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29 de agosto de 2012

Praticar o perdão...



(...) O único propósito do Curso é para praticar o perdão, esta é a experiência ao qual o Curso se dirige... Ele fala sobre pegar sua compreensão, como seja, e usá-la para aplicar o perdão e assim ele estará usando para o que ele foi feito... Não o tipo de perdão que faz com que seja real. O Curso mesmo diz: “O perdão não separa os pecados, fazendo-os reais.”  Ele vê que não existiu nenhum pecado e nesta visão, todos os pecados são perdoados.

É verdade, porque você perdoa, não porque eles fizeram algo, mas porque eles não fizeram nada realmente, e você quem os criou, em primeiro lugar.
Quando praticamos este tipo de perdão, nossos pecados são perdoados.

Sei que é complicado acreditar, mas existem razões da mente, das quais não conseguiremos nos livrar, mesmo que quiséssemos... Porém, se fizermos o que vamos praticar aqui (não colocado ainda), tem que funcionar. Eu costumava pensar; “Serei a única pessoa para quem isto não funciona.” Mas, não é verdade. Se você fizer isto, tem que dar certo.

Existe uma regra que não está escrita, por isso temos um livro de Exercícios, porque demanda trabalho. Isso pede uma certa disciplina de nossa parte. Mas, não é impossível pois, de fato, o Curso menciona que nossa parte é relativamente pequena. E que a parte do Espírito Santo (ES) é grande.

Certamente isto é uma ideia perturbadora para o ego. Mas, o Curso diz: “A sua total responsabilidade é aceitar a Expiação (plano de correção do ES) para si mesmo."
Podemos pensar na Expiação como sendo o jogo final, como um gol, em unidade com Deus; como sendo a jogada final. E, o Curso diz: “O meio para a Expiação é o perdão.”

Uma ideia mais definida para isto:

Se o perdão é o meio para a Expiação, quando você pensa a respeito, como pode chegar ao final, sem utilizar os meios? Não seria possível. Eu conheço muitos que querem pular para o final. Eles não querem fazer o trabalho intermediário, necessário  para chegar lá. Mas, dá um pouco de trabalho.

Nós realmente pensamos que vamos alcançar o mesmo nível de maestria como Buda ou Jesus, só com um pouquinho de prática?
Jesus disse no Curso: “Até eu tive que estar vigilante, somente para o Reino de Deus.” Se até Jesus teve que fazer, trabalhar nisso, talvez eu tenha que fazer o mesmo. (risos)

Isso não significa que durante o caminho você vai ser perfeito, não vai errar, que não vai ser humano. Lógico que vai.
Como meus professores explicaram no O Desaparecimento do Universo (DU), que sempre estamos saindo da rota, como um avião a jato, que tem um sistema de navegação que está sempre corrigindo sua rota.

É exatamente isto que o ES faz para nós. Estamos sempre saindo da rota e o ES nos coloca novamente no caminho. Fazendo isso, o avião chegará ao seu destino em segurança, e nós também.

Todos nós vamos chegar lá. Todos vamos ao mesmo lugar. Ninguém vai ficar para trás. Mas não vão existir corpos quando chegarem lá. Vão estar lá com o Espírito Perfeito, que não é diferente de Deus.

“Não existe resposta, somente a experiência. Busque somente isso, e não permita que a teologia o atrase.” (UCEM)  

A Verdadeira Resposta a todas as nossas perguntas, não virá a nós em forma de palavras. A Verdadeira Resposta, a todas nossas perguntas mais difíceis, virá a nós como uma experiência. Uma experiência do que Realmente Somos, e onde realmente estamos.

Esta é a única coisa que nos fará felizes. Porque as palavras não podem fazer isto. A teologia não vai fazer isto. Minhas (J) palavras não o farão.São apenas símbolos dos símbolos, duplamente removidas da realidade. 

O que fará você feliz, pleno, total e completo é uma experiência da Realidade. 
(...)

(Parte de texto do Seminário O Amor não esqueceu ninguém de Gary Renard) 
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Cuide bem de você...
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23 de agosto de 2012

Tratamentos espiritualizados


Para mim qualquer que seja o tipo de tratamento, sem a questão Espiritualidade está fadado ao insucesso... Mesmo que nos "curemos", ou venhamos a nos sentir melhores, ali na frente esse quesito se manifestará de alguma forma...
Lena Rodriguez
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A espiritualidade pode ajudar a melhorar a saúde mental das pessoas reduzindo o seu egocentrismo e desenvolvendo um sentimento de pertencimento a um todo maior. [Imagem: Wikimedia/Presearch]


Apesar das diferenças nas crenças e nos rituais entre as diversas religiões, a espiritualidade sempre melhora as condições de saúde das pessoas.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Missouri (EUA).

Segundo eles, os profissionais de saúde devem aproveitar essa correlação entre a saúde - especialmente a saúde mental - e a espiritualidade, para desenvolver tratamentos e programas de reabilitação de acordo com as inclinações espirituais de cada paciente.

Perdão
O estudo envolveu a análise da correlação entre saúde mental e física, fatores de personalidade e espiritualidade entre budistas, muçulmanos, judeus, católicos e protestantes.

Em todas as cinco religiões, um maior grau de espiritualidade mostrou-se estreitamente correlacionado com uma melhor saúde mental, níveis mais baixos de neuroticismo e maior extroversão.

O perdão, ou a capacidade de perdoar, foi a única característica espiritual que conseguiu prever o estado de saúde mental dos voluntários, depois que todas as variáveis de personalidade foram consideradas.

Estilo espiritualizado

"Os resultados do nosso estudo suportam a ideia de que a espiritualidade funciona como uma característica da personalidade," explica o Dr. Dan Cohen, coordenador do estudo.

Isso porque os benefícios que a espiritualidade traz à saúde não apresentam correlação com o número de vezes que a pessoa vai ao templo ou participa de reuniões formais da sua religião.

Cohen acredita que a espiritualidade pode ajudar a melhorar a saúde mental das pessoas reduzindo o seu egocentrismo e desenvolvendo um sentimento de pertencimento a um todo maior.

Tradições religiosas muito diferentes incentivam a Espiritualidade, ainda que usem nomes diferentes para o processo.

Um monge cristão não vai dizer que atingiu o Nirvana, e nem um monge budista vai dizer que alcançou a comunhão com Jesus Cristo, mas ambos estão se referindo a fenômenos similares, conclui o pesquisador.
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Cuide bem de você...
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17 de março de 2012

...e realmente não existe ninguém lá fora. Existe apenas um ego, parecendo muitos...


“...e realmente não existe ninguém lá fora. Existe apenas um ego, parecendo muitos. Entre os aparentemente separados não existe crença na qual a concessão é mais avidamente aceita do que a crença no sonho da morte... (Pursah)

...Se a morte é real para o que quer que seja, não há vida. A morte nega a vida. Aqui não é possível nenhuma transigência. Ou existe um deus do medo, ou um Deus do Amor. O mundo tenta fazer mil transigências e tentará fazer outras mil, nenhuma pode ser aceitável para os professores de Deus, pois nenhuma seria aceitável para Deus. Ele não fez a morte porque Ele não fez o medo. Ambos são igualmente sem significado para Ele...

A “realidade” da morte está firmemente enraizada na crença segundo a qual o Filho de Deus é um corpo. E se Deus tivesse criado corpos, a morte certamente seria real. Mas Deus não seria amoroso. Não há nenhum ponto no qual o contraste entre a percepção do mundo real e a do mundo das ilusões se torne mais evidente. (UCEM – MP – págs. 68/69)

Mais uma vez, o mundo real é o que eu vou ver – não com os olhos do meu corpo, mas com minha atitude – quando eu tiver perdoado completamente o mundo e não estiver mais projetando qualquer culpa inconsciente sobre ele. Isso também vai ter que significar que eu estou completamente perdoado, e que a percepção e o tempo estão chegando ao fim para mim.

Falando sobre a crença de que o Filho de Deus é um corpo, percebi nesse ano que os cientistas chamaram o mapa do genoma humano, que é o esquema completo do código genético humano, de “livro da vida”. Eles disseram que ele determina quem você é! (Gary)

Sim. Eles admiram a complexidade e a chamada beleza do corpo, e ignoram a mente que o dirige. Isso é como pensar que um computador, que não pode fazer nada, é importante, e que o programador, que diz a ele o que fazer, deveria ser ignorado. O ego venceu temporariamente.
Lembre-se, se algo ajudar os pesquisadores a descobrirem tratamentos para doenças que possam ajudar às pessoas, nós não nos oporemos a isso. Nós já indicamos que a maioria das mentes pode curar mais facilmente o corpo se existir um tratamento envolvido que a pessoa possa aceitar sem medo. Mas lembre-se de algo mais. Existem pessoas que têm todas as razões físicas para terem problemas cardíacos e doença de Alzheimer, cujas artérias estão todas entupidas, ou têm uma história familiar infeliz, e, entretanto, não têm quaisquer sintomas de doenças. É sempre a mente que decide se vai ficar doente ou não – e se vai sarar ou não.

“...sua vida e morte aparentes nesse mundo: (Pursah)

... Em qualquer estado à parte do Céu, a vida é ilusão. Na melhor das hipóteses, parece vida; na pior, parece morte. No entanto, os dois são julgamentos sobre o que não é vida, são iguais na sua falta de acuidade e de significado. A vida fora do Céu é impossível e o que não está no Céu não está em lugar nenhum. (UCEM – LT – ps. 526/527)

(trechos de: O Desaparecimento do Universo)
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E o Céu está aqui mesmo, dentro de cada um de nós... Lena Rodriguez
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