30 de janeiro de 2010

O reconhecimento de que a doença é da mente e não tem nada a ver com o corpo...

Você pensa que corpos fazem outros corpos, e que os cérebros pensam, mas nada além da mente pode pensar. O cérebro é apenas uma parte do corpo. É a mente que projeta cada corpo, incluindo o seu. Não estou falando sobre aquela minúscula mente com a qual você se identifica. Estou me referindo à mente completa que está além do tempo, do espaço e da forma. Essa é a mente com a qual Buda entrou em contato, embora as pessoas não percebam que ela ainda está a um passo importante de distância da união com Deus. Essa mente fez todo o universo, cada corpo, e cada forma que parece estar nele. A questão é, por que?

Nós vamos descobrir a razão, que no seu caso é inconsciente, pela qual seu corpo foi feito, mas nosso estado de consciência nos coloca em uma posição onde nós podemos deliberadamente fazer esses corpos com o único propósito de trazer a mensagem do Espírito Santo a você, de uma maneira que você possa aceitar e compreender. Por nós mesmos, sabemos que não temos outra identidade além da do Espírito Santo, então, somos manifestações Dele, e nossas palavras são as Dele. Quando J apareceu a nós em carne e osso depois da crucificação, ele simplesmente fez outro corpo para se comunicar conosco. Sua mente poderia fazer seu corpo aparecer ou desaparecer, como aconteceu no sepulcro. Nós não poderíamos realmente entender isso naquela época, então, cometemos o grave erro de dar um significado muito grande ao corpo de J, que realmente não era nada, ao invés de dar esse significado à mente, que é o que é importante. Entretanto, você não deveria julgar alguns de nós por termos excesso de zelo. Como você se sentiria se alguém que estivesse totalmente morto fizesse uma visita rápida para bater papo com você, e até deixasse que você o tocasse para que soubesse que ele era legítimo?

PURSAH: Você se lembra dele contando a você sobre um contemporâneo de Sigmund Freud chamado Groddeck?

NOTA: Embora eu não seja católico, concordei em ir com o amigo que eu deixara de processar a uma experiência espiritual de três dias chamada Cursilho, que aconteceu em uma igreja católica em Massachusetts. O evento enfatizou o riso, a música, o amor e o perdão, e se tornou uma grande surpresa para mim, porque eu não sabia que existiam pessoas católicas que eram felizes. Durante o fim-de-semana, encontrei um padre que também era psicólogo, chamado padre Raymond, que havia feito uma pesquisa sobre alguém chamado Groddeck. A pesquisa o tinha impressionado bastante, e ele me contou um pouco sobre ela.

GARY: Sim. Ele estava me dizendo coisas como essas que vocês me disseram. O padre Ray disse que Groddeck era respeitado por Freud, e era um verdadeiro revolucionário. Aparentemente, Groddeck chegou à conclusão de que os cérebros e os corpos são verdadeiramente feitos pela mente, ao invés da maneira comumente aceita, e que a mente – que foi descrita como uma força que Goddreck chamou de It (Id)– estava fazendo isso para seus próprios propósitos.

PURSAH: Bastante próximo disso, caro aluno. Você tem uma memória fantástica. O dr. Groddeck estava certo em suas conclusões, embora ele certamente não tivesse o quadro completo, como J teve. A propósito, ao contrário da maioria dos Apóstolos e dos primeiros fundadores do cristianismo, o dr. Groddeck não presumiu ou fingiu que sabia tudo. Ele apenas disse o que realmente sabia, mas ele ainda estava a anos-luz à frente dos seus sucessores, adoradores do cérebro. É quase desnecessário dizer que, por causa das visões de Groddeck, o mundo se manteve distante dele. Nós o mencionamos agora, e vamos fazê-lo depois, apenas para mostrarmos que sempre houve pessoas brilhantes, cujo nível de observação estava muito mais de acordo com a verdade do que o pensamento do mundo.

... Nós falamos rapidamente sobre Georg – que é escrito sem um ‘e’ no final – Groddeck. Ele entendeu o que acabei de lhe dizer. Na verdade ele costumava perguntar a alguns de seus pacientes qual eles achavam que era o propósito da sua doença! Por que ele faria a alguém que estava com dor uma pergunta tão irritante? É simples. Ele estava mudando imediatamente a mente deles do efeito para a causa. Ele sabia que o “It” (Id), como ele o chamava, que era aproximadamente o equivalente ao termo “ego” do Curso, tinha criado o corpo e o estava usando para seus próprios propósitos. O ato de questionar os pacientes estava destinado a levá-los a desistirem de suas idéias sobre serem vítimas e examinarem sua própria decisão – feita em um nível mais elevado, embora ele não lhes dissesse isso – de estarem doentes.

Algumas vezes, quando eles pensavam sobre sua dor como uma decisão da sua própria mente, ao invés de uma função corporal eles ficavam bem. É claro, nada funciona no nível da forma o tempo todo. Se fosse assim, o universo seria previsível. O ego é muito complexo e altamente individualizado. Eu lhe asseguro que o universo não poderia ser de outra forma. E ainda, os princípios da cura, como eram conhecidos em uma extensão limitada por Groddeck, e muito mais totalmente articulados no Curso, são confiáveis. A cura requer uma mudança na percepção, e como o Curso pergunta e responde para você:

Qual é o requisito único para essa mudança na percepção? Simplesmente isso: o reconhecimento de que a doença é da mente e não tem nada a ver com o corpo. O que “custa” esse reconhecimento? Custa todo o mundo que vês, pois nunca mais o mundo vai parecer reinar sobre a mente. (UCEM – MP – pág. 19)

GARY: Nós conversamos sobre a idéia de que a mente sem culpa não pode sofrer, mas parece que você está dizendo que até as pessoas que ainda têm alguma culpa em suas mentes podem controlar sua dor e, algumas vezes ficarem bem.

PURSAH: Sim. Uma mente completamente sem culpa nunca sofre dor, embora ela possa escolher quantas lições quer ensinar. É possível às pessoas que não são mestres aliviarem sua dor e fazerem inúmeras coisas admiráveis com suas mentes durante o caminho para se tornarem mestres. Como diz J na mesma seção do Manual sobre um paciente de um curador espiritual, ou a esse respeito qualquer tipo de paciente:

... Quem é o médico? Apenas a mente do próprio doente. O resultado é aquele que ele decidir. Aparentemente, agentes especiais trabalham nele, mas não fazem senão dar forma à sua própria escolha. Ele os escolhe de modo a dar forma tangível a seus desejos. (ibidem)

(Trechos do O Desaparecimento do Universo) 



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Lena Rodriguez
Terapeuta Vibracional

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