao fazer tudo isso, adquiri um conhecimento incomum, assim como poderes invulgares, de uma amplitude que jamais poderia ter imaginado.

Sempre pensara que quando aceitamos as coisas, elas nos sobrepujam de um modo ou de outro.

Resulta que isso não é verdade em absoluto.

É somente aceitando as coisas que podemos assumir uma atitude em relação a elas.

Por isso, tenciono agora fazer o jogo da vida, ser receptivo a tudo que me chegar, bom e mal, sol e sombra alternando-se eternamente; e, desta forma, aceitar também minha própria natureza, com seus aspectos positivos e negativos.

Assim, tudo se torna mais vivo para mim.

Que insensato eu fui! Como me esforcei para forçar todas as coisas a harmonizarem-se com o que eu pensava que devia ser ...

***
Confio, Aceito, Entrego e Agradeço!
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Lena

Março 06, 2009

Apenas uma projeção...

Apenas uma projeção...


O que vemos não é nada senão nossa própria criação.

A experiência do mundo é apenas uma projeção de nossa mente e o reflexo de nossos próprios pensamentos internos.

Assim como é o pensamento, desse modo é a visão.

A cor das lentes dos óculos que você usa determina a cor com a qual as coisas se parecem para você.

Se usar lentes vermelhas, tudo parecerá vermelho.

Se usar lentes verdes, tudo parecerá verde.

Pensamentos puros fazem o mundo parecer puro.

Se olhar as coisas com Amor Divino, com um coração amoroso, a criação inteira lhe parecerá um reflexo do Amor Divino.

***

“Um Mundo de Abundância Para Todos os Seres Humanos!”

Um mundo onde todos são prósperos, felizes, e em paz constante.

Onde o conhecimento é compartilhado pela alegria de compartilhar,
de proporcionar o bem. Um mundo onde a natureza é respeitada e cuidada.

Um mundo onde o viajante pode ir onde quiser em segurança e com confiança.

Te amo. Te amo. Te amo.
Sou grata. Sou grata. Sou grata.

Março 02, 2009

Ho’oponopono: Deixando de parir o mesmo filho novamente...


“Se nada é novo, e o que hoje existe
Sempre foi, por falha a nossa mente
E, se esforçando por criar, insiste,
Parindo o mesmo filho novamente!”


Willian Shakespeare

Quando leio Shakespeare e as percepções que tão bem conseguiu colocar em seus sonetos, entendo porque o Dr. Ilhaleaka Hew Len é tão afeiçoado as citações desse fantástico dramaturgo!

Ho’oponopono em sua simplicidade e através da petição e as frases passada por Morrnah Nalamaku Simeona, onde nos redimimos em arrependimento, pois embora não saibamos como criamos todos esses equívocos, pedimos a nossa in-contaminada parte divina, dentro de cada um de nós, que nos ajude a nos perdoar... Que amamos esse “filho”=memórias que criamos e que somos gratos por poder estar tendo a oportunidade de poder libertá-lo e ficarmos livres também!

“Divino Criador
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos
a sua família, parentes e ancestrais, em pensamentos, palavras,
atos e ações, do início de nossa criação até o presente,
nós pedimos o seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações,
bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute
essas energias indesejáveis a mais pura luz.
Assim está feito!”

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

E através da limpeza incessante deixamos de "parir o mesmo filho novamente", integrando nossa Identidade Própria, permanecendo na Paz do Eu!

Divindade limpe em mim, em todos nós, as memórias que compartilhamos e que se repetem, levando-as ao Zero, transmute-as a mais pura Luz!

Sou grata. Sou grata. Sou grata.

Fevereiro 12, 2009

O Sagrado egoísmo...

O Sagrado egoísmo...


Sabemos que a palavra egoísmo, tem origem em ego=eu e está relacionado a amor próprio excessivo, levando o indivíduo a olhar unicamente para os seus interesses em detrimento dos alheios... Aí que entra o Sagrado e muda todo o contexto. Assim como, é o ego que se manifesta através de nossas memórias subconscientes, também é ele, parte integrante de nossa personalidade e a única consciência que temos que pode estar mais ou menos “desperta” e que nos possibilita escolher o Sagrado em Nós!

Empenhada na firme decisão e escolha, em sair cada vez mais dos frágeis poderes manipulativos de memórias equivocadas, surge em meu caminho as Essências Musicais, como cita Kayser, um “banho de acordes” curativo... Aliás, como sempre aconteceu, sempre que me encontro em um degrau a mais em minha escala de busca pelos reais valores do Eu... Afinal de contas, é um profundo segredo tornar-se integral! “Exige” empenho, Gurdjieff diria esforço... Sim, esforço no sentido de nos mantermos “acordados”, ele chamava também de “lembrança de si” eu há alguns anos, após ter ouvido de alguém em uma conversa sobre prioridades, ouço o termo - egoísmo Sagrado! Eu o achei perfeito e o adotei, embora muitos de meus conceitos tenham mudado a partir de Ho’oponopono, entre outros, conservo este...

É mais forte do que eu, sempre que algo que sinto ser bom para mim e se atravessa em meu caminho, quero logo estender a todos... Tempos atrás eu iria usar de maneira calorosa e tentar convencer as pessoas de forma missionária bem à maneira emocional leonina, minha lua astrológica... Felizmente antes de Ho’oponopono eu já tinha abrandado muito esse aspecto de minha personalidade e depois do processo, consegui sepulta-lo, rsrss... Mas, ainda não consigo deixar de mostrar os maravilhosos suportes, apoios, ferramentas, técnicas, processos, medicamentos de pura energia que estão à nossa disposição!

Creio que a maioria das pessoas já conhecem o trabalho de Masaru Emoto, cientista japonês, que demonstrou como o efeito de determinados sons, palavras, pensamentos, sentimentos que alteram a estrutura molecular da água, tendo por finalidade as Essências-Musicais: após sua ingestão, a alma “contempla e absorve” internamente esta “obra de audição” em toda a sua fluidez arquetípica. Uma grande celebração musical envolve cada átomo físico e sutil que compõe o nosso ser, impregnando-os com os elementos vibracionais da mais elevada esfera espiritual.


Fiz uma pergunta em um velho oráculo sobre as Essências-Musicais e seu benefício ao utilizarmos:

Momento simbolizado pelo vôo da águia. Um vôo altaneiro, livre de peias, erguendo-se muito alto, acima do interminável fluxo e refluxo da vida ordinária, a fim de ser alcançada uma visão mais ampla.
Nada externo importa aqui, exceto para mostrar a você a própria reflexão interior.
Está relacionado com o estrato mais profundo do Ser, com o leito rochoso em que está fundado o seu destino.
Para alguns poderá significar uma morte psíquica.
Se necessário desfaça-se de tudo, sem exceções, sem exclusões.
Em jogo está, nada menos, que a renovação do Espírito.

Um de meus pedidos como "nova condição" no Portal foi a visão correta, creio que a resposta chegou!

*********

Consulta por Radiestesia Clínica a Essência-Musical pessoal, através de seu nome completo e data de nascimento (testemunho usado).


Leia aqui sobre as Essências-Musicais: http://soubem.forumais.com/assuntos-f1/essencias-musicais-de-bach-t113.htm#267
Lena Rodriguez
CONTATO
> liberdadedeser@gmail.com







Fevereiro 09, 2009

A Proposta > Fé: Confiar Sem Evidências

E-Book > A Proposta baixe gratuitamente aqui:
http://www.4shared.com/file/85427973/7538635a/Ebook_A_Proposta.html

A PROPOSTA– amanhã dia 10 de Fevereiro de 2009 as 21:00 h...
Envie um e-mail para:
atendimento.soubem@gmail.com , assunto PROPOSTA. Participe você também!

Fé: Confiar Sem Evidências

Aja como se as coisas escritas aqui e solicitadas de você sejam assim mesmo como descritas. Aguarde e veja o desdobramento.

Reiterando:
“A Proposta” não é para manifestar objetos ou experiências específicas, mas sim “corrigir” os fundamentos básicos da sua maneira de se ver, se expressar e se colocar no mundo. Mudando essas premissas básicas pessoais, naturalmente passamos a manifestar a Prosperidade, paz, alegria, saúde e amor! Acrescento: Garantido!

O processo não é como remodelar sua casa com paliativos ou maquiagem. É de demolição mesmo e restauração da sua real condição. Não vamos abordar nem considerar intelectualismos, crenças e conceitos sobre evolução espiritual, ascensão, ativação de DNA, contatos imediatos de primeiro grau com planos superiores, ‘mestres’ ascencionados, e constelações variadas. Se você quiser a confirmação de crenças pessoais através desse processo já lhe digo que é perder tempo, não dá para conciliar as coisas. Com certeza, o que está escrito aqui e o que é apresentado na sala virtual não é novidade para muitos, afinal tudo se transforma, se torna mais compreensível, acessível e apurado com a prática. Mas a meta é a simplificação, por isso abra mão do que seu ego lhe diz ser importante validar. Se no momento está tudo ruim em sua vida, não tens nada a perder em fazer “A Proposta”. Sinceramente, o que pode piorar?

O que é a escassez?

A escassez existe, para todos, de uma forma ou outra, mas quais são os fatos que demonstram que ela é real?

Você pode imediatamente dizer; “olhe as coisas que estão me faltando em minha vida.” Mas pense bem, elas estão lhe faltando porque não estão disponíveis ou porque você aprendeu a acreditar que elas não estão ali para você?

O que tem sido o tema dos módulos “O Portal”* é que não existe o “lá fora”, que tudo que se apresenta no exterior, que se manifesta para nós em nossas vidas como problemas, eventos, até as pessoas e sucessos, é uma projeção das crenças que temos em nossa mente subconsciente. Nossa formação, os traumas e condicionamentos que sofremos, nos dizem que a vida nos acontece como imposições externas, de estruturas e eventos da sociedade, cultura, família e afins. Com isso perdemos a noção da realidade do poder que temos ao nosso dispor. Acabamos acreditando a vida toda que não temos o poder para mudar nada. Mas o fato é que criamos inconscientemente todas essas manifestações de escassez, conforme os padrões que nos foram impostos, com esse poder maravilhoso! Somos tão poderosos que nos convencemos que não temos o poder, nem consideramos a possibilidade de que criamos as condições de escassez, seja ela de dinheiro, saúde, amor, etc. sem saber.

Qualquer pesquisa bem feita na internet (ou mesmo na biblioteca) vai lhe mostrar claramente que vivemos em um mundo de aparentes dualidades, consequência das crenças vigentes reforçadas pela mídia e educação. A realidade é que o nosso mundo é um mundo de infindável abundância, de prosperidade, de tudo de bom e do melhor em infinita expansão conforme o que pensamos. Mas fomos obrigados a acreditar que existe escassez repentina, que períodos de abundância devem ser seguidos por longos períodos de escassez e dificuldades, que isso é o ciclo “natural” da vida. Isso gera competição entre as pessoas, devido ao “fato” que não há o suficiente de tudo para todos, o que propicia conflitos pela posse de bens, de terras férteis, gerando guerras absurdas, miséria e sofrimento.

Fevereiro 08, 2009

A PAREDE SECRETA

A Parede


A mais escura das pedras angulares ocultas em ti mantém a tua crença na culpa fora da tua consciência. Pois nesse local escuro e secreto está o reconhecimento de que traíste o Filho de Deus por condená-lo à morte... Pois uma mente escura não pode viver na luz e tem que buscar um lugar de trevas onde possa acreditar que está onde não está... escondida em cada lugar escuro, envolta em culpa e na escura negação da inocência (T-13.II.3:1-4; T-13.III.11:5-7; T-14.VIII.1:2-4).

Essa parede preserva o ser egóico separado que percebemos como vulnerável e ameaçado. Quase todos nós carregamos memórias da infância, até dos nossos primeiros anos, de situações dolorosamente angustiantes onde fomos abusados, humilhados, rejeitados e – o pior de tudo – não amados e não cuidados. Dessas memórias, é só um pulinho para chegarmos à redutiva conclusão de que nossos sentimentos adultos de ansiedade e medo podem ser retraçados até àqueles primeiros dias de vida. Dentro dos estreitos parâmetros da nossa experiência humana, esse certamente parece ser o caso. Entretanto, ainda que pareçamos ser membros dos homo sapiens, nós realmente somos pensamentos em uma mente dividida não-temporal, não-especial, de pecado ou inocência, culpa ou amor.
O ser inocente não tem paredes que bloqueiam a livre extensão do amor, mas essas paredes são uma parte inerente do ser cercado por pensamentos de pecado e culpa, nascido de um auto-conceito de inferioridade e mal. Esse é o ser que fez seu lar no mundo, sobrevivendo através de paredes de defesa que mantêm o ser da mente cheia de ódio oculto da consciência, e os seres projetados do mundo, cercados.

Por trás da parede está a única segurança desse ser, pois corpos foram feitos para serem vulneráveis. Vivendo em um mundo hostil, ameaçador, de outros corpos. Portanto, nós esculpimos e guardamos um lugar secreto que ninguém pode tocar. Na verdade, foi assim que alcançamos nosso objetivo de qualquer jeito na infância, adolescência ou vida adulta, pois, de outra maneira, não poderíamos proteger a nós mesmos do mau tratamento recebido das figuras mais poderosas e das forças no mundo. Nossa única esperança de sobrevivência tem sido nos isolarmos dessas incursões à nossa segurança, pois nada pode ferir nossas mentes. Portanto, você pode ser tão abusivo e prejudicial quanto quiser, mas, dentro das minhas paredes secretas, onde eu reino sozinho, nunca preciso perdoá-lo. Você pode fazer com que meu corpo se submeta à tortura e dominação, pode me fazer dizer o que você determinar, mas não pode afetar meus pensamentos dentro do meu reino. Esse forte é inexpugnável e impenetrável, e meu especialismo sacrossanto, não permitindo que ninguém, especialmente figuras de amor, ameace meus bastiões de ódio. Na verdade, mãos gentis e amorosas não são permitidas, pois o ódio iria se dissolver sob seu toque e meu pequeno ser seria exposto ao abuso, rejeição e aniquilação.

Portanto, nós juramos nunca liberar o forte, o qual protegemos por nossos julgamentos. Ao crescermos, nos tornamos cada vez mais engenhosos nesses ataques, inventando justificativas para permanecermos dentro do nosso forte de especialismo.

O medo de perdermos nossa identidade pessoal é o medo de perdermos as paredes que nos mantêm a salvo e seguros. Nossos pensamentos de ataque – a nós mesmos (culpa) e aos outros (julgamento) – mantêm essa parede intacta. Nós ficamos aterrorizados com a possibilidade do perdão afrouxar até mesmo alguns poucos tijolos, pois então todos iriam desmoronar, deixando-nos vulneráveis e desamparados, “à mercê de coisas além [nós], forças que [nós] não podemos controlar” (T-19.IV-D.7:4).

Nós mantemos nossos seres culpados ocultos por trás dos relacionamentos especiais, e, enquanto existir uma pessoa a quem negamos o perdão, estaremos a salvo, pois só é preciso uma para assegurar nosso ser separado. Nosso único meio de sobrevivência, portanto, é cavarmos um pequeno nicho que pertença somente a nós, no qual ninguém jamais pode entrar, para que não sejamos feridos outra vez. Não existe pessoa caminhando sobre a terra que não tenha construído uma parede assim, dizendo tanto para seus amigos quanto para seus inimigos, e finalmente para Deus: “Tu não vais entrar”.

Jesus nos diz que “Aprender esse curso requer disponibilidade para questionar todos os valores que tu manténs. Nenhum pode ser mantido oculto e obscuro sem pôr em risco o teu aprendizado” (T-24.in.2:1-3). Nosso valor fundamental é estarmos a salvo dentro da parede secreta que protege nossa existência separada. Todos os outros valores – políticos, educacionais, religiosos, sociais, pessoais – derivam desse mundo por trás do forte, o qual defendemos tão ferozmente que não apenas ninguém pode entrar, mas nós também não podemos sair. Portanto, nós existimos trancados em nossa prisão, indefesos diante de nossas defesas, consumidos pelo ódio quanto mais odiamos. A mentira, que nunca questionamos, é que, de alguma forma, estamos a salvo por trás da parede, não afetados pelo ódio percebido do lado de fora dessa barreira. O ego nos ilude para acreditarmos que nossos corpos nos mantêm a salvo, uma vez que eles são os objetos da malignidade e destrutividade do mundo, mas essa insanidade camufla a identidade central do ser vulnerável, fustigado pela culpa em relação ao seu pecado.

Para recapitular, nós começamos temendo o amor interno e construímos uma parede de proteção. Projetando nosso medo, nós olhamos para os erros das pessoas, chamando-os de pecados, o que justifica erigirmos uma parede de julgamento entre nós mesmos e elas. Por trás dessa parede, nós nos escondemos em medo, aterrorizados demais para nos aventurarmos além de seus estreitos confins. Como, então, poderemos jamais nos movermos para além da parede para o lugar de amor, oculto além do lugar de ódio na mente, o qual, em si mesmo, está protegido pela parede dos corpos especiais?
Parte do texto A Parede Secreta (Volume 15, número 2, junho 2004) - Kenneth Wapnick, Ph.D. - Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

Fevereiro 07, 2009

Conversando com Deus...

Conversando com Deus

Texto apresentado aqui foi extraído do terceiro capítulo do terceiro volume do livro Conversando com Deus, do escritor americano Neale D Walsh.... Fala da morte, e trás importantes conhecimentos sobre a Lei da Atração, nossos pensamentos e a importância de uma maior consciência acerca de nosso diálogo interno.

Aqueles que não viram poderão ver o filme aqui no Blog de meu amigo Nildo Tenório:
http://pensamentoevolutivocla.blogspot.com/2009/01/conversando-com-deus.html

*********

Podemos falar um momento sobre este tema da morte? Disse que este terceiro livro ia tratar verdades supremas, as verdades universais. Nas conversações que tivemos não falamos muito a respeito da morte e sobre o que acontece depois desta. Façamo-lo agora, falemos sobre isso.

Bem. Que desejas saber?

O que acontece quando morremos?

O que escolhem que aconteça?

Quer dizer que o que acontece é o que escolhemos que acontecesse?

Pensa que só porque morrem deixam de criar?

Não sei. Por isso Lhe pergunto isso.

É bastante justificável. Quando morrem, não deixam de criar. Isso é definitivo para ti?

Sim.

Bem.

O motivo pelo que não deixam de criar quando morrem é que nem sequer morrem. Não podem, posto que são a vida em si e à vida não pode morrer portanto, vocês não podem morrer.
No momento de sua morte, o que acontece é... que continuam vivendo.
Por este motivo, muitas pessoas que morreram" não acreditam, por que não têm a experiência de estar mortas. Pelo contrário, sentem-se cheias de vida. portanto, há confusão.
O Eu pode ver o corpo que jaz ali, desabado, sem movimento; entretanto, o Eu se move de repente por todo o lugar. Freqüentemente, tem a experiência de voar literalmente por toda a habitação; logo, de estar em todas partes no espaço, tudo ao mesmo tempo. Quando deseja ver algo em particular, de repente descobre que o está experimentando.
Se a alma pergunta-se, "por que não se move meu corpo?”encontrar-se-á justamente ali, voando sobre o corpo, observando com curiosidade a quietude.
Se alguém entrar na habitação e a alma pensa, "Quem é essa pessoa?" imediatamente a alma se encontra frente ou perto dessa pessoa.
Assim, em muito pouco tempo, a alma aprende que pode ir a qualquer parte, com a velocidade de seu pensamento. Uma sensação de liberdade e ligeireza incríveis se apodera da alma e, em geral, transcorre muito pouco tempo antes de que a entidade "se acostume" a ir a qualquer parte, com cada pensamento.
Se a pessoa tinha filhos e deve pensar nesses meninos, imediatamente a alma está na presença desses meninos, em qualquer local que estejam. Assim a alma aprende que não só pode estar em qualquer local que deseje com a velocidade do pensamento, mas também pode estar em dois locais de uma vez ou em três ou em cinco.
Pode existir, observar e desempenhar atividades simultaneamente nestes lugares, sem dificuldade nem confusão. Pode "reunir-se novamente" consigo mesma e retornar de novo a um local, simplesmente reenfocandolo.
Na outra vida, a alma recorda o que era bom recordar nesta vida: que todo efeito é criado pelo pensamento e que a manifestação é um resultado da intuição.

O que enfoco como minha intenção se converte em minha realidade.

Exatamente. A única diferença é a velocidade com que experimenta o resultado. Na vida física, poderia haver um lapso entre o pensamento e a experiência. No reino do espírito, não há lapso e os resultados são instantâneos.
Desta maneira, as almas recém partidas aprendem a controlar com muita precaução seus pensamentos, porque experimentam o que pensam.
Aqui utilizo a palavra "aprender" de uma forma muito vaga. mais como uma forma de falar que como uma descrição real. O termo "recordar" seria mais preciso.
Se as almas fisicalizadas aprendessem a controlar seus pensamentos com a mesma rapidez e eficiência que as almas espiritualizadas, todas suas vidas trocariam.
Na criação da realidade individual, o controle do pensamento ou o que alguns chamam oração. É o tudo.

Oração?

O controle do pensamento é a forma mais elevada de oração. portanto, pensa só nas coisas boas, nas corretas. Não aprofunde na negatividade e na escuridão. Inclusive em momentos quando a situação parece sombria, especialmente nesses momentos, vê só a perfeição, expressa unicamente gratidão e imagina só a manifestação de perfeição que escolha.
Nesta fórmula se encontra a tranqüilidade. Neste processo se encontra a paz. Neste acontecimento se encontra a alegria.

Isso é extraordinário. É uma informação excelente. Obrigado por dá-la através de mim.

Obrigado por permitir recebê-la. Em algumas ocasiões está mais "Limpo" que em outras. Em alguns momentos está mais aberto, como um coador que acabam de enxaguar e que está mais "aberto"; há mais buracos abertos.

É uma boa forma de expressá-lo.

Faço-o o melhor possível.
Para resumir:
as almas separadas do corpo recordam com rapidez e passam examinar e controlar com muito cuidado seus pensamentos, porque algo que pensem, isso é o que criam e experimentam.
Repito-o, é a mesma para as almas que ainda residem em um corpo, exceto resultados pelo geral não são tão imediatos. É o lapso de "tempo" entre o pensamento e a criação o que cria a ilusão de que estão acontecendo coisas a ti, não devido a ti. Esta é uma ilusão que te faz esquecer que você tem o domínio neste assunto.
Como o descrevi já várias vezes, este esquecer-se é "construir no sistema". É parte do processo, posto que não pode criar Quem É, até ter esquecido Quem É. portanto, a ilusão que ocasiona esquecimento é um efeito criado a propósito.
Quando abandona o corpo, será uma grande surpresa ver o vínculo instantâneo e óbvio entre seus pensamentos e suas criações. Será uma surpresa lhe impactem ao princípio e, mais adiante, uma surpresa muito prazenteira, quando começar a recordar que tem o domínio na criação de sua experiência. não no efeito desta.

Por que há esse atraso entre o pensamento e a criação antes de morrer e não o há depois de que morremos?

Porque estão trabalhando dentro da ilusão do tempo. Não há atraso entre o pensamento e a criação longe do corpo, porque também estão separados do parâmetro do tempo.

Em outras palavras, como o é dito com muita freqüência, o tempo não existe.

Não como vocês o compreendem. O fenômeno do "tempo" é em realidade uma função de perspectiva.

Por que existe enquanto nos encontramos no corpo?

Vocês o criaram ao trocar para sua perspectiva atual e assumi-la. Utilizam esta perspectiva como uma ferramenta com a qual podem explorar e examinar suas experiências mais plenamente, as separando em peças individuais, em lugar de um só feito.
A vida é um só feito, um evento no cosmos, que está acontecendo neste momento. Tudo está acontecendo; em todas partes.
Não existe o "tempo", a não ser o agora. Não há "lugar", a não ser aqui.
Aqui e agora é Tudo, O Que Há.
Não obstante, escolhem experimentar a magnificência do aqui e o agora com todos seus detalhes e experimentar seu Eu Divino como o criador atual dessa realidade. Houve só duas maneiras, dois campos de experiência, nos que puderam fazer isso. O tempo e o espaço.

Este pensamento foi tão magnífico, que literalmente explodiram de alegria!
Nessa explosão de alegria se criou espaço entre as partes de vocês e o tempo necessário para mover-se de uma parte de vocês a outras.
Desta maneira, literalmente separaram em partes seu Eu para observar os pedaços. Poderiam dizer que estavam tão felizes, que "se romperam em pedaços".
Após estiveram recolhendo os pedaços.

Isso é toda minha vida! Estou unindo as partes, tratando de ver se tem algum sentido.

É através do mecanismo que chamam tempo que conseguiram separar as partes, dividir o indivisível, pára desta maneira vê-lo e experimentá-lo mais plenamente, como o estão criando.
Assim como olham um objeto sólido através de um microscópio e vêem que não é sólido, mas sim em realidade é um conglomerado de um milhão de efeitos diferentes que acontecem todos ao mesmo tempo e criam assim o efeito maior, da mesma maneira utilizam o tempo como o microscópio de sua alma.
Lembre: A Parábola da Rocha.
Havia uma vez uma Rocha que continha inumeráveis átomos, prótons, nêutrons, e partículas subatômicas de matéria. Estas partículas se moviam ao redor de maneira contínua, em um padrão, cada partícula indo daqui" para "lá" e tomando "tempo" para fazê-lo; entretanto, moviam-se com tanta rapidez, que a Rocha não parecia mover-se, só estava ali. Jazia ali, bebendo o sol, empapando-se com a chuva e sem mover-se.
- O que é isto que se move em meu interior? - perguntou a Rocha.
- É Você - respondeu uma Voz longínqua.
- Eu? - respondeu a Rocha -. Isso é impossível. Não estou me movendo. Qualquer um pode ver isso.
- Sim, de certa distância -. Está de acordo disse a Voz -. daqui parece que é sólida, que está quieta, que não te move. Entretanto, se me aproximar mais e vejo desde muito perto o que nesta realidade acontecendo, vejo que tudo o que compõe O Que Você é, está se movendo. move-se a uma velocidade incrível através do tempo e do espaço, com um padrão particular que cria a Ti como a coisa chamada "Rocha". portanto. é como a magia! Move-te e não te move ao mesmo tempo.
- Então, qual é a ilusão? - perguntou a Rocha.
A unidade, a quietude da Rocha ou a separação e o movimento de suas partes?

- Qual é a ilusão então? - respondeu a Voz; A unidade a quietude de Deus? Ou a separação e o movimento de suas partes?

Direi-lhes isto: sobre esta Rocha edificarei Minha igreja; porque esta é a Rocha do Tempo. Esta é a verdade eterna que não deixa pedra sem mover. Os expliquei há todos vocês aqui, nesta pequena história. Esta é a Cosmologia.
A vida é uma série de minutos, de movimentos incrivelmente rápidos. Estes movimentos não afetam de maneira nenhuma a imobilidade e o Ser de Tudo O Que É.
Não obstante, ao igual aos átomos da rocha, é o movimento o que cria a quietude, justamente ante seus olhos.
De longe, não há separação. Não pode havê-la, porque Tudo O Que É é Tudo O Que Há e não há nada mais. Eu sou o Movedor Imóvel.
Da perspectiva limitada com a que podem ver Tudo O Que É, vêem-se como separados e apartados, não como um ser imóvel, mas sim como muitos, muitos seres que estão em movimento constante.
Ambas as observações são precisas. Ambas as realidades são "reais".

Quando "môrra" não morrerei, mas sim simplesmente trocarei para o conhecimento do macro cosmos, onde não existe o "tempo" nem o "espaço", agora e então, antes e depois.

Precisamente. Compreendeste.

Permite que comprove, se posso repetir isso, Permite que veja se posso descrevê-lo.

Adiante.

De uma perspectiva macro, não há separação e de "lá", todas as partículas de tudo simplesmente parecem a Unidade.
Ao olhar a rocha a seus pés, vê a rocha, então e ali, como uma unidade, completa e perfeita. Entretanto, inclusive na fração de um momento em que sustenta essa rocha em sua consciencia, acontecem muitas coisas no interior da dita rocha, há um movimento incrível, a uma velocidade também incrível, das partículas dessa rocha. O que fazem essas partículas? Estão fazendo que a rocha seja o que é.
Ao olhar esta rocha, não nota este processo. Inclusive se estiver conceitualmente consciente disto, para ti tudo está acontecendo "agora". A rocha não está se convertendo em uma rocha; é uma rocha, aqui e agora.
Não obstante , se fosse a consciência de uma das partículas submoleculares no interior dessa rocha, experimentaria-te te movendo a uma velocidade incrível, primeiro "aqui" e logo "lá". Se uma voz fora da rocha te dissesse, "Tudo está acontecendo ao mesmo tempo", chamá-la-ia mentirosa ou charlatona.
Não obstante, da perspectiva de uma distância da rocha, a idéia de que qualquer parte da rocha está separada de qualquer outra parte e mais ainda, que se move a uma velocidade incrível, pareceria ser a mentira, posto que desde essa distância poderia notá-lo que não poderia ver-se de perto: que tudo é Um, e que todo o movimento não moveu nada.


Compreendeste-o, Captaste-o, O que está dizendo, e está correto, é que a vida é só uma questão de perspectiva. Se continua compreendendo esta verdade, começará a entender a realidade macro de Deus. Terá descoberto o segredo de todo o universo:

Tudo é a mesma coisa.

O universo é uma molécula no corpo de Deus!

Em realidade, isso não está muito longe da verdade.
Quando fazemos isso que se chama "morrer", retornamos conscientemente à realidade macro?

Sim, mas inclusive a realidade macro a que retornam é só uma realidade micro de uma realidade macro incluso maior, que é uma parte mais pequena de uma realidade ainda maior. Assim continuará e continuará, por sempre e sempre e inclusive por sempre jamais, mundo sem final.
Somos Deus, o "Isso que É", constantemente no ato de nos criar a Nós mesmos, constantemente no ato de ser o que somos agora... até que já não sejamos isso e nos convertamos em algo mais.
Inclusive a rocha não será uma rocha eternamente, a não ser só o que "parece eternamente". antes de ser uma rocha, era outra coisa. fossilizou-se e formou essa rocha, através de um processo que demorou centenas de milhares de anos. Alguma vez foi outra coisa e voltará a ser outra coisa.
O mesmo é verdade com vocês. Não sempre foram o "vocês" que são agora. Foram algo mais e na atualidade, ao estar ali com sua grande magnificência, realmente são... "algo mais de novo".

Isso é surpreendente. É absolutamente surpreendente! Nunca tinha ouvido algo assim. Tomou toda a cosmologia da vida e a expressou em termos que eu pudesse captar em minha mente. Isto é surpreendente.

Obrigado. por sua avaliação. Faço o máximo que me é possível.

Está fazendo um trabalho excelente.

É provável que essa não seja a frase que precisaria ser dita.

Siga!

Só brinco. Alivio as coisas e me divirto um pouco. Na realidade, não posso "me ofender".

Entretanto, seus congêneres humanos freqüentemente se permitem sentir-se ofendidos em Meu nome.

Isso notei. Entretanto, voltando para o anterior, acredito que acabo de compreender algo.

Que coisa?

Toda esta explicação surgiu quando formulei uma só pergunta: "Como pode existir o "tempo" quando estamos no corpo e não quando a alma se libera?"
Parece que o que Você está dizendo é que o "tempo" é em realidade perspectiva; isto é, que não "existe" nem "deixa de existir", mas sim quando a alma altera sua perspectiva, experimentamos a realidade final em diferentes maneiras.

Isso é com exatidão o que estou dizendo! Compreendeste-o! esclareceste que no macrocosmos, a alma está consciente da relação direta entre o pensamento e a criação; entre as próprias idéias e a própria experiência.

Sim, no nível macro, é como ver a rocha e ver o movimento no interior desta. Não há "tempo" entre o movimento dos átomos e a aparição da rocha que criam. A rocha "está", inclusive quando ocorre o movimento. Em realidade, devido a isso que há movimentos. Esta causa e efeito são instantâneos. O movimento ocorre e a rocha está "sendo", tudo ao "mesmo tempo".
Isto é o que compreende a alma no momento que vocês chamam "morte".
É simplesmente uma mudança de perspectiva. Vêem mais e compreendem mais. depois da morte, já não estão limitados em sua compreensão. Vêem a rocha e vêem o interior desta. Verão o que agora parecem ser os aspectos mais complexos da vida e dirão, "É óbvio". Tudo será muito claro para vocês.
Então haverá novos mistérios para vocês. Ao mover-se ao redor da Roda Cósmica haverá realidades cada vez mais grandes e verdades também cada vez mais grandes.
Entretanto, se podem recordar esta verdade, sua perspectiva cria seus pensamentos e seus pensamentos criam tudo e se podem recordá-lo antes de abandonar o corpo, não depois, toda sua vida mudará.

A forma de controlar os pensamentos é trocando a perspectiva.

Precisamente. Se assumir uma perspectiva diferente, terá um pensamento diferente com respeito a tudo. Desta maneira, terá aprendido a controlar seu pensamento e na criação de sua experiência, o pensamento controlado o é tudo.
Algumas pessoas chamam a isto oração constante.

Já o disse com antecedência, mas não acredito ter considerado a oração desta maneira.

Por que não vê o que acontece, se o vice? Se imaginasse que controlar e dirigir seus pensamentos é a forma suprema de oração, só pensaria em coisas boas e corretas. Não aprofundaria na negatividade e na escuridão, embora possa estar submerso nestas. Nos momentos em que as coisas parecem sombrías, só veria perfeição.

Já mencionou isso, mencionou outra vez.

Estou-te dando ferramentas. Com estas ferramentas pode trocar sua vida. Estou repetindo as mais importantes; repito-as uma e outra vez, porque a repetição produzirá reconhecimento, "saber de novo", quando mais o necessita.
Tudo o que ocorre, tudo o que ocorreu, está ocorrendo e ocorrerá, é a manifestação física externa de seus pensamentos mais profundos, de suas eleições, suas idéias e suas determinações relacionadas com Quem É e Quem Escolhe Ser. portanto, não condene esses aspectos da vida com os que não está de acordo. Em troca, trata de trocá-los e também as condições que os fizeram possíveis.
Contemplem a escuridão, mais não, a amaldiçoem. Em troca, sejam uma luz na escuridão e desta maneira, transformem-na. Permitam que sua luz brilhe ante os homens, que aqueles que se encontram na escuridão sejam iluminados pela luz de seu ser e todos vocês verão Os quais por fim São Realmente.
Sejam quem leva a Luz. Sua luz pode fazer algo mais que iluminar seu próprio caminho. Sua luz pode ser a luz que na verdade ilumine o mundo.
Brilhem, iluminados" Brilhem! Que o movimento de sua maior escuridão possa converter-se em seu dom, maior. Inclusive quando estiverem dotados, dotarão a outros, lhes dando o tesouro indescritível. Eles mesmos.
Permitam que esta seja sua tarefa, permitam que esta seja sua maior alegria : permitir que as pessoas se recuperem a si mesmos. Inclusive em sua hora mais escura, especialmente nessa hora.
O mundo os espera. Sanem-o, agora, no local onde estão. Há muito que podem fazer.
Minhas ovelhas estão perdidas e devem ser encontradas agora. portanto, sejam como bons pastores e as conduzam novamente para Mim.

*********

"Divindade limpe em mim, em todos aqueles que aqui estiveram lendo esse trecho, as memórias que compartilhamos e que se repetem em infindáveis programas de "artefatos históricos" que nos limitam nossa visão e leve-as ao Zero e assim, podendo todos nós manifestarmos nossa Identidade Própria!" Assim está feito!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

EU SOU o EU

EU venho do vazio a luz,

EU SOU o sopro que nutre a vida,

EU SOU aquele vazio, o ôco além de

todas as conciências.

O EU, o id, o TODO.

EU reteso meu arco dos arco-íris

atravessando as águas.

O continuum de mentes com matéria

EU SOU a inspiração e a expiração do sôpro.

A invisível, intocável brisa.

O indefinível átomo da criação.

EU SOU o EU.


Fevereiro 04, 2009

FORASTEIROS EM UM MUNDO ESTRANHO

FORASTEIROS EM UM MUNDO ESTRANHO
A Busca pelo Significado e Esperança

O título desse artigo chama nossa atenção para uma das idéias mais importantes que Um Curso em Milagres ensina: Esse mundo não é o nosso lar, e, portanto, em algum lugar das nossas mentes que obviamente é desconhecido para nós, não nos sentimos como se pertencêssemos a esse lugar. Bem profundamente dentro de nós, realmente sentimos como se fôssemos forasteiros em um mundo estranho:

Esse mundo, em que pareces viver, não é a tua casa. E, em algum lugar da tua mente, tens o conhecimento de que isso é verdadeiro. A memória de casa continua te perseguindo, como se houvesse um lugar que te chamasse de volta, embora não reconheças a voz e nem o que essa voz te lembra. Mesmo assim, continuas te sentindo como um estranho aqui, vindo de algum lugar completamente desconhecido. Nada tão definido que possas dizer, com certeza, que és um exilado aqui. Apenas um sentimento persistente, em alguns momentos pouco mais do que uma diminuta pulsação, em outros vagamente relembrado, ativamente descartado, mas algo que com certeza vai voltar de novo à tua mente (LE-pI.182.1).

Muitas pessoas dão testemunho do fato de que efetuam uma busca por significado em suas vidas. De fato, de uma forma ou de outra, todos nós buscamos encontrar quem ou o que realmente somos, de onde verdadeiramente viemos, e de onde brota essa inquietude de alienação. Portanto, nós esquadrinhamos nossos sentimentos, lemos livros, cultivamos hobbies, viajamos para lugares diferentes, estudamos variados sistemas econômicos, religiosos, políticos e sociais, e nos comunicamos com pessoas diversas para conseguirmos alguma pista sobre nossa existência, e para descobrirmos a origem e a presença contínua desse sentimento inquietante de sermos um alienígena em um mundo que não nos lembramos de termos escolhido:

Ninguém que venha aqui deixa de ter ainda esperança, alguma ilusão remanescente, ou algum sonho de que haja alguma coisa fora dele próprio que lhe trará felicidade e paz... E assim ele vaga, sem objetivos, em busca de alguma coisa que não pode achar, acreditando que ele é o que não é. A ilusão remanescente o impelirá a buscar milhares de ídolos e outros milhares além desses (T-29.VII.2:1-3,9-11; 3:1-2).

No entanto, essa busca nunca resulta em nossa descoberta sobre de onde esse sentimento abstrato de alienação está realmente emanando: a crença de que nos separamos de Deus, nosso Criador e Fonte. E, então, nós passamos uma parte significativa de nossas vidas ou na busca para detectar a natureza exata desse desconforto, ou desistindo da busca logo no início, tentando nos moldar para nos adequarmos a esse mundo alienígena, adaptando-nos a seus numerosos caminhos. Nesse artigo, gostaríamos de discutir as duas formas nas quais gastamos nosso tempo – o tempo que chamamos de “Nossa vida” -, do ponto de vista do mundo (o ego), e do ponto de vista do Curso (o Espírito Santo).

Um Curso em Milagres nos ajuda a entender que, na verdade, não existe busca real aqui, apenas um ajuste e a adoção de metas e papéis que são direcionados a tornar nossa existência individual no mundo mais bem sucedida, mais prazerosa, e menos dolorosa. Além disso, o mundo olha com aprovação para indivíduos que se adaptam à sua cultura, classe, comunidade e país. Lutar por conta própria e desconsiderar as regras não-escritas não é geralmente aprovado com sorrisos, e a pessoa é passível de ser descartada como excêntrica ou até sociopata. A busca pelo significado existencial não é considerada uma forma séria ou apropriada de passar a própria vida, a menos que alguém seja um filósofo. Portanto, essa é a mensagem que vai atingir cada geração da mesma forma, na qual o sinal de maturidade é se tornar um bom cidadão, produtivo, pagador de taxas de algum país. Entretanto, se nos rebelamos, por “marcharmos seguindo uma batida diferente”, todas as nossas energias são direcionadas para a rebelião e para estabelecermos um estilo de vida alternativo, provando que o que a sociedade e nossa família esperavam de nós estava errado, para início de conversa. Dessa forma, terminando provando que estávamos certos o tempo todo sobre nossa separação e estado alienado de existência.

Mas a busca pelo significado ainda continua, um desconforto interno ainda é nossa experiência mais forte. É para escapar dessa dor que somos impelidos a nos distrair com o estilo de vida que escolhemos, para que esse sentimento doloroso seja empurrado para fora da nossa consciência, e cortado com um raio laser da nossa existência. E aqui, o mundo nos oferece todas as distrações com as quais já possamos ter sonhado. Nós podemos nos colocar em qualquer um dos muitos papéis que ele nos oferece, do eremita à pessoa de família, do asceta a um libertino que se entrega aos sentidos, do pecador ao santo, do indolente ao trabalhador fanático, de “ninguém” a “alguém”, de covarde a um bravo guerreiro, de um estúpido ignorante a um estudioso, e de uma orientação de egoísmo para uma de serviço abnegado, e qualquer outro papel possível, e, quando finalmente cumprimos todas as metas e papéis que estabelecemos para nós mesmos, tanto de forma tradicional quanto não-tradicional, a dor interna e o vazio se tornam ainda mais pronunciados. A busca pelo significado agora assume um ímpeto novo e desesperado.

O que devemos fazer agora? O que pode ser feito agora?

Nesse ponto, o ego nos aconselha, podemos começar uma nova busca, ou reacendermos uma previamente descartada, esperando – contra todas as expectativas – que a resposta ainda vá ser encontrada ao longo de um dos muitos caminhos secundários que o mundo contém. Novos interesses, novos hobbies, novas carreiras, novos lugares para se viver ou visitar, novos relacionamentos amorosos, novos amigos, e novos e exóticos caminhos espirituais – tudo é procurado para extinguir aquela ânsia interna, ajudando-nos a abandonar a busca pelo verdadeiro significado. Mas, mais uma vez, aquele senso de futilidade retorna, junto com a dor e anseio profundos que continuamente nos assombram, como uma sombra que nunca nos deixa. No entanto, parece que somos direcionados a perseguir um caminho que exaure todas as possibilidades e probabilidades que o mundo oferece:

Talvez preferisses tentar todas até aprenderes que realmente são apenas uma só. As estradas que esse mundo pode oferecer parecem ser muitas em número, mas tem que vir o tempo em que todas as pessoas começarão a ver como são semelhantes umas às outras (T-31.IV.3:2-6).
E portanto, estamos finalmente prontos para aceitar o pensamento de que “tem que existir um caminho melhor” (T-2.III.3:10).

Quando olhamos para essa situação quase universal da perspectiva do Um Curso em Milagres, podemos começar a discernir com clareza que estivemos muito enganados. Buscamos nos lugares errados, sob a orientação do professor errado, acreditando que podíamos substituir uma ilusão pela outra, e encontrar a alegria silenciando aquele desconforto interno com os novos brinquedos de especialismo do ego.

No Curso, somos ensinados por Jesus que esse mundo não é nosso lar, porque ele não foi criado por Deus, nossa Fonte, mas ao invés disso, ele foi feito por um pensamento de ataque; i.e., “O mundo foi feito como um ataque a Deus” (LE-pII.3.2:1). Além disso, a teologia do Um Curso em Milagres é muito clara: nós somos espírito, um Pensamento perfeito de amor em uma Mente perfeita, em unidade com nossa Fonte. Essa é nossa única Herança como Deus nos criou: em lugar algum nossa Fonte termina e nós começamos como algo separado Dela (LE-pI.132.12:4); Criador e criado são um, perfeitamente unidos em uma totalidade de abstração sem limites, além de todos os sonhos de separação, diferenças, individualidade e forma de qualquer tipo. E, então, lentamente surge em nós a compreensão de que nos adaptarmos ao que parece ser oposto ao Céu – i.e., esse mundo de especificidades concretas – só pode ser conseguido em um estado alucinatório, no qual o que é real é negado, e o que é ilusório é visto como real:

Quando fizeste com que fosse visível o que não é verdadeiro, o que é verdadeiro veio a ser invisível para ti (T-12.VIII.3:1-2).

No entanto, como forasteiros em um mundo estranho, como poderíamos acreditar em alguma outra coisa? Claramente então, buscar a felicidade, paz ou completude aqui precisa resultar em desilusão, pois como ela não viria da perseguição a ilusões? É preciso muita coragem para olharmos para essa insanidade, uma vez que colocamos tanto tempo e esforço em tornarmos esse mundo real. É preciso muita determinação e fé para examinarmos todas as crenças e esperanças que investimos nesse mundo, e percebermos que elas eram apenas defesas contra a verdade do Amor de Deus que o Espírito Santo sustenta para nós em nossas mentes certas. E é preciso a disponibilidade para admitirmos que estávamos errados em escolher o sistema de pensamento de separação do ego e as “dádivas” que ele enganosamente manteve para nós em suas falsas promessas de encontrarmos esperança e significado nesse mundo.

Nesse estado de humildade, nós finalmente pedimos ajuda, admitindo que todos os nossos caminhos não funcionaram, e que a busca por significado da nossa vida não produziu quaisquer resultados significativos. É nesse ponto que estamos prontos para uma mensagem de luz que possa trazer o alvorecer do pensamento de que não existe esperança de significado em um mundo de sonho de ilusões. Esse pensamento nos permite direcionar nossa busca para longe do mundo finalmente, e se torna o convite para o Espírito Santo, Cuja Presença em nossas mentes certas traz a memória do nosso verdadeiro Lar, nos lembrando de que “estamos em casa em Deus, sonhando com o exílio” (T-10.I.2:1). Essa Presença de Amor nos lembra de que estamos sonhando um sonho – um pesadelo -, cujo conteúdo não é verdadeiro (T-28.II.7:1). Além disso, somos informados de que existe um pensamento de Correção em nossas mentes certas para cada pensamento errôneo que o ego nos convenceu a aceitar. De fato, nos é dito que não somos nossos egos e, portanto, podemos tirar nossa aliança desse falso ser, em qualquer instante e lugar, em nossas mentes certas. Nesse processo, nós nos tornamos conscientes de que existe uma parte de nossas mentes que escolhe livremente escutar as mentiras do ego ou a verdade do Espírito Santo. Nós chamamos essa parte das nossas mentes de tomadora de decisões.

Muitos insights vão ocorrer em nós conforme prosseguirmos em nossa jornada para o despertar: por exemplo, nós podemos entender que a morte não é um fim, mas uma continuação não-linear de um tema em um sonho contínuo, que afirma que existe um oposto ao que Deus criou. Nós agora podemos sorrir diante das idéias que os teólogos ensinaram e guardaram como relíquias por séculos: de que Deus criou a morte como o fim da vida, em cujo ponto Ele leva as pessoas de volta a Ele, ou as manda para o purgatório, ou talvez até mesmo as condena ao inferno. Nós podemos começar a nos questionar como poderíamos jamais ter acreditado em um Deus assim. Tendo aceitado o perdão para muitas das mágoas que carregamos em nossas mentes, também começamos a perceber que a ira e punição de Deus é um conceito no qual não podemos mais acreditar. Ele é insustentável para uma mente que o perdão agora está curando:

Aqui não é possível nenhuma transigência. Ou existe um deus do medo, ou um Deus do Amor. O mundo tenta fazer mil transigências e tentará fazer outras mil. Nenhuma pode ser aceitável para os professores de Deus, pois nenhuma seria aceitável para Deus. Ele não fez a morte porque Ele não fez o medo. Ambos são igualmente sem significado para Ele (MP-27.4:5-10).

Sempre atentos para pedirmos a ajuda de Jesus ou do Espírito Santo, nós finalmente encontramos um novo significado e esperança em nossas vidas: nos tornarmos iluminados para a verdade. O foco em nossas vidas se torna pedir ajuda para mudarmos nossas atitudes e questionarmos nossos valores, e para aceitarmos o perdão como nossa função e propósito. Pois é essa mudança das nossas mentes erradas para nossas mentes certas que remove as barreiras à nossa consciência e reconhecimento da verdade. Como o Curso afirma: “A iluminação é só um reconhecimento, não é uma mudança em absoluto” (LE-pI.188.1:4).

Portanto, ao invés de ficarmos perturbados por descobrirmos que esse mundo e esse corpo não são nosso lar, nós nos tornamos “aprendizes felizes”. Em um alegre reconhecimento do nosso novo Professor, nós percebemos que o significado das nossas vidas é aceitarmos os sonhos felizes do Espírito Santo como um substituto para os pesadelos que o ego nos ofereceu. Como Jesus nos conforta, em palavras que descrevem o ato de cruzarmos a ponte para o mundo real: “E vais pensar, em feliz espanto, que por tudo, de nada desististe!” (T-16.VI.11:4). Nós, portanto, estamos felizes em aprender que todos os nossos esforços agora podem ser alinhados com o propósito de aceitarmos a Expiação para nós mesmos. Somos ensinados por Jesus que esse é um processo de desfazer, no qual todos os pensamentos que pensamos pensar à parte de Deus serão gentilmente desfeitos pelo perdão que o Espírito Santo mantém para nós, Que só pede que o aceitemos de Suas mãos amorosas. E, dia a dia, hora a hora, conforme todos os nossos pensamentos inconscientes da mente errada sobem à superfície em nossa consciência, nós agora temos um método no qual podemos permitir que sejam removidos para nós. Portanto, nossas vidas vêm a refletir o único significado e esperança verdadeiros que poderíamos atingir: aceitar nosso Ser como Deus nos criou, e termos a imagem esfarrapada que fizemos sendo desfeita e substituída pela resplandecência de Cristo. Portanto, nós despertamos para o fato de que o mundo real é o nosso lar longe do Lar, a partir do qual Deus dá o “último passo”, abaixando-Se e nos elevando até Ele (T-11.VIII.15:5).


(Volume 8, número 3, setembro 1997) - Gloria Wapnick - Kenneth Wapnick, Ph.D.
Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

Minha gratidão Eliane por tão preciosa tradução! Te amo. Sou grata. Lena



"A PROPOSTA" 10 de Fevereiro de 2009



Do Studio do Al McAllister

Caros amigos e amigas, aqui é o Al McAllister; ontem (03/02/2009) na sessão Ho’oponopono apresentei “A Proposta” para todos na sala virtual. Em que implica essa proposta?

A partir do dia 10 de Fevereiro você pode iniciar um processo de 6 semanas para se livrar totalmente da sua programação de escassez. Escassez de dinheiro, escassez de saúde, escassez de oportunidades, de merecimento, de amor, de relacionamentos, de auto-estima, enfim escassez da abundância de coisas boas em sua vida!

É possível que você já tenha participado nos “Os Módulos - O Portal”, eles tratam de assuntos específicos, por outro lado “A Proposta” não é para manifestar objetos ou experiências específicas mas sim “corrigir” os fundamentos básicos da sua maneira de se ver, se expressar e se colocar no mundo.
Mudando-se essas premissas básicas pessoais, naturalmente passamos a manifestar a prosperidade, paz, alegria, saúde e amor!

A proposta é bastante radical, e é para todos. A garantia é a seguinte: se você fizer o procedimento durante as 6 semanas conforme vou orientar na sala virtual às terças-feiras, sua vida passará por uma transformação inédita. Não estou falando isso para gerar expectativa, mas para lhe mostrar o tamanho do nosso compromisso. Se você sentir essa mudança plenamente, e tiver a convicção de que valeu a pena; pague à Soubem/Crescent um valor que você mesmo vai estipular. É o seu “dízimo” como reconhecimento do bem de esclarecimento e limpeza espiritual que lhe foi proporcionado. Se não sentiu nada, se não houve transformação após 6 semanas, você não paga nada. Só perdeu seu tempo de 6 semanas aplicando o processo.

Para aprender a usar essa nova ferramenta que vou lhe passar na terça-feira dia 10 de Fevereiro, é necessário você se inscrever no
atendimento.soubem@gmail.com , coloque em “assunto” a palavra “Proposta”.

Dê este salto junto conosco para o além das limitações dos seus programas, se liberte e encontre o seu Poder. Grato! Na Paz.

Al McAllister
www.soubem.com www.hooponopono.forumativo.com

Fevereiro 01, 2009

Ho’oponopono: limpeza de memórias compartilhadas...

Ho’oponopono: limpeza de memórias compartilhadas...

Minha gratidão ao Al McAllister pela condução sempre tão inspirada de nossas sessões de limpezas semanais, pela disposição de seu tempo, sua paciência em intermináveis repetições para que possamos enxergar que não somos isto que vemos!

Iniciamos o processo Ho’oponopono de limpeza de memórias compartilhadas...
Pedimos à Divindade que recolha as memórias de energias negativas, todo sofrimentos, todos os sentimentos ruins, tudo o que foi escrito nos pedidos de limpeza que recebemos esta semana, as coisas que serão colocadas aqui no chat, conversadas, enfim, tudo, tudo o que está se repetindo em nós, pedimos a Divindade para transmutar isto a mais pura luz, assim no Zero recebemos a inspiração recuperando a nossa Identidade Própria, maior dádiva de Deus!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.
Amo vocês minhas memórias e sou grato pela oportunidade de libertar vocês e a mim!


Observe seus pensamentos, os sentimentos que vão se apresentando e vão limpando em cima desses sentimentos... É importante limpar em cima desses sentimentos porque, os sentimentos que estão interferindo na sua sensação de bem estar, de equilíbrio e harmonia, esses sentimento, são eles que estão fazendo perdurar a situação atual indesejável, são esses sentimentos... Eles alimentam esse cenário, eles sustentam esses cenários, seja de insuficiência financeira, que é algo que fica sendo muito repetidos aqui, problemas de saúde, de relacionamentos, tudo isso são sentimentos dentro de você sendo projetados lá fora e as coisas se apresentando desse jeito... Inclusive as pessoas, que pela sua ressonância elas vibram aquilo que você está emitindo lá pra fora, então o processo Ho’oponopono é justamente de cancelar esses sentimentos, as memórias que geram esses sentimentos... assim passamos a vibrar te amo, te amo, te amo, muda-se para um sentimento bom, de satisfação, de realização, de potencialidade...

Agora, é importante Ho’oponopono incessante justamente para manter esse sentimento positivo... A programação ela é profundamente enraizada, a programação negativa, ela vem de muitos e muitos anos por isso a importância da limpeza e aqui em conjunto nós encontramos certa facilidade de observar esses sentimentos ruins e pedir a Divindade para recolher essas memórias e transmutá-las... É muito simples!

É por isso que pedido de limpeza é importante no sentido de você colocar no papel a sua situação atual, identificá-la, o sentimento relacionado a ela, isto é o ‘se situar’... Você se situando, os sentimentos expostos, a limpeza já se inicia. você sabe o que você não quer em sua vida... Não é necessário fazer mais nada, além disto, você já tem um vislumbre do que você quer de melhor, agora, os detalhes de como você chega lá, deixe isto com a Divindade!

Não precisa de intermediário, não precisa de técnicas mirabolantes, essas coisas são coisas do ego, entretenimento, buscando se definir, se ocupar, achando que está chegando há algum lugar... O lugar é o presente, é o agora... Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

O que sente, o que sente todas essas coisas ruins não é você, acorde para isto, não é você!

Você na sua essência, a sua Identidade Própria é perfeita, o que não é perfeito são as manifestações criadas por esses condicionamentos, crenças, memórias se repetindo em sua mente subconsciente, rejeição, frustração, dúvida, tudo isso é ego, memórias se repetindo...definindo você como uma pessoa incapaz, perdedora, limitada, você não é nada disso, isso são memórias, acorde para isso, a realidade é essa!
Todos nós somos muito mais do que memórias é só a gente pedir que a limpeza seja feita e esse lixo seja removido!
Eu sei que é uma curtição ficar nessa de ah! Eu não posso, eu não tenho condição... As pessoas nos dão atenção por sermos vítimas... Abram mão disso, está na hora! Dói, dói muito, é sofrimento sim, é real! Mas a partir do momento que você escolhe a limpeza, há uma reviravolta total em sua vida, usem, usem todos os recursos, essas frases...

A chave está no sentimento, sentimentos de rejeição, de incapacidade, de escassez, tudo isto são memórias gerando esses sentimentos e criando esses cenários diversos!
Está na hora de parar com isto, isto é um vício é um vício de pensamento!
Não é fácil abrir mão desse vício, mas está na hora!
Para que perder essa oportunidade, muitos perdem a vida em função disto, desperdiçam anos e anos...

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.


Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos
a sua família, parentes e ancestrais, em pensamentos, palavras atos e ações,
desde o início de nossa criação até o presente.
Nós pedimos o seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios,
energias e vibrações negativas e transmute essas energias indesejáveis
a mais pura luz. Assim está feito!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.


O Pensamento Cria...
Baixem o download em MP3 da Sessão completa aqui: http://www.4shared.com/account/file/83573750/3b9783d0/OPensamentoCria01022009manha.html

Texto abertura transcrito da Sessão de Limpeza Ho’oponopono do dia 01/02/2009, por Al McAllister: www.hooponopono.com.br

"A Chave do O Segredo" :
http://www.soubem.com/curso.htm



Janeiro 30, 2009

A Iluminação e a Tradição Cristã

A Iluminação e a Tradição Cristã


A busca global de autotranscendência tem levado muitos ocidentais a viajarem para o Oriente, renunciando às suas raízes religiosas nesta cultura em troca de outras, que reconhecem explicitamente o potencial humano de evoluir para divindade. Mas, se a iluminação é a verdade principal de todas as tradições sagradas, como diz Aldous Huxley, então ela deve estar presente no judeo-cristianismo ainda que não seja claramente reconhecido pelos defensores dessa tradição. E assim é, o judeu-cristianismo oferece uma oportunidade para iluminação, levando ocidentais a "voltar para casa", sem virar as costas à sua herança religiosa.

Neste artigo, mostro que o ensinamento de Jesus baseava-se efetivamente na experiência da iluminação. Esta, e apenas esta, é a chave para o Reino dos Céus. Ao longo dos séculos, infelizmente, a mensagem foi velada pelo dogma e pela superstição, que a ocultaram do conhecimento público. Ademais, as praticas que pretendiam possibilitar aos seguidores do Caminho de Cristo experimentar a iluminação têm sido tão distorcidas, mal interpretadas ou esquecidas que as formas oficiais do cristianismo concentram a sua atenção nos rituais, sem nenhuma percepção de sua razão de ser.

Espero que este esclarecimento do ensino do Cristo, que se pode resumir na palavra grega correspondente a iluminação, metanoia, ajude os cristãos a perceber a unidade transcendente de todas as tradições sagradas e da sabedoria perene que repousa no coração de sua forma particular de prática sacramental.

O advento de uma humanidade superior é um tema eterno nas questões do mundo. As imagens extraídas desse tema variam em forma e pureza, estendendo-se das visões inspiradas de místicos como Sri Aurobindo às fantasias insanas de loucos como Adolf Hitler. O Ubermensch de Niietzche, ou Super-homem, foi distorcido pelas doutrinas de supremacia racial do terceiro Reich, tornou-se também a base para história em quadrinhos do herói Super-homem. O filósofo jesuíta francês Pierre Teillhard de Chardin escreveu sobre este advento em termos quase científico, o iogue-cientista-filósofo indiano Gopi Krisna tratou mais rigorosamente do tema em sua análise do próximo desenvolvimento evolutivo do homem através da kundalini. Tradições secretas como a Teosofia e a Antroposofia também oferecem a noção de evolução da humanidade para estados superiores. Uma das declarações mais notáveis foi feita por Richard M. Burke na ultima página de seu clássico Consciência Cósmica.

Para a maioria dos ocidentais, contudo, o termo mais familiar para essa experiência foi dado há dois milênios por Jesus de Nazaré.

Quando Jesus falou de si mesmo, por que usou principalmente o termo "Filho do Homem" ? Outros chamaram-no de Filho de Deus, mas em geral Jesus se referia a si mesmo como Filho do Homem, produto da humanidade. Além disso, ele disse às pessoas que o cercavam que elas seriam mais elevadas que os anjos e que as coisas que ele fazia, elas também as fariam, e melhor.

A razão disso é que Jesus não se via a si mesmo como um espécie perfeito da nova humanidade que está por vir, a nova humanidade que herdará a Terra, estabelecerá o reino dos Céus e anunciará a Nova Era. Sua missão e seu ensinamento encerram no âmago o desenvolvimento de um estado de consciência novo e superior que abrangerá toda a espécie, em vez de aparecer esporadicamente, como se viu antes na história, quando surgia um adepto ou avatar ocasional como Buda ou Krishna. Seu lugar único na história decorre de sua percepção sem precedentes da inteligência superior, da divindade, da Essência do Ser nele encarnado, essência que é a fonte de todo Vir-a-ser.

Jesus foi uma pessoa histórica, um vir-a-ser humano, mas Cristo, o Cristos, é um ser eterno e transpessoal ao qual todos chegaremos um dia. Jesus não dizia que esse estado superior de consciência nele realizado seria apenas e eternamente seu, nem tampouco nos conclamou a adorá-lo. Ao contrário, exortou-nos a seguí-lo, a seguir-lhe os passos, a aprender com ele e com seu exemplo. Exortou-nos a compartilhar o novo estado de ser, a ingressar num mundo novo, a ser uno com a consciência supramental do Cristo, que por si pode afastar as trevas das nossas mentes e renovar as nossas vidas. Ele não nos chamou para ser cristãos, exortou-nos a ser cristianizados.

Em suma, Jesus pretendia se duplicar promovendo o desenvolvimento de muitos Jesus. Ele pretendia, como diz o Novo testamento, fazer-nos unos em Cristo, que é o Segundo Adão, fundador de uma nova raça.

O Reino dos Céus está dentro de nós. A divindade é nosso direito inato, nossa herança, e está mais próxima de nós do que as mãos e os pés, mas os olhos não vêm e os ouvidos não ouvem. Jesus conclamou as pessoas a despertar, a mudar, a arrepender-se. Mas atente para está palavra: arrependimento. Ao longo dos séculos ela tem sido mal compreendida e mal traduzida, de modo que hoje as pessoas acham que ela significa simplesmente lastimar os próprios pecados.

Eis uma lamentável adulteração do ensinamento de Jesus. A palavra aramaica que Jesus usava é tob, que significa "retornar", "voltar para Deus". O sentido desse conceito, creio eu, se expressa melhor na palavra grega inicialmente utilizada para traduzi-lo. Essa palavra é metanoia, que, assim como tob, significa algo muito maior do que simplesmente lastimar a má conduta. Assim, o significado original de metanóis é, literalmente, "ir além ou mais alto do que o estado mental ordinário".

Essa é a essência da vida e dos ensinamentos de Jesus, conquanto esteja hoje bastante ausente das igrejas cristãs institucionais. Metanóis indica uma mudança de mente e de comportamento, baseada numa percepção radical da causa e do efeito dos nossos atos anteriores, percepção que ocorre a partir da entrada em um estado que transcende a esfera do tempo, do espaço e da causalidade. Assim, metanóis, em seu melhor sentido, significa uma experiência de conversão radical, uma transformação do eu baseada num novo estado de percepção, num novo estado de consciência.

Significa arrependimento em sua dimensão mais fundamental, "uma reviravolta na sede mais profunda da consciência", como diz Lama Govinda. Essa reviravolta serve ao propósito do nosso reatamento, da nossa religação com a fonte divina do nosso ser, fonte da qual perdemos a consciência. Isso é religião. Re ligare: reatar, tornar a ligar. Tal é o verdadeiro arrependimento, quando estabelecemos a religação, no sentido de tomar consciência dos nossos laços inevitáveis com Deus, o criador, o preservador e redentor do cosmos.

Quando nos religamos a Deus, o verdadeiro significado do pecado torna-se evidente. Pecado significa literalmente "errar o alvo". Pecado não é simplesmente má conduta. É a transgressão da lei divina ou principio cósmico. É a incapacidade de centrar-se em Deus, é estar "fora do alvo". Assim, a religião, no sentido mais exato, é um instrumento destinado a despertar-nos para o processo evolutivo de crescimento rumo à divindade, meta de todo vir-a-ser cósmico.

Quando nos sentimos culpados de pecado, estamos basicamente errando o alvo, perdemos a consciência de Deus e de tudo o que está significa para o nosso comportamento e pensamento.

Assim, o mundo está de fato em pecado, mas não há remédio para isso, salvo modificar a consciência. Porque na verdade Deus não nos condena pelo nossos pecados, ao contrário, nós nos condenamos pelos nossos pecados. Assim, não é necessário o perdão de Deus, ele está sempre presente, na forma de amor incondicional, no momento em que voltamos nosso coração para Deus.

Como se diz em "Um Curso Em Milagres", o perdão precisa ser oferecido de nós mesmos para o mundo, por todas as ofensas, reais ou imaginárias,
acumuladas em nossos corações com rancor, amargura e sede de vingança. Este é o ponto crucial, é então que tem início a verdadeira transcendência do ego e a glória de Deus começa a ser revelada. Compreender a todos é perdoar a todos, o amor é a maior "vingança".

Nunca haverá um mundo melhor enquanto não houver nele pessoas melhores, e os meios para alcançar isso estão democraticamente à disposição de todos por meio da graça e do amor incondicional de Deus. Se essa graça e esse amor fossem retirados por um instante que fosse, todo o cosmo seria aniquilado. Tomar consciência desse fato não é tarefa fácil. Mas não existe substituto para evolução rumo à consciência superior. Foi isso que Jesus ensinou e demonstrou, a consciência cósmica, a consciência crística, a paz que está além da compreensão, a experiência direta da divindade que existe em nós e em todas as coisas, agora e sempre, criando-nos, vivendo-nos, preservando-nos, concitando-nos a buscar estados de ser cada vez mais abrangentes.

As igrejas cristãs institucionais dizem-nos que Jesus era o único Filho de Deus, que encarnou como ser humano para morrer na cruz como punição por nossos pecados e, assim, salvar o mundo. Porém está é uma caricatura lamentável, um pálido reflexo da verdadeira história. Jesus não "salvou" as pessoas, ele as libertou, do cativeiro do ego.

A encarnação e a ressurreição não significam que Jesus era um ser humano como nós, mas sim que "nós somos deuses como ele", ou pelo menos temos o potencial para sê-lo. Tal é o segredo de todas as eras e de todas as tradições espirituais. Tal é o mistério maior. "Não está escrito na vossa lei: "Eu disse: sois deuses"

Jesus mostrou-nos o caminho. Ele demonstrou em sua vida e explicou em seus ensinamentos que todos nós temos o potencial, direito concedido por Deus, para entrar no Reino dos Céus, ser curados da nossa consciência e separação e alienação, tornar-nos completos e sagrados.

Todos nós temos esse potencial, que é dado não por meu Pai mas, como diz o Pai Nosso, por nosso Pai. Jesus exemplificou com sua vida, sua morte e sua ressurreição que somos eternos seres celestiais, cujo lar é o universo. Mostrou que o céu é uma realidade presente, e não uma recompensa futura. Mostrou que a morte do corpo não é a destruição de nossa consciência, que a consciência do Cristo, personificada pelo homem Jesus, transcende os fatos conhecidos da física e da biologia e na verdade controla a física e a biologia consoante elas são convencionalmente entendidas.

Mostrou que a consciência do Cristo esteve, está sempre estará presente entre nós, exortando-nos firmemente à re-união, um mundo sem fim, pois é a origem de toda a criação.

O significado de Jesus não é pois, o verdadeiro, o de veículo da salvação, mas de modelo de perfeição. Por isso a atitude apropriada em relação a ele é de reverência, e não de adoração. Jesus mostrou-nos o caminho para um estado de ser superior e concitou-nos a realiza-lo, a torná-lo real, concreto.

Tal é o verdadeiro significado de renascer, morrer para o passado e para a velha consciência do eu, mediante uma mudança de consciência.
Para entrar no Reino dos Céus, precisamos morrer e renascer, precisamos tornarmos uma criancinha. Segundo a perspectiva da metanóis, o significado da exortação de Jesus é claro. Para reentrar no estado de inocência exibido pelas crianças, não apenas regressamos a um nível infantil, abandonando nossas faculdades da idade adulta.

Ao contrário, avançamos através da transcendência da ilusão do ego e de todos seus falsos valores, atitudes e hábitos. Entramos num estado mental infantil sem abandonar as melhores qualidades do adulto. Otimizamos, em vez de maximizar, a infância.

Os valores superficiais e as volubilidade são superados, servimos então a um propósito transcendente, oferecendo a Deus a obra de nossa vida, em vez de buscar a autoglorificação e alguma recompensa distante e consoladora neste mundo ou no outro.

Jesus mostrou-nos o caminho para o Reino dos Céus, mas não levaremos, na verdade não poderemos, levar magicamente quem quer que seja até lá. Isso depende do nosso próprio esforço. E, ainda assim, o momento propício é desconhecido. A graça de Deus ainda é o fator final na travessia dos planos da consciência. No entanto, o esforço deve e precisa ser feito assim como o alpinista escalou o monte Everest simplesmente porque ele estava lá, cedo ou tarde todo ser humano ouvirá o chamado do cosmo exortando-nos a ascender até divindade.Tal é o nosso caso de amor com o divino. E como disse Jesus se você pedir pão, não receberá pedras. Bata, e a porta lhe será aberta.

Enquanto as pessoas acreditarem num abismo intransponível entre elas mesmas e aquilo que Jesus demonstrou, o cristianismo não terá cumprido a sua missão.

Enquanto o foco da atenção permanecer numa imagem ingênua e romântica da pessoa histórica, Jesus, em vez de centrar-se em sua demonstração crística transpessoal de como transpor o abismo entre Deus e a humanidade, o cristianismo não terá realizado o desígnio de seu criador. "Construir pontes", tal há de ser o maior incentivo do cristianismo.

Curiosamente, esse propósito é explicitamente reconhecido pela tradição católica romana, pois sua autoridade suprema, o papa, é tecnicamente chamado de Pontifex Maximus, expressão latina cujo significado é "supremo construtor de pontes".

No momento, o cristianismo tende a exigir fé cega, palavras e comportamento repetidos mecanicamente. Isso deixa as pessoas vazias e irrealizadas. Mas o chamado cósmico que nos chama a nós, seres humanos, não será denegado para sempre, apesar da ignorância das instituições religiosas. O Espírito Santo, a força vital, simplesmente buscará novas formas, deixando os fósseis para trás.

Mas se é possível compreender que o potencial humano exemplificado por Jesus está dentro de nós, se a capacidade de alcançar a estatura divina for vivenciada diretamente por toda a cristandade como a Chave do Reino dos Céus, então o cristianismo realizará o seu propósito, qual seja, encorajar as pessoas a evoluir, a transformar-se e ascender a um estado superior. Pois não somos apenas seres humanos. Somos também vires-a-ser humanos, situados entre dois mundos, duas épocas. O maravilhoso em nós, enquanto natureza-tomando-consciência-de-si-mesma- como-Deus, é que todos temos a capacidade latente de assumir o controle consciente de nossa própria evolução, de construir nossa própria ponte e, assim, tornar-nos membros da nova era, da nova humanidade.

Ao longo dessa mudança, existem estádios que podem ser apresentados numa formulação simples: da ortonóia, através da paranóia até a metanóia. Só evoluímos da ortonóia, isto é, do estado usual e prosaico da mente centrada no ego, para a metanóia passando pela paranóia, estado no qual a mente está perturbada (isto é separada) e é reorganizada através da disciplina espiritual para que possa ser experimentada uma clara percepção da realidade. As psicologias ocidentais convencionais consideram a paranóia um colapso patológico. Evidentemente, com freqüência ela o é, mas, vista desta perspectiva, não é necessariamente assim. Ao contrário, ela pode ser um ruptura, não a ruptura final, mas um estádio necessário de desenvolvimento no caminho da percepção do Reino dos Céus.

A paranóia é uma condição bem compreendida pelas tradições místicas e sagradas. As disciplinas espirituais praticadas sob orientação de um guru ou mestre destinam-se a facilitar a acelerar a passagem pela paranóia, para que o aspirante não se perca no labirinto do espaço interior e se torne sua vítima.
Como a metanóia, de um modo em geral, não foi experimentada pelos criadores da psicologia e psicoterapia ocidentais, a paranóia não foi amplamente compreendida em nossa cultura. Ela vista como um beco sem saída anômalo, e não como um pré-requisito necessário à consciência superior. Não se compreende que a confusão, o incômodo e o sofrimento vivenciados na paranóia se devam inteiramente à destruição de uma ilusão, o ego. Quanto menos nos apegamos a essa ilusão, menos sofremos.

Todavia, os grandes sistemas espirituais do mundo, compreendem muito bem a psicologia dessa situação e desenvolvem métodos para curá-la, para aliviar as pessoas de sua auto-imagem falsa, de sua falsa identidade. Não é por um acaso que os modelos da sociedade relativos ao ser humano realizado em Deus, a pessoa auto-realizada, incluem muitos santos e seres sagrados que têm sido venerados por variados motivos : sua compaixão, sua devoção e serenidade, suas palavras de inspirada sabedoria, o serviço que prestam ao mundo.

Qual é a sua motivação ? Cada um deles, à sua maneira, descobriu o segredo dos séculos, a verdade máxima.

"Renuncia e recebe A Deus".

Quando a consciência do ego é relaxada, quando uma consciência do infinito e do eterno substitui o nosso egocentrismo estreito e vulgar, com todas as suas fantasias transitórias e insatisfatória, deixa de haver uma base mental para o medo, o ódio, a ansiedade, o apego, e o desejo. Ao contrário, o funcionamento perfeitamente harmonioso do cosmo atua através de nós, e o cosmo está sempre em equilíbrio, sempre em paz consigo mesmo.

A mensagem cristã é essencialmente uma convocação a sermos universais, um chamado para nos tornarmos cósmicamente conscientes. É um chamado para colarmos Deus no centro de nós mesmos, não por uma fé cega, mas pela percepção consciente, não por uma adesão rígida ao ritual e ao dogma, mas pela expressão virtuosa dos princípios cósmicos. É um chamado para que "... sejamos um com Deus ".

Assim, Jesus podia falar do que é chamado "a Segunda Vinda" como o fim dos tempos, o fim da história, o fim do mundo. Despertar da ilusão do ego, do sonho da vida mundana, e passar à realidade consciente de Deus., é assim que termina o mundo.

O mundo termina, não com a destruição global, mas como transcendência do tempo, do espaço e da causalidade. Porque na realidade não existe uma Segunda vinda.

Como mostra o estudioso do aramaico Dr. Rocco Errico, a Bíblia não fala de duas vindas. A verdadeira frase bíblica diz: "a vinda de Cristo ". O que confirma a passagem de Mateus que afirma que Cristo nunca deixou este mundo: "E eis que estou convosco, todos os dias, até o fim do mundo".

O termo "Cristo" em aramaico M'shekha, do qual tiramos "messias", significa perfeito ou iluminado. Assim, a aparição final, ou vinda do Cristo, será uma aparição espiritual, livre de todas as limitações físicas. Escreve Errico: "Nesse momento, a consciência da humanidade terá ascendido a um nível espiritual, de modo que todos os olhos verão apenas o bem. O homem alcançará a vida e o reino espirituais e, com a chegado do Cristo, o mundo inteiro o reconhecerá . Seu reino será estabelecido e o mundo estará pronto para recêbe-lo."

O mundo atual está perigosamente perto do holocausto global. Mas o problema não pode ser solucionado no nível que o gerou. A resposta para a emergência é a emergência. Isto é, a solução para o problema da história não será encontrada na história, no estado de consciência que gera o tempo, isto é, no estado de consciência que gera o tempo, a tentação e a atribulação. A única saída da história para o Reino de Deus, a única saída da nossa precária situação mundial para uma nova era e uma nova humanidade é a mudança da consciência, uma transcendência da falsa consciência do eu, de onde provém todo o comportamento humano destrutivo. Só a metanóia, a emergência do Cristo em nós, pode oferecer os meios pelos quais a realidade é vista claramente e uma cultura iluminada torna-se possível. E foi exatamente isso que o Filho do Homem nos mostrou.

fonte: http://www.umcursoemmilagres.com/mensagens.html



Eu não sei como, mas a ação, visão, audição, comunicação Divinas se faz PRESENTE em mim AGORA, eu não sei como isto se manifesta, eu só sei que é assim agora e eu me sinto abençoada! É assim sou grata!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

Janeiro 19, 2009

Como se procede a Sessão de Limpeza Virtual Ho’oponopono?

Como se procede a Sessão de Limpeza Virtual Ho’oponopono?

Os Pedidos de Limpeza recebidos no alimpeza@gmail.com são reunidos em uma pasta e durante a sessão são aplicados os processos Ho'oponopono para limpeza dos assuntos nestes Pedidos. Após a sessão são descartados, os e-mails deletados.
-
Reunimo-nos na sessão, na sala virtual, para receber a Divina Inspiração, soluções Divinas para nossos problemas pessoais e orientação Divina enquanto limpamos as memórias que compartilhamos. É importante resistir à vontade de se dar conselho, querer resolver problemas ou participar da estória do próximo – isso é o trabalho da Divindade.
-
Enquanto conversamos ou estamos em silêncio na sessão, a limpeza se procede. Quando alguém fala preste a atenção no que vêm à tona na sua mente, os sentimentos, e limpe em cima disso. São as memórias que compartilhamos sendo reveladas.
-
A Divindade decide o que é limpo, algo sempre é limpo mesmo que estejamos conscientes ou não disso.
-
Lembrem-se, um problema é uma memória repetindo uma experiência do passado. O Ho’oponopono é um apelo a Divindade para cancelar as memórias que estão se repetindo como problemas. O Dr. Len mantém essa frase em mente sempre; “A paz começa comigo”, é o que ele procura praticar sempre, embora reconheça que não seja fácil.
-
Com o Ho’oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias que compartilhamos com as outras pessoas. Pesquisas mostram que à todo momento existem 11 milhões de “bits” de informação em nossa volta, mas só percebemos 15 “bits”, e são em cima desses “bits” que julgamos as coisas! Portanto, não sabemos o que realmente está acontecendo. Então dizemos para a Divindade; “Se existe algo acontecendo em mim que me faça vivenciar as pessoas de determinada maneira, eu gostaria de liberar isso.” Largando de mão essa vontade de consertar as coisas, de mudar as pessoas, deixando Deus fazer, nós mudamos nosso mundo interior o que causa uma mudança também no mundo externo.
-
Ser 100% responsável é um caminho de pedras, por ser o intelecto tão insistente. Quando nos ocorre um problema o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Insistimos em procurar fora de nós a origem dos nossos problemas.
-
A Morrnah Simeona, professora do Dr. Len, ensinava que; ”Estamos aqui somente para trazer Paz para nossa própria vida, e se trazemos a Paz para nossa vida tudo em nossa volta descobre seu próprio lugar, seu ritmo e Paz.”. Esta é a essência do processo Ho’oponopono.
-
No Fórum Ho’oponopono você já deve ter reparado na força que circula neste lugar virtual, o fórum é uma ferramenta de limpeza cada vez que você lê as mensagens e participa. Você está sendo limpo enquanto acessando o fórum! Estamos trazendo esta sintonia para a sessão, cada vez mais multiplicando o efeito da limpeza pela nossa união e concentração ao mesmo tempo. Podem conferir nos dias após a sessão como seu corpo reage, e a calma que permeia seu ser.
-
A Divindade sabe que nos reunimos aqui para limpar nossas memórias compartilhadas. Isso libera nossa Mente Consciente de decidir o que exatamente precisa ser limpo.
-
Os momentos mais sagrados da sessão são quando começam os comentários sobre sentimentos esfuziantes de gratidão, de amor, de uma sensação de felicidade indescritível. Humildemente reconhecemos a Presença. A Divindade penetra na consciência dos participantes e somos deslocados para o espaço do Ser, Inspiração, a Identidade Própria.
-
Mais para o final se houver tempo, fazemos uma subida ao Portal.
-

"Somos seres divinos, mas a mente só pode servir a um mestre de cada vez. Pode servir às memórias se repetindo, ou a Divindade, que são as Inspirações." Dr. Len
-
Texto de Al McAllister com referências a textos de Jude O’Hare, e Saul Maraney com o Dr. Ihaleakala Hew Len
-
Reconheça o seu Bem quando ele aparece.
-
Sessões são realizadas nas Terças-feiras 21:00 h, e Domingos às 11:00 h e às 20:00 horas. Recomendamos que baixem o PDF "Manual da Sessão" aqui neste link:
http://hopurl.com/41973
-
O acesso à sala virtual é pelo
http://tinyurl.com/99a7hk escolha a opção "Ho'oponopono Limpeza Virtual", a senha é: "teamo"
Nas Quintas-feiras realizamos uma reunião na mesma sala para perguntas e respostas às 21:30 hs.
-
O Atendimento
-
atendimento.hopo@gmail.com
Visite:
www.hooponopono.com.br e www.soubem.com


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Administrador de "Ho'oponopono" -
http://hooponopono.forumativo.com

Janeiro 09, 2009

Deus à procura de casa

Deus à procura de casa

Na Terra. Dentro de nós. Representado pela Inspiração. A casa em questão está quase sempre ocupada pelas Memórias, muitas delas repetitivas. Mas a Inspiração, entrando, tomando conta, mesmo que por breves instantes, muda nossa casa interior. E a exterior também. Para melhor.

Proposta do Ho’oponopono. Visa nosso subconsciente, atribulado, por via de regra. Cheio de recordações. Preocupações atuais. Projetos mil. Quase sempre um tsunami mental. Até quando? Mente se agitando, vida se indo...

Onde Huna menciona unihipili, uhane e Aumakua como partes da mente, o Dr. Hew Len, psicólogo havaiano, distingue quatro: a Mente Subconsciente e a Consciente compondo a Alma, esta última ligada à Mente Supra-Consciente e à Inteligência Divina.

No Subconsciente, está o alicerce da mente: o Vazio, ou Zero. O Dr. Len o chama o alicerce da Identidade Própria. O Vazio é um estado precursor; ele recebe as Inspirações da Inteligência Divina – recebe, sim, quando este Vazio não está ocupado – como de praxe – pelas Memórias repetitivas..
Quem costuma comandar o espetáculo são as Memórias. Deslocam do lugar o Vazio da Identidade Própria e impedem a entrada das Inspirações.

Só uma ou outra – Inspiração ou Memórias – podem ‘estar no comando’ da Mente Subconsciente. A saída: limpeza das Memórias por transmutação da Inteligência Divina, a pedido da Mente Consciente. Resultado: solução dos problemas humanos.

Inovador: a Mente Consciente sabe que é 100% responsável por essas Memórias, e que tem de pedir para elas serem transmutadas. Pedido atendido: a energia transmutadora neutraliza as Memórias na Mente Subconsciente. As energias, neutralizadas, deixam um vazio.

Este processo não lembra o desenho da clave do sol na escrita musical?

O Dr Len vai além: ‘Todas as experiências da vida são expressões de memórias se repetindo e Inspirações. Depressão, pensamento, culpa, pobreza, ódio, ressentimento e aflição são... ‘frentes de lamentações’, como o bardo Shakespeare dizia em um dos seus sonetos’.

E mais: ‘A mente Consciente tem escolha: iniciar uma incessante limpeza ou permitir às memórias repetir problemas incessantemente’.

Isso não lembra ao ‘orai sem cessar’ de Jesus? Não é a visão do homem como um ser divino por natureza, um sujeito artífice de sua salvação? Tendo a chance do toque redentor da Divindade? Do Senhor ocupando um espaço no interior do homem? É, sim, Deus à procura de casa – dentro de nós.

Consertador divino. Se olharmos para o que a médium Varda Hasselmann vem a dizer sobre os Arquétipos da Alma, Ihaleakala Hew Len é uma das pouquíssimas almas antigas (só 4 % da população mundial): ‘Para a alma antiga, religião significa essencialmente uma negação das velhas formas de crença e dogma. A fé é substituída pela consciência’.

‘Ela (a alma antiga) procura pelo fator de união, pelo fator que abrange tudo, Ela sente o principio divino em si mesma’.Ela busca por ligações com o todo e acha as pontes para obter as forças a que se entrega confiante’.

Isso torna compreensível a imagem de Deus do Dr. Len de um exímio ‘consertador divino’ dos problemas humanos, sempre pronto a atender pedidos terrestres: transmutar memórias repetitivas e, em troca, infundir inspiração.

A constatação de Varda levanta outra questão: se apenas 4 % da humanidade atual (as almas antigas) tendem a esse tipo de crença, cá dê os restantes 96 %? E das crenças noutras épocas, em noutras regiões? E as instituídas por outros messias? Artigos de fé assaz tão divergentes, que um Ralph Waldo Emerson chegou a sentenciar: 'A religião de uma era é o entretenimento literário da seguinte’.

Decerto, não convêm dar ouvidos a críticos, tipo Richard Dawkins, quando se deleita no exagero: ‘O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho, controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue e perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento e megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo’.

Nem parece estar falando de um deus! Claro, imagens de Deus são também produto da cultura reinante. Até pode se aventar que houve tantas humanidades quanto religiões que as moldaram. Por isso, trazer à tona hoje, como diz Gore Vidal, ‘um texto bárbaro da Idade do Bronze conhecido como Antigo Testamento’, mostra um Dawkins erudito porem sectário – e intelectualmente desonesto.

Bem mais sadias e abrangentes são as revelações da médium americana Jane Roberts, no capitulo religioso de Seth Speaks (1972): ‘Em nenhum momento, uma determinada igreja será capaz de expressar as experiências interiores de todos os indivíduos’.

E mais adiante: ‘O Islamismo foi justamente tão violento porque o Cristianismo foi tão manso em sua natureza. Não é que o Cristianismo carecesse de acréscimos de violência, nem que o Islamismo dispensasse todo amor’.

Ao canalizar as revelações de Seth, Jane Roberts aborda outro ponto: ‘Naturalmente, os deuses atingem realidade física. Portanto, eu não quero negar-lhes uma realidade, senão apenas definir até certo grau a natureza dessa realidade. Com ressalvas, está certo dizer: Sedes cuidadosos com a escolha de vossos deuses, já que há influências mútuas’.

‘Ora, uma aliança desse tipo cria campos magnéticos. Um homem que se liga a um dos deuses, se liga forçosamente em primeiro lugar a sua própria projeção. Algumas são em vosso sentido criativas e outras destrutivas, se bem que raramente as últimas se reconhecem como tais’.

Então, quais memórias limpar? No e-book Ho’oponopono de Al McAllister, o Dr. Len esclarece: ‘Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Pode melhorar sua vida curando sua vida. Se deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo’.

‘Ao fazer o Ho’oponopono, pede a Deus, a Divindade, limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Assim neutraliza a energia que associa a determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo, esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade’.

‘No momento que nota dentro de si algum incômodo em relação a outra pessoa, lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus: ‘Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema’.

‘Limpar visando um resultado não funciona, afirma o Dr. Len. Mas quando limpa por limpar, pode ser agradavelmente surpreendido pelo que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a Mente Consciente de ter de decidir o que deve ser limpo ou não’.

‘Como não estamos cientes de quais memórias limpar, é preciso pedir a Divindade – que está ciente. Só ela pode cancelá-las. É a Divindade que está orquestrando os eventos – nosso trabalho é estar em paz’.

‘Ho’oponopono é o processo de se pedir e permitir à Divindade – que criou tudo e sabe tudo – cancelar as memórias que vivenciamos como problemas e substituí-las pela Inspiração’.

Deus vir a ocupar nossa casa interior é o ato de amor ao homem.

por Jens Federico Weskott - jweskott@uol.com.br

Janeiro 07, 2009

Memórias repetitivas ou Inspiração evasiva?

Memórias repetitivas ou Inspiração evasiva?


“Meus problemas são memórias se repetindo no meu subconsciente. Meus problemas pouco ou nada têm a ver com alguém, algum lugar ou uma situação”.
Esse é talvez o tema principal do Dr. Ihaleakala Hew Len no livro “Zero limits” sobre o Ho’oponopono, que escrevera junto a Joe Vitale.

Ao experimentar memórias repetindo problemas, tenho duas opções: posso ficar envolvido com elas e pedir à Divindade liberá-las através da transmutação, assim refazendo, na minha mente, o estado original de vazio... e tornar-me livre de memórias. Nesse estado, sou meu Eu Divino, tal qual a Divindade me criou em sua perfeita semelhança.
Sob o peso das memórias, estou sujeito ao tempo, lugar, problemas, incerteza, caos, ao impulso de pensar e imitar; deixo as memórias me guiarem, desisto da clareza da mente junto ao meu alinhamento com a Divindade.
Quando meu subconsciente está no vazio, é atemporal, ilimitado, infinito, imortal. Se não há alinhamento, não há Inspiração. Se não há Inspiração, não há propósito de vida”.

Ao trabalhar em público, o Dr Hew Len sempre pede à Divindade que “transmute as memórias no meu subconsciente que repetem minhas percepções, meus pensamentos, minhas reações; esvaziando-as. Então, a Divindade preenche minha mente subconsciente e consciente de Inspiração, permitindo à minha alma sentir as pessoas do modo como Deus as sente”.

A humanidade, esclarece, acumulou memórias padronizadas de perceber os demais como precisando de apoio e ajuda. Por sua vez, a Auto-Identidade através do Ho’oponopono tem a ver com liberar as memórias, visto que nosso subconsciente repete a percepção que os problemas se encontram fora, não dentro de nós.

Todo o propósito da prática é restaurar a própria Auto-Identidade através do Ho’oponopono, nosso ritmo natural com a Divina Inteligência. Ao restabelecer o ritmo original, o vazio se abre e a Inspiração preenche a Alma..

Usualmente, os praticantes desejam compartilhar sua informação com o intuito de ajudar os demais. Adotar a atitude ‘eu posso ajudá-lo’ não resolve. Explicar a prática não os livra de suas memórias problemáticas. Apenas a própria prática consegue isso”.

O Dr. Len cita o exemplo do excesso de peso: “Problemas de peso são apenas memórias repetitivas, e essas memórias deslocam você do estado de vazio. Para voltar ao vazio, a Divindade precisa apagar as memórias que resultaram no aumento de peso”. Como apagar essa memória? “A única coisa a fazer é amá-la, perdoá-la e até ser-lhe grata. Ao apagá-la, você garante que o Divino tenha uma chance de vencer substituindo-a por uma inspiração”.

No seminário de fim de semana ele insiste no tema: “Você age movido pela memória ou pela inspiração. Pela memória significa pensar; pela inspiração, consentir. A imensa maioria de nós vive através das memórias. Somos inconscientes disso porque... somos basicamente inconscientes.

Durante seus cursos, o Dr. Len não deixa de ressaltar o efeito do comportamento humano: “O que mantemos individualmente, sejam memórias ou inspirações, exerce um impacto imediato e absoluto sobre tudo, desde a humanidade até o reino animal, vegetal e mineral. Se uma memória é convertida ao vazio pela Divindade em uma mente subconsciente, ela é convertida ao vazio em todas as mentes subconscientes - sim, em todas elas!

Acontece que somente quando sua mente está no vazio pode ter lugar a criação, e ela é chamada ‘inspirar’. No Havaí, esse ‘inspirar’ é chamado de ‘Há’.

Assim, o termo ‘Há’ significa inspiração. ‘Wai’ é a água e ‘I’ é ‘o Divino’;
‘Hawaii’ quer dizer ‘a respiração e a água do Divino’. A própria palavra Hawaii é um processo de limpeza. Deste modo, quando estou em um lugar, por exemplo, antes de entrar em uma sala, pergunto ‘O que há aqui que preciso limpar e não sei o que é? Não tenho idéia de que se trata. Se fizer uso do processo chamado Hawaii, receberei informações das quais não estou consciente e que me retornam ao vazio.

Joe acrescenta que nossa mente só pode servir a um mestre de cada vez: “Ou serve ao que está acontecendo em nossa mente ou serve à inspiração”.

“Toda essa inspiração emana da Inteligência Divina, e ela está dentro de nós. Você não deve passar por cima dela. Você não precisa procurá-la fora. Ela já está em você. O nível imediatamente superior é chamado ‘supra-consciente’, que os havaianos denominam Aumakua. Au significa ‘através de todo tempo e espaço’ e makua quer dizer ‘espírito sagrado ou um deus’ - manifesta uma parte de você que é atemporal e que não tem limites. Essa parte de você sabe exatamente o que está acontecendo.

A simples frase ‘te amo’, diz Dr. Len, contém os elementos que transformam tudo. Ressalta que nela há gratidão, reverência e transmutação”. Joe esclarece: “A frase é como uma palavra mágica que abre a ‘fechadura de combinação’ do Universo. Ao repeti-la - quase como um poema - me abro à limpeza do Divino, que deste modo apaga todos os programas que me impedem de estar aqui agora”.

Mas há incontáveis programas, são como ervas daninhas, complementa o Dr Len.
“Para chegar ao vazio, temos de fazer mais limpeza do que você nem consegue imaginar”.

O sinal de vazio é -se tentamos expressá-lo em palavras- ‘amor’. Dizer ‘te amo’ sem parar ajuda a sintonizá-lo. Repeti-lo ajuda a neutralizar as memórias, programas, crenças e limitações que estão no caminho de seu despertar. Ao continuar limpando, entro em sintonia com a inspiração pura. Ao agir na base dessa inspiração, acontecem mais milagres do que é possível imaginar. Tudo o que tenho a fazer é permanecer na inspiração.

Com a prática de Ho’oponopono, torna-se mais claro qual é realmente a voz da inspiração e qual não é. O Dr Len lembra que não se trata de um ‘prato pronto’ - requer tempo”.

por Jens Federico Weskott - jweskott@uol.com.br
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=15913

BAIXE AQUI E-BOOK GRATUÍTO HO'OPONOPONO: www.hooponopono.com.br

Janeiro 05, 2009

Lindo...

Lindo...

"Então eu estou aqui e você também
me permita ser o seu espelho essa noite
e cantar em mim o teu encanto
tua estranheza, teu espanto
como quem sabe no fundo
que não há distâncias nesse mundo.
pois somos uma só alma
livre, somos livres
mas não possuímos as pessoas.
Temos apenas amor por elas e nada mais.
é preciso ter coragem para ser o que somos
é preciso recomeçar no caminho que vai para dentro.
vencendo o medo imaginado
se sentir seguro no inesperado
confiar no invisível
desprezando o perecível
na busca de si mesmo
ser o capitão da nossa nau
e no mais terrível vendaval
mergulhar bem fundo
pra encontrar nosso ser real
e rir, porque tudo é uma grande brincadeira
cada drama é só o nosso modo de ver
porque na verdade a vida vai nos mostrando o que nós mesmos vamos criando
com o nosso poder de crer."

(Gasparetto)
Acho que foi a coisa mais linda que li neste início de ano............

Dezembro 14, 2008

"A Chave do O Segredo"

http://www.soubem.com/curso.htm

O PORTAL – Receba a Chave do “O Segredo”

Qual o benefício desse curso para você?

Em primeiro lugar você elimina a participação do seu ego, e se abre para escolher e receber uma nova condição de vida logo de cara.

Segundo, você se permite que a limpeza de padrões limitantes seja a mais rápida e eficaz possível.

Terceiro, você aprende a aplicar este processo para seus familiares, amigos e se você é terapeuta, para seus pacientes.

Quarto, você recebe a verdadeira chave, a compreensão do que é O Segredo.

Quinto, não há perda de tempo, você começa já no início aplicando o processo e tendo as revelações necessárias para mudar sua vida para melhor, sem floreios, enfeites e, muito importante, sem intermediários.

Sexto, não há níveis, nem degraus a serem galgados à um custo extra. O que nós da Soubem desenvolvermos depois desse curso será para complementá-lo e sustentar a divulgação do mesmo, queremos mostrar isso à mais e mais pessoas pelo país afora, pelo bem que ele proporciona.

Com certeza que este curso é memorável porque nele praticamos a subida ao Portal de maneira muito mais específica do que o possível nas sessões. Existem detalhes importantes que são apresentados e que realçam a experiência. A começar pelo fato que é revelada a chave do “O Segredo” – chave que não foi dada no filme, nem em qualquer outro lugar. É a vivência da prática que lhe dará a condição de melhor efetuar a limpeza de padrões limitantes em sua vida.

Atenção: O custo é de R$ 195,00 (pode ser parcelado no PagSeguro). Compre agora clicando no botão coloque no e-mail "O Curso", e o atendimento lhe enviará o link de compra PagSeguro.

atendimento.soubem@gmail.com

Dezembro 09, 2008

SOMENTE O AMOR É REAL

SOMENTE O AMOR É REAL
“Quem cria o medo não é Deus. Somos nós.”


A separação de Deus ocorreu há milhões de anos, mas nunca ocorreu de verdade.

“O Curso pode ser resumido com simplicidade:
Nada que é real pode ser ameaçado.
Nada irreal existe.
Nisso reina a paz de Deus”.


= O amor é real. É uma criação eterna e nada pode destruí-lo. Qualquer coisa que não seja o amor é uma ilusão. Lembrando-se disso, você estará em paz.

“O oposto do amor é o medo, mas o que abrange tudo não pode ter oposto.”

Quando não estamos pensando com amor, simplesmente não estamos pensando e sim tendo alucinações. O medo é uma ilusão, é imaginário. Ele existe para nós como seres humanos, mas não é nossa realidade definitiva e nem substitui a verdade sobre quem realmente somos.

É como se estivéssemos com a mente partida em duas partes, uma continua ligada ao amor, outra converge para o medo. O medo fabrica uma espécie de universo paralelo onde o irreal parece real e o real parece irreal. O amor expulsa o medo da mesma forma que a luz afasta a escuridão.
A mudança do medo para o amor é um milagre.

Os pensamentos funcionam como os dados programados em um computador, registrados na tela da nossa vida. Se não gostamos do que vemos na tela, não adianta tentar apagar de lá.
O pensamento é a origem, a experiência é a conseqüência. Se não gostamos das conseqüências de algo sobre nossa vida, precisamos mudar a natureza do pensamento.

O significado de Paraíso =
o amor em nossas mentes produz o amor em nossas vidas.
O significado de Inferno =
o medo em nossas mentes produz o medo em nossas vidas.

Uma mudança no modo como pensamos nossa vida produz uma mudança no modo como vivenciamos nossa vida.

Profanar o altar é encher a mente de pensamentos sem amor.

Adão e Eva eram felizes até que eles aprenderam a fechar os corações e a condicionar o amor a alguma coisa. Isso destrói a paz porque não faz parte de nossa natureza, transformando-nos em algo que não deveríamos ser.

Uma oração útil: “Deus, por favor me ajude. Cure minha mente. Onde quer que meus pensamentos tenham se afastado do amor – se eu fui controladora, manipuladora, gananciosa, ambiciosa – seja o que for, estou disposta a ver tudo de forma diferente. Amém.” (Para pedirmos um mundo novo, uma vida nova.)

UM RETORNO AO AMOR - Marianne Williamson

Dezembro 02, 2008

NENHUM HOMEM É UMA ILHA

NENHUM HOMEM É UMA ILHA

O título desse artigo foi tirado da famosa meditação do renomado poeta inglês do século XVII, John Donne. Um homem profundamente religioso e freqüentemente chamado de fundador dos Poetas Metafísicos, Donne escreveu uma série de orações chamadas de Devoções em Ocasiões Emergentes. Elas vieram durante seus últimos anos, quando ele estava seriamente doente, e refletem uma percepção espiritual da unicidade essencial da vida. As palavras inspiradoras de Donne vão ao cerne da mensagem de Jesus em Um Curso em Milagres, e eu devo citar trechos da sua inspirada devoção dezessete em duas partes.

I. “Por quem os sinos dobram”: A Unicidade do Filho de Deus

Nenhum homem é uma ilha, inteira em si mesma; cada homem é uma parte do continente, uma parte do principal. Se um torrão de terra fosse levado pelo mar, a Europa seria menor, da mesma forma que aconteceria em relação a um promontório, e é da mesma forma com qualquer um dos teus amigos ou contigo mesmo: a morte de qualquer homem me diminui, porque estou envolvido na humanidade e, portanto, nunca procures saber por quem os sinos dobram, pois eles dobram por ti (Devoções em Ocasiões Emergentes, nº 17).

Donne fala da unicidade inerente da humanidade, a qual para ele, um cristão devoto, era a criação de Deus. Enquanto nós, como estudantes do Um Curso em Milagres, não veríamos o homo sapiens como parte da Unicidade viva de Deus, apesar disso, podemos apreciar a visão unificada de Donne. Ainda que seja uma ilusão, o mundo fenomênico dos corpos permanece um todo unificado – ilusório com certeza, no entanto, uma projeção única do pensamento único do Filho único separado. Nós todos estamos mais do que familiarizados com o princípio central do sistema de pensamento do Curso: Idéias não deixam sua fonte. Se as idéias não deixam sua fonte, significando a mente, o mundo perceptual não pode ser nada além de uma projeção do mundo interno; especificamente, a idéia da separação não deixou sua fonte na mente, porque não poderia tê-lo feito. Dito de outra forma, podemos ver que o efeito não deixou sua causa, e, portanto, os mundos interno e externo são unificados, como vemos nessa afirmação de uma lição inicial do livro de exercícios. O contexto é como nossos pensamentos de ataque são a causa do mundo, o último sendo nada mais do que o efeito alucinatório desses pensamentos:

Cada pensamento que tens constitui algum segmento do mundo que vês... [O mundo] é incapaz de mudar, porque é meramente um efeito. Mas, de fato, há sentido em mudar os teus pensamentos sobre o mundo. Aqui estás mudando a causa… Cada uma das tuas percepções da “realidade externa” é uma representação pictórica dos teus próprios pensamentos de ataque. Cabe realmente perguntar se isso pode ser chamado de “ver”. Não seria fantasia uma palavra melhor para tal processo e alucinação um termo mais apropriado para o resultado? (LE-pI.23.1:3-4; 2:4-6; 3:2-7).

Uma vez que a separação começou com o Filho único acreditando que atacou Deus, aquele único pensamento permaneceu constante e presente através de todo o processo de fragmentação, que resultou na criação errônea do mundo perceptual da forma e diferenças, um mundo de multiplicidade que tem sido muito impressivamente bem sucedido em ocultar sua – literalmente – origem da mente única. Recordem-se dessa importante passagem no texto:

Tu que acreditas que Deus é medo, fizeste apenas uma substituição... Ela veio a ser tão partida, subdividida, e de novo dividida, vezes e mais vezes, que agora é quase impossível perceber que alguma vez foi uma só e que ainda é o que era. Esse único erro, que trouxe a verdade à ilusão, a infinidade ao tempo e a vida à morte, foi tudo o que jamais fizeste. Todo o teu mundo se baseia nele. Tudo o que vês reflete isso e cada relacionamento especial que jamais tiveste é parte disso (T-18.I.4:1,3-10).

Portanto, nós podemos ver que cada fragmento aparentemente separado – não importando sua forma, ou se é animado ou inanimado – é uma parte do Filho único que acreditou em sua mente perturbada e alucinatória que poderia ser separado. No entanto, ele permanece o que é – o Filho único de Deus, ainda que adormecido, como está refletido na exclamação de Jesus:

Como é santo o menor dos grãos de areia quando ele é reconhecido como parte do retrato completo do Filho de Deus! As formas que os pedaços quebrados parecem tomar nada significam. O todo está em cada um. E cada aspecto do Filho de Deus é exatamente o mesmo que qualquer outra parte (T-28.IV.9:4-8).

O que é o mesmo não pode ser diferente, e, portanto “cada aspecto do Filho de Deus” permanece o mesmo e permanece como um. Nós podemos, portanto, entender que não apenas o Amor total de Cristo é encontrado dentro de cada fragmento do Filho de Deus, mas também todo o ódio do ego. Apesar das miríades de diferenças que abundam em um mundo de corpos, distinguindo uma forma da outra, nós, no entanto, permanecemos unificados em nossa alucinação compartilhada de separação, assim como na memória compartilhada da verdade do Amor de Deus.

Voltando a John Donne, podemos talvez agora apreciar melhor sua visão da unidade inerente da humanidade. Que percepção tão diferente da dos nossos egos! Que percepção tão diferente da do mundo! Se nós realmente somos um, como poderíamos jamais realmente atacar? Além disso, como poderíamos justificar o ataque?

Ataque a qualquer pessoa, por qualquer razão, nos diminui, pois nós só atacamos a nós mesmos ao vermos um ser separado e individualizado que é uma imitação do glorioso Ser que Deus criou. Uma visão tão radical da nossa unidade inerente desfaz a base de quase todas as crenças do mundo: geopolíticas, econômica, religiosa, e social. Ela desfaz também a percepção do que concebemos como nossos problemas – em todos os níveis -, sem mencionar suas soluções. Se a causa do mundo é a crença na separação, então, tem que ser porque a solução para toda dor e sofrimento é encontrada não no mundo, mas na mente separada e dirigida pela culpa que primeiro concebeu o pensamento da dor e do sofrimento. As inspiradas palavras de Donne refletem essa mudança de decisão ao reconhecer nossa unicidade inerente – em dor, doença, morte e amor; uma unicidade que, por definição, desfaz a separação.

Lembrarmos dessa conexão causal entre nossos pensamentos (realmente, nosso pensamento) e o mundo desfaz a defesa primária do ego contra nossa lembrança de Deus, Cuja memória habita em nossas mentes. Por essa razão, o ego busca manter a causa e o efeito separados, colocando uma imensa brecha entre eles. Essa brecha é o mundo no macrocosmo, e nossos relacionamentos especiais no microcosmo. Iniciando-se com a separação única, o mundo do ego continuou a se separar e a se fragmentar. Na verdade, nossos corpos foram designados para perceber isso dessa forma:

O propósito de tudo o que vês é o de te mostrar o que desejas ver. A audição só traz à tua mente os sons que ela quer ouvir. Assim foi feita a especificidade (LE-pI.161.2:4-6; 3:1).

Mantendo o efeito específico (mundo) separado da causa abstrata ou não-específica (mente), o ego assegura que o Filho, agora estabelecido como sem mente, nunca possa mudar sua mente. Existe método na loucura do ego, pois ele sabe que se o Filho mudar sua mente, o ego iria inevitavelmente ser desfeito em sua fonte: a crença do Filho nele.

O Espírito Santo, por outro lado, traz o efeito de volta à causa, desfazendo dessa forma a estratégia do ego para manter a brecha. Essa é a visão que as palavras de Donne nos oferecem: ferir os outros fere a nós mesmos. E, então, da mesma forma, necessariamente, perdoando os outros perdoamos a nós mesmos. É interessante especular que se o mundo tivesse aceitado essa visão há trezentos anos, Um Curso em Milagres não teria sido necessário. Isso nos leva a outra mensagem que o grande poeta deixou para nós, como vemos nesse outro trecho das Devoções, de Donne.

II. “Recurso a Deus”: A Maneira de Reconhecer Nossa Unicidade

Se um homem carregasse um tesouro em barras de ouro, ou em uma cunha de ouro, e não tivesse cunhado nada dele em moeda corrente, seu tesouro não iria pagar suas despesas enquanto ele viajava... Outro homem pode estar doente também, e estar à morte, e essa aflição estar em suas entranhas, assim como o ouro em uma mina, e não ter utilidade para ele; mas esse sino que me fala da sua aflição, escava e usa aquele ouro para mim: se por essa consideração sobre o perigo de outro, eu levar as minhas próprias considerações à contemplação, dessa forma protegerei a mim mesmo, apresentando meu recurso ao meu Deus, que é nossa única segurança (Devoções em Ocasiões Emergentes, nº 17).

Nós temos a riqueza – o tesouro do Amor de Deus -, mas não sabemos disso. Na verdade, nós somos a riqueza, uma vez que ter e ser não podem ser distinguidos no Reino de Deus (T-4.III.9).
O tesouro de Cristo, que nós tanto temos quanto somos, tem sido, por ignorância, encoberto pelo pensamento de culpa – o tesouro do ego -, e então, encoberto uma segunda vez pelo mundo da culpa. Com tal ilusão duplamente protegida – o que o livro de exercícios chama de um escudo duplo de esquecimento (LE-pI.136.5:2) – nossa decisão pelo ego está protegida, aparentemente para sempre, de qualquer possibilidade de correção. Mas Donne mostra o caminho, antecipando a discussão do Um Curso em Milagres sobre o perdão como o meio de desfazer nossa tomada de decisão faltosa.

Nosso poeta está nos dizendo que nosso tesouro – simbolizado aqui pelo ouro – é sem valor para nós se não estiver disponível para ser usado. De forma similar, nosso tesouro real – as dádivas de amor e paz de Deus – é sem sentido se nossa consciência dele estiver bloqueada. Entretanto, a consciência da nossa união com todas as pessoas – “mas esse sino, que me fala da sua aflição, escava e usa aquele ouro para mim” – me permite lembrar de que a maneira com que vejo outra pessoa é a mesma com que vejo a mim mesmo, e essa é a forma de eu me tornar consciente das dádivas de Deus. Como Jesus nos lembra no texto, em meio a uma discussão sobre cura:

Perceber a cura do teu irmão como a tua própria é, assim, o caminho para lembrar-te de Deus. Pois esqueceste os teus irmãos com Ele e a Resposta de Deus para o teu esquecimento não é senão o caminho para a lembrança (T-12.II.2:9-12).

Portanto, meus pensamentos de ataque de separação realmente se tornam a forma de me levar de volta à lembrança da decisão na minha mente de negar a unicidade do Filho de Deus. Vendo esses pensamentos fora de mim, em outros – a culpa que eu projetei da minha mente em outros corpos -, eu agora posso vê-los em mim mesmo, dessa forma provendo outra chance de me lembrar de que, para usar as palavras de Donne, minha única segurança está em Deus, e não no especialismo; meu único recurso é a Voz de Deus, não a do ego. Através da reversão do Espírito Santo para a projeção do ego, sou capaz de reconhecer que o que vi em outro é a imagem externa do meu desejo: a imagem da separação e da culpa que eu quis que fossem verdadeiras (T-24.VII.8:10). Portanto, eu sou devolvido da insanidade dos interesses separados para a lembrança sã da minha unicidade compartilhada como o Filho único de Deus. Todas as diferenças percebidas agora desaparecem diante da luz resplandecente de Cristo, nosso verdadeiro Ser – nosso único Ser. A Lição 262, “Que eu não perceba diferenças hoje”, ora lindamente em nosso nome:

Pai, Tu tens um Filho. E, nesse dia, é para ele que eu quero olhar. Ele é a Tua única criação. Por que haveria eu de perceber mil formas naquilo que permanece uno? Por que haveria eu de dar mil nomes a ele quando um só nome é suficiente? Pois o Teu Filho tem que ter o Teu Nome, porque Tu o criaste. Que eu não o veja como um estranho para o seu Pai, nem para mim. Pois ele faz parte de mim e eu dele e nós somos parte de Ti Que és a nossa Fonte, eternamente unidos no Teu Amor, eternamente o Filho santo de Deus (LE-pII.262.1).

Somos nós que rezamos e, na verdade, somos nós que respondemos ao escolhermos a Resposta. Motivando nosso pedido e recebimento está o reconhecimento de que “deve existir uma forma melhor” de olhar para o mundo (T-2.III.3:5-6) e, ainda mais direto ao ponto, para as formas de percebermos uns aos outros. A “forma melhor” é a visão de Cristo, que abraça a Filiação como uma, sem excluir ninguém:

Entretanto, essa é uma visão que tens que compartilhar com todas as pessoas que vês, pois de outro modo, não a contemplarás. Dar essa dádiva é a forma de fazê-la tua. E Deus determinou, em benignidade amorosa, que ela fosse tua (T-31.VIII.8:7-11).

Com essa visão para nos guiar, nós caminhamos pelo mundo com uma nova compreensão que reconhece a universalidade do sofrimento e da paz, ambos presentes em nós, ambos presentes em todas as coisas vivas. E vê-los em um é vê-los em todos:

Se as pessoas se permitissem experienciar a dor dos outros, elas não seriam capazes de infligi-las: nem bombas, nem assassinatos, nem torturas, nem ataques de qualquer tipo.
Se as pessoas se permitissem lembrar de que o sino do julgamento, da mesma forma que o sino da morte de Donne, dobra por todos, e que sua culpa iria fazê-las pagarem o preço do seu ódio e vingança, da mesquinhez das suas projeções, haveria apenas paz e nenhum julgamento dos outros.

Se as pessoas reconhecessem que o ar, a água e a poluição nuclear simbolizam o fato de se importarem apenas com a satisfação da sua ganância, com a gritante negligência aos outros, e que esse egoísmo só as fere, elas iriam deixar de poluir em um instante.

Pois quem iria pilhar terras mineralmente ricas, arrancando em raiva justa – para emprestar a frase aliterativamente poderosa do texto (T-23.II.11:2) – tesouros que não são dele, se soubesse que era seu próprio tesouro de amor que estava perdendo?

Pois quem iria desejar escolher o sistema de pensamento assassino do especialismo, infligindo dor e sofrimento a outro, sabendo que era sua própria morte que estaria planejando?

Finalmente, qual governo iria desejar escolher o sistema de pensamento assassino do imperialismo, infligindo dor e sofrimento a outros, sabendo que eram suas próprias riquezas que estava pilhando?

A verdade dessas afirmações e respostas a essas questões são óbvias, uma vez que reconhecemos o valor dos interesses compartilhados, e a falta de valor dos separados. A resistência a esse reconhecimento, embora insana, é, apesar disso, inerente à nossa existência individual, na qual ter e ser são realmente separados, e precisam ser assim se formos sobreviver como entidades separadas. É nos lembretes que vêm dos John Donnes do nosso mundo que encontramos reforço para a escolha que irá finalmente nos trazer a segurança do amor do Céu e a paz da sua unicidade, alegremente aceitando o feliz fato de que estávamos errados e Deus certo. Parafraseando e acrescentando à questão do texto, podemos, portanto perguntar:

Quem, com o Amor de Deus sustentando-o, iria achar a escolha entre os milagres e o assassinato difícil de fazer? Especialmente se ele soubesse que o objeto da sua avidez era seu próprio ser, que foi por sua própria morte que o sino do egoísmo dobrou? (T-23.IV.9:8).

Entretanto, não apenas os mundos interno e externo da culpa, ódio e ganância permanecem um, assim também acontece com a paz, pois, como já vimos, nós igualmente compartilhamos a mesma mente errada e a mesma mente certa. No mundo do ser separado, não existem diferenças verdadeiras entre seus fragmentos aparentes, apesar de todas as evidências em contrário. O adorável poema de Helen Schucman gentilmente nos lembra:

A paz cobre você, a mesma fora e dentro,
em brilhante silêncio e em uma paz tão profunda
que nenhum sonho de pecado e mal pode chegar perto
da sua mente quieta.
(“Despertar em Quietude”, As Dádivas de Deus, p. 73)

O sonho do nosso ego é um de pecado e mal, primeiro vistos em nós mesmos e então, magicamente, parecendo surgir em outro, a quem nós rapidamente passamos a difamar, atacar e tentar destruir. Essa prestidigitação funcionou incrivelmente bem, porque tivemos sucesso em acreditar na mentira do mágico, de que somos criaturas separadas e independentes:

Tal é a estranha posição em que aqueles que vivem em um mundo habitado por corpos parecem estar. Cada corpo aparenta abrigar uma mente separada, um pensamento desconectado, vivendo solitário e de nenhuma forma ligado ao Pensamento pelo qual foi criado. Cada fragmento diminuto parece estar contido em si mesmo e precisar de outros para algumas coisas, mas sem ser de modo algum dependente do seu único Criador, já que necessita do todo para lhe dar. E nem tem qualquer vida à parte e por conta própria (T-18.VIII.5).

Para nos certificarmos, cada um de nós realmente é uma ilha, inteira em si mesma – se nós ouvirmos o ego. Mas, deixem-nos por um instante começarmos a questionar essa insanidade, e uma antiga porta que leva além do mundo de dor e morte se abre para a paz e a vida eternas (ET-ep.1:11). O Professor dos professores, nosso irmão mais velho, Jesus, gentilmente nos leva de volta da vida infernal de ilhas separadas para o Céu refletido da existência compartilhada e do propósito único. Junto com todos nós, ele ora para nossa Fonte, conforme nós juntos trilhamos nosso caminho para a luz da perfeita unicidade do amor:

Em alegres boas-vindas minha mão está estendida a todo irmão que queira unir-se a mim para alcançar o que está além da tentação, olhando com fixa determinação na direção da luz que brilha além em perfeita constância... E à medida em que cada um elege unir-se a mim, a canção de agradecimento da terra para o Céu cresce e os diminutos fios dispersos de melodia vêm a ser um único coro que abrange todo um mundo redimido do inferno, que dá graças a Ti... Pois nós alcançamos o lugar onde todos nós somos um e estamos em casa, onde Tu queres que estejamos (T-31.VIII.11:1-4, 7-11; 12:10-12).

(Volume 14, número 2, junho 2003) - Kenneth Wapnick, Ph.D. - Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

Novembro 30, 2008

O Portal - O CURSO


O Portal


Devido ao grande interesse e a solicitação de terapeutas que desejam aplicar em suas práticas o processo "O Portal" (através da Pilastra da Paz do Eu) que temos utilizado nas sessões virtuais, estaremos disponibilizando no fórum (e via e-mail aos membros) as instruções de como praticar o processo corretamente. É o procedimento básico essencial para você acessá-lo e conseguir definir a limpeza de padrões indesejáveis.

Para aquelas pessoas que querem entender melhor como funciona o Portal, e aplicá-lo de maneira mais efetiva ainda, haverá um curso de duas horas e meia a ser apresentado na nossa sala virtual para ensinar as várias aplicações do processo no Sábado, dia 13 de Dezembro, 14:00 horas.

O curso consiste de:
• Um PDF explicativo "O Portal", que você recebe por e-mail.
• Um CD (enviado pelo correio) com o Al McAllister conduzindo a subida ao Portal, com acompanhamento musical e áudio com freqüências específicas para alterar seu estado de consciência facilitando a assimilação do processo à nível celular.
• O cartaz "Pilastra da Paz do Eu" (enviado pelo correio).
• MP3 da gravação do curso (enviado após a edição).
A primeira hora será para apresentar o conceito e a proposta do Portal, como aplicá-lo para si, para grupos, e individualmente. No restante da hora responderemos as perguntas dos participantes. Haverá um intervalo de 15 minutos.

Ao voltar faremos um relaxamento como preparação para iniciar a primeira subida ao Portal. Após a subida e ao retornar, ouviremos comentários e responderemos a perguntas. Pediremos para as pessoas que se sentirem bem com isso apresentarem condições pessoais a serem levadas ao Portal. Subiremos em conjunto então várias vezes para tratar das questões. Se houver tempo disponível ainda, responderemos a mais perguntas.

O custo é de R$ 150,00 (pode ser parcelado no PagSeguro). Compre seu lugar agora clicando no botão










O pacote "O Portal" (com a gravação e materiais deste curso) estará à venda no
http://www.soubem.com/ nesta página dia 15 de Dezembro.

Compre seu lugar escrevendo para o
atendimento.soubem@gmail.com coloque no campo assunto: “O Curso” .



Novembro 24, 2008

O MERGULHADOR

O MERGULHADOR


Em nosso artigo anterior, na edição de junho do “The Lighthouse”, nós discutimos a resistência que os estudantes de Um Curso em Milagres inevitavelmente têm em relação não apenas a entender o que Jesus está ensinando, mas também em aplicar seus princípios de perdão às suas vidas diárias. No atual artigo, vamos explorar mais profundamente um aspecto dessa resistência: o medo – em um sentido pelo menos, justificado – de olhar para o sistema de pensamento do ego de culpa e ódio.

Friedrich Shiller, o grande poeta alemão, dramaturgo, e um homem de letras, escreveu uma balada em 1797 chamada “Der Taucher” (“O Mergulhador”) que, fora da Alemanha, é provavelmente mais conhecida na obra musical de Franz Schubert. É o conto trágico de um jovem nobre rural que aceita um desafio real, e sucessivamente mergulha até o fundo de um mar tempestuoso para recuperar um cálice de ouro que foi jogado lá pelo rei. Ele provoca o destino uma vez mais quando o cruel rei diz que ele poderá ter a mão da sua linda filha se repetir seu sucesso anterior. Infelizmente dessa vez, o jovem não retorna das profundezas. Antes de seu mergulho fatal do rochedo, entretanto, ele profeticamente diz o seguinte ao rei, falando da corrente tempestuosa da qual tinha acabado de escapar:

Lá embaixo é temível

E o homem não deveria tentar os deuses;

E nunca deveria desejar descobrir

O que eles misericordiosamente cobrem com a noite e o horror (1)


O trabalho de Schiller era uma fonte contínua de inspiração para os intelectuais alemães, embora ele seja mais lembrado hoje apenas por seu poema, “Ode a Alegria”, imortalizado por Beethoven em sua Nona Sinfonia. Entre aqueles inspirados por Schiller estava Sigmund Freud e C. G. Jung, o último especificamente observando que as quatro linhas acima refletem “o real significado desse vislumbre aos abismos da natureza humana” (2). É fácil encontrar um significado mais profundo nos versos de Schiller, e ver ali descritas as profundezas amedrontadoras da psique humana – é temível –, e então a quase igualmente amedrontadora defesa – noite e horror – que nos capacita a sobreviver, ainda que muito mal, no mundo.

Embora Freud tenha sido o primeiro psicólogo a expor totalmente os horrores da mente inconsciente do ego, ele certamente não foi o primeiro a ter feito essas observações. Entre muitos, muitos outros, podemos citar o poeta alemão romântico do século XVIII, Novalis, que disse: “Ficamos necessariamente aterrorizados quando damos uma rápida olhada nas profundezas da mente” (3). Na verdade, Freud estava apropriadamente aterrorizado com o que viu em sua auto-análise, assim como nas de seus pacientes, e descreveu o inconsciente com adjetivos como horrível, perverso, primitivo, selvagem, mau, repulsivo, monstruoso, perigoso e amedrontador, e com frases como um caldeirão cheio de excitações em ebulição, repleto de caos, demônios parcialmente domesticados, coisas estranhas e misteriosas, e maus espíritos.

Em Um Curso em Milagres, nós também vemos Jesus freqüentemente nos oferecendo um vislumbre da natureza do abismo que é o aterrorizante sistema de pensamento da mente do ego. Não é uma imagem bonita. A culpa é feia, horrorosa, refletindo o ato monstruosamente pecador que ela afirma realmente expressar – nada menos do que o assassinato de Deus e a crucificação do Seu Filho. Aqui estão dois exemplos que expressam o horror da maldade do ego e do assassino mundo de culpa. Que o leitor tenha cuidado; esse é um conteúdo forte:

Os mensageiros do medo são treinados através do terror e tremem quando o seu patrão os chama para servi-lo. Pois o medo não tem misericórdia nem mesmo para com os seus amigos. Seus culpados mensageiros saem às escondidas, em busca sedenta de culpa, pois são mantidos no frio e famintos e seu patrão, que só lhes permite festejar em cima do que devolvem a ele, faz com que sejam cruéis. Nenhum pequeno farrapo de culpa escapa de seus olhos famintos. E, em sua selvagem busca do pecado, lançam-se sobre qualquer coisa viva que vêem e carregam-na aos gritos a seu patrão para ser devorada... Eles te trarão notícias de ossos, pele e carne. Foram ensinados a buscar o que é corruptível e a retornar com as gargantas cheias de coisas decadentes e apodrecidas. Para eles, essas coisas são belas porque parecem aplacar seus selvagens acessos de fome. Pois eles são frenéticos com a dor do medo e querem evitar a punição daquele que os envia oferecendo-lhe aquilo que valorizam (T-19.IV-A.12:4-13; 13:2-8).

O ódio é específico. Tem que haver algo para ser atacado. Um inimigo tem que ser percebido de tal forma que possa ser tocado, visto e ouvido e, em ultima instancia, morto. Quando o ódio pára sobre alguma coisa, exige a morte... O medo é insaciável, consumindo todas as coisas que os seus olhos contemplam, vendo-se em tudo, compelido a voltar-se contra si mesmos e a destruir.Aquele que vê um irmão como um corpo, o vê como um símbolo do medo. E ele atacará, porque o que contempla é o seu próprio medo fora de si mesmo, pronto para atacar, mas pedindo aos gritos para se unir a ele novamente. Não te equivoques quanto à intensidade da raiva que o medo projetado tem que gerar. Irado, ele urra e arranha o ar na frenética esperança de poder alcançar aquele que o fez e devorá-lo (LE-pI.161.7:1-4,5-8; 8).

Esse mundo interno de horror é tão intolerável que requer uma defesa para nos proteger. E, então, o ego nos promete proteção desses urros amedrontadores, se apenas seguirmos seus conselhos enganosos e escaparmos para seu mundo inventado, o universo físico: o lar horrível dos corpos, relacionamentos especiais e morte. E, no entanto, esse mundo parece estar fora das nossas mentes culpadas e, portanto, nos identificarmos com ele traz a aparência do alívio e segurança do nosso pecado percebido. Em vários trechos, o Curso se refere a isso – o problema do ego e sua resposta – como dois sonhos, o sonho do mundo (o corpo) encobrindo o sonho secreto do ego (a mente) (e.g., T-27.VII.11:4-12:6). Emprestando as imagens de Schiller novamente, podemos dizer que o mundo externo de horror encobre o oceano interno apavorante de horror. Portanto, nos é oferecido um escudo duplo contra o que o ego não quer que realmente olhemos. Pois além desses dois mundos de horror, está o medo secreto do ego: que possamos reconhecer o Amor de Deus que é nossa verdadeira realidade e nosso verdadeiro Lar, refletido em nossas mentes divididas pelo Espírito Santo. No entanto, não podemos despertar para aquele Amor sem primeiro atravessarmos esses dois mundos de sonhos, como vemos nessa passagem do poema, As Dádivas de Deus, que claramente expressam o medo de olhar para o primeiro sonho:

Eles [os sonhos do mundo] contêm o sonhador amedrontado por algum tempo, e não o deixam lembrar do primeiro sonho [o sonho da mente de pecado, culpa e medo – o “lá embaixo é amedrontador”, de Shiller] cujas dádivas de medo só são oferecidas a ele novamente. O aparente consolo das dádivas das ilusões são agora sua armadura [a “cobertura de noite e horror” de Shiller], e ele segura a espada para se salvar do despertar. Pois antes de poder despertar, ele primeiro seria forçado a trazer à mente o primeiro sonho mais uma vez (As Dádivas de Deus, p. 120).

Por causa desse medo – totalmente inventado, embora desconhecido para nós – nós nos refugiamos no mundo físico de pseudo-problemas e pseudo-respostas, de vida-aparente e morte-aparente, e permanecemos ainda mais distantes da verdade que está enterrada em nossas mentes, debaixo dos dois sonhos. Portanto, essa corrente oculta que constitui o sonho secreto não é reconhecida, enquanto escolhemos não mergulhar. É uma lei psicológica imutável, entretanto, que o que permanece sem ser exposto no inconsciente, nos envenena por dentro, apenas para levantar sua feia cabeça em nossas vidas diárias. Nossos julgamentos contra nós mesmos, nossos “pecados secretos e ódios ocultos” (T-31.VIII.9:2), são projetados na forma de julgamento, condenação e necessidade de criticar e encontrar falhas – tudo isso é simplesmente o resultado inevitável de tal “proteção” da nossa falta de perdão:

O pensamento [que não perdoa] protege a projeção, apertando as suas correntes de modo que as distorções se tornem mais veladas e mais obscuras; menos acessíveis à duvida e mais afastadas da razão (LE-pII.1.2:3-6).

Como Jung observou, ao discutir as implicações trágicas de negar o inconsciente (ou a “sombra”):

O “homem sem uma sombra” é estatisticamente o tipo humano mais comum, um que imagina que ele realmente é apenas o que ele se importa em saber sobre si mesmo. Infelizmente, nem o chamado homem religioso nem o homem de pretensões científicas são exceções a essa regra. (4)

Nas palavras de “A Canção da Oração”, suplemento ao Um Curso em Milagres, a descrição de Jung reflete a dinâmica odiosa do perdão-para-destruir, na qual as pessoas conscientemente acreditam que estão sendo amorosas, misericordiosas e pacíficas, quando o que realmente estão fazendo é projetar seu ódio inconsciente no mundo. Infelizmente, a história das religiões do mundo e das nações – passada e presente – flui com sangue em nome de tais qualidades aparentes como amor, perdão e paz. Seria difícil subestimar as trágicas conseqüências (T-3.I.2:3) de tal negação, e o mundo dá testemunho de uma realidade dolorosa à sua eficácia. É, portanto, essencial que essa dinâmica seja compreendida para que o erro possa ser finalmente desfeito. Não fazer o trabalho interior do perdão, de pedir ajuda ao Espírito Santo para aceitar Sua correção em nossas mentes para nossos pensamentos errôneos, de aprender a aceitar a Expiação para nós mesmos, é o convite para o ego ocultar sua pseudo-realidade de pecado, culpa, medo e ódio por trás do manto da respeitabilidade – igualmente ilusória – da espiritualidade e religião. E o tempo todo em que estamos tão convictos de que a nossa posição é certa e justa, estamos ocultando o fervente caldeirão de ódio que jaz no oceano logo abaixo do limiar da nossa consciência.

Portanto, podemos ler Um Curso em Milagres como Jesus nos pedindo para sermos mergulhadores, significando que ele nos pede para segurar sua mão ao mergulharmos – ainda que gentil e cuidadosamente – no abismo do sistema de pensamento do nosso ego. Com seu amor ao nosso lado, nós expomos a aparentemente extensa corrente de pecado, culpa, medo e assassinato que misericordiosamente jaz logo ao lado da cobertura de noite e horror do mundo – a dor ostensiva de viver nesse mundo corporal de especialismo e ódio. E então, a única forma de podermos realmente responder à orientação do Espírito Santo é retraçando com Ele o curso louco até a insanidade, subindo a escada que a separação nos fez descer (T-18.I.8:3-5; T-28.III.1:2), depois de primeiro reconhecermos que estamos embaixo, e o que significa realmente estar embaixo. O processo do perdão, portanto, nos leva a examinar – sem julgamento – o mundo ensombrecido dos nossos relacionamentos especiais que são o espelho do mundo interno da sombra escura da culpa. É esse mundo dirigido pela culpa que então iríamos ver:

A aceitação da culpa na mente do Filho de Deus foi o começo da separação, assim como a aceitação da Expiação é o fim. O mundo que vês é o sistema delusório daqueles a quem a culpa enlouqueceu. Olha com cuidado para esse mundo e vais reconhecer que é assim. Pois esse mundo é o símbolo da punição e todas as leis que parecem governá-lo são as leis da morte. As crianças vêm ao mundo através da dor e na dor. Seu crescimento é acompanhado de sofrimento e elas aprendem sobre o pesar, a separação e a morte. Suas mentes parecem estar presas como numa armadilha em seus cérebros e seus poderes parecem declinar se os seus corpos são feridos. Elas parecem amar, no entanto, abandonam e são abandonadas. Parecem perder o que amam, exalam seu último suspiro e são depositados na terra e já não são mais. Nenhuma delas tem outro pensamento a não ser o de que Deus é cruel (T-13.In.2)

E, então, ao segurar a mão do Espírito Santo, como ele é, somos levados às profundezas do sistema de pensamento do ego – a defesa contra a correção do Espírito Santo – mas o ego (o símbolo do nosso medo) luta para preservar sua identidade. Um Curso em Milagres nos ensina que precisamos olhar para a escuridão que acreditamos estar dentro de nossas mentes, mas o ego nos diz em resposta que se fizermos isso, seremos, como as vítimas da Medusa, transformados em pedra e destruídos. Esse aspecto do arsenal defensivo do ego precisa ser visto pelo truque que é, caso contrário, teremos medo desse próximo passo, levando inevitavelmente à nossa escolha pelo perdão-para-destruir do ego – no qual, novamente, nós atacamos, mas chamamos isso de amor, perdão e paz -, ao invés do verdadeiro perdão oferecido a nós pelo Espírito Santo. Essas são só algumas poucas expressões das táticas do ego de induzir o medo:

À medida em que te aproximas do Começo, sentes o medo da destruição do teu sistema de pensamento sobre ti como se fosse o medo da morte (T-3.VII.5:13-15).

O ego, portanto, é particularmente capaz de atacar-te quando reages amorosamente, porque te avaliou como não sendo amoroso e tu estás indo contra o seu julgamento. O ego atacará os teus motivos logo que eles passem a estar claramente em desacordo com a sua percepção de ti. É aí que ele vai se deslocar abruptamente da suspeita para a perversidade (T-9.VII.4:9-15).

À medida em que a luz vem para mais perto, correrás para a escuridão encolhendo-te com medo da verdade, às vezes recuando para as formas menos intensas do medo e às vezes para o terror mais absoluto (T-18.III.2:1-5).

Em alto e bom som o ego te diz que não olhes para dentro, pois se o fizeres, os teus olhos tocarão o pecado e Deus te trespassará, cegando-te. Acreditas nisso, e assim não olhas... Em alto e bom tom, de fato, o ego reivindica que é, alto demais e com freqüência demais (T-21.IV.2:3-6,8-9).

No entanto, um sonho não pode escapar da sua fonte, que é sempre a mente do sonhador: onde o sonho começa e o único lugar onde verdadeiramente pode ser desfeito (T-27.VII.12:6). Olhando para dentro com Jesus, nós percebemos, agradecidos, que esse medo foi todo inventado: o ego não é essa massa turbilhonante de energia caótica e demoníaca, mas, como a feiticeira má em O Mágico de Oz, ele é simplesmente um amontoado insignificante e inofensivo de nada, que se dissolve na gentil presença da verdade. É a simples mudança da mente – voltando-se do ego para o Espírito Santo – que remove a “realidade” do sistema de pensamento do ego. Portanto, Jesus nos incita a olharmos para o conteúdo aparente do sonho secreto (T-17.IV.9:1), e nos conforta para que não fiquemos com medo do que apenas aparenta estar dentro:

Não temas, portanto, pois estarás olhando para a fonte do medo e estás começando a aprender que o medo não é real (T-11.V.2:4-6).

Não tenhas medo de olhar para dentro. O ego te diz que tudo é negro de culpa dentro de ti e pede que não olhes. Em vez disso, pede que olhes para os teus irmãos e vejas neles a culpa. No entanto, isso não podes fazer sem permaneceres cego. Pois aqueles que vêem os seus irmãos no escuro, e culpados no escuro no qual eles os amortalharam, estão por demais temerosos para olhar para a luz interior. Dentro de ti não está aquilo que acreditas que esteja e no qual depositas a tua fé. Dentro de ti está o sinal santo da fé perfeita que o teu Pai tem em ti... Podes ver a culpa onde Deus tem conhecimento da inocência perfeita? Podes negar o Seu conhecimento, mas não podes mudá-lo. Olha, então, para a luz que Ele colocou dentro de ti e aprende que o que temias que estivesse lá foi substituído pelo amor (T-13.IX.8:1-9,12-16).

E, então, quando nós finalmente mergulharmos em nossas mentes por mudarmos nossa percepção dos nossos relacionamentos, tendo o amor de Jesus como nosso guia e nossa segurança, nós percebemos, gratos, que realmente não havia nada lá – nada a temer, nada contra o que se defender. Apenas então nós realmente entendemos que o precioso cálice e a linda princesa são realmente nosso tesouro – procurado dentro da mente, não no mundo; para ser aceito, não vencido. E nós damos graças, pois “por tudo isso a nada renunciaste [renunciamos]!” (T-16.VI.11:5).

(Volume 10, número 3, setembro 1999) - Gloria Wapnick - Kenneth Wapnick, Ph.D. - Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

__________________
NOTAS DE RODAPÉ
Schilller, edição alemã original: Aber da unten ist's fuerchterlich,/und der Mensch versuche die Goetter nicht,/und begehe nimmer und nimmer zu schauen,/was sie gnaedig bedecken mit Nacht und Grauen.
Tipos Psicológicos, Volume VI de The Collected Works (Princeton University Press, Princeton, NJ,1971), p. 96.
Citados em L.L. Whyte, O Inconsciente antes de Freud (Basic Books, New York, 1960), p. 121.
Sobre a Natureza da Psique, Volume VIII da The Collected Works (Princeton University Press, Priceton, NJ, 1969), p. 208.



Ho´oponopono: es siempre una oportunidad para limpiar, para perdonar...

Ho´oponopono: es siempre una oportunidad para limpiar, para perdonar...
por Lena Rodriguez - liberdadedeser@gmail.com
Traducción de Teresa - teresa_0001@hotmail.com

"... Tú eres demasiado tolerante en relación a las divagaciones de la mente y condesciendes con pasividad a las creaciones equivocadas de tu mente.” (UCEM – pág. 31)

Por más que se eviten escenarios desagradables, especialmente en los medios de comunicación, las situaciones corrientes siempre vienen a enfrentarnos con ellos y a hacernos recordar que – son siempre una oportunidad para limpiar, para perdonar...

Son pocas las lecturas que me interesan últimamente, pues he llegado a un momento como el que leí cierta vez en algún libro de Taoísmo acerca de acumular una serie de conocimientos... que llega un momento en nuestra vida en el cual es necesario des-aprender; tal vez este sea mi momento...

El único libro que he estado leyendo, normalmente un poco antes de dormir, es Un Curso en Milagros. Es un libro que aunque cambie el lenguaje en cuanto al proceso Ho’oponopono que practico incesantemente, no escapa a los mismos propósitos. Incluso porque, antes de adherirme al Ho’oponopono por su sencillez yo practicaba el Curso y había tenido la oportunidad de comprobar la clareza asertiva de su propósito.

Ayer, escuchando indirectamente el desenlace del caso de secuestro “Lindemberg Alves”, inmediatamente me acordé de que en el actual nivel de comprensión en que me encuentro sólo había una cosa que hacer y fue lo que hice, pedir a la Divinidad que limpiase todas aquellas memorias que yo compartía con aquel escenario desolador... pasando por la sala de TV y sabiendo lo mucho que estos escenarios conmueven a toda la población y percibiendo a mi madre con su atención dirigida a las noticias y fija en ellas, no me resistí a llamarla de vuelta y decirle que a nosotros solamente correspondía pedir que la limpieza se hiciese en nosotros, en nuestro compartir con todo aquel acontecimiento pues, es como definitivamente me estoy portando ante los hechos, tanto los personales como los ‘externos’...

Al ir para la cama y abrir el libro de UCEM aún ayer me deparo con estas palabras:

“No puedes ver sus pecados sin ver los tuyos. Pero puedes liberarlo y a ti mismo también.” (Oración del Perdón – pág. 22)

Instantáneamente me acordé del caso que estaba sucediendo ‘allá afuera’… es evidente que el caso no estaba sucediendo allá afuera, pues como se dice en el Curso, yo soy la soñadora del sueño y no puedo olvidarme de que allá afuera no existe nadie… Cualquier tipo de reacción que pudiese yo tener en relación al acontecimiento, a nivel mental, emocional, etc., está dentro de mí… en el Curso se trata de mis pecados secretos, que existen en una forma diferente y para los cuales yo no quiero mirar… y recordé que una vez que yo pensase que la culpa estaba en la persona allí afuera, sabedora de que somos todos uno, en mi individualidad dentro de la unicidad, la culpa también estaba en mí… y todo lo que se necesita es perdonar, pedir al Espíritu Santo que me ayude a perdonarme…

También en el Ho’oponopono todo está dentro de mí, memorias compartidas… soy el 100% responsable por todo lo que sucede dentro y fuera de mí y todo lo que se necesita es pedir a la Divinidad la limpieza de esas memorias y utilizar las frases: Lo siento mucho. Perdóname. Te amo. Te doy las gracias, en el sentido de que lamento lo ocurrido y pido perdón; al mismo tiempo enviar amor y agradecer la oportunidad, que por más bárbara que pueda parecer, me da la oportunidad de liberar y quedar liberada también.

“En cada día y en cada minuto de cada día, y en cada instante de los que contiene cada minuto, tan sólo revives el único instante en que el tiempo del terror ha tomado el lugar del amor. Y así, mueres cada día para vivir otra vez, hasta que atravieses la brecha entre el pasado y el presente, que no es absolutamente una brecha. Así es cada vida: un aparente intervalo entre el nacimiento y la muerte y una vez más a la vida, una repetición de un instante que se fue hace mucho tiempo y que no puede ser revivido. Y todo lo que existe del tiempo no pasa de ser creencia loca según la cual lo que pasó aún está aquí y ahora. Perdona el pasado y déjale irse, él ya se ha ido.”
(UCEM – pág. 592)

Lo siento mucho. Lo siento mucho. Lo siento mucho.
Perdóname. Perdóname. Perdóname.



http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=8080



Novembro 20, 2008

O PROCESSO DE DESPERTAR: OLHANDO PARA NOSSO ÓDIO

O PROCESSO DE DESPERTAR: OLHANDO PARA NOSSO ÓDIO

No passado, nós escrevemos nessas páginas sobre as expressões ostensivas de ódio que abundam em nosso mundo – tanto no mundo como um todo quanto no mundo mais pessoal dos nossos relacionamentos diários. É o avestruz em nós que iria fingir que a perversidade em nós é apenas uma aberração, enquanto escondemos nossas cabeças na areia dos óculos cor-de-rosa, que vêem apenas os frutos da negação, não os frutos do Espírito. Enquanto é certamente verdade que muitos caminhos espirituais enfatizam olhar apenas para o bem, baseados na presunção de que Deus criou o mundo e as pessoas nele, é certamente verdade que este não é o foco de Um Curso em Milagres. De forma bem clara, o Curso diverge daqueles caminhos espirituais que afirmam essa metafísica dualista, e afirma o oposto exato: Deus não criou o mundo, o corpo, ou forma de qualquer tipo. Ao invés disso, somos ensinados por Jesus em Um Curso em Milagres que o mundo é o sonho de medo do ego que nós escolhemos como um substituto ao Amor de Deus, e o milagre (ou perdão) é o meio pelo qual o despertar desse sonho é alcançado. Portanto, nós lemos:

… a base para o milagre... significa que compreendeste que sonhos são sonhos e que o escapar não depende do sonho, mas só do despertar... Os sonhos dos quais pensas gostar te atrasam tanto quanto aqueles nos quais o medo é visto. Pois cada sonho não é senão um sonho de medo, não importa que forma pareça tomar. O medo é visto dentro, for a, ou em ambos os lugares. Ou pode estar disfarçado em uma forma agradável. Mas nunca está ausente do sonho, pois o medo é a matéria prima dos sonhos, da qual todos são feitos (T-29.IV.1:3-5; 2:1-7).

Corretamente compreendidas, essas sentenças apontam que o propósito de Um Curso em Milagres não é nos ajudar a tornar os nossos sonhos – nossas vidas físicas aqui no mundo – um preenchimento das esperanças contidas dentro dos dramas e papéis individuais que estabelecemos para nós mesmos e os outros no sonho. Por exemplo, as pessoas que parecem conseguir o que querem – a forma agradável – vão atestar que suas experiências de vida são tremendamente satisfatórias. Conforme o julgamento do mundo, elas chegaram lá. Apesar disso, ainda é o caso de que “cada sonho é só um sonho de medo, não importando a forma que ele assuma”. Como Jesus nos diz no manual para professores, baseado na famosa afirmação de Freud sobre o artista:

Poder, fama, dinheiro, prazer físico; quem é o “herói” a quem todas essas coisas pertencem? Poderiam significar alguma coisa a não ser para um corpo? No entanto, um corpo não é capaz de avaliar. Ao buscar essas coisas, a mente se associa ao corpo, obscurecendo sua identidade e perdendo de vista o que realmente é (MP-13.2.6-11).

Isso é exatamente o que o sonho do mundo faz: seu propósito é primeiro fazer um corpo, e então, reforçar nossa identificação com ele, culminando em o corpo se tornar o “herói” do sonho, no qual cada necessidade – consciente e inconsciente – exige satisfação. Muitas vezes, as metas de poder, ou fama, ou dinheiro, ou prazer físico – individual e coletivamente – estão mascaradas em um manto religioso ou espiritual, ocultando sua real intenção. Portanto, elas parecem ser outra coisa além do que realmente são – ilusórias e enganosas, assim como o mundo dos sonhos. Para legitimar esses motivos ocultos – especialmente a natureza religiosa e espiritual dos papéis ilusórios que assumimos para nós mesmos -, Deus, Jesus, o Espírito Santo, ou algumas outras figuras santas são trazidas e citadas como falando conosco, confirmando nossa missão especial com a humanidade. Desnecessário dizer, missões especiais precisam de seguidores especiais, e, então, os buscadores são seduzidos e precisam ser convencidos da santidade inerente do seu líder ou professor especial. Toda essa atividade manipuladora e pseudo-espiritual é, portanto, usada para justificar as atitudes e comportamentos que na verdade não são nada além de fanfarronices do ego inconsciente, gritando em seus sonhos de desejos, como a seguinte passagem do texto explica:

Os sonhos são cenas temperamentais da percepção, nos quais literalmente gritas: “Quero que seja assim!”. E assim parece ser. E, no entanto, o sonho não pode fugir da sua origem. A raiva e o medo o perpassam e, em um instante, a ilusão de satisfação é invadida pela ilusão do terror. Pois os sonhos de que tens a capacidade de controlar a realidade substituindo-a por um mundo que preferes é aterrador. As tuas tentativas de obliterar a realidade são muito amedrontadoras, mas isso não estás disposto a aceitar. E assim as substituis pela fantasia de que é a realidade que é amedrontadora e não o que queres fazer dela. E desse modo a culpa se faz real.

Os sonhos te mostram que tens o poder de fazer o mundo conforme queres que ele seja e, porque o queres, tu o vês. E enquanto o vês, não duvidas de que ele seja real. Contudo, aqui está um mundo, é óbvio que ele está dentro da tua mente, mas aparenta estar do lado de fora. Não respondes a ele como se o tivesse feito e nem reconheces que as emoções que o sonho produz necessariamente vêm de ti. São as figuras no sonho e o que fazem que parecem fazer o sonho. Tu não reconheces que está fazendo com que representem para ti, pois se reconhecesses a culpa não seria delas e a ilusão de satisfação desapareceria (T-18.II.4; 5:1-10).


A verdade é que os seguidores de um guru ou um auto-intitulado líder ou professor espiritual – exemplos das figuras de sonhos afirmadas acima – freqüentemente pulam os duros passos que consistem do autêntico caminho espiritual de deixar o ego para trás. Existe com freqüência a esperança mágica de que simplesmente estar na presença do professor vá ser suficiente. Um corolário a essa distorção do caminho espiritual vem quando um professor ou estudante, guru ou seguidor, acredita que participando de sessões especiais, desempenhando rituais “sagrados”, ou aderindo a esquemas temporais “santos” vai, de certa forma, trazer o resultado desejado. O problema em todos esses exemplos é o nível de confusão entre a mente e o corpo. A santidade é um estado mental, e não tem nada a ver com o corpo, ou com o que o corpo faz ou deixa de fazer. O verdadeiro aspirante espiritual pode usar a aparência como um meio de expressar uma mudança na mente, mas nunca perde de vista onde o problema e a resposta repousam.

Estudantes de Um Curso em Milagres podem facilmente traçar sua ênfase em descobrir e desfazer o negativo até o trabalho pioneiro de Sigmund Freud, que já foi discutido em artigos anteriores. O problema nunca está em nossa santidade inerente como Filho de Deus, o Cristo eterno e sem forma, mas, ao invés disso, no fato de termos tomado a decisão de escolher contra essa santidade, produzindo o sonho da separação que levou à forma e às nossas identidades individuais. Essa defesa efetivamente mantém a santidade fora das nossas consciências, juntamente com todos os papéis de sonho que atribuímos a nós mesmos. Essa abordagem do ego repousa sobre fundações psicológicas muito sólidas: Se não estivermos conscientes da decisão da nossa mente de ser separada, inevitavelmente levando à culpa e ao ódio, então, a lei da mente dita que tal ódio reprimido seja projetado, mas sem a consciência de que isso foi feito (vejam, e.g., LE-pI.135.3-5).

Somos ensinados no Curso que “pessoas assustadas podem ser cruéis” (T-3.I.4:2), pois é um corolário para lei da mente que o medo não reconhecido – o cerne de todos os sonhos do mundo – leva a um ódio e crueldade projetados. Na verdade, a história do mundo e sua situação atual são uma testemunha gritante para essa verdade infortunada, quer estejamos falando das esferas política, social, econômica, cultural ou religiosa. E é espantoso que tão poucos reconheçam que a insanidade do ataque que leva ao assassinato – quer seja expresso de forma verbal ou comportamental – não pode de forma alguma ser justificada e defendida em campos humanitários, religiosos ou espirituais. Para compor esse erro, documentos espirituais antigos e contemporâneos, incluindo o próprio Um Curso em Milagres, são freqüentemente citados para apoiar esses ataques. No entanto, a natureza bizarra desses oximoros – como ‘ataque espiritual’ – escapa a muitos.

Nos primeiros séculos da chamada era cristã, muitos instrutores gnósticos e escritores afirmavam que a ignorância – não compreender a natureza e o propósito do mundo – era o problema central que precisava ser corrigido. Um a ser lembrado é a maravilhosa fórmula de Valentino:

O que liberta é o conhecimento de quem nós fomos, o que nos tornamos; onde estávamos, para onde fomos jogados; em que direção devemos nos apressar, do que somos redimidos; o que é o nascimento, e o que é o renascimento (citado em ‘O Amor não condena’, dedicatória).

Dois milênios depois, é triste relatar que o mesmo problema ainda está muito presente em nós, para emprestar uma frase evocativa de Wordsworth. Mesmo nossos grandes avanços tecnológicos em comunicação, como as vias rápidas de informação, podem servir para exacerbar o erro da ignorância, pois agora, distorções ignorantes e desinformações podem ser usadas para propagar de forma mais rápida e eficiente, tudo em nome do conhecimento e da liberdade, enquanto em muitos casos, os fatos e as verdadeiras intenções nunca são revelados ou discernidos.

Na seção “O medo da redenção” (e nós podemos substituir ‘redenção’ por ‘despertar’ aqui), Jesus afirma:

Podes perguntar a ti mesmo porque é tão crucial que olhes para o teu ódio e reconheças toda a sua extensão. Podes também pensar que seria bastante fácil para o Espírito Santo mostrá-lo a ti e dissipá-lo sem a necessidade de que o erguesses à tua consciência por ti mesmo (T-13.III.1:1-5).

É uma parte inerente ao ensinamento do Curso que o inconsciente da mente errada precisa ser trazido à consciência. Uma vez conscientes, podemos então tentar fazer a escolha para justificar ou racionalizar o ódio, dessa forma mantendo o ego intacto, ou de pedir a Jesus ou ao Espírito Santo para nos ajudar a liberar esse ódio, por percebermos a dor de nos manter no sonho de nos agarrarmos aos efeitos do ódio. É por isso que Jesus enfatiza que nós “não estamos seriamente perturbados por (tua) nossa hostilidade” (T-13.III.1:7). Na verdade, nosso ódio nos traz o prazer defensivo de sabermos que outra pessoa é culpada, não nós mesmos. No entanto, podemos ver essa perversa dinâmica em funcionamento em muitos grupos e movimentos espirituais – passados e contemporâneos -, onde os membros se deleitam em encontrar pessoas – reais ou imaginárias – para atacar, julgar, condenar e odiar de forma “justificável”, e algumas vezes até punir.

Nunca é demais enfatizar que liberar esse ódio, o primeiro passo no processo da cura, não é possível a menos que primeiro estejamos conscientes dele. Como Jesus disse a Helen Schucman e a William Thetford em uma mensagem pessoal a eles, no final do primeiro ano da escrita do Curso feita por Helen:

Vocês não percebem o quanto odeiam um ao outro. Vocês não vão se liberar disso até ficarem conscientes do que está acontecendo, pois, até então, vão pensar que querem se livrar um do outro e manter o ódio... Olhem o mais calmamente possível para o ódio, pois, se vamos negar a negação da verdade [uma referência à T-12.II.1:5], precisamos primeiro reconhecer o que estamos negando... Certamente, vocês gostariam de olhar para o que não querem sem medo, ainda que isso os amedronte, se dessa forma puderem ficar livre dele?... Não tenham medo dessa jornada ao medo, pois esse não é o seu destino. E nós vamos caminhar através dele em segurança, pois a paz não está distante, e vocês serão deixados em sua luz (Ausência de Felicidade, 2ª.ed., p. 297-98).

Essas afirmações que Jesus fez, através de Helen, a ela e a Bill sobre seu relacionamento esclarece o quanto é importante olhar para o ódio do nosso ego, o que parece ser uma jornada ao medo, mas é realmente uma jornada de despertar para o amor que é nosso verdadeiro estado. Por causa da dinâmica da negação, nós simplesmente não estamos conscientes da natureza tóxica do nosso ódio, um veneno que infecta nossas mentes e reforça as ilusões de sermos injustamente tratados, uma má compreensão, novamente, que usamos para justificar nosso ódio e ataques aos outros.

E, então, o processo de despertar – também conhecido como perdão – pode ser resumido dessa forma:

Nós primeiro precisar estar sempre vigilantes contra os sinais dos pensamentos de ódio do nosso ego, especialmente quando estão mascarados de forma religiosa, espiritual ou idealística, seja ele oral, escrito ou comportamental. Os sinais são legião, uma vez que estejamos dispostos a olhar. Ataque, julgamento, condenação, ciúmes, inveja e até humor sarcástico são geralmente ótimos sinais de aviso de que já fizemos a escolha pelo professor interno errado.

Agora que estamos conscientes de que o problema não é o que ou quem nós julgamos ou invejamos, mas, ao invés disso, o fato de que escolhemos julgar, podemos legitimamente pedir ajuda a Jesus ou ao Espírito Santo para descobrir dentro de nós a fonte dos nossos pensamentos de ataque. E, então, torna-se claro que nossa raiva é uma projeção dos nossos “pecados secretos e ódios ocultos” (T-31.VIII.9:2) que nós tentamos ocultar de nós mesmos. Enquanto um julgamento de outra pessoa puder ser justificado – e fazer com que outros concordem conosco é uma das táticas favoritas do ego para reforçar a negação -, então, nunca temos que olhar para ele. Como Jesus explica em “Os papéis nos sonhos”:

Quando estás com raiva, não é porque alguém falhou em cumprir a função que tu lhe atribuíste? E isso não vem a ser a “razão” pela qual o teu ataque é justificado? Os sonhos dos quais pensas que gostas são aqueles nos quais as funções que atribuíste foram cumpridas, as necessidades que estabeleceste para ti foram preenchidas. Não importa se são preenchidas ou simplesmente se tu as queres. É da idéia que elas existem que o medo surge. Os sonhos não são mais ou menos queridos. Ou são desejados ou não o são. E cada um representa alguma função que atribuíste, alguma meta que um evento, um corpo ou alguma coisa deveria representar e deveria conseguir para ti. Se isso tem sucesso, pensas que gostas do sonho. Se falha, pensas que o sonho é triste. Mas o fato de ser bem-sucedido ou de falhar não é o seu núcleo, mas apenas a fina embalagem (T-29.IV.4).

Finalmente, podemos reconhecer que esse tem sido nosso sonho de ódio, e um que não mais queremos manter. Com a nossa escolha errada corrigida e desfeita finalmente, nossos olhos começam a se abrir, conforme despertamos do mundo de pesadelo de medo e ódio, para o mundo glorioso que o perdão revela, levando à totalidade da pura Unicidade e do Amor.


(Volume 11, número 1, março 2000) - Gloria Wapnick - Kenneth Wapnick, Ph.D. - Tradução: Eliane Ferreira de Oliveira

Novembro 18, 2008

Eu não sei como...

Eu não sei como...

Mais um depoimento magnífico relatado em nosso Fórum a partir do Processo "Ao Portal" através da Pilastra da Paz do Eu, em nossa primeira Sessão Virtual, em 04/11/2008, para reprogramação em relação a Insuficiência Financeira... Ainda mais quando a Silvana relata ao final o estado de presente ALEGRIA que levou junto com ela, o que mostra uma perfeita integração dos quatro membros da Identidade Própria!!! Sou grata. Sou grata. Sou grata.
Lena

*********

Eu não sei como...!!!!!!

Pois é, não sei mesmo, e saber como, é o que menos importa. Isso eu aprendi na prática do Ho’oponopono.

A minha experiência com a meditação da Pilastra da Paz para a prosperidade tem sido algo tão maravilhoso que senti necessidade de relatar.

Em 2005 passei por um processo de separação e isso fez com que eu trabalhasse compulsivamente em busca da sobrevivência. Claro que em pouco tempo veio o stress e consequentemente a depressão.

Na época eu coordenava um espaço onde eu ministrava vários cursos de auto-conhecimento, reconheço que tive muito sucesso, porém o preço foi alto, pois eu não tinha qualidade de vida. Trabalhava de domingo a domingo.

O stress foi minando aos poucos a minha energia e com isso fui obrigada a fechar meu espaço. Fiquei dois anos desempregada com muitas dívidas.

Em 2008 recebi através de uma aluna e amiga uma proposta de trabalho para o cargo de gerente operacional numa empresa de manutenção de aeronaves. Aceitei o desafio, pois eu não tinha opção, a oportunidade tinha batido a minha porta.

Os primeiros três meses foram terríveis, os funcionários não me aceitavam de jeito nenhum foi quando resolvi praticar incessantemente o Ho’oponopono na empresa. (já relatado aqui pela minha amiga Lena um trabalho de limpeza em massa que fiz com as memórias que compartilhava com eles).

O resultado foi maravilhoso, hoje além do meu trabalho de gerente operacional, ministro meus cursos dentro da empresa. e com isso consegui o respeito dos funcionários, harmonia no grupo e resultado financeiro para empresa.

Mas as minhas dívidas antigas continuavam! Dois anos de condomínio atrasado e por ai vai... Percebi que as memórias estavam se repetindo, novamente trabalhando de domingo a domingo dentro e fora da empresa, pois, a dívida era muito alta e eu precisava trabalhar mais e mais para conseguir quita-las.

Depois de dez meses nesse ritmo o stress começou aparecer. Foi quando o Al nos presenteou com a meditação da Pilastra!

Fiz a meditação e no dia seguinte me chamaram no setor financeiro da empresa. E me propuseram o seguinte:

-Silvana o diretor da empresa sabe da sua preocupação com suas dívidas e do seu esforço para conseguir dinheiro para quitá-las e também percebeu que se você continuar nesse ritmo podemos perdê-la por stress.

Disse que seu trabalho é muito importante para empresa e que você precisa estar com a mente tranqüila. Pediu-me para que quitássemos todas as suas dívidas e que só começássemos a descontar aos poucos do seu salário daqui um ano. E também a partir de dezembro você passa a receber um aumento de 40%.

Quando fui abraçá-lo e agradecê-lo ele me disse:
-Saiba que é puro merecimento.

Eu não sei como... Nada é impossível para a Divindade.

Sou grata, Sou grata, Sou grata!

Tudo que precisamos está na fonte. E o caminho o Al nos mostrou.

Quando cheguei à fonte, além das palavras - Eu não sei como..., eu imaginei uma criança gargalhando de alegria. Como a musica “Palhaço de Egberto Gismonti.”

Eu consegui trazer a paz e alegria para minha vida.

Amo todos vocês sou grata!

Silvana Nunes


Fonte: http://hooponopono.forumativo.com/forum-ho-oponopono-ao-entrar-no-forum-use-os-botoes-acima-no-lado-esquerdo-para-postar-f2/a-pilastra-da-paz-do-eu-t369.htm

Novembro 17, 2008

Descortinando o núcleo de uma questão...


“Perceber nos outros as outras mil facetas de nós mesmos” - Jung



Percebendo a dificuldade que tantas pessoas tem em entender o conceito projeção, eu vinha me propondo escrever algo que pudesse ser de ajuda de uma maneira simples e clara para dar um pouco de compreensão. No entanto, os dias foram passando e outras prioridades se fizeram presentes.

Eis que a vida, em seu percurso sem acasos me possibilita exemplificar com minha própria vivência, essa transferência que fazemos em nível subconsciente de nossos sentimentos ou sensações, cujo nome é projeção e o dar-se conta do que estão querendo dizer nossos espelhos...

Após uma meditação dirigida ao “Portal da Pilastra da Paz do Eu”: http://www.hooponopono.com.br/ , inspirada por Al McAllister, com a finalidade de mudar certa condição que eu não queria mais para mim, volto dea mesma bem, ao mesmo tempo com uma sensação estranha... Porém não sabendo identificar o que está realmente acontecendo, percebo que a condição a qual eu tinha por objetivo realizar e se tratava de um sintoma ligado a vício, ficou serena... Serena demais, não fosse pelo fato de que não só perdi a vontade pelo sintoma, mas também por tudo o mais, literalmente tudo... Perdi a motivação por fazer qualquer outra coisa, inclusive as responsabilidades rotineiras...
Acordo no dia seguinte me sentindo letárgica e percebo que se trata de um sentimento de completo abandono... Faço minhas práticas habituais de Ho’oponopono, mas percebo um estado de dispersão muito grande, volto várias vezes à prática, em todas elas me dava conta que estava divagando e por fim permaneço mentalizando as frases, ainda assim com muita dificuldade de permanecer presente...

Resolvo recorrer aos florais e elixires e ao consultar saiu uma fórmula muito comum para pessoas idosas, que se encontram em asilos ou não, mas que independente da idade podem vir a manifestar tal sintoma, o que era o meu caso, porque afinal, não sou tão idosa assim (rs)... Para meu espanto saiu um elixir que contém Lítio, que tomei muito em minha fase de bipolaridade e que ativa também o sistema cardiovascular...

Recordei neste momento que em medicina chinesa dá-se o nome de Shen para coração e quando falta o entusiasmo - do grego "em theos", em Deus - o que é o caminho para a sintonia com a unidade com o Espírito, diz-se que falta a paixão pela vida, a depressão se faz presente e Shen já não se sente em casa, no Corpo/Mente, exatamente como estava me sentindo... Passo o dia em absoluta falta de vontade, muito raramente me recordando das frases... Entrego-me ao sono durante a tarde, fato bastante inédito para mim e logo que a noite cai volto para a cama novamente...

No segundo dia um pouco melhor querendo entender o processo por que estava passando começo por fazer uma lista de itens que eu estava disposta a trabalhar com a meditação, percebi que foi mexido em algo que desestabilizou o meu sistema, o padrão mexido tratava-se de um sintoma, provavelmente eu teria que ir ao núcleo da questão, então me muno do pêndulo novamente e pergunto se ali se encontrava a causa, base do que me desestabilizou e tive como resposta um peremptório não, intuitivamente me vem a mente buscar padrões florais e finalmente encontro – Willow... Até pensar em padrões de ressentimentos, tristeza, negatividade e destrutividade, foi fácil entender, o difícil foi digerir o sentimento de ‘vítima’ que ele aborda, estado este que fornece a desculpa perfeita para não aceitar a responsabilidade que temos pelo nosso destino...

Sim, mesmo sabendo que tudo se passa em níveis subconscientes, eu aceitava a idéia como conceito projetado estando em mim, uma aversão que eu sentia quando pessoas me espelhavam este padrão emocional e tenho em meu círculo próximo duas delas... Consegui através de limpeza incessante de memórias acabar com a irritação que eu sentia ao ouvir suas lamúrias e freqüentes reclamações, fiquei muito grata por isto, porque quando eu me acalmava da irritação, costumava ter sentimento de culpa por não conseguir ser mais compassiva com elas, visto que me sentia responsável, pois eu é que tinha conhecimentos de como esses padrões se processavam...

Após a constatação do núcleo da questão que eu estava vivenciando, coisas foram se clareando, eu diria que de uma forma diferente, não mais intelectualiza como costumava ser... Embora todos que me conhecem saibam que jamais fui de choramingar, reclamar ou sentir pena de mim, muito pelo contrário, cheguei até ser fonte de irritação para muitos ao querer de certa forma impor um padrão contrário, dizendo até muitas vezes em calorosas discussões com alguns deles que - não existiam vítimas! Sem perceber, que eu estava dizendo isto para mim mesma e compreender que a irritação que eu sentia, era por ver espelhado nas pessoas, algo que estava dentro de mim e eu não enxergava!

Enfim, tudo devidamente reprimido, memórias de defesas que fui construindo a partir de fatos observados em minha história familiar e não querendo repetir, mal me dando conta de que tais memórias pertencem a todos nós e que nega-las, reprimi-las não iriam desfazê-las, mais uma vez tinha que ser gentil comigo mesma pois, não havia inexistia essa consciência... Sei, que aquelas pessoas que eu atraí para o meu caminho, eram professores divinos, que através de memórias compartilhadas estavam somente me dando a oportunidade para que eu pudesse enxergar a mim mesma. Felizmente, aparece Ho’oponopono para 'tornar certo' crenças equivocadas... Apesar de certos 'vendavais', muito me alegra saber que estou conseguido derrubar mais árvores/memórias de minha floresta emocional, através do auto-perdão, envio de amor e liberação.

Voltando a meditação, retorno a uma nova subida com ao Portal, com o firme propósito de uma nova escolha, totalmente ciente da responsabilidade que tenho que ter por mim mesma... Então, ao chegar no local de Luz, onde o intelecto não tem acesso, nem controle, afirmo minha nova condição:
“Eu não sei como mas sou dona de meu destino, sou plena de segurança e confiança nas orientações de meu Eu, de minha Identidade Própria, dou à ela a direção de minha vida, não sei como isso se manifesta, eu só sei que é assim agora e me sinto plenamente abençoada e realizada.”
É assim, sou grata! É assim, sou grata! É assim, sou grata!

É na Paz que temos todas as respostas e só chegamos lá nos mantendo no presente, no eterno AGORA!

por Lena Rodriguez - liberdadedeser@gmail.com

Novembro 11, 2008

Ho’oponoponopo: o ego dirigente da coletividade de nossas memórias...

Ho’oponoponopo: o ego dirigente da coletividade de nossas memórias...


Ho’oponopono, um caminho de pedras... Sim, quanto temos que estar atentos e perceber que tudo é sempre uma oportunidade para limpar e limpar... Não há como retornar, já sentimos os efeitos da paz, sabemos que ela existe, está aqui! Porém, no processo de limpeza incessante, memórias rigidamente estruturadas, teimam em nublá-la...

Ego, ego, ego... No menor de nossos deslizes, ou talvez parte do processo cíclico, lá ressurge ele, impondo sua manifestação... Por nada compreender, rebela-se contra a ordem, buscando dirigir os impulsos instintivos e emocionais que lhes são inerentes.
No andamento de nosso caminho para a integração, pressões de memórias coletivas, justamente quando temos um desejo e buscamos um tipo mais amplo de integração. Ele, o ego, não suportando nenhum poder restritivo, busca se auto-afirmar com suas características dominantes. Tendo como seu componente o intelecto, entra em choque quando percebe que está ‘perdendo terreno’ pois, o processo trata de corrigir, desfazer, desaprender conhecimentos acumulados...
A que se apegar?
Só resta continuar a limpar e limpar...

Enfim, recordo-me de uma criança, aquela que está aqui comigo... Criança querida, que foi tão esquecida...
_ Está com muito medo, não? Ora, vamos brincar, vamos rir, não chore menina! Eu te amo... Eu te aprecio como e do jeito que você é... Amo você incondicionalmente!
Sei que se tratam de palavras de adulto minha pequena, mas sei também que você é inteligente e têm a capacidade para entender, é muito importante o humor no desenvolvimento da objetividade e da independência de pensamento... Vamos através do riso nos descondicionar... Só assim se abrirá caminho para a compreensão de que não precisamos nos impressionar, são simplesmente memórias que um dia resolvemos acreditar ...
Tive uma idéia! Vamos pintar uma linda carinha de palhaço em nós? E depois rir muito, mas muito mesmo... Ouvi dizer, que rir de nós mesmos é uma arte... Este conhecimento deve se tratar também de uma memória, mas me parece uma boa memória... ah... esta memória eu não vou limpar!
Que tal rirmos, rirmos até não poder mais? E depois continuar a limpar e limpar...

Acredito que agindo assim, conseguiremos, cada vez mais, ter uma total confiança nos desígnios do Deus interior... Em uma completa concentração para alcançar cada vez mais nosso centro mais íntimo, onde o Deus vivo age como poder fecundador.
Revelado-nos a potência do caminho interior, entregamos o ego a uma Força transcendental que pode criar por meio de nossa escolha, vívidas manifestações da Vontade de Deus. Realizando nossos potenciais ocultos, que o ser humano comum nem ousa sonhar... Somente a fé no Divino é concreta, modo transpessoal de existência, único caminho que pode levar a mutações criadoras...

Te amo. Sou grata. Sou grata. Sou grata.

***
11/11/2008
Lena

Novembro 05, 2008

Pensamiento Y Percepción, Krishnamurti = Ho’oponopono

Pensamiento Y Percepción, Krishnamurti = Ho’oponopono


Krishnamurti nos deixou por legado as percepções da Fonte e Morrnah nos deixou o caminho fácil para acessá-la... Sou grata. Sou grata. Sou grata.

Interpretación de las enseñanzas de Jiddu Krishnamurti.

1. El contenido de la conciencia; ha sido acumulado, por el pensamiento. Todo lo que tiene la conciencia, es producto del pensamiento; por lo que la conciencia, es pensamiento.

2. No hay percepción pura, sin el mecánico pensamiento. Y cuando el pensamiento se liga con la acción; sin calificarla, toma conciencia de ella.

3. Cuando adquirimos conciencia de la acción, cosa o persona; el pensamiento, no es mecánico y cambia su naturaleza. Ése es el punto que debemos entender; que el pensamiento, no tiene una naturaleza fija.

4. La percepción total; que opera en la realidad producto de no calificar cualquier acto, cosa o persona, es la verdad. Y sólo con una percepción total; que es la verdad, podemos actuar dentro de la realidad.

5. Porque cuando calificamos los actos, cosas o personas del presente; lo hacemos con imágenes que nuestro pensamiento, ha creado en el pasado.

6. Por tanto; al calificar, no alcanzamos una percepción integral del todo. Y tampoco la verdad, lo cual nos lleva actuar fuera de la realidad, y a cometer errores.

7. Al encarar en el presente cualquier problema; pensamos cómo resolverlo con la experiencia del pasado. Y al hacerlo, no hay conciencia ni percibimos totalmente el problema y la verdad; porque sólo vemos, la parte que calificamos del pasado.

8. Sí tenemos una percepción clara de cualquier problema; actuamos directamente, sin el pensamiento. Debido a que no calificamos el problema, con las imágenes que hemos creado con experiencias vividas en el pasado.

9. Además, cuando nos sentimos en peligro; la precepción actúa instantáneamente, sin pensar.

10. El pensamiento, puede darse cuenta de cualquier acto, cosa o persona, cuando no califica o traduce en imágenes o palabras. O sea, hay una percepción total, que es la verdad.

11. Esa percepción, actúa en el campo de la realidad. Y tal acción, no es el producto del pensamiento; pero debido que es una acción de lo total, el pensamiento experimenta un cambio.


Novembro 02, 2008

AS ETAPAS PARA O PERDÃO

AS ETAPAS PARA O PERDÃO

1. Esteja aberto à possibilidade de mudar as suas crenças acerca do perdão. Reconheça que o perdão é um ato de fortaleza e não de fraqueza.

2. Esteja disposto a deixar de ser uma vítima. Escolha acreditar que agarrar-se às mágoas e a pensamentos de não perdão é escolher o sofrimento. Não valorize a auto-piedade.

3. Lembre-se de que a sua raiva e julgamentos não poderão mudar o passado ou punir alguém, mas podem em vez disso fazê-lo sofrer. Os acontecimentos do passado não podem fazê-lo sofrer agora, mas os seus pensamentos acerca do passado podem causar-lhe imenso mal-estar e dor no presente. Reconheça que qualquer dor emocional que esteja sentindo neste momento é causada pelos seus próprios pensamentos.

4. Valorize o libertar-se, não de alguns, mas de todos os seus julgamentos. Não é uma coincidência que as pessoas mais felizes são aquelas que escolheram não julgar e que conhecem o valor do perdão.

5. Reconheça que agarrar-se à raiva não lhe dará o que deseja realmente. Pergunte-se a si mesmo, "Será que o agarrar-me à minha raiva justificada me trará a paz mental?" A raiva e a paz; o julgamento e a felicidade não ocorrem ao mesmo tempo.

6. Compreenda que não existe qualquer vantagem em punir a si mesmo. Quando reconhecer verdadeiramente que a sua raiva, e os pensamentos infelizes estão a envenenar a sua vida, você abraçará o perdão e conhecerá o significado do amor.

7. Acredite que o perdão significa abandonar a esperança de um passado melhor! Aceite o seu passado, perdoe o seu passado, e abrace o presente e o futuro com esperança! Não existe nenhuma lei a obrigá-lo a permanecer uma vítima do passado.

8. Decida ser feliz em vez de ter razão. Quando paramos de tentar controlar os outros e em vez disso nos concentramos nos nossos próprios pensamentos, nos damos o presente da liberdade e da paz.

9. Acredite que tem o poder de escolher os pensamentos que põe na sua mente. Talvez o maior presente que nos foi dado tenha sido o poder de escolher pensamentos amorosos em vez de pensamentos de raiva. A sua mente não é um caixote de lixo que possa permanecer inafetada pelo lixo que põe nela. Trate-a como a um jardim e ela florescerá.

10. Esteja disposto a fazer da sua paz mental o seu único objetivo e acredite que o perdão é a chave para felicidade. Independentemente do caos à nossa volta, podemos conhecer a paz se esse for o nosso único objetivo. Escolha não permitir que as circunstâncias exteriores ou pessoas decidam se você irá ser feliz ou não. A raiva, o julgamento e pensamentos de não perdão fazem sofrer, e libertando-os traz-nos a alegria. É verdadeiramente tão simples!

( Gerald Jampolsky e Diane Cirincione - Traduzido por Carlos Anastácio )

Outubro 30, 2008

ANCESTRAIS

A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DO PERDÃO PARA NOSSOS ANCESTRAIS


ASPECTOS PARA REFLETIRMOS:
1-Penso que, realmente, a vida sobrevive a morte?

2-Acredito que a morte física significa apenas uma mudança de planos vibratórios?

3-Concebo que existem elos espirituais invisíveis com nossos antepassados, amigos e inimigos? E que esses elos influenciam a nossa existência no plano físico?

4-Posso entender que posso ser um dos meus próprios antepassados?

5-Creio que quando desencarnamos, passamos para o plano espiritual com o discernimento e percepção que tínhamos nesta vida, acumulado de outras?

6-Consigo aceitar que, inúmeras vezes, ao desencarnarmos, não “morremos”, face a nossa dificuldade em perceber e aceitar que não estamos mais no plano físico? E que dessa forma, ficamos ainda presos a matéria, através dos tempos, fixados em fatos, pensamentos e emoções experenciadas, na última existência em que vivemos?

7-Compreendo que o tempo é um conceito restrito ao espaço tridimensional, relativo ao mundo físico, portanto com uma concepção bem diferente de outros planos vibratórios?

8-Posso visualizar que as pessoas que falecem nas condições mentais, emocionais e espirituais descritas sofrem muito, até conseguirem adquirir uma maior aceitação e discernimento sobre as suas reais condições espirituais?

9-Entendo que nossos ancestrais por terem elos espirituais conosco, (que não se extinguem, mas se transformam de acordo com o nível de entendimento espiritual deles e nosso,) os seus sofrimentos podem nos afetar espiritualmente, mentalmente e emocionalmente, induzindo-nos por débitos passados e a nossa própria sintonia espiritual também a sofrer?

10-Posso entender que por meio desses mesmos elos espirituais (canais invisíveis de energia sutil), podemos também, através de orações e vibrações positivas geradas por nossas emoções e pensamentos de compaixão, perdão e reconhecimento (gratidão e solidariedade) a eles, lhes enviar Luz , expressa sob a forma de discernimento? Que dessa forma, eles podem ser sensibilizados e libertos das condições em que se encontram, mesmo que, até já possam se encontrar no plano físico?

11- Aceito que pelo mesmo processo, podemos fortalecer àqueles que estão bem espiritualmente, e que por isso eles também nos enviam vibrações de paz, amor, esperança e equilíbrio em nossa vida e em nossos momentos difíceis?

12-
Enfim, a todos os nossos ancestrais devemos dedicar :

-A- nossa compreensão, compaixão e amor, pelas dificuldades e sentimentos destrutivos que possam ter tido, pois eles erraram não porque o quisessem, mas por ignorância espiritual, como nós nesta vida cometemos também muitas faltas, face ao nosso nível de compreensão da vida e de nós mesmos. Infelizmente, só somos mobilizado a transformações intimas, quando somos açoitados pela dor, ocasionada por uma crise existencial, que nos incita, depois de muitas revoltas, tristezas, mágoas e indagações , a buscarmos sair da acomodação em que nos encontramos, comumente, inseridos.

-B- perdão, pela compreensão que vamos adquirindo das nossas mediocridades, o que nos induz, a sairmos, gradativamente, do papel de vítimas ou juízes das falhas alheias, para procurarmos canalizar as nossas energias em nosso próprio auto-aprimoramento ou reforma íntima.

-C- reconhecimento (gratidão) por termos tido a chance de aqui estarmos através do nosso corpo físico, pela genética física e espiritual que nos delegaram, tendo em vista, o nosso processo evolutivo, que também é o deles.

Quando nos propomos a orar com consciência, carinho e deferência pelos nossos antepassados, procurando lhes enviar através de nossas preces, nosso reconhecimento, compaixão e perdão contribuímos para a elevação e felicidade deles e também a nossa.

Graças a Deus.
PorDeniseCristina – 27/10/08

*********
Recebi esse texto de minha querida amiga Myrian, médica homeopata pediatra, um dos tantos médicos que deram um passo além, que conseguem perceber que não somos somente um corpo físico... Compartilhamos de alguns conceitos e temos vivenciado com Ho'oponopono que a CURA vai muito além pois, o corpo físico nada mais é do que o reflexo da DOENÇA DA ALMA (como também outro grande médico - Dr. Bach, já havia preconizado), memórias somatizadas em nossas mentes subconscientes, que todos nós compartilhamos e que portanto, para nos CURARMOS definitivamente, necessário se faz e nunca é demais afirmar:
AMOR, especialmente por nós mesmos, pois quando nos damos amor, conseguimos estender ao outro, inevitável pois, que são nossas extensões, somos todos um...
PERDÃO, auto-perdão, perdoar-nos pelas memórias que nem sabemos como carregamos, em uma eterna repetição...
GRATIDÃO, sermos gratos, agradecidos por absolutamente tudo, especialmente por estarmos tendo a oportunidade de poder corrigir o 'erro', equívocos ancestrais, libertando essas memórias e ficarmos libertos também!

Para tanto, ela me enviou juntamente a prece/petição Divino Criador e posso dizer que para mim sintetiza todo o lindo texto da Denise.
Lena Rodriguez

DIVINO CRIADOR

Divino Criador, Pai, Mãe, Filho em Um...
Se eu, minha família parentes e ancestrais, lhe ofendemos
a sua família , parentes e ancestrais em pensamentos, palavras ,
atos e ações, do início da criação até o momento,
nós pedimos seu perdão...

Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações,
bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute
todas estas energias indesejáveis em pura Luz...
Assim está feito!

Sinto Muito. Me Perdoe. Te Amo. Sou Grata.
Sinto Muito. Me Perdoe. Te Amo. Sou Grata.
Sinto Muito. Me Perdoe. Te Amo. Sou Grata.

Kahuna Morrnah Nalamaku Simeona( Ho'oponopono Identidade Própria) – baixe o E-Book gratuito aqui: www.hooponopono.com.br

Outubro 29, 2008

FIB - Felicidade Interna Bruta em alta em SP


Índice internacional vira tema de encontro e secretário paulistano considera a possibilidade de aplicar avaliação
Vitor Hugo Brandalise


Inspirada numa idéia de um país tão longínquo quanto o Butão, pequena nação asiática incrustada no meio do Himalaia, São Paulo pensa agora em medir o progresso com base na felicidade de seus cidadãos. O conceito de FIB (Felicidade Interna Bruta), instituído no Butão em 1972, com a proposta de incorporar conceitos díspares como felicidade e progresso, alegria e desenvolvimento econômico, será apresentado hoje, numa conferência internacional em São Paulo - e conta, desde já, com apoiadores dentro da administração municipal.

"A idéia do FIB é incorporar a felicidade, medida por critérios técnicos em questionários de até 150 perguntas, aos índices de desenvolvimento de uma cidade, Estado ou país", explica a psicóloga e antropóloga Susan Andrews, organizadora da 1ª Conferência Nacional sobre FIB, que ocorre hoje no Sesc Pinheiros. Para medir o FIB, a percepção dos cidadãos em relação a sua felicidade é analisada em nove dimensões: padrão de vida econômica, critérios de governança, educação de qualidade, saúde, vitalidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, gerenciamento equilibrado do tempo e bem-estar psicológico.

"O FIB situa a felicidade como pivô do desenvolvimento, em oposição ao PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma das transações econômicas de uma nação), que falha em contabilizar os custos ambientais e inclui formas de crescimento econômico prejudiciais ao bem-estar da sociedade, como o corte de árvores", afirma Susan. "Os bons resultados no Butão chamaram a atenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que passou a estudar a implementação do exemplo butanês em outros países", afirma. Uma versão internacional está sendo elaborada no Canadá, com aplicação prática prevista para este ano.

Até o início da década de 1970, uma brutal política de isolamento levou o Butão a concentrar os mais altos índices de pobreza, analfabetismo e mortalidade infantil do planeta. Em 1972, juntamente com a abertura econômica, o recém-empossado rei Jigme Singye Wangchuck criou o conceito de Felicidade Interna Bruta, para redefinir o significado de desenvolvimento social e econômico.

Hoje o Butão - cuja capital, Thimphu, com 50 mil habitantes, não possui semáforos e só conheceu televisão e internet em 1999 -, vê os índices de analfabetismo e mortalidade infantil despencarem, a economia se recuperar e as belezas naturais continuarem intactas, com 25% de seu território delimitado por parques nacionais. Desde o fim da década de 1990, observadores da ONU viajam ao País anualmente para estudar o jeito butanês de levar a vida. "As mudanças foram reflexo da maneira como os butaneses passaram a observar a vida, valorizando somente o que realmente interessa", afirma Susan. "Eles se dizem, hoje, o povo mais feliz do planeta."

BRASIL

No Brasil, um protótipo de FIB foi colocado em prática em abril, em Angatuba, a 181 km de São Paulo (mais informações nesta página). Na capital, a idéia já conquistou um primeiro aliado: o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, que propõe, a partir de 2009, iniciar pesquisas de medição do FIB em subprefeituras da capital. "Seria uma maneira de a cidade contribuir com esse esforço internacional, com adaptações à realidade da metrópole", disse. "O ideal seria começar numa subprefeitura central, como Pinheiros, e em outra periférica, como Parelheiros. É uma boa sugestão para a próxima gestão."

Para pesquisadores, a adoção do FIB, em conjunto com outros indicadores, tem o mérito de informar a população sobre sua percepção de bem-estar. "O PIB foi elaborado na década de 1950 e está defasado há muito como indicador de desenvolvimento de um país. O FIB complementa os indicadores de qualidade de vida, juntamente com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)", afirma o economista Ladislau Dowbor, consultor da ONU.

Como ressalva, há valores subjetivos que influenciam na avaliação das pessoas sobre a felicidade. "Para quem não tem nada, qualquer melhoria já representa um ganho enorme em relação ao bem-estar", afirma o economista Flavio Comim, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). "Mas a ONU analisa o indicador com bons olhos."


O QUE SE AVALIA

1. Padrão de vida econômica

2. Educação de qualidade

3. Saúde

4. Expectativa de vida e longevidade comunitária

5. Proteção ambiental

6. Acesso à cultura

7. Bons critérios de governança

8. Gerenciamento equilibrado do tempo

9. Bem-estar psicológico

********************************************************************


FIB - Felicidade Interna Bruta
por Leonardo Boff

Butão é um pequeníssimo reinado hereditário nas encostas do Himalaia, estremido entre a China, a India e o Tibet. Não tem mais que dois milhões de habitantes, cuja maior cidade é a capital Timfú com cerca de cinquenta mil moradores. Dentro de poucos anos está ameaçado de quase desparecer caso os lagos do Himalaia que se estão enchendo pelo degelo transvasarem avassaladoramente. Governado por um rei e por um monge que possui quase a autoridade real, é considerado um dos menores e menos desenvolvidos paises do mundo. Contudo, é uma sociedade extremamente integrada, patriarcal e matriarcal simultaneamente, sendo que o membro mais influente se transforma em chefe de família.


Butão possui algo único no mundo e que todos os paises deveriam imitar: o "indice de felicidade interna bruta". Para o rei e o monge governante o que conta em primeiro lugar não é o Produto Interno Bruto medido por todas as riquezas materiais e serviços que um pais ostenta, mas a Felicidade Interna Bruta, resultado das políticas públicas, da boa governança, da equitativa distribuição da renda que resulta dos excedentes da agricultura de subsistência, da criação de animais, da extração vegetal e da venda de energia à India, da ausência de corrupção, da garantia geral de uma educação e saúde de qualidade, com estradas transitáveis nos vales férteis e nas altas montanhas, mas especialmente fruto das relações sociais de cooperação e de paz entre todos. Isso não chegou a evitar conflitos com o Nepal, mas não tem desviado o propósito humanístico do reinado. A economia que no mundo globalizado é o bezerro de ouro, comparece como um dos items no conjunto dos fatores a serem considerados.

Por detrás deste projeto político funciona uma imagem multimensional do ser humano. Supõe o ser humano como um nó de relações orientado em todas as direções, que possui sim fome de pão como todos os seres vivos mas principalmente é movido pela fome de comunicação, de convivência e de paz que não podem ser compradas no mercado ou na bolsa. Função de um governo é atender à vida da população na multiplicidade de suas dimensões. O seu fruto é a paz. Na iniqualável compreensão que a Carta da Terra elaborou da paz, esta "é a plenitude que resulta das relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, com outras culturas, com outras vidas, com a Terra e com o Todo maior do qual somos parte"(IV,f).

A felicidade e a paz não são construidas pelas riquezas materiais e pelas parafernálias que nossa civilização materialista e pobre nos apresenta. No ser humano ela vê apenas o produtor e o consumidor. O resto não lhe interessa. Por isso temos tantos ricos desesperados, jovens de famílias abastadas se suicidando por não verem mais sentido na superabundância. A lei do sistema dominante é: quem não tem, quer ter, que tem, quer ter mais, quem tem mais diz: nunca é suficiente. Esquecemos que o que nos traz felicidade é o relacinamento humano, a amizade, o amor, a generosidade, a compaixão e o respeito, realidades que valem mas não têm preço. O dramático está em que esta civilização humanamente pobre está acabando com o Planeta no afã de ganhar mais quando o esforço seria o de viver em harmonia com a natureza e com os demais seres humanos.

Butão nos dá um belo exemplo desta possibilidade. Sábia foi a observação de um pobre de nossas comunidades que comentou: "Aquele homem é tão pobre mas tão pobre que tem apenas dinheiro". E era notoriamente infeliz.


Outubro 28, 2008

Mis memorias y el Ho’oponopono...

Me he despertado en el día de hoy y, como viene siendo costumbre en los últimos meses, lo primero que llena mis pensamientos es la idea de limpieza de mis memorias: Lo siento mucho. Perdóname. Te amo. Te doy las gracias...

Empecé a rememorar mi proceso de cura y todo lo que fui a buscar años atrás cuando tomé una decisión vital para mi vida – o me curaba o me curaba… Para ser sincera, no era exactamente ese el término que yo empleaba hasta hace muy poco tiempo, pero he decidido hoy que este sería mejor…

Creo que, tal vez, lo mejor que yo tenía en aquella época, era la búsqueda de lecturas que me elevasen, me colocasen hacia arriba… Cuando aún era joven el contacto con personas era el mínimo posible, el de las raras amigas que tuve. Hasta llegar a mayor madurez el aislamiento siempre ha sido muy fuerte en mí… En mi andadura empecé a buscar el auto-conocimiento, deseé comprender ese universo tan complicado que yo era… Ah, busqué muchas cosas, todo aquello a que he podido tener acceso: muchos libros de auto-ayuda, filosofías orientales, Cábala, Taoísmo, Kardecismo, astrología y otras “gías”, Eneagrama, Jung, en fin… libros, libros y libros…

Al mismo tiempo yo quería soluciones para lo que descubría acerca de mi, incluso porque ya había somatizado mis patrones emocionales y sufría sus consecuencias – Bipolaridad y Anorexia… Busqué el área en que se veía al individuo como un todo (físico, mental, emocional y espiritual), porque era de esa forma como yo concebía al hombre… Empiezo a estudiar y al mismo tiempo a tratarme con Florales, Elixires de Cristales, Medicina China, Kinesiología, Reiki, Radiestesia Clínica, PNL y EFT… ¡Fueron vitales y excelentes! Estoy agradecida por todo el conocimiento que ha llegado a mis manos y por el camino recorrido…

Hace cerca de dos años accedo al texto de Joe Vitale, sobre su entrevista con el Dr. Len, médico hawaiano, y su técnica para la remoción de las memorias que todos compartimos. Me llamó mucho la atención, pues no era novedad el inconsciente colectivo para mí… el texto acabó quedando a un lado y prácticamente olvidado… En el último semestre recomencé el Curso en Milagros. Ya tenía el libro desde el 2003, pero luego después de comprarlo él fue para São Paulo, permaneciendo allá… empiezo los estudios y las prácticas de forma disciplinada… los textos son de una psicología espiritual profunda y con las prácticas comienzo a sentir la fuerza energética de sus enseñanzas… algunos estados emocionales que estaban repitiéndose empiezan a modificarse.

A finales del mismo semestre acabo por tener acceso a otro texto sobre Ho’oponopono… empecé a escudriñar más en Internet y no sé cómo llegué al Web de Al McAllister http://www.hooponopono.com.br/ . Tuve acceso al e-book gratuito, lo leí todo… entonces la sencillez habló más alto… no abandoné el Curso en Milagros porque innegablemente tiene un inmenso valor; no obstante, decidí hacer de esta forma: leía y leo aún, todos los días en mis prácticas un texto del UCEM e incorporé la práctica de la Limpieza de Memorias de Ho’oponopono de la Identidad Propia…

Muuuchas cosas han ido ocurriendo… yo definiría el Ho’oponopono como una incesante meditación activa y voy a explicar por qué: como he dicho al principio de este texto, al despertar lo primero con que lleno mis pensamientos es con la idea de limpieza de mis memorias: Lo siento mucho. Perdóname. Te amo. Te doy las gracias… cada vez que me sorprendo con pensamientos de críticas, culpa, juzgamiento, miedo, eventos con personas, conocidas, cercanas o no… cada consulta que hago, palabras ligadas a cualquier tipo de emoción… escuchando a alguien al teléfono, muchas y muchas veces en comunicación llena de equivocaciones con relación a su forma de ver las cosas… cuando salgo para algún compromiso en la calle… cuando veo a un animalito abandonado, algún mendigo, etc.… en fin, la petición de limpieza para las memorias que comparto con todo lo que veo, pienso, oigo y siento es incesante y, al acostarme por la noche para dormir, entrego mi sueño a la Divinidad y ruego que continúe limpiando mis memorias; y mis últimas palabras son Lo siento mucho. Perdóname. Te amo. Te doy las gracias… hasta apagarme en el sueño.

He pasado por una limpieza en procesos de relaciones hace algunos días, lo cual ha puesto en marcha ciertamente otras antiguas memorias. Me encontraba con un sentimiento un tanto vago, aunque claro para mí, porque durante años yo había tenido un sentimiento de ¿será que vale la pena…? Continué limpiando, pero en determinado momento he sentido deseos de buscar un floral para mí y, como es del conocimiento de todos, los florales tienen la función de limpiar memorias también a nivel sutil y profundo (mi método es radiestésico)… ha sido muy interesante, pues la esencia que salió no es tan frecuente en una consulta… colocaré aquí un pequeño fragmento del propio libro, pues, han sido ya tantas consultas; pero siempre me siento agraciada como si fuese la primera:

“…esa esencia se hace necesaria a aquellas personalidades que han perdido o jamás han logrado conectarse con la motivación primordial, con la inspiración básica, con el poder germinativo y creativo presentes en el alma, de tal forma que los perjuicios provenientes de esa ruptura anímica amenazan sus cuerpos etérico-físicos y consiguientemente sus procesos vitales (esto me ha ocurrido durante muchos años en mi vida y un intenso deseo de morir)… floral de gran utilidad cuando la falta de motivación profunda y del propósito básico de la vida, y la dificultad de encontrar anclaje terreno, familiar, social y espiritual dejan el alma completamente perdida en el caos del manifiesto. En tal situación la mente oscila subjetivamente en el cuestionamiento máximo de la vida y de la creación y el será que vale la pena asume proporciones alarmantes en la inconsciencia del ser. La falta de un sentido ulterior para todo ronda los sótanos obscuros de la psiquis y la dicotomía muerte-vida se convierte en un desencanto, una expiración localizada e incontrolable en los registros energéticos (memorias) engendrando anomalías en la manifestación plena del ser.” “As Essências Florais de Minas, Criatividade e Espiritualidade”, Edit. Aquariana.

No me encuentro en ese estado de proporciones alarmantes como se dice en el texto, sin embargo, he vivido durante años de esa forma, hasta que esto ha sido “sanado” en terapias con todas las técnicas y la medicación energética que fui a buscar… pero lo que se hace evidente es el hecho incontestable de estar esas memorias repitiéndose, aunque el grado de fuerza y comprensión que tengo hoy sea otro para lidiar con más clareza con esta situación… Otro hecho, no menos interesante, es el caso de tres personas bipolares que en los últimos dos meses han acudido a mí, pues sé que, a los casos que nos aparecen a nosotros los Terapeutas, les tenemos que dar especial atención, pues son nuestros espejos…

Por todo ello, más que nunca, despierto limpiando mis memorias, sigo durante el día y me voy a dormir limpiando mis memorias…

Que el Divino Creador limpie, purifique las memorias que comparto con todos los que lean este texto y las transmute en la más pura Luz. Lo siento mucho. Perdóname. Te amo. Te doy las gracias.

¡Que el Sagrado Yo se manifieste más y más a través de nosotros!

por Marilena Rodriguez - 22/04/2008 - liberdadedeser@gmail.com
Traducción de Teresa - teresa_0001@hotmail.com

Fonte: STUM WORLD > www.somostodosum.com.br