28 de fevereiro de 2010

CURA - Paramahansa Yogananda

 CURA - Paramahansa Yogananda

A natureza da criação
A matéria não existe como a concebemos habitualmente mas sim na forma de uma ilusão cósmica; e, para dissipar esta ilusão se necessita um método definido. Assim como é impossível curar um homem adepto aos estupefacientes em um só instante, também a consciência material, que domina o homem através da lei da ilusão, não pode ser superada senão por meio da aprendizagem e da aplicação da lei oposta, isto é, a lei da verdade.

Através de uma série de processos de condensação, o Espírito se transformou em matéria; assim, a matéria procede do Espírito e não pode, portanto, diferir de sua origem. A matéria é uma expressão parcial do Espírito, na qual o Infinito se manifesta como finito, o Ilimitado como limitado. Porém, como a matéria não é senão uma manifestação ilusória do Espírito, esta não existe de per si.

Consciência e matéria
No começo da criação, o Espírito - imanifestado até então - projetou-se na forma de duas naturezas diferentes: consciência e matéria. Estas são as duas expressões vibratórias do único Espírito transcendental, sendo a consciência uma vibração mais sutil e a matéria uma vibração mais grosseira Dele.
A consciência é a vibração do aspecto subjetivo do Espírito, e a matéria é a vibração de seu aspecto objetivo. O Espírito, como Consciência Cósmica, é potencialmente imanente na matéria vibratória objetiva; e, em seu aspecto subjetivo, manifesta-se como a consciência presente em todas as formas criadas, alcançando sua máxima expressão na mente humana e nas inumeráveis ramificações dos processos reflexivos, emotivos, volitivos e imaginativos desta.

A diferença entre Espírito e matéria está na qualidade das vibrações de ambos; quer dizer, trata-se de uma diferença de grau, mas não de espécie. O exemplo seguinte ilustrará melhor este fato: Ainda que todas as vibrações sejam qualitativamente semelhantes, o ouvido humano é somente capaz de perceber as vibrações mais grosseiras, aquelas que oscilam entre os limites de dezesseis e vinte mil ciclos por segundo; vibrações de menos de dezesseis e mais de vinte mil ciclos por segundo são geralmente inaudíveis. Não existe nenhuma diferença essencial entre as vibrações audíveis e inaudíveis mas sim, uma diferença relativa de grau entre elas.

Pelo poder de maya - a ilusão cósmica - o Criador faz com que as manifestações se apresentem tão claramente diferenciadas e individualizadas ante a mente humana que esta não as associa de forma alguma com o Espírito.

O pensamento: a vibração mais sutil
Contida na rude vibração do corpo físico, encontra-se a vibração mais sutil da corrente cósmica, a energia vital; e, inundando tanto o corpo como a própria energia vital, encontra-se a vibração mais refinada da consciência.

As vibrações da consciência são tão sutis que não é possível detectá-las mediante nenhum instrumento físico; somente a consciência pode apreender a consciência. Os seres humanos captam as miríades de vibrações emitidas pelas consciências de outros seres humanos, expressas por palavras, ações, olhares, gestos, silêncios, atitudes, etc..

Todo homem leva estampada em si a marca vibratória de seu próprio estado de consciência e emite uma influência característica tanto sobre as pessoas como sobre os objetos. Por exemplo, a casa onde mora um homem determinado, está impregnada das vibrações de seus pensamentos. Toda pessoa dotada de um certo grau de sensibilidade, será capaz de perceber nitidamente essas vibrações.

O ego humano - ou seu sentido de " Eudade", a imagem distorcida da alma imortal - apreende a consciência de forma direta e a matéria ( o corpo humano e todas as demais formas da criação) de forma indireta, através de processos mentais e de percepções sensoriais. O ego está, pois, sempre consciente de sua própria consciência mas não o está da matéria - nem mesmo do corpo que ele mesmo habita - a não ser quando fixa sua atenção nela. É assim, que um homem que se encontra profundamente concentrado em um determinado tema, está consciente de sua mente mas não o está de seu corpo.

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Meditação:
"Ensina-me a tomar consciência de tua imensidade e imutabilidade além de todas as coisas; e possa eu perceber-me como parte de teu imutável Ser."
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Corpo e consciência, criados pelo homem no estado onírico
Todas as experiências produzidas no estado de vigília de um homem, podem se reproduzidas no estado onírico de sua consciência. Imerso nesse estado, o homem pode sonhar que caminha alegremente por um formoso jardim e, de repente, se encontra ante o cadáver de um amigo; então sofre, chora, dói-lhe a cabeça e seu coração palpita angustiadamente. Ou, talvez, surja subitamente uma tempestade em seu sonho e então se sinta molhado e frio. Porém, tão logo desperte, o protagonista dos sonhos rirá de todas as suas experiências oníricas.

Existe alguma diferença entre as experiências de um homem no estado onírico e suas experiências no estado de vigília? Durante seu sonho, este indivíduo experimentou a matéria - manifestada em seu próprio corpo, em seu amigo, no jardim, etc. - e a consciência, manifestada em seus sentimentos de alegria ou dor. Assim, pois, ambas as consciências - a da matéria e a da consciência mesma - estão presentes tanto quando o homem sonha como quando está desperto.

O homem é capaz de criar matéria e consciência num ilusório mundo onírico. Não deveria, pois, ser-lhe difícil compreender o fato de que o Espírito, fazendo uso do poder de maya, tenha criado para o homem o mundo onírico da "vida": uma existência consciente que é, em essência, tão irreal - tão efêmera e mutável - como o são as experiências dos sonhos.

Maya ou a ilusão cósmica
O mundo dos fenômenos opera sob o poder de maya, a lei da dualidade ou dos estados opostos e é, portanto, um mundo irreal, cuja existência oculta a verdade da unidade e imutabilidade divinas. O homem sonha, em seu aspecto mortal, com a dualidade e os contrastes - com a vida e a morte, a saúde e a doença, a felicidade e a dor - mas, quando desperta a consciência da alma, toda dualidade desaparece e se reconhece como o eterno e bem-aventurado Espírito.

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Meditação:
"Ao tomar plena consciência de minha unidade com Deus, recuperarei minha condição de filho seu. Então, sem pedir nem mendigar, receberei a prosperidade, a saúde e a sabedoria completas."
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As necessidades da humanidade extraviada
Para a desorientada humanidade, tanto a ajuda médica como a ajuda mental são importantes. É inegável a superioridade da mente sobre o poder do meios terapêuticos materiais mas, a ação dos alimentos, da ervas medicinais e dos medicamentos, ainda que mais limitada, é também inegável. Ao fazer uso de métodos mentais para obter a saúde, não é necessário desdenhar totalmente os sistemas físicos de tratamento, já que estes últimos são o resultado da investigação das leis físicas de Deus. Enquanto existir no homem a consciência material de seu corpo, ele não deveria desprezar totalmente o uso das drogas curativas. Mas, tão logo sua compreensão da origem imaterial do corpo aumente em grau suficiente, sua fé no poder terapêutico dos medicamentos desaparecerá, pois compreenderá que toda enfermidade tem sua raiz na mente.

A sabedoria: suprema terapia purificadora
Meu Mestre, Sri Yukteswar, jamais afirmou que os medicamentos fossem inúteis. E, contudo, treinou seus discípulos de tal forma que, havendo expandido suas consciências, quando adoeciam muitos deles empregavam exclusivamente o poder mental para curar-se. O mestre afirmava: "A sabedoria constitui a suprema terapia purificadora". Existem indivíduos, tanto no Ocidente como no Oriente, que negam fanaticamente a existência da matéria, mesmo estando eles dominados pela consciência até o ponto de sentir-se desfalecer quando se vêm privados de um só de seus alimentos habituais. Quando nos encontramos naquele estado de realização no qual corpo e mente, vida e morte, saúde e enfermidade, nos parecem fenômenos igualmente ilusórios, somente então, nos é lícito afirmar que não cremos na existência da matéria.
Fonte

Lena Rodriguez – Terapia Vibracional
“Cuidando da mente equivocada, trazendo-a de volta,
amorosamente, às virtudes de nossa verdadeira Essência”
www.cuidebemdevoce.com

27 de fevereiro de 2010

Não existe ninguém lá fora, apenas parece existir...


Em primeiro lugar, como rabino e místico, J compreendeu bem os ensinamentos do misticismo judaico antigo. Entre eles, estava a idéia de que o Céu é a proximidade de Deus, e que o inferno é a distância Dele. Mas J, sendo um cara bem determinado, não parou por aí. Para ele, o Céu não era só a proximidade de Deus, mas a Unicidade com Deus. Na verdade, ele é a perfeita Unicidade com Deus. E o inferno não seria só a distância de Deus; ele seria qualquer coisa que seja separada de Deus. Isso restringe as coisas a duas escolhas distintas, e apenas uma delas é real, porque a perfeita Unicidade não pode ter contraparte, ou não seria perfeita.

Então, para J, Deus é imutável, perfeito e eterno. E Deus é sinônimo de espírito, porque nada que Ele faz poderia ser diferente Dele de forma alguma, ou não seria perfeito. E, além disso, se Deus pudesse criar qualquer coisa que não fosse perfeita, então, Ele Próprio também não seria perfeito, não é? E o espírito não tem que evoluir, ou também não seria perfeito.

É claro, Deus não é Ele ou Ela, e estou usando uma linguagem bíblica, como o Curso. Eu poderia chamar Deus de It (NT: “It”, gênero neutro não existente na língua portuguesa), mas isso também não iria empolgar ninguém. Então, logo de cara, percebemos algumas coisas sobre nosso amigo J. Primeiro, ele é determinado. Segundo, não importa o quanto as coisas possam parecer complicadas, sempre só existirão duas coisas entre as quais escolher, e apenas uma delas é real. A outra escolha é uma ilusão, o que já era ensinado pelos hindus e budistas muito tempo antes de J, mas ele elevou a alternativa a uma versão impecável de um Deus que é realmente Perfeito Amor, ao invés de um Deus que é cheio de conflitos e imperfeito.

Além disso, vocês têm que se lembrar que J era do oriente médio. Ele tinha uma inclinação mais oriental do que ocidental, então, certamente estava familiarizado com os ensinamentos do budismo. Ele conhecia o conceito budista sobre o ego. Ele entendia e experenciava que existe apenas um ego parecendo muitos, naquilo que os hindus chamam de o mundo da multiplicidade, e os budistas chamam de impermanência. Então, existe apenas um de nós, que pensa estar aqui, e este sou eu. Realmente não existe ninguém mais. Não existe ninguém lá fora, apenas parece existir. É um truque. A parte consciente da mente olha pra fora e vê todo tipo de separação, corpos e formas diferentes, mas é tudo ilusão. E a parte inconsciente da mente – cuja maior parte está oculta, assim como um iceberg está escondido sob a superfície da água -, sabe que existe realmente apenas um de nós.

O tempo e o espaço, e as diferenças se revelam todos irreais, apesar das aparências. A razão pela qual tudo está ligado é porque existe apenas uma ilusão, assim como existe só um Deus. Mas, Deus não tem nada a ver com a ilusão; essa foi uma presunção falsa da parte das pessoas. As pessoas, então, criaram um Deus à sua imagem, que era a maneira como elas acreditavam ser. Mas Deus nos criou originalmente à Sua imagem: perfeitos, inocentes, e Um. A unicidade que existe na ilusão é uma unicidade de imitação, porque o ego tenta imitar Deus.

Hoje em dia, os físicos quânticos também estão confirmando que o tempo e o espaço são apenas ilusões. O passado, o presente e o futuro ocorrem todos simultaneamente. Nós somos, na realidade, seres não espaciais tendo uma experiência espacial. Pode parecer que vocês estão aí e eu estou aqui, mas isso é uma mentira. O espaço é apenas uma idéia de separação, assim com o tempo. Nós dividimos o tempo e o espaço para que pareçam com intervalos de tempo e lugares diferentes, quando tudo isso foi criado, na verdade, e tudo é o mesmo, ainda que pareça diferente, porque é tudo uma ilusão, baseada no pensamento da separação. Só que os físicos ainda não sabem dessa parte; eles só sabem que nossa experiência é uma ilusão, comparada com a maneira com que as coisas realmente são quando olhamos de perto! Eles ainda não têm o quadro completo, apenas parte dele. A ciência e a espiritualidade ainda não se encontraram completamente, mas estão chegando lá.

Por exemplo, eles sabem que se olharmos para uma estrela que está a 20 bilhões de anos luz daqui, fazemos com que ela mude instantaneamente no nível subatômico. Como isso é possível? É porque a estrela não está realmente a 20 bilhões de anos luz de distância, ela está, na verdade, na minha mente. Ou, mais precisamente, ela é uma projeção da minha mente. Eu a criei, e ela está vindo de mim, não para mim, como a maioria das pessoas acha. E ela nem mesmo é matéria até que eu olhe para ela ou a toque. Ela é energia, que é realmente pensamento, e é por isso que a energia não pode ser destruída. E a matéria é apenas uma forma diferente de energia, retornando à energia e sendo reciclada. (Gary)

E como J usou, há 2.000 anos, todo aquele conhecimento místico budista e judaico, que se equipara às descobertas dos físicos de hoje?(Pursah)

Bem, ele entendeu algo que as pessoas ainda não compreenderam, até mesmo hoje em dia, com todos esses avanços em conhecimento, incluindo psicologia, que é: Se só existe realmente um de nós aqui, e se a parte inconsciente da mente sabe disso, então, o que estamos fazendo quando saímos por aí julgando e condenando outras pessoas, tudo o que estamos realmente fazendo é enviar uma mensagem diretamente à nossa mente inconsciente de que merecemos ser julgados e condenados. Seja o que for que pensemos sobre os outros, na verdade, estamos enviando uma mensagem para nós mesmos, sobre nós mesmos. Então, J decidiu que se existe realmente apenas um de nós que pensa estar aqui, e se a mente inconsciente sabe disso, então, ele iria passar pela vida vendo todos como o que realmente são, que é o perfeito espírito, ao invés de vê-los como corpos, que é apenas uma falsa idéia de separação. Ele iria ver todos como sendo Cristo, puro e inocente, e iria pensar sobre eles como sendo o que realmente são: imortais, invulneráveis, e algo que nem mesmo pode ser alcançado por esse mundo.

Portanto, a chave para a iluminação repousa em um segredo que pouquíssimas pessoas já souberam, mas que J conhecia bem: A maneira como experenciamos e nos sentimos a nosso próprio respeito não é determinada pelo modo como as outras pessoas olham e pensam sobre nós. A maneira como você vai experenciar e se sentir sobre si mesmo é determinada, na realidade, pela maneira pela qual você olha e pensa sobre as outras pessoas. No final das contas, isso determina sua identidade. Você vai se identificar tanto com um corpo quanto com um espírito perfeito, tanto com alguém dividido quanto inteiro, dependendo da maneira com que vê os outros. E, uma vez que isso seja compreendido, acho que você vai ficar muito mais cuidadoso com a maneira que pensa sobre os outros! (Gary)

Trecho SRI

Lena Rodriguez – Terapia Vibracional
“Cuidando da mente equivocada, trazendo-a de volta,
amorosamente, às virtudes de nossa verdadeira Essência”


26 de fevereiro de 2010

Não há nenhuma resposta, apenas uma experiência...



A maioria dos estudantes espirituais gasta quase todo seu tempo na fase de reunir informações. Isso é encorajado pela crença de que quanto mais informação espiritual colocarem em suas cabeças, mais iluminados serão. Então, eles pulam de uma coisa para outra, lendo dezenas de livros sobre diversos temas espirituais. Durante nossa primeira série de visitas a você, nos referimos a isso como um “buffet espiritual”.

         Agora, não há nada errado em aprender informação. Na verdade, isso dá às pessoas um background necessário. O problema é que as pessoas criam um falso ídolo em relação a reunir informações, e isso não as leva a lugar algum. É um truque, uma cenoura e uma vara. É por isso que o que realmente importa não é o que você sabe, mas o que você faz com o que sabe. O que realmente importa em termos de acelerar seu desenvolvimento espiritual é a fase da aplicação.

         Em algum ponto, o aluno e o professor espirituais sérios terão que pegar tudo o que aprenderam e realmente aplicá-lo a cada pessoa, situação, ou acontecimento que aparecer diante deles, em qualquer dia. Isso se aplica a tudo. E, normalmente, não é um mistério. Tudo o que estiver acontecendo na sua vida, é a lição à qual o Espírito Santo quer que você aplique os ensinamentos, e o grande instrumento do Espírito Santo para a salvação é o perdão. Mas, como você sabe, não é aquele antigo tipo de perdão. Não é a espiritualidade dos seus pais. É um jogo todo novo, um novo paradigma.

         É só através da aplicação disciplinada que o praticante pode entrar na fase gloriosa da experiência. E eu lhe garanto, querido irmão, que a experiência é a única coisa que vai fazê-lo feliz. Palavras nunca farão isso; conceitos intelectuais, teologia, especulação filosófica... perdoe tudo isso. Um Curso em Milagres que, como você sabe, é J – nosso símbolo inglês para Y’shua – falando a palavra de Deus, diz que as palavras não são nada mais do que símbolos de símbolos, duas vezes longe da realidade. E, quando você pensa sobre isso, como um símbolo de um símbolo poderia fazê-lo feliz? Não. A única coisa que vai fazê-lo feliz é a experiência do que é a sua realidade. O que vai realmente satisfazê-lo não é um símbolo da realidade, mas a experiência da realidade.

         Em um ponto, no mesmo Curso, J está falando sobre todas as questões difíceis que as pessoas têm, e ele faz a afirmação notável:

“...não há nenhuma resposta, apenas uma experiência. Busca somente isso, e não deixes que a teologia te atrase”. (UCEM-ET-Int.4:5-7)

         Essa experiência vem como um resultado de permitir que sua mente seja treinada pelo Espírito Santo para pensar e ver as outras pessoas como Ele faz. Mas é preciso um bom sistema, como o budismo ou Um Curso em Milagres, para conseguir ir mais rápido no caminho para a realização. Deixada por sua própria conta, a mente não pode ser curada. Como J também diz em seu Curso, “Uma mente sem treino nada pode realizar”.

Essa é realmente uma afirmação, porque está dizendo que 99,9 por cento de todas as pessoas na terra não estão realizando nada. Até que a mente esteja treinada, você está apenas girando em círculos.

Trecho de Sua Realidade Imortal
Lena Rodriguez – Terapia Vibracional

25 de fevereiro de 2010

24 de fevereiro de 2010

Sessão O Portal ESPECIAL - Banho de Cores dia 03 de Março


Sessão O Portal ESPECIAL - BANHO DE CORES / Processo da Morrnah Simeona - Será reapresentada ao vivo (virtual) dia 03 de Março (quarta-feira, 21:30 hs)

Queridos amigos,

Como recebi muitas solicitações para repetir essa Sessão ESPECIAL Banho de Cores em função de ter sido realizada durante o feriado, e muitos não puderam comparecer, estaremos realizando-a novamente no dia 3 de Março, às 21:00 horas.

Todos aqueles que compraram o acesso para a primeira podem comparecer, a senha continua a mesma. Aqueles que compraram o mp3 e e-book desde então, receberão essa senha por e-mail nos próximos dias.

Muito grato pela colaboração, nos reunimos para essa limpeza compartilhada no presencial virtual na quarta-feira, dia 03 de Março às 21:00 horas.

Al McAllister

Lena Rodriguez – Terapeuta Vibracional

23 de fevereiro de 2010

Workshop O Portal/Ho’oponopono




Esse texto consta no PDF de apresentação para o Workshop O Portal em Brasília, dias 12 e 13 de Março, 2010. Baixe o e-book (PDF) aqui

Este WS é nosso primeiro solicitado por uma empresa, o Instituto Cooperforte. O contexto é "empresa", mas está aberto ao público. Quem quiser participar entre em contato com a Coordenadoria de Projetos, Sandra Fernandes no sandra.fernandes@institutocooperforte.org.br e Fone/Fax: (61) 3223-4270 /
8103-5823/9258-7460
SBS Qd 02 Ed. Casa de São Paulo - Salas 301/302
CEP: 70.078-900 - Brasília /DF

Eu conheci o processo Ho’oponopono, de origem da tradição de antigos povos havaianos, através de duas entrevistas com o Dr. Ihaleakalá Hew Len em um programa de rádio na internet e com entrevistas do Dr. Joe Vitale, nas quais ele começou a abordar de seu aprendizado e experiências com o Dr. Len. Em julho de 2007 ele lançou o livro Limite Zero, escrito com o Dr. Len, que me arrebatou com a simplicidade e eficácia da técnica. Com a prática e as mudanças que estava presenciando em mim, e que mudavam tudo em minha volta, quis fazer algo para compartilhar, apresentar o Ho’oponopono para mais pessoas aqui no Brasil. Preparei um cartaz, com as frases do Ho’oponopono sobrepostas ą imagem de uma pintura de um belo girassol, e passei a vender pela internet. A partir daí, não parei mais. Veio o fórum , as sessões virtuais, workshops e vivências pelo país.

Ano passado desenvolvi o processo O Portal que essencialmente deu uma “turbinada” no Ho’oponopono, realçando e facilitando a prática. É o que ensinamos e praticamos no Workshop O Portal/Ho’oponopono.

Ho’oponopono significa “endireitar o caminho” ou colocar no prumo. Por isso, não considero uma filosofia, pois transcende o intelecto. Não há padrões comparativos de uma infra-estrutura de “escola de conhecimento”. É mais o assumir a responsabilidade pela vida e aprender a vivê-la como Revelação.

Por ser algo muito pessoal, foge da regimentação e limitações de grupos, conceitos e crenças - o que facilita a sua apresentação e aceitação em empresas. Não segue a linha de curso “motivacional”, que dá uma levantada no ânimo e disposição das pessoas para o trabalho, mas muitas vezes é de efeito temporário.

Al McAllister


1. Essa prática tem algum cunho religioso?

Não, a prática do Ho’oponopono e O Portal não tem cunho religioso, nem vínculo com nenhuma organização, igreja, centro, ou entidade religiosa. Também não interfere na sua prática religiosa, pois não professa nenhuma doutrina ou dogma.

2. Qual a vantagem de fazer esse curso para minha atividade profissional?

O Portal/Ho’oponopono pode ser aplicado em todas as circunstâncias de sua vida, e também dentro do contexto do trabalho em sua empresa. Facilita reconhecer e determinar parâmetros para um melhor desempenho na sua função, qualquer que seja.

3. O que tem esse curso a ver com o meu trabalho?

O Portal/Ho’oponopono expõe o contraste entre os muitos padrões racionais repetitivos, confortáveis por serem conhecidos, porém limitantes, e o que provém da inspiração criativa.

4. De que forma posso melhorar meu desempenho profissional adotando as práticas desse curso?

Abrindo para você o acesso ao lugar na Mente onde você transcende os processos conhecidos do intelecto e passa a receber “insights”. Onde você tem a percepção do seu potencial verdadeiro no trabalho, e expressa a real sabedoria, muito além do conhecimento acumulado.

5. Esse curso vai me ensinar a suportar as pressões da chefia e a falta de reconhecimento ao meu trabalho?

Sim, porque você vai começar a entender que essas pressões da chefia, e a falta de reconhecimento ao seu trabalho são as senhas para você se libertar dessas limitações e interferências, chamando para você uma melhor condição – sem esforço da sua parte.

6. Tenho medo de manifestar o que sinto ou até mesmo de apontar algo que acho errado com receio de sofrer represália ou de ser rejeitado pelo grupo ou pelo Chefe. Esse curso pode me ajudar a superar esse problema?

Sim, você vai passar a entender quais aspectos em você buscam validação no grupo e na sua hierarquia, e como neutralizá-los para uma afirmação pessoal natural, sem anseios.

7. Prefiro trabalhar sozinho. Não gosto de trabalhar em equipe porque ninguém aceita o ponto de vista do outro nem eu consigo emplacar minhas idéias. Em que o curso pode me ajudar?

O curso vai lhe dar a condição de identificar e eliminar as percepções que limitam sua atuação em grupo, abrindo espaço para uma melhor colaboração e lhe mostrando como neutralizar os pontos de vista mais resistentes à novas idéias e abordagens.

8. Não me dão oportunidade de demonstrar meu potencial. Como poderei superar isso?

Constatando na prática, e não na teoria, que oportunidade tem a haver com o tipo de “sinal” que você transmite para os outros, e como mudar um “sinal” de insuficiência, baixa auto-estima, de capacidade limitada, para um “sinal” de capacidade e talento abundantes.

9. Acho meu chefe arrogante e insensível. Tem como eu fazer ele se perceber sem que eu tenha que confrontá-lo?

Sim, mudando através do O Portal/Ho’oponopono a sua percepção do seu chefe, como você o vivencia em seu trabalho.

10. Tenho uma antipatia gratuita por minha colega e rejeito tudo o que ela diz e faz. Há alguma razão para isso? – Como posso mudar esse sentimento?

Você muda o sentimento da maneira descrita acima, a razão pela qual existe a antipatia se revela então.

11. Posso dizer que esse curso apresenta um viés de lavagem cerebral ou de alienação espiritual, travestido de aperfeiçoamento profissional?

Não tem nada a haver. O curso mostra justamente como limpar os padrões que lhe foram impostos pela “lavagem cerebral” na sua formação, pelos traumas, pela cultura, pelas crenças e condicionamentos – que você acredita definem você como pessoa, como profissional, como cidadão, pai de família, etc.

12. Em quanto tempo poderei observar melhoria do clima organizacional após a realização dessa oficina?

Quanto menos expectativas em relação a resultados, melhor. Expectativas tendem a fazer perdurar a condição de clima desfavorável. Ao aplicar o processo você abre mão do fazer, e permite que as coisas tenham um desdobramento natural, eficaz e muitas vezes, rápido. Não há uma regra específica para isso.

13. Esse curso não poderia expor as pessoas a constrangimento ao revelarem aspectos íntimos e particulares de suas vidas e que só interessam a elas?

Não há necessidade nenhuma de se expor aspectos íntimos e pessoais durante o workshop. Se você sentir que precisa de uma orientação mais particular você pode marcar um atendimento individual pós-workshop comigo (Al McAllister) ou com a Marcia Mendes.

14. Se o curso cuida da solução de problemas, ao final do mesmo haverá uma certeza de que terei a chave para solução de todos os meus?

Sim, a chave é só sua, encontrá-la é a razão do curso.

15. O que a Empresa ganha com a realização desse curso para seus colaboradores?

A Empresa, por ser a expressão de um pensamento movedor, organizacional, colaborativo passa a prestar seus serviços de forma mais eficiente, atual e em sintonia com seus mercados, atendendo às necessidades do momento, com agilidade, com dinâmica e conteúdo inovador.

16. Tem alguma forma de aferir resultados (individuais, grupais e organizacionais) após algum tempo de realizado esse treinamento?

Sim, os resultados são aferidos nas mudanças em estatísticas e números percentuais nos diversos setores da Empresa. Sejam eles: melhoras nos setores de venda, atendimento, produção, índices de satisfação dos empregados, consumidores, etc.

17. Não me percebo uma pessoa preconceituosa quando manifesto minhas opiniões acerca do comportamento de certas pessoas ou grupos. Minhas reações são sempre reflexos de convicções pessoais e de minha própria experiência de vida. Não me sinto condicionado por nada, considero-me uma pessoa perfeitamente normal. Eu tenho que crer no poder de amuletos, figuras e palavras mágicas ou frases de efeito magnético? - Não soa como um mecanismo de superstição?

O processo ensinado no workshop, O Portal, é uma estrutura onde se aplica o Ho’oponopono. Utiliza-se do imaginário para alterar suavemente a percepção que se tem de si, se tornando mais consciente. Não há nenhuma imposição de ponto de vista ou crença neste processo.

Existem no Ho’oponopono o que se chama de “ferramentas” que são frases, palavras, ou objetos, que podem servir como lembretes à prática do mesmo. Mas não são “objetos de poder” ou “amuletos”, a não ser que você sinta que possam ser, mas isso é uma percepção individual. Para mim, pessoalmente neste momento, tenho uma afinidade com algumas frases, e as utilizo com bom proveito. Baixe o e-book (PDF) aqui


Para maiores informações sobre Workshops O Portal e Vivências no Portal, e para agendá-los, acesse o http://www.portalquantum.com ou escreva para crescent@globo.com

Lena Rodriguez - Terapeuta Vibracional
Praticante de Ho'oponopono & O Portal







Somos Um!



Não há mais separação nos caminhos,
Todos eles se tornaram um.

Eu não passo de uma parte do todo,
pois sozinho não sou nada.

Junto com o uno, sou todas as coisas.

Permaneço impassível no lugar a min destinado
Sou parte da grande conexão e
simetria do universo.

Sou tão responsável pelo todo
quanto ele o é por min.

Somos irmãos, somos irmãs, somos um.

Se acaso eu cair, eles me levantarão,
Se algo se lançar contra eles,
eu serei o seu escudo.

Viajarei em direção à Luz e não temerei.

Na escuridão, serei confortado
E descansarei no santuário da Luz,
Dormirei nos braços do amor.

Sou eterno, sou a Vida.

Hanumâm Ramâ. (Alberto Junior)

21 de fevereiro de 2010

Perdoar leva à paz de Deus...


Perdoar leva à paz de Deus...

As lições a serem aprendidas são apenas duas. Cada um tem o seu resultado em um mundo diferente. E cada mundo decorre com toda segurança da sua fonte. O resultado certo da lição segundo a qual o Filho de Deus é culpado é o mundo que vês. É um mundo de terror e desespero. (UCEM – LT – págs. 696/697)

Lembre-se sempre de que seu estado mental e o objetivo resultante que você vai alcançar estão em suas mãos, porque existem apenas duas coisas que você pode fazer – julgar, como uma expressão do medo, ou perdoar, como uma expressão do amor. Uma percepção leva à paz de Deus, e a outra leva à guerra. Como o Curso ensina:

Vês a carne ou reconheces o espírito. Não é possível nenhuma transigência entre os dois. Se um é real, o outro tem que ser falso, porque o que é real nega o seu oposto. Não existe nenhuma escolha na visão, exceto essa. (UCEM – LT – pág. 712)

Fonte (ODU)

TERAPIA FLORAL
Lena Rodriguez

17 de fevereiro de 2010

Quem foi Morrnah Simeona?


Quem foi Morrnah Simeona?

Kahuna lapa’au (sacerdotisa) Morrnah Simeona nasceu no dia 19 de Maio, de 1913, em Honolulu, Havaí, filha de Kimokeo e Lilia Simeona, ambos havaianos nativos. Sua mãe Lilia, foi reconhecidamente uma das últimas kahuna la’au kahea ou “sacerdotisa que cura com as palavras”. Morrnah praticava a massagem Lomilomi e por 10 anos era dona de, e operava spas de saúde nos hotéis Kahala Hilton e Royal Hawaiian. Entre seus clientes no Hilton ela tratou celebridades como o Presidente Lyndon B. Johnson, Jackie Kennedy, e o golfista Arnold Palmer. Em 1983, ela foi reconhecida oficialmente como kahuna lapa’au (curadora) e agraciada com o título de “Tesouro Vivo do Havaí” pela Honpa Hongwanji Mission of Hawai'i.

Em 1976 Morrnah começou a modificar o processo tradicional havaiano de perdão e reconciliação conhecido como Ho’oponopono para a realidade de hoje. Ela, com seu discernimento e genialidade transformou um procedimento tradicionalmente interpessoal, em grupo moderado por um intermediador, em um processo intrapessoal.

Para divulgar seu Ho’oponopono da Identidade Própria ela viajou por mais de 14 países dando palestras e consultas, estabeleceu a fundação Foundation of I, que sob outra administração deixou de existir em 2009. Morrnah estava residindo na Alemanha quando faleceu em 11 de fevereiro de 1992.
Fonte

16 de fevereiro de 2010

A paixão pela unidade

 
A paixão pela unidade
A descoberta de um sentido religioso novo, que aciona alegria no coração, suscita uma dinâmica de liberdade na experiência religiosa, que se destaca do aspecto puramente exterior da religião, provocando a oposição dos segmentos mais oficiais, dos teólogos e dos juristas. Isto não significa que os místicos sufis deixassem de observar as fórmulas externas do culto, mas a intensidade de sua experiência exigia algo mais. Para eles, a observância ritual devia ser acompanhada de um correspondente “movimento do coração” – caso contrário, perderia o seu sentido mais profundo

Não é simples o itinerário que leva o sujeito ao encontro do Amado. Como mostra Rûmî, o Amado está sempre disponível e presente, ao alcance de uma acolhida. O amante jamais busca o Amado sem ser antes buscado por ele. O que ocorre, porém, é que nem sempre o sujeito encontra-se preparado e disponível para abraçá-lo. Há entre ele e o Amado o elo limitador do “eu”.


O meu lugar é sempre o não lugar,
não sou do corpo, da alma, sou do Amado
O mundo é apenas Um, venci o Dois.
Sigo a cantar e a buscar sempre o Um24. Rûmî


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Lena Rodriguez
TerapiaVibracional

10 de fevereiro de 2010

Sessão O Portal ESPECIAL - Banho de Cores

 

Sessão O Portal ESPECIAL  - Banho de Cores / Processo da Morrnah Simeona. Novidade! Domingo dia 14 de Fevereiro, 20:00 horas.  Na sala virtual com Al McAllister.

Na Vivência no Portal aplicamos esse processo que era utilizado pela kahuna Morrnah Simeona, a responsável pelo desenvolvimento do Ho'oponopono atualizado. O Banho de Cores é uma experiência indescritível e única que promove uma harmonização e integração de todos os aspectos que compõem o ser humano. Pela primeira vez em sessão virtual.
 

Acesse aqui:

Sessão O Portal ESPECIAL - COLIBRI

Sessão O Portal ESPECIAL - COLIBRI / Alinhando com o Fluxo Natural da Abundância. 

Inédito! 

Sábado dia 13 de Fevereiro, 20:00 horas. Na sala virtual com Al McAllister

 


O Workshop O Portal /Prosperidade, que pode ser visto clicando aqui nos proporcionou a ferramenta COLIBRI. Já realizamos sessões O Portal gratuitas utilizando-a, mas em função do propósito dessa sessão ESPECIAL COLIBRI, para motivar um dos preceitos básicos para desbloquear o que está impedindo ou dificultando o fluxo natural do dinheiro em sua vida, o seu investimento é de R$25,00, pague pelo PagSeguro clicando no botão abaixo.  

A sessão em si será de acesso ao Portal onde você entrará em alinhamento com o vórtice da origem do fluxo da abundância. Abundância de todas as coisas boas que são por direito suas mas que as memórias resistentes impedem de se manifestarem em sua plenitude. Aproveite essa oportunidade única.

Acesse aqui: 

6 de fevereiro de 2010

O Portal


O Portal

A iluminação é apenas o reconhecimento e não uma mudança em absoluto. Não é difícil olhar para dentro, pois é lá que começa toda a visão. É lá que começa a percepção e é lá chega ao fim, e não tem outra fonte senão essa.

Você pode viver o resto de sua vida reagindo e reencenando o que aconteceu antes, mas isso não vai adiantar nem levá-la a chegar a lugar nenhum. E todos que encontrar saberá, inconscientemente, (somos atraídos pelo que tememos) que você está respondendo ao seu passado. “Perdoar e esquecer”. Muitos dizem: Sim eu perdôo mas nunca esquecem (memórias). Cuidado, porque exatamente aí que nos tornamos escravos do sofrimento das repetições.

Esqueçam o que fizeram: lembre-se das lições que aprendeu com isso. Abandone a cruz. Abrace o céu.

Praticamente a cada hora de cada dia iremos nos encontrar em uma situação em que poderemos ser o que não éramos antes, porque sabemos hoje o que não sabíamos antes. E a partir dessa novidade e4m nosso ser, surgem novas oportunidades que nunca poderíamos ter imaginado.

Deus é especialista em novos começos.

O Portal – A Paz de Deus está brilhando em ti agora e do teu coração se estende ao mundo todo. Ela pára para acariciar e deixa uma benção que permanece para todo o sempre.


Aqueles que tiverem interesse em participar em um Workshop O Portal/Ho'oponopono em Brasília, estamos definindo a data; favor escrever para crescent@globo.com

3 de fevereiro de 2010

O Poder do Agora


“Todo sofrimento psicológico é fictício, porque ou está armazenado na memória do passado, ou na imaginação do futuro, porque ambos são apenas virtuais... O passado já passou e o futuro ainda não chegou!!! O único momento real é o presente, e nele reside a eternidade!” - (Filosofia Zen)

O Poder do Agora

"A maior parte da dor humana é desnecessária. Cria-se a si própria enquanto for a mente inobservada a dirigir a vida. A dor que tu criares agora será sempre uma certa forma de não aceitação, uma certa forma de resistência inconsciente àquilo que é. Ao nível emocional, é uma certa forma de negatividade. A intensidade da dor depende do grau de resistência ao momento presente, e esta por seu lado depende de quão fortemente estiveres identificado com a tua mente. A mente procura sempre recusar o Agora e escapar dele. Por outras palavras, quando mais identificado estiveres com a tua mente, mais sofrerás. Ou poderás colocar a questão deste modo: quando mais honrares e aceitares o Agora, mais livre estarás da dor, do sofrimento - e livre da mente egóica.

Porque é que a mente recusa ou resiste habitualmente ao Agora? Porque ela não consegue nem funcionar nem ficar no comando sem tempo, que é passado e futuro, e por conseguinte para ela o Agora representa uma ameaça. De fato, o tempo e a mente são inseparáveis. (...) A mente para garantir que continua no comando, procura constantemente a encobrir o momento presente com o passado e o futuro e, assim, ao mesmo tempo que a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, começam a ficar pelo tempo, também a tua verdadeira natureza começa a ficar encoberta pela mente.

Um fardo de tempo, cada vez mais pesado, tem vindo a acumular-se na mente humana. Todos os indivíduos sofrem sob esse fardo, mas também continuam a somar-lhe todos os momentos, sempre que ignoram ou recusam esse precioso Agora ou o reduzem a um meio para alcançarem um determinado momento futuro, o qual só existe na mente e nunca na atualidade. A acumulação de tempo na mente humana, coletiva e individual, contém igualmente uma enorme quantidade de dor residual que vem do passado."

Trecho do livro: O Poder do Agora de Eckhart Tolle 

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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional

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