23 de agosto de 2012

Tratamentos espiritualizados


Para mim qualquer que seja o tipo de tratamento, sem a questão Espiritualidade está fadado ao insucesso... Mesmo que nos "curemos", ou venhamos a nos sentir melhores, ali na frente esse quesito se manifestará de alguma forma...
Lena Rodriguez
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A espiritualidade pode ajudar a melhorar a saúde mental das pessoas reduzindo o seu egocentrismo e desenvolvendo um sentimento de pertencimento a um todo maior. [Imagem: Wikimedia/Presearch]


Apesar das diferenças nas crenças e nos rituais entre as diversas religiões, a espiritualidade sempre melhora as condições de saúde das pessoas.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Missouri (EUA).

Segundo eles, os profissionais de saúde devem aproveitar essa correlação entre a saúde - especialmente a saúde mental - e a espiritualidade, para desenvolver tratamentos e programas de reabilitação de acordo com as inclinações espirituais de cada paciente.

Perdão
O estudo envolveu a análise da correlação entre saúde mental e física, fatores de personalidade e espiritualidade entre budistas, muçulmanos, judeus, católicos e protestantes.

Em todas as cinco religiões, um maior grau de espiritualidade mostrou-se estreitamente correlacionado com uma melhor saúde mental, níveis mais baixos de neuroticismo e maior extroversão.

O perdão, ou a capacidade de perdoar, foi a única característica espiritual que conseguiu prever o estado de saúde mental dos voluntários, depois que todas as variáveis de personalidade foram consideradas.

Estilo espiritualizado

"Os resultados do nosso estudo suportam a ideia de que a espiritualidade funciona como uma característica da personalidade," explica o Dr. Dan Cohen, coordenador do estudo.

Isso porque os benefícios que a espiritualidade traz à saúde não apresentam correlação com o número de vezes que a pessoa vai ao templo ou participa de reuniões formais da sua religião.

Cohen acredita que a espiritualidade pode ajudar a melhorar a saúde mental das pessoas reduzindo o seu egocentrismo e desenvolvendo um sentimento de pertencimento a um todo maior.

Tradições religiosas muito diferentes incentivam a Espiritualidade, ainda que usem nomes diferentes para o processo.

Um monge cristão não vai dizer que atingiu o Nirvana, e nem um monge budista vai dizer que alcançou a comunhão com Jesus Cristo, mas ambos estão se referindo a fenômenos similares, conclui o pesquisador.
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22 de agosto de 2012

Escolhe Outra Vez!

No maravilhoso livro Um Curso em Milagres podemos ler: “Escolhe outra vez, se queres tomar o teu lugar entre os salvadores do mundo, ou se queres permanecer no ‘inferno’ e lá manter os teus irmãos.” (L.T.Cap.31VIII-5)

Escolhe pela Luz!

Este é o momento que temos que tomar a decisão sobre de que lado queremos estar: do Amor ou do Medo.

O ‘inferno’ mencionado acima trata-se de um estado interior, mental, emocional, onde não existe felicidade nem paz. Um estado dominado pelo ego, pelo medo, e seus aliados, como a raiva, a tristeza e a depressão, o sentir-se injustiçado, e por aí vai… Onde a culpa e o julgamento são constantes.

Temos, há milênios, escolhido o medo como companheiro, e com ele, o drama, a tragédia, a dor e todos seus aliados. E, pela Lei da Atração, que atua nesta terceira dimensão, recebemos de volta aquilo que mandamos para fora, em pensamentos, palavras e obras. Eu diria, principalmente, em pensamentos e emoções. As emoções são os gatilhos que colocam os nossos pensamentos em ação para a criação. Se queremos criar momentos agradáveis, felizes, abundantes, de paz, devemos conectar-nos com estas emoções e sentimentos.
Tudo que se pode apreciar com os cinco sentidos, passou antes pela mente e determinação humana.

Criar um sonho feliz tem seus méritos, mas entregar-se à Guia do Espírito de Luz que vive em cada um de nós, disponibilizando-nos para trabalhar a favor dos semelhantes, levando a Sua Luz  a todos que nos forem indicados, que possam se beneficiar dos nossos talentos.  Esta é a meta máxima para os humanos. Elevar-nos a um estado de Consciência Divina, recordando-nos da nossa Verdadeira  Natureza espiritual, como Filhos Perfeitos de Deus que somos.

Estamos tendo a grande oportunidade, dada de presente pelo cosmo, com eclipses solares e lunares, trânsito de Vênus pelo Sol, facilitando a elevação e o Amor nos corações dos homens.
 
É uma oportunidade rara para meditarmos no Amor, na União entre os corações e na Felicidade de seguirmos o Caminho espiritual que nos leva à Casa do Pai, de onde, realmente, nunca saímos;  só pensamos que saímos. No sonho, que chamamos de vida ou estado de alerta, pensamos que nos afastamos do Pai, do Espírito Santo de Luz que vive em nós, mas embora possamos afastar-nos da Luz, com as nossas escolhas egóicas, nunca vamos deixar de tê-La no nosso interior, pois Ela foi colocada lá pelo próprio Deus, para que um dia possamos permitir que Ela volte a brilhar. Então, este é o momento de permitirmos, escolhermos pelo Amor, e voltarmos ao estado de Felicidade que é nosso por herança DIVINA.

Não importa o Caminho que você escolha, se ele o leva a este estado de leveza e harmonia é o Caminho certo.

A meditação diária, exercícios físicos moderados, alimentação integral e balanceada, e principalmente o  cuidado constante com o que se pensa e com os nossos sentimentos é a receita perfeita para uma vida tranquila e feliz. Tomar tempo, diariamente, para cuidarmos de nós mesmos, entrarmos em contato com o nosso interior, limparmos qualquer negatividade, assim que ela surgir, nos faz sermos pessoas melhores, e permitem cumprirmos com o nosso objetivo nesta passagem terrena, finalmente, que é a Iluminação.

Então: ”Escolhe outra vez, se queres tomar o teu lugar entre os salvadores do mundo.” (UCEM L.T.Cap.31VIII-5)

Fonte:  Eu sou agora
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19 de agosto de 2012

COMO EVITAR A NEGATIVIDADE



O Conselho e William LePar
Postado em 16 de agosto de 2012



Enquanto nosso Grupo de Pesquisa e  Estudos estava revendo nossa informação sobre orações da fonte Espiritual de William LePar, O Conselho, deparei-me com a seguinte informação que eu gostaria de compartilhar com vocês.

Interlocutor: O que podemos fazer para evitar a negatividade?

O Conselho: Desenvolva-se espiritualmente em seu interior, dentro de você.

Posicione seu ser inteiro num quadro positivo de mente no início de seu dia, simplesmente por começar seu dia com uma oração e se comprometendo com uma existência divina nesse dia.

Este é o seu primeiro meio de proteção.

Mas, a partir daí, você deve manter o olhar atento em cada uma e em todas as coisas que se sucedem.

No início não é uma tarefa fácil, mas assim que você se sintoniza ao dia, depois de um período de tempo, torna-se bastante natural e você automaticamente se protege o quanto você estiver desejando.

Veja, primeiro vem através de uma mudança interior e da atitude.

Faça de cada ação sua uma ação que você oferece ao seu Pai Infinito como um ato de oração e, então, em cada ação que você se encontrar envolvido, verifique e veja se é uma ação divina, se é algo que você deseja oferecer ao seu deus ou não.

Você entende?

Coisas pequenas e muito simples como esta podem ajudar a manter uma expressão divina em seu dia inteiro e, assim, eliminar quaisquer efeitos da negatividade, pelo menos até o ponto em que ela seria prejudicial para você.

Interlocutor: Qual o melhor modo de nos protegermos da negatividade?

O Conselho: Há muitos modos, se você estiver falando, digamos, de pequenas coisas. Há muitos modos de fazer isto.

Mas basicamente, outra vez, essas coisas são somente, digamos, amplificadores da atitude mental que deve estar presente, tal como se proteger com Luz Branca, que é uma forma muito forte, porque ela necessita de visualização, que é uma ferramenta muito forte.

Os cristais que lhe passamos no passado podem ser uma forma de proteção, mas veja, todos são, digamos, pequenas coisas: são pequenos amplificadores.

A verdadeira proteção vem primeiramente de sua própria atitude mental.

Em relação ao seu próprio ser e à sua proteção, mantenha-se sintonizado aos modos divinos,  isto é o meio mais seguro de proteção.

Use o processo de visualização da Luz que representa o Cristo e a proteção dele.
Estes dois seriam mais simples e produtivos.

Uma boa base no que é divino e no que não é, até onde vai o conhecimento, é muito benéfico.
Certa quantidade de conhecimento faz bem.

Então, a partir desse conhecimento, permita sua sabedoria divina ser posta em prática e se ampliar para que se torne útil em muitas áreas da sua existência cotidiana.

Para ler o arquivo completo (em inglês) - Prayer Part One, vá para a página "What's New" - http://www.WilliamLePar.com/#!siteupdates e clique na primeira entrada.Mais de William LePar e O Conselho vá em www.WilliamLePar.comFonte: http://www.williamlepar.blogspot.com/Tradução: SINTESE http://blogsintese.blogspot.comRespeite todos os créditos
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Fonte 2ª > Blog da Stela: De Coração a coração
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15 de agosto de 2012

50 ARROBAS COM JESUS FICAM MAIS LEVES?

Ficam ou não ficam?
 

Veja a resposta assistindo a excelente palestra  “Forças Interiores da Mudança”, proferida pela psicóloga, oradora internacional e pesquisadora universitária Drª Anete Guimarães, do Rio de Janeiro-RJ, em 31/10/2010, na Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas (Colatina-ES).


Fantástico!!!

Excelente explanação da Drª Anete Guimarães... Uma visão espírita, com conhecimentos sobre a fisiologia humana, sobre a parte do cérebro primitivo, a questão dor (sintomas) e todo um aspecto da limguagem corporal... União da ciência e espiritualidade, colocada de uma maneira simplesmente maravilhosa, parabéns doutora!!!
Lena Rodriguez

"Cinquenta arrobas com Jesus fica mais leve???? Não é uma questão de voce acreditar ou não... Todo tipo de exagero para que lado for chama-se radicalismo e o radicalismo é tão irracional quanto o fundamentalismo."
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"Neocórtex, "novo córtex" ou o "córtex mais recente" é a denominação que recebem todas as áreas mais evoluidas do córtex. Recebe este nome pois no processo evolutivo é a região do cérebro mais recentemente evoluída. Estas áreas constituem a "capa" neural que recobre os lóbulos pré-frontais e, em especial, os lobos frontais dos mamíferos. É a porção anatomicamente mais complexa do córtex. Separa-se do córtex olfativo por meio de um sulco denominado fissura rinal. Possui diversas camadas celulares e diversas áreas envolvidas com as atividasdes motoras, intimamente envolvidas com o controle dos movimentos voluntários, e funções sensoriais. Se encontram muito desenvolvidas nos primatas e destaca-se seu desenvolvimento no Homo sapiens sapiens." Wikipédia 

Veja também essa maravilhosa tese sobre o cérebro reptiliano, elaborada em 1990 pelo neurocientista Paul MacLean, em seu livro "The Triune Brain in evolution: Role in paleocerebral functions", discute o fato de que nós, humanos/primatas, temos o cérebro dividido em três unidades funcionais diferentes. Cada uma dessas unidades representa um extrato evolutivo do sistema nervoso dos vertebrados. Ciência Confirma: Reptilianos Somos Todos Nós
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Ciência Confirma: Reptilianos Somos Todos Nós



Conheça a tese do cérebro reptiliano, elaborada em 1990 pelo neurocientista Paul MacLean, em seu livro "The Triune Brain in evolution: Role in paleocerebral functions", discute o fato de que nós, humanos/primatas, temos o cérebro dividido em três unidades funcionais diferentes. Cada uma dessas unidades representa um extrato evolutivo do sistema nervoso dos vertebrados.
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Eu costumo fugir de vídeos como este, há algum tempo que fiz minha escolha por me libertar de tais programas/memórias, mas como me foi passado por um amigo que preso (grata Aldo), confesso que ver esse vídeo foi uma grande oportunidade de pedir por limpeza de nossas memórias compartilhadas... Acho que essa tese foi a melhor que já vi sobre a questão reptilianos, embora há muito, eu não tenha a menor dúvida de que tudo está dentro de nós. NÃO EXISTE NADA LÁ FÓRA....

Somos manipulados pela mídia??? Ela nos impõe??? Nos distraimos e não pensamos, SOMOS PENSADOS PELAS DISTRAÇÕES QUE ELA NOS IMPÕE????

- Sim, somos manipulados, porém somente enquanto permitirmos!!!

 
Acredito que temos informações suficientes, TAMBÉM PELA MESMA MÍDIA e felizmente temos ESCOLHAS...

Neste aspecto só nos resta saber a quem daremos o comando, portanto, volto-me para meu interior e peço ao Divino Criador em mim (em todos nós), pai, mãe filho em UM... 


Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais ofendemos a sua família, parentes e ancestrais, em pensamento, sentimentos, palavras e ações, do início de nossa criação até o presente, nós pedimos que nos ajude a nos perdoar por todas nossas criações...

Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute essas energias indesejáveis em pura luz. Assim está feito! Assim É!!!

Amo vocês minhas memórias e sou grata pela oportunidade que estou tendo de liberta-las e a mim, a todos nós!


Lena Rodriguez
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9 de agosto de 2012

A Partida



Simplesmente adorei este filme, a questão abordada aqui pelo que o personagem “descobre em sua vida as pequenas mortes inevitáveis no percurso de sua trajetória e a necessidade de renascimento que nos é proporcionado a cada virada de rumo na nossa vida”,  é realmente emocionantemente humano e pleno de sensibilidade...
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A PARTIDA: 

A morte é sempre um tema caro ao cinema. Por mais que procuremos entendê-la, quando ela nos surpreende com a sua "visita" ficamos sem saber o que pensar. Afinal a morte acaba com todas as certezas que supúnhamos ter. O japonês "A Partida" (2008) questiona a morte por outro ângulo, a do preparador de cadáveres.

Daigo (Masahiro Motoki) é um violoncelista que vendo a orquestra onde tocava se desmanchar resolve voltar para sua casa e arrumar outro emprego, recomeçar. Eis que arruma um emprego de preparador de defuntos. Quando a pessoa morre, seus familiares contratam o serviços de Daigo e seu patrão, para deixar o morto mais bonito e mas bem arrumado para a passagem de mundos que a morte propicia.

É muito metafórica e simbólica a morte no filme de Yojiro Takita. O diretor abocanhou o Oscar de melhor filme estrangeiro, pois além da morte seu filme traça paralelos com outros temas como a relação que desenvolvemos com a comida, e porque não com as pessoas mortas, o preconceito com quem trabalha nesse ramo e a necessidade de todo mundo de rever a própria vida, a partir da morte. Talvez essa seja a maior função para os que ficam, rever padrões, atitudes, escolhas.

O filme proporciona ao personagem esse mergulho nos reais significados da vida e vai oferecendo ao expectador uma sensação semelhante. Tudo com muita sutileza e sensibilidade para que se tenha tempo de digerir o ocorrido. Não é choroso o tratamento dado ao tema, é emocional, portanto mais profundo. O filme não deixa de ser uma experiência compartilhada entre Daigo e o público.

Ao se conectar com a morte, Daigo enfrenta o preconceito da mulher, fica só e se dedica a uma profissão desprezada por muitos.

As imagens que Takita oferece de Daigo tocando seu violoncelo tendo como fundo a paisagem japonesa reflete como a própria arte do protagonista foi "contaminada" por essa experiência.

A sensação é que a morte é algo belo e que merece ser reverenciada. Afinal não há o que fazer quando ela ocorre. E se a morte é uma passagem de mundos - como defende algumas religiões - porque não preparar o ente querido para que este chegue a outro lugar melhor? A morte revela a matéria dispensável que é nosso corpo.

O diretor não se furta de certa ironia nas cenas onde questiona a relação que estabelecemos com os animais que comemos nas refeições, criando uma associação bizarra - e pertinente – de que também somos como vermes, pronto a devorar um "corpo" morto. Afinal, vacas, bois, galinhas, porcos, frangos e aves em geral servem de alimentos - nutritivos - para os vivos. No Japão onde se come carne crua, imagina o impacto da metáfora?
Que serve também para qualquer apreciador de carne.

Por aqui, o corpo também é aparentemente arrumado, maquiado e preparado para que no funeral esteja mais apresentado. O que o filme mostra é uma tradição (o que se supõe pelo filme) japonesa que parece tornar mais bonita e menos impactante a morte, ao propor aos familiares verem o corpo do ente querido manipulado e preparado, supõe-se que o impacto talvez seja menos doloroso.

Simbólico, por vezes engraçado, sensível e emocionante, "A Partida" proporciona diferentes “mergulhos” no conturbado universo da morte. Daigo descobre em sua vida as pequenas mortes inevitáveis no percurso de sua trajetória e a necessidade de renascimento que nos é proporcionado a cada virada de rumo na nossa vida. Oportunidades essas geralmente desperdiçadas, dado a nossa sempre ineficiente disposição a encarar a morte com olhos generosos.
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É preciso um mergulhador para encontrá-la...


“Sofreste em excesso
por tua ignorância,
carregaste teus trapos
para um lado e para outro,
agora fica aqui.”

“Na verdade, somos uma só alma, tu e eu.
Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti.
Eis aqui o sentido profundo de minha relação contigo,
Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu.”
(Rumi)



"Se pensar em um bem-amado deste mundo traz tanta força e benefícios, o que há de surpreendente no fato de o Amigo Divino dar força a Seu amigo tanto na presença quanto na ausência? Isso não é imaginação; é a alma de todas as verdades e não se pode dizer que é imaginação. 

O mundo está fundado na imaginação. Tu pensas que este mundo é real porque o vês e o tocas, chamas todas as realidades profundas, às quais este mundo está subordinado, de imaginação. É o contrário.  A imaginação é este mundo e a realidade pode criar cem mundos parecidos, que apodrecem, deterioram-se e se destroem; ela pode ainda criar um mundo melhor que não envelhece, que está longe de ser novo ou velho; tem a qualidade de ser velho ou novo o que decorre disso. Aquele que criou essas duas coisas está distante e acima delas. [O Rei do Amor oferece dois mil raios de luz a cada momento. D'Ele não desejo ver outra coisa senão Sua Beleza.] Um arquiteto projeta em seu pensamento uma casa e cria imagens: ele imagina seu comprimento, sua largura, o piso, o pátio. Essas imagens não são a imaginação: a realidade sai dessa imaginação e depende dela. O homem que não é arquiteto e que elabora formas e imagens em pensamento, usa a imaginação; normalmente, as pessoas dizem a esse homem que não é arquiteto e não conhece esta arte: "Estás imaginando coisas".

Se esse conhecimento pudesse ser obtido simplesmente pelo que dizem outros homens, não seria necessário entregar-se a tanto trabalho e esforço, e ninguém se sacrificaria tanto nessa busca. Alguém vai à beira do mar e só vê água salgada, tubarões e peixes. Ele diz: "onde está essa pérola de que falam? Talvez não haja pérola alguma". Como seria possível obter a pérola simplesmente olhando o mar? Mesmo que tivesse de esvaziar o mar cem mil vezes com uma taça, a pérola jamais seria encontrada. 



É preciso um mergulhador para encontrá-la." 


   
"Procurai não dizer que entendestes... A compreensão reside em não compreender... Para ti, essa compreensão é um obstáculo. É preciso escapar dela. Para alcançar o sentido profundo dissimulado "sob o véu das palavras", somente disponibilidade, ou receptividade não bastam: é necessário um esforço, uma atitude, primeiro passo que faz daquele que questiona - ou se questiona - um peregrino, no Caminho. A utilidade da palavra será portanto a de fazer-te procurar e a de iniciar-te; o que não quer dizer que a coisa que se busca seja obtida pela palavra: se fosse assim, não terias que fazer tanto esforço... A palavra é como algo que vês mover-se de longe: vais à sua procura para vê-la, mas não é por causa de seu movimento que a vês. A palavra do homem, sob seu aspecto oculto, é algo como: ela te faz buscar o sentido, embora na realidade não o vejas". 

(Rumi. Século XIII. Fihi Ma Fihi. Tradução do original persa por Eva de Vtray-Meyerovich)
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5 de agosto de 2012

Teoria das Supercordas

por Brian Greene
No ano 1919 um virtualmente desconhecido matemático alemão chamado Theodor Kaluza sugeriu um idéia atrevida, de certo modo bizarra. Ele propôs que nosso universo deveria realmente ter mais dimensões do que as três que todos nós já conhecemos. Isto é, em adição à esquerda, direita, trás, frente, cima e baixo, Kaluza propôs que deveriam haver dimensões adicionais de espaço. Que por alguma razão nós não vemos. Agora, quando alguém formula uma idéia atrevida e bizarra, algumas vezes é apenas isso: atrevida e bizarra, mas não tem nada a ver com o mundo à nossa volta. Essa particular idéia, entretanto -- apesar de nós ainda não sabermos se está certa ou errada, e no fim nós iremos discutir experimentos nos quais, nos próximos anos, possam nos dizer se é certa ou errada -- essa idéia teve um impacto majoritário na física no último século e continua a dar informações a muitas pesquisas de ponta.
Então eu gostaria de contar a vocês algo sobre a história dessas dimensões extras. Então, onde vamos nós? Para começar nós precisamos de um pouco de história. Voltemos a 1907. Esse é o ano em que Einstein está radiante por ter descoberto a teoria especial da relatividade e decide embarcar em um novo projeto -- tentar entender completamente a grande e penetrante força da gravidade. E naquele momento, havia muitas pessoas do meio que achavam que o projeto já havia sido resolvido. Newton havia dado ao mundo a teoria da gravidade no fim de 1600 e funciona bem, descreve o movimento dos planetas, o movimento da lua e assim por diante, o movimento de maçãs apócrifas caindo de árvores, acertando pessoas na cabeça. Tudo que poderia ser descrito usando o trabalho de Newton.
mas Einstein percebeu que Newton deixou algo fora da história, por que Newton tinha escrito que apesar de ele entender como calcular o efeito da gravidade, ele era incapaz de visualizar como ela realmente funciona. Como é que o Sol, a 149 milhões de quilômetros, de certo modo afeta o movimento da Terra? Como o Sol alcança através de um espaço vazio, inerte e exerce influência? E essa é uma tarefa para qual Einstein se colocou: visualizar como a gravidade funciona. E permita-me mostrar-lhes o que ele encontrou. Então Einstein encontrou que o meio que transmite a gravidade é o próprio espaço. A idéia é esta: Imagine que o espaço é um substrato de tudo que existe.
Einstein disse que o espaço é perfeito e plano, se não há matéria presente. Mas se há matéria no ambiente, como o Sol, isso obriga o tecido do espaço a deformar, a curvar. E isso transmite a força da gravidade. Mesmo a Terra deforma o espaço à sua volta. Agora olhe a Lua. A Lua é mantida em órbita, de acordo com essas idéias, porque ela rola ao longo de um vale no ambiente curvo que o Sol e a Lua e a Terra podem todos criar em virtude da sua presença. Nós temos uma vista no quadro completo disso. A própria Terra é mantida em órbita porque ela rola ao longo de um vale no ambiente que está curvado por causa da presença do Sol. Esta é essa nova idéia de como a gravidade realmente funciona.
Agora, essa idéia foi testada em 1919 através de observações astronômicas. Ela realmente funciona. Ela descreve os dados. E isso elevou a proeminência de Einstein ao redor do mundo. E isso é o que fez Kaluza pensar. Ele, como Einstein, estava na busca de algo que chamamos a "teoria unificada". É a teoria que seja capaz de descrever todas as forças da natureza com um conjunto de idéias, um conjunto de princípios, uma equação mestre, se você quiser. Então Kaluza disse a si mesmo, Einstein foi capaz de descrever a gravidade em termos de deformações e curvas no espaço -- espaço e tempo, de fato, para ser mais preciso. Talvez eu possa jogar o mesmo jogo com a outra força conhecida, que era, naquela época, conhecida como a força eletromagnética -- nós conhecemos outras hoje, mas naquele tempo ela era a única outra em que se pensava. Você sabe, as forças responsáveis pela eletricidade e atração magnética e assim por diante.
Então Kaluza diz, talvez eu possa jogar o mesmo jogo e descrever a força eletromagnética em termos de deformações e curvas. Isso levanta a questão: deformações e curvas em que? Einstein já havia usado o espaço e tempo, deformações e curvas, para explicar a gravidade. Não parecia haver nada mais para deformar ou curvar. Então Kaluza disse, bem, talvez hajam mais dimensões de espaço. Ele disse, se eu quero descrever mais uma força, talvez eu precise de mais uma dimensão. Então ele imaginou que o mundo tivesse quatro dimensões de espaço, não três, e imaginou que o eletromagnetismo era deformações e curvas nessa quarta dimensão. Agora, o negócio é o seguinte: quando ele escreveu as equações descrevendo as deformações e curvas em um universo com quatro dimensões de espaço, não três, ele descobriu que as velhas equações que Einstein havia derivado em três dimensões -- que eram para a gravidade -- mas ele encontrou uma equação a mais por causa da dimensão a mais. E quando ele olhou para aquela equação, ela era nenhuma outra senão a equação que os cientistas já conheciam há muito e que descrevia a força eletromagnética. Estonteante -- ela simplesmente apareceu. Ele ficou tão entusiasmado por essa realização que ele correu por sua casa gritando: "Vitória!" pois ele havia encontrado a teoria unificada.
Agora, claramente, Kaluza era um homem que levava a teoria muito a sério. Ele, de fato -- há uma história de quando ele queria queria aprender a nadar, ele leu um livro, um tratado em natação, [risadas] -- e mergulhou no oceano. Este é um homem que arriscaria sua vida por uma teoria. Agora, mas para aqueles de nós que têm a mente um pouco mais prática, duas questões imediatamente se erguem dessa observação, Nº1: se há mais dimensões de espaço, onde elas estão? Não parece que as vemos. E nº2: a teoria realmente funciona em detalhe, quando você tenta aplicá-la para o mundo à nossa volta? Agora a primeira questão foi respondida em 1926 por um camarada chamado Oskar Klein. Ele sugeriu que essas dimensões deveriam vir em duas variantes -- deveriam haver as dimensões grandes e fáceis de ver, mas deveriam haver também as dimensões pequenas e enroladas, tão enroladas, mesmo à toda nossa volta, que nós não vemos.
Deixem-me mostrar-lhes essa visualmente. Então imagine que você está olhando para algo como um cabo que sustenta um semáforo. É Manhattan. Você está no Central Park -- isso é meio irrelevante -- mas o cabo parece ter apenas uma dimensão de um ponto de vista distante, mas vocês e eu, todos sabemos que ele tem que ter certa espessura. É muito difícil de ver, pois, de longe. Mas se nós ampliamos e tomamos a perspectiva de, digamos, uma pequena formiga andando ao redor -- pequenas formigas são tão pequenas que elas podem acessar todas as dimensões -- o comprimento, mas também essa direção horária e anti-horária. Espero que vocês apreciem. Me tomou muito tempo fazer as formigas andarem assim.
[risadas]
Mas isso ilustra o fato de que dimensões podem ser de dois tipos: Grandes e pequenas. E a idéia de que talvez as grandes dimensões à nossa volta são as que nós facilmente podemos ver, mas podem haver dimensões adicionais, enroladas, como a parte circular daquele cabo, tão pequenas que elas ficaram até então invisíveis. Deixem-me mostrar-lhes como elas podem parecer. Se nós dermos uma olhada, digamos, ao próprio espaço - Eu posso apenas mostrar, claro, duas dimensões em uma tela. Alguns de vocês vão consertar isso um dia, mas nada que não seja plano em uma tela é uma nova dimensão, que diminui, diminui, diminui, e muito abaixo nas profundezas microscópicas do próprio espaço -- essa é a idéia: você pode ter dimensões adicionais enroladas.
Aqui está uma pequena forma circular -- tão pequena que nós não vemos. Mas se você fosse uma formiga ultramicroscópica andando por aí, você poderia andar nas grandes dimensões que todos nós conhecemos -- que seria a parte da grade -- mas você pode também acessar as dimensões pequenas e enroladas que são tão pequenas que nós não podemos ver a olho nu ou mesmo com qualquer de nossos equipamentos refinados. Mas profundamente pregada no tecido do próprio espaço, a idéia é que podem haver mais dimensões, como vemos aí. Agora há uma explicação sobre como o universo poderia ter mais dimensões além daquelas que nós vemos. Mas e sobre a segunda questão que eu perguntei: a teoria realmente funciona quando você tenta aplicá-la ao mundo real?
Bem, acontece que Einstein e Kaluza e muitos outros trabalharam em tentar refinar essa grade e aplicá-la à física do universo como era entendido àquele tempo e em detalhe ela não funcionou. Em detalhe, para seu conhecimento, eles não conseguiram que a massa do elétron funcionasse corretamente nessa teoria. Então muitas pessoas trabalharam nisso, mas pelos anos 40, certamente pelos 50, essa idéia estranha, mas muito atraente, de como unificar as leis da física, se foi. Até que algo admirável aconteceu em nossa época. Em nossa era, uma nova tentativa para unificar as leis da física é perseguida por físicos como eu mesmo, muitos ao redor do mundo, é chamada Teoria das Supercordas, como vocês estavam esperando. E a coisa adimirável é que a teoria das supercordas não tinha nada a ver a priori com essa idéia de dimensões extras, mas quando nos estudamos a teoria das supercordas, nós percebemos que ela revive a idéia em uma forma nova e cintilante.
Então deixem-me apenas contar-lhes como ela é. Teoria das supercordas -- o que é isso? Bem, é uma teoria que tenta responder a questão: Qual são os constituintes básicos, fundamentais, indivisíveis, incortáveis fazendo tudo no mundo à nossa volta? A idéia é assim: Então nos imagine olhando a um objeto familiar, apenas uma vela em seu suporte, e imagine que nos queremos visualizar do que isto é feito. Então nós vamos a uma jornada profunda dentro do objeto e examinar seus constituintes. Então lá no fundo -- nós todos sabemos se você for suficientemente dentro, você tem átomos. Nós também sabemos que os átomos não são o fim da história. Eles têm pequenos elétrons que fazem um enxame em volta do núcleo central com nêutrons e prótons. Mesmo os nêutrons e prótons tem partículas menores dentro deles conhecidas como quarks. Neste lugar as idéias convencionais param.
Aqui está a nova idéia da teoria das cordas. Muito dentro de qualquer uma dessas partículas, há algo mais. Esse algo mais é esse filamento dançante de energia. Ele se parece com uma corda vibrando; é daí que a idéia de teoria das cordas vem. E exatamente como as cordas vibrantes que vocês acabaram de ver no violoncelo (apresentação anterior) que podem vibrar em padrões diferentes, estas também podem vibrar em diferentes padrões. Elas não produzem notas musicais diferentes. Ao invés, elas produzem as diferentes partículas que fazem o mundo à nossa volta. Então, se essas idéias estão corretas; isto é como a paisagem ultra-microscópica do universo deve parecer. É construída por um enorme número desses pequenos minúsculos filamentos de energia vibrante, vibrando em frequências diferentes. As frequências diferentes produzem as diferentes partículas; As diferentes partículas são responsáveis por toda riqueza no mundo à nossa volta.
E aí você vê unificação, porque partículas de matéria, elétrons e quarks, partículas de radiação, fótons, grávitons, são todos construídos de uma entidade. Então matéria e as forças da natureza são todas colocadas juntas sob a rubrica de cordas vibrantes. E isso é o que entendemos por uma teoria unificada. Agora aqui está a pegada. Quando você estuda a matemática da teoria das cordas, você descobre que ela não funciona em um universo que tenha apenas três dimensões de espaço. Ela não funciona em um universo com quatro dimensões de espaço, nem cinco, nem seis. Finalmente, você pode estudar as equações, e mostrar que elas funcionam, apenas em um universo que tenha 10 dimensões de espaço. e uma dimensão de tempo. Isso nos leva de volta à idéia de Kaluza e Klein -- que nosso mundo, quando descrito apropriadamente, tem mais dimensões além daquelas que podemos ver.
Agora você pode pensar sobre e dizer, bem, OK, você sabe, se você tem mais dimensões, e elas são realmente bem enroladas, sim, talvez nós não as veremos se elas forem suficientemente pequenas. Mas, se há uma pequena civilização de homenzinhos verdes andando lá, e você faz eles pequenos o suficiente que nós não poderemos vê-los também, isso é verdade. Uma das outras predições da teoria das cordas -- não, isso não é uma das predições da teoria das cordas.
[risadas]
Mas, isso levanta a questão: estamos nós apenas tentando esconder essas dimensões extras, ou elas dizem algo sobre o mundo? E no tempo que me resta, eu gostaria de contar-lhes duas características delas. A primeira é, muitos de nós acreditam que essas dimensões extras guardam a resposta para o que talvez seja a questão mais profunda na física teórica, ciência teórica. E a questão é esta: quando nós olhamos o mundo à nossa volta, como cientistas têm feito pelos últimos 100 anos, parece haver mais ou menos 20 números que realmente descrevem o universo. São números como a massa das partículas, como elétrons e quarks, a intensidade da gravidade, a intensidade da força eletétromagnética -- uma lista de mais ou menos 20 números que têm sido medidos com uma incrível precisão, mas ninguém tem uma explicação do porque os números têm esses particulares valores que ele têm.
Agora, oferece a teoria das cordas uma resposta? Não ainda. Mas nós acreditamos que a resposta para o porquê desses números terem os valores que têm pode estar na forma dessas dimensões extras. E a coisa admirável é, se esses números tivessem quaisquer outros valores diferentes dos conhecidos, o universo, como nós conhecemos, não existiria. É uma questão profunda. Por que esses números tão finamente sintonizados para permitir as estrelas brilharem e os planetas se formar, quando nós reconhecemos que, se você embaralhar esses números -- se eu tivesse 20 marcações aqui e deixasse você você vir e bagunçar esses números, a mínima bagunça faz o universo desaparecer. Então, podemos nós explicar esses 20 números? E a teoria das cordas sugere que esses 20 números têm a ver com dimensões extras. Deixe-me mostrar-lhes como. Então quando nós falamos de dimensões extras na teoria das cordas, não é apenas uma dimensão extra, como nas velhas idéias de Kaluza e Klein. É isto que a teoria das cordas diz sobre dimensões extra.♫ Elas têm uma muito rica geometria entrelaçada.
Esse é um exemplo de algo conhecido como forma Calabi-Yau -- o nome não é de todo importante. Mas como vocês podem ver, as dimensões extras dobram-se sobre si mesmas e entrelaçam de uma forma muito interessante, uma estrutura interessante. E a idéia é que se é assim que as dimensões extras parecem, então o a paisagem microscópica de todo o universo à nossa volta deve parecer com isso nas escalas minúsculas. Quando você balança sua mão, você estaria se movendo em torno dessas dimensões extras de novo e de novo, mas elas são tão pequenas que nós não poderíamos saber. Então qual é a explicação física, pois, relevante para esses 20 números.
Considerem isso. Se você olha para um instrumento, uma trompa, notem que as vibrações das correntes de ar são afetadas pela forma do instrumento. Agora na teoria das cordas, Todos os números são reflexões de como as cordas podem vibrar. Então exatamente como correntes de ar são afetadas pelas dobras e voltas no instrumento, as cordas em si serão afetadas pelos padrões vibracionais na geometria nas quais elas estão se movendo. Então deixe-me trazer algumas cordas à história. E se você assistir essas pequenas amigas vibrando por aí -- elas estarão aí em um segundo -- logo ali, note que o modo como elas vibram é afetado pela geometria das dimensões extras.
Então se nós soubéssemos exatamente como essas dimensões extras se parecem -- nós não sabemos ainda, mas se soubéssemos -- nós seríamos capazes de calcular as notas permitidas, os padrões vibratórios permitidos, E se nós pudermos calcular os padrões vibratórios permitidos, nós devemos ser capazes de calcular esses 20 números. E se a resposta que nós conseguirmos pelos cálculos concordar com os valores desses números que já foram determinados através de experimentação detalhada e precisa, isto de várias maneiras poderia ser a primeira explicação fundamental para o porquê de a estrutura do universo ser como é. Agora, o segundo problema com o qual eu desejo acabar é: Como podemos testar essas dimensões extras mais diretamente? É apenas uma estrutura matemática interessante que pode ser capaz de explicar algumas características inexplicadas do mundo, ou podemos nós realmente testar essas dimensões extras? E nós pensamos -- isto é, eu penso, muito entusiasmado -- que nos próximos cinco anos ou mais nós sejamos capazes de testar a existência dessas dimensões extras.
O negócio é o seguinte. No CERN, Genebra, Suíça, uma máquina está sendo construída chamada o Grande Colisor de Hádrons (LHC). É uma máquina que vai mandar partículas às voltas em um túnel, em sentidos opostos, próximas à velocidade da luz. Frequentemente essas partículas serão miradas uma à outra, de maneira que haja uma colisão frontal. A esperança é que se a colisão tiver energia suficiente, isso talvez expulse alguns dos escombros da colisão de nossa dimensão, forçando-os a entrar nas outras dimensões. Como nós saberemos isso? Bem, nós vamos medir a quantidade de energia após a colisão, comparar com a quantidade de energia anterior, e se tiver menos energia depois da colisão que antes, isso será evidência de que a energia desgarrou-se. E se desgarrou no padrão correto que nós possamos calcular, isso será evidência de que dimensões extras estão lá.
Deixem-me mostrar-lhes essa idéia visualmente. Então imagine que eu tenho um certo tipo de partícula chamada gráviton -- é um tipo de escombro que nós esperamos ser expelido se as dimensões extras forem reais. Mas é assim que o experimento será. Você pega essas partículas. Você as bate uma à outra. Você as bate uma à outra, e se nós estivermos certos, parte da energia da colisão vai em escombros que voam para dentro dessas dimensões extras. Então esse é o tipo de experimento que nós estaremos vendo nos próximos cinco, sete a 10 anos ou mais. E se esse experimento der frutos, se nós vermos esse tipo de partícula expelida por notar que há menos energia em nossas dimensões que quando começamos, isso irá mostrar que essas dimensões extras são reais.
E para mim isso é uma história realmente notável, e uma oportunidade notável. Voltando a Newton, com o espaço absoluto -- não forneceu nada além de uma arena, um palco nos quais os eventos do universo tomavam lugar. Einstein vem e diz, bem, espaço e tempo podem deformar-se e curvar-se, isso é a gravidade. E agora a teoria das cordas vem e diz, sim, gravidade, mecânica quântica, eletromagnetismo -- todos juntos em um pacote, mas apenas se o universo possuir mais dimensões além daquelas que podemos ver. E esse é um experimento que pode testá-las enquanto ainda vivemos. Uma possibilidade estonteante. Muito obrigado!  ___________  
Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com

25 de julho de 2012

I Choose Love - Eu escolho o AMOR....


Despertar o mundo - TODO CORAÇÃO FAZ A DIFERENÇA

Foco Olímpico

As cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres são rituais satânicos em massa disfarçadas como uma celebração da Grã-Bretanha e do desporto. Seu meio é a linguagem do simbolismo.

Os símbolos são campos de informações eletromagnéticas que são codificados com informações relacionadas com o que os símbolos representam. Esses símbolos podem anexar aos nossos próprios campos eletromagnéticos e psique quando lhes damos a nossa atenção desconhecido - os fluxos de energia onde a atenção vai.

Esta semana no build-up para Londres a cerimônia de abertura dos Jogos na sexta-feira horário do Reino Unido noite eu estou indo para postar um símbolo a cada dia que será usada na cerimônia de abertura que as pessoas podem se unir em torno do mundo a concentrar-se com a sua energia do coração e diluir a potência que esses símbolos terá quando usado no ritual Olympic.

Hoje, a imagem é o símbolo mais reconhecível dos Jogos que o povo britânico que investiram £ 9000000000 através de impostos e da dívida para financiar o evento não estão autorizados a exibir porque os direitos foram vendidos para as empresas contribuem com uma fração do custo de realização da Jogos Olímpicos de Londres.

O Estádio Olímpico está estrategicamente colocado no grid de Londres energia da Terra para explorar esse poder em freqüências próprias do Cabal Global satânicos ou vibrações. O site Olímpico no leste de Londres é também, não insignificante, localizado sobre enterrados os resíduos nucleares.

Se você assistir ao ritual cerimônia de abertura olímpica na televisão esta sexta-feira por favor se concentrar coração de energia em todo o estádio e, especialmente, sobre o sino no início do 'show' (ritual), Tor Glastonbury ea iluminação do caldeirão.

Por favor, se concentrar em seu coração e respire lentamente até sentir a energia começar a construir no centro de seu peito e então direcionar essa energia para a imagem aqui com a intenção de compartilhar a energia do coração com o que a imagem representa.

Saber que ao fazê-lo durante 20 minutos à 09:00 hora do Reino Unido a cada dia que você estão se juntando com os corações de todo o mundo no amor, paz e harmonia.

Nós temos o poder. Nós somos o poder.

Obrigado,

David Icke

(Clique na imagem acima para abrir uma versão maior em uma nova janela)


Se você quiser um acompanhamento de música, clique no vídeo abaixo. As últimas músicas para mais de 20 minutos. Um clique toca todas.

Um coração global
Um amor, um sangue, Um só coração


Eu estou sempre sendo perguntado: 'O que podemos fazer?' Bem, este fim de semana estou lançando algo com potencial fantástico que podemos fazer juntos sem necessariamente mover-se de sua cadeira. É fácil, simples, tem infinitas vantagens pessoais para quem participar e literalmente vai mudar o mundo se pessoas suficientes se envolver e se dedicam apenas a 20 minutos por dia. O mais que podemos fazer isso melhor, mas estou pedindo para pelo menos 20 minutos por dia para despertar o mundo, cada coração faz a diferença.

Nós temos o poder, mais do que o poder, para derrubar as paredes da prisão vibracional se entendemos mesmo o básico de como tudo funciona. O sistema de controle não está estruturado por acidente para gerar a energia do coração incoerente e baixo vibração pensamento e emoções, como medo, estresse, raiva, frustração e depressão. Isso é feito para manter a humanidade em um estado de baixa vibração, incoerente, que gera a energia que eles querem, escraviza as pessoas na ignorância close-minded e... aqui é um grande... um fornecimento constante de energia eletromagnética de baixa vibração desequilibrado e caótica de projetos na atmosfera da terra.

HAARP e a ligação de tecnologias de radiação estão também sendo usados para suprimir e desequilíbrar a ressonância dessa energia 'Mar' e, portanto, manipular o peixe – seres humanos – e manter-nos dentro desse estado de baixa vibração. Isso cria uma cadeia de ressonância, as pessoas são influenciadas pela energia 'Mar' nesses estados incoerentes e então alimentam esses padrões negativos no 'Mar' para fortalecer ainda mais sua influência.

Temos que quebrar esse circuito e transformar o campo de energia individual e coletiva da incoerência que o sistema de controle depende em coerência e harmonia que será definida individualmente e coletivamente livre. Pode-se manifestar a harmonia energética do caos manipulado. Vamos fazer isso se as pessoas se envolverem o suficiente com o despertar do mundo. Cada coração faz a diferença.

Queremos milhões, dezenas de milhões e muito mais.

Pessoas ficariam surpresas se soubessem o impacto que os seres humanos tem sobre o campo de energia da Terra minuto a minuto. A tecnologia agora pode medir isso e grandes picos ocorrem no estado energético da terra, quando há uma reação global a algo como 9/11. Obviamente, o medo e a emoção gerada pelos atentados do 11 de setembro teriam servido aos objetivos dos conspiradores, mas podemos gerar uma abertura com impacto incrível sobre o campo de energia da Terra para o amor, a paz e a harmonia que vai derrubar o Castelo de cartas que depende do desequilíbrio e incoerência para sua própria sobrevivência.

Esta é uma nova seção do site, despertando o mundo – cada coração faz a diferença, que oferece a oportunidade às 21:30 UK (18:30 hs no Brasil) todos os dias para uma conexão global de corações e mentes para enviar amor, paz e harmonia (energia coerente) no campo coletivo. Todos os dias vamos postar uma foto para que o auxílio ao foco. Pode ser uma imagem da Terra, Oceano, Tripoli ou um indivíduo que necessita de cura e harmonia perante a ofensiva do mal e o caos.

Também estou incentivando as pessoas em todo o mundo em cada cidade, aldeia e comunidade engajar-se como organizadores de grupos e encontros de pessoas dispostas a se reúnem regularmente para se conectar a seus campos de energia e projetar amor, paz e harmonia para a atmosfera. Quantos mais se reunirem melhor. 

Precisamos também de enormes encontros organizados em conhecidos 'locais sagrados', ou que são percebidos como 'sagrados', porque eles estão localizados em pontos de grande vórtice onde o impacto planetário é muito maior.

Agora temos uma seção do Fórum Davidicke.com especificamente para as pessoas se comunicarem e se organizarem nesses grupos e encontros que realmente só precisam de um lugar e um tempo.

Faço também um apelo para aqueles que estão cada vez mais saindo nas ruas para protestar contra o que está acontecendo. É bom que as pessoas exijam que a sua voz ser ouvida, mas temos que ser sábios aqui. Se os protestos são zangados, agressivos e hostis, o que eles estão fazendo é exatamente o que os manipuladores querem. Produzir ainda mais da energia que eles dependem. 

Imagine o poder de substituir o muitos protestos irritados por um sentar-se com foco silencioso onde milhares unindo seus corações enviam a energia de amor e de paz que foi medido para ser cinco mil vezes mais poderoso do que a raiva e ressentimento. Em vez de gritar slogans ou abusos às autoridades e policiais, nós apenas sentaremos em grande número e silenciosamente focaremos no coração para enviar amor, paz e harmonia. O impacto será incrível.

O coração é o centro de tudo - consciência, saúde, equilíbrio emocional e muito mais. É por isso o coração é o alvo constante do sistema de controle.
Nós somos o poder em todo o mundo,
Nós somos a dança da Lua e do sol.
Nós somos a esperança de que nunca se esconderá.
Nós somos a virada da maré.
I Choose Love - Eu escolho o AMOR

Eu posso ver o riso, ou eu posso ver as lágrimas
Eu vejo uma escolha, amor ou medo
O que você escolheria?
Eu posso ver a paz, ou eu posso ver a guerra
Eu posso ver o sol, ou eu posso ver uma tempestade
O que você escolheria?

Refrão:
Agora eu escolho viver com a liberdade de voar
Do meu coração, onde a luz continua brilhando
Eu escolho a sentir o mundo inteiro chorando
Para a força que podemos elevar-se acima
Eu escolho o amor!
Eu escolho o amor!

Eu posso ver o compartilhamento, ou eu posso ver a ganância
Eu posso ver carinho ou pobreza
O que você escolheria?
Eu posso ver jardins, ou eu posso ver bombas
Eu posso ver a vida ou morte
Vindo em forte
O que você escolheria?

Refrão:
Agora eu escolho viver com a liberdade de voar
Do meu coração, onde a luz continua brilhando
Eu escolho a sentir o mundo inteiro chorando
Para a força que podemos subir ablove
Eu escolho o amor!
Eu escolho o amor!

Eu nos vejo a cura, a escuridão morrer
Eu nos vejo despontando como um mundo unido
O que você escolheria?
Amor ou medo?
Oh, nós escolhemos

Refrão:
Agora eu escolho viver com a liberdade de voar
Do meu coração, onde a luz continua brilhando
Eu escolho a sentir o mundo inteiro chorando
Eu escolho sentir One Voice subindo
Eu escolho a sentir-nos todos unidos
Na força que pode elevar-se acima
Eu escolho o amor!
Eu escolho o amor!
Eu escolho o amor

amar
amar
Eu escolho o amor
Eu escolho o amor
Eu escolho o amor
Oh, eu escolho o amor
  
(I Choose Love ~ Shawn Gallaway)
_____________
 
Cuide bem de você...
www.cuidebemdevoce.com

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